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  • Harmonização de Cervejas com Carne

    Hoje é dia de Harmonização de Cervejas com Carne . Cortesia do livro Larousse da Cerveja Harmonização de Cervejas com Carne Lombo de porco: Light Lager, Pilsner, European Amber Lager, Dark Lager, Bock, English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout Lombo defumado: European Amber Lager, Dark Lager, Bock, English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout, German Wheat & Rye Beer, Smoke-Flavored & Wood-Aged Beer Carneiro: Scottish & Irish Ale, English Brown Ale, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale Bife de carne bovina:  Dark Lager, Bock, English Brown Ale, Porter, Belgian Strong Ale Rosbife:  Dark Lager, Bock, English Brown Ale, Porter, Belgian Strong Ale Capivara:  Bock, Light Hybrid Beer, Amber Hybrid Beer, Scottish & Irish Ale, American Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Salsicha de porco:  European Amber Lager, Dark Lager, Bock, Light Hybrid Beer, Amber Hybrid Beer, German Wheat & Rye Beer Linguiça de porco:  Bock, Light Hybrid Beer, Amber Hybrid Beer, German Wheat & Rye Beer, Strong Ale, Smoke-Flavored & Wood- Aged Beer Chouriço:  Bock, Light Hybrid Beer, Amber Hybrid Beer, Strong (linguiça de sangue) Ale, Smoke-Flavored & Wood-Aged Beer

  • Harmonização de Cervejas com pratos Ceias Fim de Ano

    Harmonização de Cervejas com pratos Ceias Fim de Ano - para quem quiser harmonizar os pratos das ceias de Natal e Ano Novo com cervejas, ficam as dicas do  beer sommelier da Cerveja Store , René Aduan Jr. "Até para brindar, existem cervejas produzidas pelo mesmo método do champanhe, com garrafas fechadas por rolhas de cortiça", coloca René. - Frutas secas ou mix de castanhas : escolha cervejas mais complexas, de estilos como “old ales”, barleywine, e algumas especialty beers, como as Nöel. - Rabanadas e panetones : aposte nos estilos Strong Golden Ale e Tripel, cervejas da escola belga com alto teor de álcool, aromas frutados e corpo de médio a robusto. - Carnes : para as carnes brancas, as cervejas mais carbonatadas, frutadas ou cítricas, casos da Wittbier e Belgian Bond Ale, são indicadas. No caso das aves, como peru, uma Blond Ale. No caso de peixes, como o bacalhau ao forno, uma Wittbier ou Belgian Tripel. Para carnes vermelhas, pernil e tender, a “Belgian Dubbel” funciona muito bem. - Sobremesas : para doces com chocolates brancos, prefira as cervejas ácidas frutadas, caso das Lambics e Fruitbeers. Para chocolates escuros e sobremesas que levem chocolate ao leite ou meio amargo, pode-se optar pelas Porter, Stout, Imperial Stout ou Brown Ale. Já para as mesclas entre creme e chocolate, caso das mousses, uma excelente harmonização é com as cream stouts, cervejas que possuem lactose na composição.

  • Harmonização de Cervejas com Peixes e Frutos do Mar

    Hoje é dia de Harmonização de Cervejas com Peixes e Frutos do Mar. Cortesia do livro Larousse da Cerveja Harmonização de Cervejas com Peixes e Frutos do Mar Bacalhau: English Pale Ale, Scottish e Irish Ale, American Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Ostras Porter, Stout Camarão frito:  Light Lager, Pilsner, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian & French Ale Caranguejo:  Light Lager, Pilsner, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale Caviar:  Porter, Stout, India Pale Ale, Belgian & French Ale, Sour Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Atum:  Dark Lager, English Pale Ale, American Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian Strong Ale Salmão:  Bock, English Pale Ale, American Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Truta:  Pilsner, Dark Lager, Bock, India Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian Strong Ale, Strong Ale Peixe frito: Light Lager, Pilsner, European Amber Lager, Dark Lager, Light Hybrid Beer, India Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian Strong Ale, Strong Ale Moqueca baiana:  Stout, India Pale Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Moqueca capixaba:  Stout, India Pale Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Lagosta:  Dark Lager, Bock, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Lula:  Dark Lager, Bock, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Sardinha:  Dark Lager, Bock, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale, Smoke-Flavored & Wood-Aged Beer

  • Espumante Ponto Nero Blanc de Blancs

    A Domno Brasil lançou seu espumante .Nero Blanc de Blancs, 100% Chardonnay. Tive a oportunidade de prová-lo num bate-papo com Jones Valduga, diretor-administrativo da empresa. Um espumante com terroir do Vale dos Vinhedos, feito com uvas colhidas de forma manual e seletiva, produzido pelo método Charmat (fermentação em tanques de inox com temperatura controlada) . Alia elegância à jovialidade, muito fresco, gostoso de tomar, de perlage fino e delicado, sabor frutado. Gostei bastante. Temperatura ideal de consumo entre 6º e 08ºC. Além de ser muito bom para beber sozinho, harmoniza também com saladas, pescados e frutos do mar. Jones Valduga me contou sobre o sucesso da companhia nesses cinco anos desde a sua criação. Fruto da empresa-mãe Casa Valduga , a Domno foi lançada com o intuito de importar bons vinhos de algumas regiões do mundo, mas logo descobriu que tinha também outra vocação, aproveitar sua jovialidade para produzir espumantes mais leves e despojados com foco no público jovem; assim nasceu a marca .Nero (Ponto Nero). Deu mais do que certo, no último ano a Domno ultrapassou a Casa Valduga na produção e comercialização de espumantes – atingindo 1 milhão de garrafas, enquanto a Valduga comercializou cerca de 800 mil. Esse ano a produção cresce ainda mais e deve chegar a 1,2 milhão de garrafas como me informou o diretor-administrativo da empresa. Para completar o portifólio que já conta com os espumantes .Nero Brut, Extra Brut, Rosé Brut e Moscatel a empresa resolveu lançar esse 100% Chardonnay “Blanc de Blancs é um ícone de sofisticação. A uva Chardonnay é considerada a rainha das uvas brancas. Decidimos aliar a nobreza da uva à jovialidade e sedução que inspiram a elaboração da linha Ponto Nero para oferecer ao mercado um espumante singular e marcante” finaliza Valduga.

  • Rum Zacapa

    Participei de uma degustação e harmonização do Rum Zacapa , que é produzido na Guatemala e acaba de chegar ao Brasil importado pela Diageo , nas versões super Premium (Zacapa 23) e ultra Premium (Zacapa XO). O almoço sublime servido pela chef Helena Rizzo (Maní restaurante e Manioca eventos), aconteceu na bela Casa Panamericana e contou com a participação de Lorena Vásquez, responsável pela produção dos Zacapa , que iniciou sua carreira no segmento de rum na Guatemala há 24 anos e hoje é uma das poucas mulheres do mundo a ter o título de Master Blender . Rum Zacapa O que eu posso dizer? Poderia viver muito bem tomando esses dois blends de rum pelo resto da minha vida! Mas como avaliar o que é Premium, super Premium e ultra Premium? Acho que hoje, Lorena Vásquez me fez entender melhor com sua ótima explanação. O aromático, saboroso e complexo blend que toma a nossa boca e fica na memória é o resultado de uma história tão complexa quanto à da bebida. Uma história que começa no cultivo da matéria-prima, segue pela seleção dos melhores ingredientes, continua com os vários processos de preparo que demandam tempo e cuidado constantes, chegam ao blend considerado ideal e ultrapassam essa barreira atingindo também a forma de apresentar a bebida e de serví-la para tirar o seu melhor proveito. Como um produto chega às mais altas categorias O clima e o solo fértil vulcânico da Guatemala, tornam o país um dos mais apropriados para o cultivo da cana-de-açúcar. A cana colhida é pesada e analisada para se determinar sua qualidade com base no conteúdo de sacarose, nas fibras e nos níveis de impureza. As canas selecionadas são lavadas, cortadas e prensadas. O caldo obtido na moagem é filtrado e depois aquecido para que a água evapore. Obtém-se assim o mel virgem da cana-de-açúcar. E é sobre esse mel virgem (e não sobre outros subprodutos da cana de açúcar como o melaço, que é normalmente utilizado para produzir rum) é que são aplicadas as leveduras que transformarão o açúcar em álcool, gerando os primeiros aromas e sabores da bebida. Ocorre então a fermentação, que dura cerca de 120 horas e depois começa a destilação que é feita em colunas com conexões de cobre. Produção Mas a história do Rum Zacapa está apenas começando. Depois desse processo é hora de levar o rum para envelhecer na “casa acima das nuvens”. Um lugar que está a 2.300 m do nível do mar e tem temperatura média é de 16,7 graus Celsius. O motivo é simples, o rum precisa envelhecer lentamente para desenvolver seu sabor intenso e complexo, a altitude com temperaturas mais baixas propicia isso. Mas não pensem que o rum vai ficar lá anos e anos envelhecendo num único barril, não! Ele troca de lugar passa por vários barris e recebe adição de runs mais envelhecidos. O blend super Premium Zacapa 23, passa por barris que já contiveram bourbons e os vinhos de Jerez e Pedro Ximenez, ganhando a complexidade dos aromas e sabores dessas bebidas. Então, descansa em barris de carvalho americano branco torrado à um alto grau para transmitir mais sabor da madeira antes do envase. Durante esse processo de troca de barris, ganha o acréscimo de runs com idade entre 6 e 23 anos. O blend ultra Premium Zacapa XO, passa pelos barris de bourbons, vinhos de Jerez e Pedro Ximenez e por fim barris de conhaque. Durante o processo ganha acréscimo de de runs com idades entre 6 e 25 anos. Embalagem Artesanal Complementando a qualidade final dos blends, as embalagens selecionadas ganham um toque do artesanato local. Cada garrafa de rum Zacapa recebe uma faixa artesanal chamada de petate, feita com o entrelaçamento de folhas secas de palmeira. Na Guatemala, o uso dessa trama data do ano de 1400 A.C., durante o período pré-clássico Maia. Na visão Maia, o petate simboliza a unidade de tudo, assim como o ato de tecê-lo simboliza a união entre o céu e a terra, o sol e a lua. Inicialmente feito para servir de capacho para os reis maias, as tecelãs acreditavam que sentar sobre um petate mudava toda a sua visão do mundo e fazia com que as pessoas olhassem para a vida com humildade, para ver as coisas como verdadeiramente são. E foi pensando na simbologia do Petate, que degustei esses runs fantásticos acompanhados da delicada refeição servida pela chef Helena Rizzo. Uma sublime união entre o céu e a terra. Menu Tartar de Vieiras com leite de amendoim aerado e caramelo de cardamomo (Harmonizado com Zacapa 23) Magret de Pato com peras ao rum e baunilha (Harmonizado com Zacapa 23) Manjar Branco com Abacaxi com sorvete de chocolate branco ao rum (Harmonizado com Zacapa XO)

  • Como montar uma adega em casa

    Como montar uma adega em casa – dicas do especialista para quem quer começar do zero. Cada dia mais e mais pessoas descobrem o universo do vinho. Se você é uma delas e vem aí se perguntando Como montar uma adega em casa , fui atrás de um especialista no assunto que pode nos ajudar. Convidei o André Rossi (foto), mais conhecido como Déco, formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet). Proprietário da Winet – clube, cursos, palestras e consultoria de vinhos e também editor e idealizador do blog EnoDeco , um dos mais respeitados da área. É com você Déco! Como montar uma adega em casa Uma das perguntas que mais ouço em aulas e palestras que dou é: “Estou começando a gostar de vinho e a me interessar cada vez mais. Quais são as coisas mais importantes que preciso ter em casa? E que tipos de vinho eu preciso ter pra começar a montar uma adega?” A primeira parte da pergunta é mais simples e direta para responder e a segunda depende muito do perfil da pessoa. Mas vamos lá! Principais Acessórios para Vinho Saca-rolhas No mundo do vinho existem muitos acessórios. Alguns indispensáveis e outros nem tanto. Entre os indispensáveis, o primeiro que não podemos ficar sem é o abridor. Mas como existem inúmeros tipos de abridores, o que mais indico é o modelo chamado “Sommelier” (foto acima), que é o mais simples de usar e o mais fácil de se encontrar pra comprar. Algumas pessoas no começo acham ele um pouco difícil de usar, mas com a prática, em poucas vezes, já se pega o jeito. Tem alguns mais rebuscados e bonitos. Outros mais simples e com ares retrô. Todos eles tem a mesma finalidade, que é abrir uma garrafa que é fechada com rolha (lembrem que alguns vinhos tem fechamento com tampa de rosca). Então, o importante aqui é ter um saca-rolhas que você se adapte melhor. taças da esquerda para a direita: espumante, branco, Borgonha, Bordeaux e Porto Taças mais importantes para vinho 5 tipos principais Taças também fazem parte dos acessórios importantes. Assim como os saca-rolhas, tem inúmeros tipos. Bordeaux - taça ideal para vinhos tintos mais encorpados e complexos aromaticamente, pois geralmente são vinhos que os aromas são mais “fechados” e para podermos sentir melhor e mais facilmente, precisamos de uma taça com o bojo não tão aberto, para concentrar estes aromas. Borgonha – são taças mais “gordinhas” - ideais para os vinhos tintos mais leves e delicados, como os Pinot Noirs. Estes vinhos são, no geral, mais aromáticos e por isto a taça mais aberta favorece a expansão destes aromas. Branco - há as taças para vinho branco que são menores para o vinho não esquentar, já que ele é servido mais gelado. Flutes – nome dado às taças para espumantes - são mais finas e compridas para que o gás, ou perlage, possa se desprender melhor e formar aquela coroa de espuma que fica na superfície do espumante. Porto - e por último, há algumas taças ainda menores que as de vinho branco, que são para vinhos fortificados, como os vinhos do Porto, Madeira, Jerez e outros. Como eles são fortificados, ou seja, mais alcoólicos, coloca-se menos vinho na taça e por isso são menores. Sobre o material, elas podem ser de vidro, semi-cristal ou cristal. Outros acessórios para vinho Os decanters fazem parte do que eu chamo de acessórios que não são indispensáveis. A função do decanter é decantar e oxigenar o vinho, para que possamos sentir mais o gosto e os aromas. Mas se não tiver um decanter, uma jarra de água de vidro ou cristal faz esta função perfeitamente. Mas claro que o decanter tem todo um charme. Outros acessórios como cortador de cápsulas (aqueles invólucros que revestem a boca da garrafa), corta-gotas para não deixar o vinho derramar pela garrafa, aeradores que oxigenam o vinho instantaneamente, termômetros para medir a temperatura do vinho e outras tantas traquitanas são pratos cheios para os amantes do vinho que gostam e curtem ter coisas diferentes e funcionais em casa. Como montar uma adega em casa -  Dicas para escolher os vinhos. Voltando à segunda parte da pergunta, aquela que falei que era mais difícil de responder, pois é muito pessoal. O mais importante é ter em mente uma frase conhecida, mas que nem todo mundo leva em conta: O melhor vinho é aquele que você gosta e não necessariamente um vinho pontuado ou que um amigo lhe indicou. Partindo deste princípio, precisa-se analisar qual o seu perfil de consumo. Mais brancos? Mais tintos? Mais espumantes? Mais rosés? Dentro de cada categoria, saber o que você mais gosta: Encorpados ou leves? E por último, que nível de investimento – preço – está disposto a gastar. É tudo muito variável, mas se eu tiver que dar uma resposta objetiva, como já tive que montar algumas adegas desta forma, eu partiria para a seguinte divisão. Como montar uma adega em casa -  Selecionando 12 garrafas de vinho: - 2 vinhos brancos mais leves. Sugestão de uvas: Pinot Grigio, Sauvignon Blanc ou Torrontés; - 2 vinhos brancos mais encorpados. Sugestão de uvas: Chardonnay ou Riesling; - 1 vinho rosé; - 1 espumante; - 2 vinhos tintos mais leves. Sugestão de uvas: Pinot Noir ou Gamay; - 4 vinhos tintos de médio corpo ou encorpados. Sugestão de uvas: Cabernet Sauvignon, Malbec, Cabernet Franc, Merlot, Syrah e Carmenère. Lembrando que, não necessariamente, precisam ser vinhos feitos de uma só uva, mas podem ser Blends (vinhos feitos com 2 ou mais uvas). Como Armazenar os Vinhos em casa Claro que se você vai investir nos acessórios e nas garrafas de vinho, deve também estar pensando em montar um cantinho especial na sua casa para armazenar a bebida. É uma consequência natural! Imagino, inclusive, que já começou a pesquisar na internet os preços, marcas, modelos e tamanhos das adegas. Tem pra todos os gostos e bolsos. De qualquer forma, deixarei por aqui algumas dicas de como armazenar os vinhos em casa , enquanto não tiver a sua própria adega. Vinhos brancos, rosés, espumantes e de sobremesa podem ficar na prateleira debaixo da geladeira - por até uns 6 meses. Tintos devem ficar num lugar fresco, sem incidência de luz, calor ou trepidação. Por exemplo, dentro de um armário. Todos os vinhos devem ser armazenados deitados. Amigos e Amigas, poderia ficar aqui escrevendo por linhas e linhas e não terminaria tão cedo. O assunto é extenso e uma delícia. Mas espero ter ajudado. Um grande abraço e até a próxima! Déco Rossi

  • Dia da Cerveja –mitos e verdades

    No Dia da Cerveja , o beer sommelier Tulio Rodrigues ( Beer Academy ) conta aos leitores do Cuecas na Cozinha sobre mitos e verdades com relação a bebida tão apreciada no Brasil. O Dia da Cerveja é uma data internacional, comemorada em mais de 50 países do mundo, sempre na primeira sexta-feira do mês de agosto. Tudo começou em 2007 quando quatro amigos americanos da Califórnia, resolveram que deveria haver uma data comemorativa para a cerveja, tão popular quanto a festa irlandesa, Dia de St. Patrick. De lá pra cá, a festa foi crescendo ao redor do mundo, assim como os mitos e ver dades que cercam a cerveja . Então vamos lá, caro Tulio, nesse Dia da Cerveja nos conte mitos e verdades que rondam essa paixão nacional durante todos os dias do ano. Dia da Cerveja –mitos e verdades 1.     Cerveja deve ser colocada deitada na geladeira para gelar mais rápido : mito . De acordo com o beer sommelier Tulio Rodrigues, a melhor posição para armazenar e gelar cervejas é de pé, “para que a superfície de contato do líquido com o ar seja menor”. A cerveja deve ser resfriada gradualmente; colocá-la no congelador, só se for momentos antes de servi-la, ensina Tulio. 2.     Cerveja não deve ser servida muito gelada : verdade . Quando servida em baixíssima temperatura (“estupidamente gelada”, como costumamos dizer), a cerveja acaba anestesiando as papilas gustativas da língua, que fazem com que você perca a sensibilidade para degustar a bebida. “O calor pede cervejas geladas, mas sem exageros”, explica Tulio Rodrigues. 3.     Chope é a mesma coisa que cerveja: verdade . O chope e a cerveja são, sim, a mesma bebida. A única diferença é que a cerveja passa por pasteurização (um tratamento térmico que garante maior prazo de validade ao produto). O chope, por sua vez, não passa pelo mesmo processo, é mais calórico do que a cerveja e tem um prazo de validade menor. 4.     Cerveja dá barriga: mito . “Esse é o mito mais famoso que existe em torno da cerveja. A Ciência já comprovou que a cerveja, se consumida com moderação, não é a responsável pelo aumento de peso nem de gordura abdominal”, afirma Tulio Rodrigues. Estudos mostraram que o que engorda não é a cerveja, e sim os alimentos gordurosos (salgadinhos e outros tira-gostos calóricos) que são comumente associados ao consumo da bebida. Dia da Cerveja + Mitos e Verdades 5.     Cerveja não pode estar inserida em um estilo de vida balanceado: mito . “Esse é outro pensamento bastante equivocado disseminado aqui no Brasil”, afirma Tulio. Assim como o vinho, a cerveja é feita de ingredientes naturais cujos benefícios são cientificamente comprovados. “Um bom exemplo disso é a cevada, que dá origem ao malte, e o lúpulo. Ambos são ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais, que, além de ajudarem a dar corpo, aroma, sabor e textura à cerveja, fazem da bebida uma aliada na dieta balanceada”, afirma Tulio. 6.     O colarinho tem uma função específica: verdade . A espuma protege a bebida da oxidação, ou seja, impede que ela entre em contato direto com o oxigênio, além de reduzir a perda de gás e ajudar a manter a temperatura. “Dois dedos de espessura é o ideal”, explica Tulio. 7.     Cerveja é uma bebida de baixa caloria: verdade . A maioria dos brasileiros não sabe, mas a cerveja é uma bebida de baixa caloria, se comparada com outras bebidas, como o vinho e até o suco de laranja, explica Tulio. Uma taça de vinho tem 240 kcal, enquanto uma taça de cerveja tem pouco mais da metade disso (123 kcal). Além disso, a cerveja possui os mesmos compostos orgânicos benéficos à saúde que o vinho: antioxidantes, vitaminas e sais minerais. 8.     Cerveja de garrafa é mais gostosa que a de lata (ou vice versa): verdade . O produto é o mesmo, não importa o recipiente, porém, o aroma e sabor podem ser influenciados pelo modo de conservar e resfriar a bebida. Os excessos são prejudiciais para a degustação da cerveja; o ideal é manter a temperatura constante, seja ela fria ou sem refrigeração. “Quando ocorre a mudança brusca de temperatura, o sabor da cerveja é prejudicado, sim”, ensina Tulio. 9.     Não existe copo específico para tomar cerveja : mito . Para que os diferentes sabores e aromas sejam ressaltados, cada estilo de cerveja pede um tipo de copo adequado. A pilsen pode ser apreciada em uma tulipa ou caneca, a lambic pede taças do tipo flauta e já a weissbier, copos maiores. Se não tiver o copo ideal, utilize taças de vinho branco. Dia da Cerveja ... a saga continua + Mitos e Verdades 10.  A cerveja é mais saudável que as bebidas destiladas, como a cachaça e o whisky: verdade . É consenso médico e científico que bebidas fermentadas, como a cerveja e o vinho, são mais saudáveis que as destiladas, como a cachaça, o whisky e a caipirinha. Isso porque a cerveja tem teor alcoólico menor que as outras bebidas e o álcool da cerveja é obtido a partir de um processo natural chamado de fermentação, mais saudável, portanto. 11.  A cerveja não tem ritos de degustação: mito . Segundo o beer sommelier Tulio Rodrigues, apreciar e degustar uma cerveja pode ser uma verdadeira experiência sensorial. Para isso, é necessário ativar os cinco sentidos. A bebida tem ritos próprios de degustação, assim como o vinho. “Uma dica é procurar sentir os aromas da cerveja, criando uma memória olfativa da bebida, assim como o tato bucal e até a análise visual de uma cerveja (cor, transparência, formação...)”, explica Tulio. 12. O lúpulo (ingrediente natural que dá o amargor à cerveja) é um poderoso conservante natural: verdade . Para a Ciência e a Medicina, a função do lúpulo vai muito além de conferir o amargor característico de uma cerveja. Além de ser um poderoso conservante natural, que pode ser utilizado até na culinária, essa flor é a nova aposta da cosmetologia para clarear a pele e prevenir manchas e inflamações do tecido dérmico e está sendo usado na forma de peeling. É o que explica a farmacêutica Sara Bentler. “Para se ter uma ideia da qualidade do lúpulo como ativo contra manchas, ele é um dos mais utilizados no Japão, que é um país bastante exigente quando o assunto é manter a uniformidade da pigmentação da pele. Esse ativo promove o clareamento de forma segura e garante que as manchinhas não voltem”, explica. 13. Cerveja e saúde não combinam: mito . “A cerveja é o novo vinho”, resume a nutricionista Andrea Zaccaro, presidente da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva que tem acompanhado estudos estrangeiros sobre a bebida. “Já existe um consenso médico-científico de que é possível obter os benefícios do consumo moderado da cerveja se esse consumo for moderado e responsável”, explica a nutricionista. De acordo com Andrea, os polifenóis (compostos orgânicos presentes na cerveja) desempenham importante função antioxidante no organismo. 14. Ingredientes naturais da cerveja têm potencialidades que merecem ser exploradas: verdade . Segundo a nutricionista Andrea Zaccaro, os ingredientes naturais da cerveja fazem bem à saúde dentro e fora da garrafa. “A cevada, por exemplo, é considerada pelos especialistas como um ‘superalimento’, ou seja, um alimento bastante completo, nutricionalmente muito rico e que pode ser ‘coringa’ em qualquer dieta balanceada”, explica. O grão, segundo Andrea, pode ser consumido em substituição ao arroz, à farinha de trigo e na preparação de saladas, risotos e até chá. 15. Cervejas artesanais, especiais e mainstream são a mesma coisa: mito . Segundo o beer sommelier Tulio Rodrigues, podemos classificar as cervejas de acordo com a forma como elas são produzidas, mas todas têm seu público e o seu valor. “A diferença básica entre elas é que as cervejas chamadas de  mainstream têm um processo de fabricação bastante elaborado, complexo, justamente para garantir a qualidade da reprodutibilidade da receita; ou seja, são cervejas com processos de fabricação exemplares que garantem o alto padrão de paladar”, explica Tulio. Ainda de acordo com o beer sommelier , as cervejas ditas artesanais têm foco na licença criativa: “São cervejas de produções pequenas e mais ousadas, principalmente em termos de ingredientes (castanhas, especiarias e outras receitas até mais inusitadas”, afirma Tulio. Já as cervejas ditas especiais são todas aquelas cujo preço é 20% maior do que as mainstream. “ O que classifica uma cerveja como ‘especial’ é o valor puramente econômico”.

  • A Coquetelaria ao Alcance de Todos

    Em seu livro  A Coquetelaria ao Alcance de Todos ,   o mestre Derivan publica 220 receitas de drinks , dos clássicos (Dry Martini, Margarita, Sex on the Beach, Negroni, Cosmopolitan, Manhattan)a criações suas premiadas (Costa Brava, The Girl From Ipanema e Albatroz). As fotos são de Mauro Holanda. A produção é independente e o livro pode ser encontrado nas livrarias Saraiva e Cultura, conforme me informou o Derivan. A Coquetelaria ao Alcance de Todos  começa contando a Origem dos Cocktails, uma lenda que começa em 1779 com uma interessante briga de vizinhos. Depois discorre sobre “As Bebidas” utilizadas no drinks, os “Utensílios de Coquetelaria”,  Copos e a Decoração. Para ilustrar um pouco sobre as dicas, vamos a um trecho do livro: Classificação dos Cocktails Categorias Long Drinks  – servidos sempre em copos longos, com muito gelo. Short Drinks  – servidos em taça martini gelada, mas sem gelo dentro. Hot Drinks  – servidos em canecas, copos com alça, para que se possa segurá-los confortavelmente. Modalidades Montados  – são os preparados diretamente no copo. As bebidas componentes são de igual densidade e se mesclam facilmente. Batidos  – são feitos na coqueteleira para misturar bem bebidas com diferentes densidades. Mexidos  – preparados no mixing glass, com a colher bailarina. O método facilita a mescla de bebidas de densidades semelhantes. DICAS IMPORTANTES PARA O PREPARO DOS DRINKS evite misturar dois destilados espumante, água com gás e refrigerante não devem ser batidos na coqueteleira não se deve misturar mais de 4 bebidas sucos de laranja e limão devem ser sempre frescos em cocktails servidos somente gelados, os copos devem ser gelados previamente os cocktails devem ser servidos assim que forem preparados faça sempre gelo com água mineral todo long drink leva gelo no copo todos os short drinks são servidos gelados. O gelo deve ser usado somente na coqueteleira ou mixing glass. A única exceção é o Gin Tônica trabalhe sempre com ingredientes de qualidade

  • Cachaça e Gastronomia 2014

    A equipe do Mapa da Cachaça lançou seu guia Cachaça e Gastronomia 2014 . O livro foi idealizado para ser uma referência sobre cachaça de qualidade e estabelecimentos que oferecem a bebida de forma criativa, seja pela carta de cachaças, a decoração das garrafas ou os pratos e coquetéis que levam a bebida como ingrediente de destaque. Camarada, mé, marvada, guaraciaba, suor de alambique; não importa a região do Brasil, todo mundo tem um nome para ela: a cachaça . Produzida no país desde 1530-1540, a cachaça é considerada patrimônio nacional da gastronomia. No guia, o pessoal do Mapa da Cachaça apresenta: os tipos de cachaça , as diferenças da produção industrial e artesanal, as madeiras de envelhecimento, como degustar o destilado, roda de aromas (pesquisa sensorial desenvolvida em parceria com a cientista Aline Bortoletto, da Universidade de São Paulo – são mais de 70 aromas encontrados em diferentes tipos de cachaça ) e ainda 100 estabelecimentos espalhados pelo Brasil que valorizam a bebida (nessa parte do guia eles contaram com a ajuda da equipe do portal  Destemperados ). O leitor também encontrará no livro textos bilíngues de especialistas em cachaça e receitas feitas por grandes chefs e mixologistas, como: Rodrigo Oliveira, Thiago Castanho, Bia Goll, Bárbara Verzola, Pablo Pavón, Junior WM e Laércio Zulu. O download do guia Cachaça e Gastronomia 2014   pode ser feito no site do Mapa da Cachaça . Para o Cuecas na Cozinha  eles enviaram a receita Quintal Brasileiro  do mixologista Laércio Zulu (baiano, formado em turismo, mixologista e chef de bar do La Maison est Tombée . Zulu adora adicionar brasilidade aos seus coquetéis e é famoso pelos seus bitters – descrição retirada do livro). Quintal Brasileiro Ingredientes 60 ml  Cachaça envelhecida em amburana 20 ml suco limão cravo 15 ml mel 3 gotas de Bitter de laranja Espuma de jabuticaba (opcional) Gelo Modo de preparo 1. Adicione cubos de gelo a uma taça martini para resfriá-la. 2. Em uma coqueteleira, adicione cubos de gelo, o suco de limão cravo, a cachaça, o bitter e o mel.Bata bem. 3. Retire os cubos de gelo da taça e sirva o coquetel. 4. Complete o topo da taça com a espuma de jabuticaba e decore com twist de casca de limão cravo. Fotos: Divulgação

  • Os melhores vinhos do Chile

    Tive a oportunidade de participar de uma edição histórica do Annual Wines of Chile Awards, a 12ª edição. Pela primeira vez, a associação Wines of Chile -que representa mais de 90 vinícolas  e é responsável por divulgar os vinhos chilenos no mercado mundial- realiza o evento, que elege os melhores vinhos do Chile , fora do seu país. A premiação aconteceu aqui em São Paulo no dia 2 de dezembro de 2014 com apresentação da jornalista e apresentadora, Ana Paula Padrão. Durante três dias, os jurados provaram 639 vinhos de 92 vinícolas. Dos vinhos provados: 88 conquistaram ouro; 272 ficaram com medalhas de prata e 203 levaram bronze. O que significa que 88% dos participantes conquistaram alguma distinção. Mas os melhores vinhos do Chile , os 15 vinhos melhores rótulos chilenos,  só foram anunciados na noite de premiação do 12º Annual Wines of Chile Awards (AWoCA). Uma noite de gala, seguida de degustação e jantar, que aconteceu no Hotel Renaissance (SP). Os vencedores do 12º AWoCA são: Best in the Show (o melhor vinho do concurso):  Syrah Gran Reserva 2012/Viña Casas del Bosque – importado pela Obra Prima Premium Red (o melhor tinto): Armida 2009/De Martino – importado pela Decanter Premium White (o melhor branco) : Amelia 2013/Concha y Toro - importado pela VCT Brasil Other Reds (outras uvas tintas): Tama Vineyard Selection Carignan 2013/Viña Anakena - importado pela Winebrands Other Withes (outras uvas brancas) : Single Vineyard Neblina Riesling 2011/Leyda - importado pela  Grand Cru Blends (várias uvas) : 5 Cepas 2013/Casa Silva - importado pela Vinhos do Mundo Rosé: Gallardía del Itata Cinsault 2014/De Martino - importado pela Decanter Sparkling Wine: Brut Nature/Viña Morandé - importado pela Grand Cru Late Harvest: Erasmo Late Harvest Torontel 2009/Erasmo - importado pela Franco-Suíssa Cabernet Sauvignon: Gran Terroir de los Andes - Los Lingues Cabernet Sauvignon 2012/Casa Silva - importado pela Vinhos do Mundo Carmenere : Carmenere Reserva 2013 Pedriscal Vineyard/Falernia - importado pela Premium/BH Pinot Noir: Pinot Noir Reserva 2013/Falernia - importado pela Premium/BH Syrah: Syrah Gran Reserva 2012/Viña Casas del Bosque - importado pela Grand Cru Chardonnay: Tarapacá Gran Reserva Chardonnay/Viña Tarapacá - importado pela Épice Sauvignon Blanc: Specialties Sauvignon Blanc Ocean Side 2014/Santa Carolina - importado pela Casa Flora  fotos de divulgação da CH2A Comunicação

  • Vodka dicas de consumo, história e curiosidades

    Pedi ao Lelo Forti, mixologista da Pernod Ricard Brasil (importador oficial da Vodka Absolut ) para que desse algumas dicas de consumo da bebida. Questões como: guardar ou não a vodka no freezer, temperatura ideal para servir, dicas de conservação, o que indica que uma vodka é boa, copo adequado para vodka, processo para fazer a bebida, flavorização, a história da vodka, o consumo nos países, entre outras. Você guarda a garrafa de vodka no freezer da geladeira ou não e por quê? Onde conservar depois de aberta? Isso é muito pessoal. A garrafa de vodka deixada no freezer faz com que a vodka fique com aquele aspecto "mais cremosa". Mas na verdade é que as moléculas da água ficam mais densas devido a baixa temperatura. Há quem diga que o gosto muda quando servida no copo direto do freezer, do que misturada a duas pedras de gelo com a vodka a temperatura ambiente. Eu preferencialmente gosto dela pura mais gelada (direto do freezer) ou de servi-la na temperatura ambiente, quando misturada em um drink, com algumas pedras de gelo. Vai do paladar o que é uma coisa muito individual. A conservação da vodka pós lacre é ilimitada quando obedecida pequenas considerações: Guardar bem fechada em local adequado para evitar interferências de aroma e partículas de sujeira soltas no ar. Desde que armazenada de forma correta, dentro ou fora da geladeira ou freezer não faz diferença. Na estante de um bar esta garrafa dura muitos e muitos anos. Qual a temperatura ideal para servir? Vodka é uma bebida que normalmente o consumidor aprecia com gelo e em alguns casos somente gelada. O ideal é que seja servida sempre conforme o paladar de cada consumidor. O que indica que uma vodka é boa? Sua origem de produção, ingredientes selecionados e a água. É durante o processo de produção que se define a qualidade do produto e os ingredientes são a base de tudo isso. Sem ingredientes de qualidade não se faz uma boa vodka. Além dos ingredientes, a fórmula também difere um produto de outro, isto é, a quantidade de destilações, uso ou não de filtro de carvão também alteram o sabor e o aroma do produto final. Existe um tipo de copo apropriado para bebê-la pura, se existe por quê? Sim, o copo é 50% do espírito da bebida. Imagina beber um excelente vinho num copo long drink, por exemplo? O copo adequado para beber vodka pura é aquele famoso shot, só que para vodka ele tem que ter 80 ml de capacidade. É um copo mais esguio que impõe o espírito correto da vodka. Mas há quem prefira o bom e velho “ old fashion” com duas ou três pedras de gelo. Qual o processo básico de fazer a bebida? Álcool extraído de cereais (a maioria das vodkas de qualidade é produzida a partir de grãos). O processo é simples. O grão é moído e esta farinha é condicionada a uma fervura com água. Nesta fermentação adicionam-se leveduras (fermento) para extração do açúcar. O liquido fermentado então é destilado (a quantidade de destilações varia de acordo com cada fabricante) para a extração do álcool puro que finalmente é misturado com água para chegar ao teor alcoólico de 40% (no caso de ABSOLUT). E quando ela é flavorizada como acontece esse processo? Depois da vodka pronta são adicionadas essências do flavor desejado. No caso de ABSOLUT, estas essências são 100% naturais, extraídas da polpa, do sumo ou da casca da fruta / planta desejada. No Brasil o portfólio de vodkas flavorizadas de ABSOLUT é composto pelas consagradas versões Pears, Mango, Vanilia, Apeach, Citron, Peppar e Ruby Red.’ A história da vodka É um produto destilado que surgiu entre Rússia e Polônia no século XIV. Seu processo de destilação veio através dos ensinamentos da fermentação feita do arroz pelos chineses a mais de dois mil anos antes. A vodka era considerada um produto ruim e por isso foi adicionado outros ingredientes para melhorar o paladar - dai surge os drinks , as misturas. O grande boom da vodka foi no período da lei seca americana, onde o consumo de whisky era tão intenso que não se consegui o produto com facilidade. A vodka foi o substituto imediato durante os mais de 10 anos de escassez do whisky. ABSOLUT é uma vodka Premium número 1 do mundo com aproximadamente 11 milhões de caixas de 9 litros vendidas em 2007 e é uma marca-ícone cuja influência vai além do universo de vinhos e destilados. Teve origem em 1879 na cidade de Ahus, Suécia, pelo visionário Lars Olsson Smith, que trabalhava na busca pelo produto excepcional desde os catorze anos. Ele inventou o processo de destilação contínua, ainda hoje utilizado pela marca por seu caráter único, que garante a pureza e a qualidade à bebida. ABSOLUT possui como principal diferencial a fonte única de produção (desde seus ingredientes a seus fornecedores), o que garante controle de qualidade excelente no produto. E sobre o consumo de cada país? Tipo os principais e quanto bebem. Os principais mercados desta categoria são: Estados Unidos, Canadá, México, UK, além é claro do Leste Europeu, entre outros. Todos eles consomem a vodka em drinks de diversos tipos, desde os mais famosos e tradicionais como Cosmopolitan , até as misturas mais inusitadas. O bom da vodka é que por ser uma bebida neutra, ela dá ao consumidor as mais infinitas possibilidades de mistura. Como exemplos, no Brasil o maior consumo é misturado com frutas (caipiroskas), na Rússia há o famoso Black Russian (com licor de café), etc. Porque a ABSOLUT investe na flavorização da bebida? Quais os sabores que hoje vcs possuem? E quanto às vodkas? ABSOLUT acredita na criatividade e na possibilidade de sempre inovar. Com as flavors , entregamos ao consumidor diferentes maneiras de criar e encontrar seu drink excepcional. Algumas versões no Brasil: CITRON, VANILIA, MANGO, RUBY RED, APEACH, PEPPAR, EARS. No mundo ainda contamos com as versões: KURANT, MANDRIN e RASPBERRI. Existe algum espaço em que vcs dão cursos para os leitores interessados? Existem programas de educação que são feitos aqui no Brasil como a experiência de criar drinks ( mixology ) e o curso sobre a história da marca e da categoria ( akademi ) que são ministrados em supermercados e com formadores de opinião.

  • Drink com café do Mestre Derivan

    O livro Chefs – Café é uma obra-prima com relação ao tema. Fonte obrigatória de consulta aos apaixonados por Café. Uma parceria entre as editoras LCT e Melhoramentos, editada e deliciosamente diagramada por Carlos A. Andreotti e fotografada pelo grande Mauro Holanda que rendeu o 2o. lugar mundial como livro sobre Café no Gourmand Cookbook Awards 2012 . Livro Chefs Café Para começar uma crônica de Luis Fernando Veríssimo “antes de mais nada…que não lhe falte”. Em seguida o pesquisador e grande contador de histórias Jacques Schop fala um pouco sobre a história do café e as grandes transformações que provocou nos países, nas sociedades, nas políticas, nas economias e na ecologia. Depois, Nathan Herszkowicz , um dos maiores especialistas em café do mundo fala sobre o futuro e a influência crescente do café na economia, na saúde, na sustentabilidade e na importância social. Isabela Raposeiras, conta com toda a sua expertise para escrever sobre  o Café do plantio à xícara. Informações e dicas de como escolher, comprar, preparar e aproveitar os prazeres de um café especial. Eliana Relvas , outras especialista no grão, apresenta aos leitores as formas de preparo clássicas, que transformaram o café na bebida preferida por bilhões de pessoas ao redor do mundo. Receitas Fechando o ciclo o livro Chefs Café tem o grande mérito de desvendar de vez essa questão do café ser utilizado apenas como bebida ou no máximo para uma sobremesa. Não! Café é uma especiaria como tantas outras e pode ser utilizado para “temperar” a comida salgada também. Comprovando isso, chefs como : José Barattino, Benê Ricardo, Rodrigo Martins, Renata Braune, Sauro Scarabotta, Alain Uzain, Janaina Rueda, Gordon Ramsay, Hamilton Mellão, Alex Gomes, Rodrigo Oliveira, Alain Uzan, Ana Luiza Trajano, Ana Soares, Julien Mercier, Carlos Ribeiro, Salvatore Loi, Giuseppe Gerundino e o pesquisador e escritor Breno Lerner; contribuem com suas receitas de pratos salgados . Há também receitas de doces criadas pelos chefs : Rodrigo Oliveira, Ana Luiza Trajano, Carlos Ribeiro, Patricia e Michael Brock, Alex Gomes, Mara Mello, Arnor Porto, Renata Braune, Julien Mercier, Janaina Rueda, Raul Concer, Ana Soares, Salvatore Loi, Rodrigo Martins, Alex Atala, Alain Uzan, Rodrigo Libbos, Giuseppe Gerundino e o pesquisador e escritor Breno Lerner Os drinks foram criados por: Rodrigo Oliveira, Janaina Rueda, Rodrigo Libbos, Derivan, Eliana Relvas, Isabela Raposeiras Drink do Mestre Derivan Este drinque tem uma proposta diferente daquela à qual estamos habituados. É pensado para finalizar uma refeição. Você pode até fazê-lo em quantidades maiores, numa coqueteleira, para compartilhar. Um drinque coletivo mesmo. Só tome o cuidado de deixá-lo em um recipiente que mantenha a temperatura, porque ele é preparado com café quente. Tem o perfume do maracujá presente o tempo todo, ainda que o sabor do fruto apareça só no finalzinho. Aqueça um copo para conhaque. Coloque a cachaça, o licor de gianduia, o creme de leite, o mel e o café quente. Misture bem e finalize com a canela e a polpa de maracujá.   Iracema dos Lábios de Mel para 1 drink ingredientes 30 ml de cachaça 20 ml de licor de gianduia 20 g de creme de leite 1 colher de mel 60 ml de café quente canela em pó 1 colher de chá de polpa de maracujá

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