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A incrível jornada do Bolinho Caipira em busca de seus verdadeiros pais

  • Foto do escritor: Alessander Guerra
    Alessander Guerra
  • 17 de jul. de 2009
  • 1 min de leitura
Bolinho Caipira

Era uma vez um Bolinho chamado Caipira. Tal e qual uma lenda, sua história começou um dia faz muito tempo, mas ninguém sabe bem quando nem onde. Assuntando aqui e acolá tem gente que jura de pé junto que ele nasceu pelas mãos dos índios puris (que habitaram em tempos lá pra trás o Vale do Paraíba). Naqueles idos a sustância do moço era composta por farinha, água e peixe. Mas o causo vai além, outras línguas relatam que com a vinda dos portugueses, o bolinho ganhou carne de porco. E hoje também se acrescenta à formosura do dito cujo um bocado de linguiça. Enfim a cara está aí no retrato do Flávio André da Prefeitura de Jacareí. A briga da paternidade é boa, tanto que ele vai ser alvo de festa que começou hoje e vai até domingo. E sabem da maior? Vai virar Patrimônio Cultural de Jacareí. Se alguém tiver outro DNA do Bolinho Caipira que se habilite.

Feira do Bolinho Caipira

Data: 17, 18 e 19 de julho, das 18h às 21h Local: Pátio do Museu de Antropologia do Vale do Paraíba - Rua XV de Novembro, 143 – Centro – Jacareí Atrações: barracas com os três tipos de bolinho caipira e atrações musicais.

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Escritor • Palestrante • Redator • Mediador • Colaborador Criativo em Projetos Especiais de Alimentos e Bebidas

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