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- 400g Técnicas de Cozinha
Tudo que você gostaria de saber sem ter que ir para uma faculdade de gastronomia, está nesse livro 400g Técnicas de Cozinha, são: Técnicas, Termos, Métodos de Cocção, Facas, Cortes, Panelas, Fundos, Espessantes, Ervas, Especiarias, Molhos, Sopas, Legumes, Verduras, Cogumelos, Peixes, Crustáceos, Aves, Carnes, Frutas, Doces, Pães, etc, etc, etc. São vários capítulos bem didáticos que vão explicando como fazer, dicas, truques, para que serve, verdadeiras bases da cozinha. Para completar muitos ingredientes com textos informativos e receitas que podem ser preparadas para colocar todos os ensinamentos em prática. Conteúdo preciosamente elaborado com simplicidade por quatro mestres: Betty Kövesi, Carlos Siffert, Carole Crema e Gabriela Martinoli. Para melhorar ainda mais as coisas a chef Mara Salles do imperdível restaurante brasileiro Tordesilhas escreve o capítulo Cozinhas do Brasil. Obviamente, não dá pra aprender tudo só numa lida (o livro é uma fonte de consulta permanente) e claro que quando eu falo que ele traz informações de uma faculdade de gastronomia, vai servir apenas para os amadores como eu e a maioria que segue nosso site de gastronomia. Certamente, não substituirá a graduação daqueles que pretendem seguir carreira profissional. 400g Técnicas de Cozinha é para ser saboreado a cada capítulo, sem stress, sem a pressão do aprendizado rápido. Daqueles que relemos, relemos, relemos...e sempre temos uma coisa nova a aprender. 400g Técnicas de Cozinha - Companhia Editora Nacional
- Comidinhas: O Livro
É isso aí minha gente, quem acompanha o blog da Ale Blanco com aquelas dicas de lugares deliciosamente escondidos, vai se esbaldar com esse livro. Agendem aí: 4a feira - 25/03 a partir da 19:30 h lá na Saraiva Mega Store no Shopping Pátio Higienópolis. Eu estarei lá! Parabéns e sucesso! Não disse que eu ia! O livro está uma delícia!
- Doce Lembrança
Mais uma vez era véspera de seu aniversário. Ela nasceu numa data tão importante que até a Pátria parava em comemorações. E nós, novamente reunidos em torno daquela panela tão gasta pelas inúmeras raspadas dos anos, tínhamos os olhos vidrados naquele creme espesso de cor marrom caramelo. As forminhas já abertas lutavam por seu espaço nas bandejas. Sim, bandejas, porque era uma festança! E lá ia a minúscula colher de café rumo ao centro do tão utilizado recipiente. Sobe o primeiro naco, pequeno e ainda disforme. Mas logo vem o dedo, a palma da mão e a forma já é redonda, uma bolinha pronta para deslizar na grama de chocolatinhos. Eu cuidava de rolar a pelota no saboroso campo e finalizava a peleja nos recipientes de papel, já bem dispostos no estádio arredondado de metal. Algumas bolotas escapavam das forminhas e entravam por outro canal que mais me apetecia. Lá vinha bronca, e depois sorriso diante de minhas desculpas esfarrapadas. Ela se foi em outra data comemorativa, mas como era importante a tia Cida, merecia mesmo os dois feriados. Embora não tivesse filhos, foi a única mãe que conheci. Há mais de doze anos, eu não provo esse brigadeiro, mas o sabor dessa lembrança: jamais vou esquecer!
- Tudo o que você gostaria de saber sobre Sakê
No dia 01 de outubro, é comemorado o Dia do Sake ou Saquê . Não importa o seu jeito de dizer ou escrever sobre essa bebida japonesa, importa se você tem curiosidade para saber o que está bebendo e aprender um pouco dessa cultura, que conhecemos tão pouco, por isso escrevi essa matéria: Tudo o que você gostaria de saber sobre Sakê. Pois bem, nesse post a Yasmin Yonashiro (sake sommeliere do restaurante Kinoshita e embaixadora do sake Jun Daiti no Brasil, que agora pertence ao grupo Diageo) deu uma aula muito paciente e explicada sobre o assunto: história do sake, curiosidades, tipo de arroz e processo de preparo do sake, categorias de sakes, tipos de sakes, como servir e conservar o sake , entre outras coisas Porque 01 de outubro se comemora o Dia do Sake? Porque é o dia que inicia o processo de produção do sake e termina o processo de produção de arroz no Japão E a história do sake? Os primeiros indícios sobre sake surgiram em 300 A.C. Sake era considerada a bebida dos deuses, e existe uma lenda que só podia ser produzido por mulheres virgens por serem puras. Então, elas mastigavam o arroz cozido e morno e cuspiam no tacho. Então era produto puro do processo de fermentação da saliva e nesta época o sake ainda era comido e depois passou a ser bebido. O ideograma sake significa bebida alcoólica ou bebida com mais de 1% de teor alcoólico, mas no Brasil e no resto do mundo sake é conhecido como o fermentado de arroz. Qual o tipo de arroz usado e como é o processo de preparo e fermentação da bebida? O arroz próprio para produção de sake chama-se “Sakamai” ou “Shuzoh Koutekimai”. Porém, alguns sakes são produzidos por uma mistura do Sakamai com o “Shokumai” ou “Ippan Mai” que é o arroz para consumo no dia a dia do japonês. Após a colheita do arroz, o grão é polido e lavado. Essa etapa é bem importante, pois define muito a característica do produto e a categoria que ele vai ocupar. O objetivo é usar o “miolo” do grão de arroz (a parte mais branca do grão), onde há a maior concentração de amido, a real matéria-prima da bebida. O processo de fermentação para a produção do sake envolve duas etapas: inicialmente é necessária a transformação do amido contido no grão de arroz em glicose e então ocorre a transformação da glicose em álcool. A primeira etapa ocorre com a participação de um fungo chamado de “koji-kin”, que contém a enzima capaz de transformar o amido do arroz em glicose. O koji-kin é obtido através da cuidadosa manipulação de uma massa inicial de arroz cozido e água, chamada de “koji”. Essa massa koji, repleta do fungo cultivado e propagado, será adicionada à mistura de arroz e à água e transformará o amido em glicose. A transformação da glicose em álcool ocorrerá com a adição do levedo responsável pela fermentação alcoólica, chamado “shubo”. Depois, mistura-se o koji ao shubo, à água, e ao arroz cozido e inicia-se o verdadeiro processo de fermentação chamado de “moromi”. Num determinado tipo de sake – denominado Honjouzou-shu – é acrescido álcool etílico após o processo de fermentação concluído. Depois de fermentada, a bebida é filtrada, pasteurizada e maturada, quantas vezes o tipo do sake indicar necessidade. Quais as categorias dos sakes? O detalhe principal que determina a categoria do sake é o percentual de polimento ou o seu beneficiamento. Existem também outros quesitos como: o fabricante, a região, a definição de grãos de arroz, o trabalho do mestre de produção (Toji),e etc. Daiginjo : “daí” significa “mais” e “guinjo” é de “selecionar para fabricar sake”. Então para a produção de um daiginjo é preciso ter um selecionar um arroz de qualidade 100% sakamai (arroz próprio para sake) e o processo de polimento é artesanal de mais de 50%. Guinjo : “guin” significa “selecionar” e “jô” é “fabricar sake”. O percentual de polimento é de 40% a 49%. O sake Guinjo, são categorizados como premium. Devido às técnicas e procedimentos diferenciados, artesanais e grãos selecionados. Tokubetsu : Significa “especial”. O sakes podem ser produzidos com arroz sakamai (próprio para produção de sake, com núcleo maior) e ippan mai ou kakemai (próprio para comer) Este tipo de sake, devem usar mais de 51% de arroz Sakamai e o restante pode ser preenchido de Ippan Mai ou 100% de arroz Sakamai para premium. O Percentual de polimento deve ser de menos 60%. Os sakes Tokubetsu, podem ser Honjouzou ou Junmai. Honjouzou / Junmai – Sakes mais comuns, com percentual de polimento de menos 70% à 61%. São mais simples, independente de seco ou suave, encorpado ou leve. Quais os tipos? As categorias de sakes definem o nível de sofisticação, porém alguns tipos de sakes também podem valorizar a bebida. Honjouzou-shu – Além de classificar como um sake “padrão” indica que o sake teve a adição de álcool etílico (destilado) após o processo de fermentação. Cerca de 10% do volume contém o álcool extraído de outros ingredientes, o que deixa o sake com um aroma mais fino, leve e fresco. Seu sabor fica mais alcoólico o que agradam bons bebedores. Junmai-shu – “Jun” quer dizer “puro, autêntico e inocente”. “Mai” significa “arroz”. Enquanto o Honjouzou leva álcool etílico na sua composição, no Junmai ele é puro do processo de fermentação do arroz. Nigorizake – Quase todos os sakes, depois da fermentação realizam a filtragem. Com a exceção desse sake, onde o líquido fica turvo e branco. Tem um sabor encorpado, presente e doce. Koshu – Os saquês envelhecidos durantes 5 à 6 meses, os sakes ficam prontos para o consumo. Toda a produção é engarrafada, porém alguns voltam para o interior da adega e continuam o seu envelhecimento em baixa temperatura (15ºC). Um sabor mais presente e envolvente, aroma mais frutado e a cor levemente amarelada. Para as remessas que atingiram o envelhecimento de 3 anos, ganha o título de Chouki Kikan Chozu Shu , e aqueles que chegaram a 5 anos, ganham o nome de Hizoushu. Happou-shu ou Sparking – Sakes com a adição de gás. Normalmente mais doce e devem consumir bem gelado. Sabor refrescante e doce. Namazake – Os sakes passam por duas pasteurizações para neutralizar e eliminar possíveis bactérias que tenham entrado nos tanques. “Nama” quer dizer “original” ou “bruto” e mantém um sabor macio e doce com um tom cítrico. Durante a fermentação, os tanques de sakes não pasteurizados, devem ficar em baixa temperatura, para eliminar possíveis bactérias. Nama Chozou-shu – Após a filtragem, o sake segue para a maturação em baixa temperatura. Após o período, passa somente por uma pasteurização e embalado. Namazumê-shu – Como os demais sakes, a bebida é pasteurizada uma única vez e maturada. Muroká-shu – Sakes que não passam pelo filtro usando carvão vegetal. A filtragem retira as impurezas e purifica o líquido dos resíduos. Sem a filtragem em carvão, o liquido não fica transparente. Genshu – O sake Genshu não passa pelo processo de maturação que a baixa o teor alcoólico de 20º a 16º. Futsu-shu – Sakes produzidos com arroz que não é próprio para sake, ou a predominância do mesmo. Taruzake – Taru, quer dizer, barril de pinho usado até o ano de 1700, quando foram substituídos por tanques de aço. Porém alguns lotes de sakes continuam sendo feitos no taru e apresenta um aroma amadeirado. Sambaijouzou-shu – Durante a 2ºGuerra Mundial devido o momento histórico, o arroz era escasso, e prejudicou a produção do sake na época. Para isso, resolveram adicionar artificialmente, glicose, xarope, ácido sucucínico, ácido láctico e glutamato. O resultado é uma fermentação que rendia, 3 vezes o volume normal, o que apelidou o sake de Sambai (3 vezes) Jouzou (Fermentação). Há classificação por graduação alcóolica? Classificação, não. Mas o sake tem de 14 a 16% de graduação alcoólica na maioria dos casos. Qual a melhor forma para degustar um sake? Ritual de servir, Temperatura adequada, Copo apropriado,... A temperatura varia: o sake pode ser bebido quente, frio, em temperatura ambiente ou gelado, dependendo do gosto da pessoa. O copo adequado é ou uma taça como uma taça de vinho – pois assim o sabor, aroma e gosto podem ser apreciados e avaliados da melhor forma – ou o choko, um copo de cerâmica, muito comum no Japão. O Masu – aqueles copinhos quadrados que são bem populares aqui no Brasil – não são usados para tomar sake no Japão; ele serve apenas para a contagem do arroz e nos rituais de abertura dos tonéis. Depois de aberta, como conservar a garrafa do sake? Em geladeira, dura até uma semana depois de aberto. Depois desse tempo, começa a perder as principais características. Existem sakes ideais para serem tomados puros e outros melhores para serem tomados em drinks? Sim, existem. Os sakes daiginjo e guinjo por serem considerados Premium não podem ser tomados como drink. O consumo dos brasileiros tem aumentado? Quantos %? A que atribui essa procura? De acordo com uma pesquisa encomendada pela Diageo, o consumo do sake tem crescido 30% ao ano. Isso pode ser atribuído à popularização dos restaurantes japoneses e maior acesso ao consumo. Drink Jun Daiti Martini 45 ml de sake Jun Daiti Uma pitada de wasabi 35 ml de Contreau 10 ml de suco de limão siciliano Onde comprar Adega de Sake - uma adega onde você acha tudo sobre sake e mais um pouco
- Dicas Gourmets de Punta del Este
Viajei para Punta del Este (Uruguai) à convite do Conrad Hotel . Além de conhecer o hotel, cassino e toda a gastronomia do Conrad Punta del Este Resort & Casino , que você lerá em outros posts; tive a oportunidade de visitar lugares bem bacanas dessa região encantadora do Uruguai. Pois aí vão algumas Dicas Gourmets de Punta del Este : Alto de La Ballena – Bodega Y Viñedos ; Finca Babieca ; Quesos Nonno Antonio , Casapueblo e L'Auberge . Alto de La Ballena – Bodega Y Viñedos Grande surpresa da viagem, encontrar uma vinícola que produz vinhos surpreendentes em Punta del Este. O casal Paula Pivel e Alvaro Lorenzo, além da simpática recepção, produz vinhos em pouca quantidade e extrema qualidade como é o caso de seus: Cabernet Franc Reserva (provei o 2008 – se você ainda não provou um vinho com a uva Cabernet Franc, vale à pena conhecer), Tannat – Viognier Reserva (provei o 2010 – aqui a agressividade da uva Tannat foi muito bem suavizada pela delicadeza da uva Viognier – frutas vermelhas, vinho encorpado - harmonizando com flores, muito equilíbrio ), Merlot Reserva (provei o 2006 – esse em uma prova mundial de Merlot se sairia muito bem) e o Cetus Syrah 2010 – que traz no rótulo o olho de uma baleia, representando a região de Punta Ballena, passa por 18 meses em barricas novas de carvalho francês e é daqueles vinhos inesquecíveis, preciosos). Vale a visita pelos bons vinhos (que podem ser comprados por lá com preços que variam de R$50 a R$100 – só que precisa ser em dinheiro – vale pesos uruguaios, reais e dólares) e também pela linda paisagem. Os vinhos são importados para o Brasil pela La Charbonnade . É preciso agendar a visita – veja no site Alto de La Ballena – Bodega Y Viñedos Finca Babieca Um cenário incrível! A Finca Babieca fica na Ruta del Olivo na Sierra de Los Caracoles, Maldonado, próxima a Punta del Este. Uma paisagem de oliveiras, onde produtores artesanais preparam seu azeite com foco na pequena quantidade e maior qualidade, a fim de competirem no mercado sem disputar com marcas de volume. Victor González levou a um passeio pela sua Finca Babieca , quer dizer, antes nós degustamos seus azeites, servidos copinhos; provamos uma saborosa Paella e depois que fomos andar (porque ninguém é de ferro e tínhamos acabado de provar os vinhos da Alto de La Ballena ). Bem abastecidos, andamos pelo campo de azeitonas, aprendendo que umas são verdes e outras negras, apenas pela exposição ao sol.Todas seguem juntas para a prensagem e tem sabor similar. Outra dica é que, durante a colheita, as azeitonas não podem tocar no solo, para não serem contaminadas pelos organismos que vivem na terra. Bom lembrar também que não são os tipos de azeitonas que comemos em casa, seu sabor para provar direto do pé é amargo. Imediatamente após colhidas as azeitonas precisam ser prensadas e já se transformarem em azeite. Quanto mais rápido, menor a oxidação e maior a qualidade do azeite. Então vale a dica: ao contrário de alguns vinhos que a idade pode ajudar a melhorarem, os azeites precisam ser consumidos o mais rápido possível, o que vale neles é o frescor. A temperatura de extração do suco das olivas tem de ser sempre menor que 28 graus Celsius, é a chamada extração à frio, que traz mais qualidade ao azeite. Temperatura de extração que é um dos requisitos para que seja considerado extravirgem. Na Finca Babieca são produzidos azeites varietais (feitos com um só tipo de azeitona) e também blends (que misturam mais de um tipo de azeitona). Entre as variedades de oliva plantadas na propriedade estão: Arbequina, Frantoio, Coratina, Leccino, Empeltre e Picual. Um dos grandes e saboros diferenciais da Finca Babieca são os azeites saborizados. Os ingredientes são prensados com a própria azeitona e não colocados depois para aromatizar. Por exemplo, o Alecrim (Romero) vai para a prensa junto com as azeitonas, o mesmo acontece com a casca da Laranja (Naranja), o Gengibre (Jengibre), o Alho (Ajo), o Manjericão (Albahaca) e a Pimenta (Ají picante). É preciso agendar a visita – veja no site Finca Babieca Quesos Nonno Antonio Visita obrigatória para os amantes de queijo, essa queijaria comandada por Marisa Carvalho produz queijos artesanais curados ou frescos, a partir de leite de vaca e de cabra. São receitas exclusivas, cheias de personalidade e preparadas há muitos anos pela mestre queijeira da casa. Entre eles, os tipo: Gorgonzola, Reblochon, Quartirolo Lombardo, Cabrales, Mascarpone, Petit Suisse. Falando em Mascarpone, rola por lá um Tiramissù que também merece ser provado! Você pode passar na Nonno Antonio apenas para experimentar e comprar queijos ou agendar uma degustação de tábua de queijos e vinhos no próprio local. Se for visitar num sábado à noite, capaz que se depare com show de música ao vivo. É recomendável agendar a visita – veja no site Quesos Nonno Antonio Casapueblo Um lugar único no mundo,obra do artista uruguaio Carlos Páez Vilaró, morto em 2014. Lá funciona um hotel e, ao seu lado, o museu Taller, com obras de Vilaró tanto em exposição quanto à venda. Há ainda um charmoso café que fica na parte mais alta do museu e tem vista deslumbrante para o mar. A Casapueblo foi construída pelo artista durante anos e se tranformou numa escultura gigantesca a céu aberto. O conjunto arquitetônico debruça-se pelo penhasco em direção ao mar e numa tomada aérea é possível perceber que o desenho final da construção lembra o mapa do Brasil. O pôr do sol é emocionante e fica ainda mais mágico, quando escutamos a linda poesia dedicada ao Astro Rei, que Vilaró gravou e é tocada, todos os dias, enquanto o sol parece mergulhar no oceano. L´Auberge A casa de chá (ou Salón de Té para os uruguaios) L´Auberge faz parte, embora seja independente, do luxuoso hotel de mesmo nome. Um lugar encantador onde é possível provar uma boa variedade de chás e, melhor de tudo, os waffles que fizeram e ainda fazem a fama da casa. Tudo regado a doce de leite, chocolate, ou o que mais lhe apetecer. Imperdível! Começa assim Aí.... Então....Afe!!!! Todas as fotos desse post foram tiradas por mim.
- Harmonização de Cervejas com Aves
Hoje é dia de Harmonização de Cervejas com Aves . Cortesia do livro Larousse da Cerveja Harmonização de Cervejas com Aves Frango assado: Light Lager, Pilsner, European Amber Lager, Light Hybrid Beer, Porter, German Wheat & Rye Beer Frango frito: Light Lager, Pilsner, European Amber Lager, Light Hybrid Beer, Amber Hybrid Beer, English Pale Ale, American Ale Pato: Bock, English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Codorna: Dark Lager, Bock, English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Peru: European Amber Lager, Dark Lager, Bock, English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Faisão: English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Chester: European Amber Lager, Dark Lager, Bock, English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Linguiça de frango: Light Lager, Pilsner, European Amber Lager, Dark Lager, Bock, English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout
- Harmonização de Cervejas com Carne
Hoje é dia de Harmonização de Cervejas com Carne . Cortesia do livro Larousse da Cerveja Harmonização de Cervejas com Carne Lombo de porco: Light Lager, Pilsner, European Amber Lager, Dark Lager, Bock, English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout Lombo defumado: European Amber Lager, Dark Lager, Bock, English Pale Ale, Scottish & Irish Ale, American Ale, English Brown Ale, Porter, Stout, German Wheat & Rye Beer, Smoke-Flavored & Wood-Aged Beer Carneiro: Scottish & Irish Ale, English Brown Ale, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale Bife de carne bovina: Dark Lager, Bock, English Brown Ale, Porter, Belgian Strong Ale Rosbife: Dark Lager, Bock, English Brown Ale, Porter, Belgian Strong Ale Capivara: Bock, Light Hybrid Beer, Amber Hybrid Beer, Scottish & Irish Ale, American Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Salsicha de porco: European Amber Lager, Dark Lager, Bock, Light Hybrid Beer, Amber Hybrid Beer, German Wheat & Rye Beer Linguiça de porco: Bock, Light Hybrid Beer, Amber Hybrid Beer, German Wheat & Rye Beer, Strong Ale, Smoke-Flavored & Wood- Aged Beer Chouriço: Bock, Light Hybrid Beer, Amber Hybrid Beer, Strong (linguiça de sangue) Ale, Smoke-Flavored & Wood-Aged Beer
- Harmonização de Cervejas com pratos Ceias Fim de Ano
Harmonização de Cervejas com pratos Ceias Fim de Ano - para quem quiser harmonizar os pratos das ceias de Natal e Ano Novo com cervejas, ficam as dicas do beer sommelier da Cerveja Store , René Aduan Jr. "Até para brindar, existem cervejas produzidas pelo mesmo método do champanhe, com garrafas fechadas por rolhas de cortiça", coloca René. - Frutas secas ou mix de castanhas : escolha cervejas mais complexas, de estilos como “old ales”, barleywine, e algumas especialty beers, como as Nöel. - Rabanadas e panetones : aposte nos estilos Strong Golden Ale e Tripel, cervejas da escola belga com alto teor de álcool, aromas frutados e corpo de médio a robusto. - Carnes : para as carnes brancas, as cervejas mais carbonatadas, frutadas ou cítricas, casos da Wittbier e Belgian Bond Ale, são indicadas. No caso das aves, como peru, uma Blond Ale. No caso de peixes, como o bacalhau ao forno, uma Wittbier ou Belgian Tripel. Para carnes vermelhas, pernil e tender, a “Belgian Dubbel” funciona muito bem. - Sobremesas : para doces com chocolates brancos, prefira as cervejas ácidas frutadas, caso das Lambics e Fruitbeers. Para chocolates escuros e sobremesas que levem chocolate ao leite ou meio amargo, pode-se optar pelas Porter, Stout, Imperial Stout ou Brown Ale. Já para as mesclas entre creme e chocolate, caso das mousses, uma excelente harmonização é com as cream stouts, cervejas que possuem lactose na composição.
- Harmonização de Cervejas com Peixes e Frutos do Mar
Hoje é dia de Harmonização de Cervejas com Peixes e Frutos do Mar. Cortesia do livro Larousse da Cerveja Harmonização de Cervejas com Peixes e Frutos do Mar Bacalhau: English Pale Ale, Scottish e Irish Ale, American Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Ostras Porter, Stout Camarão frito: Light Lager, Pilsner, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian & French Ale Caranguejo: Light Lager, Pilsner, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale Caviar: Porter, Stout, India Pale Ale, Belgian & French Ale, Sour Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Atum: Dark Lager, English Pale Ale, American Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian Strong Ale Salmão: Bock, English Pale Ale, American Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Truta: Pilsner, Dark Lager, Bock, India Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian Strong Ale, Strong Ale Peixe frito: Light Lager, Pilsner, European Amber Lager, Dark Lager, Light Hybrid Beer, India Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian Strong Ale, Strong Ale Moqueca baiana: Stout, India Pale Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Moqueca capixaba: Stout, India Pale Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Lagosta: Dark Lager, Bock, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, German Wheat & Rye Beer, Belgian & French Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Lula: Dark Lager, Bock, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale Sardinha: Dark Lager, Bock, English Pale Ale, American Ale, Indian Pale Ale, Belgian Strong Ale, Strong Ale, Smoke-Flavored & Wood-Aged Beer
- Espumante Ponto Nero Blanc de Blancs
A Domno Brasil lançou seu espumante .Nero Blanc de Blancs, 100% Chardonnay. Tive a oportunidade de prová-lo num bate-papo com Jones Valduga, diretor-administrativo da empresa. Um espumante com terroir do Vale dos Vinhedos, feito com uvas colhidas de forma manual e seletiva, produzido pelo método Charmat (fermentação em tanques de inox com temperatura controlada) . Alia elegância à jovialidade, muito fresco, gostoso de tomar, de perlage fino e delicado, sabor frutado. Gostei bastante. Temperatura ideal de consumo entre 6º e 08ºC. Além de ser muito bom para beber sozinho, harmoniza também com saladas, pescados e frutos do mar. Jones Valduga me contou sobre o sucesso da companhia nesses cinco anos desde a sua criação. Fruto da empresa-mãe Casa Valduga , a Domno foi lançada com o intuito de importar bons vinhos de algumas regiões do mundo, mas logo descobriu que tinha também outra vocação, aproveitar sua jovialidade para produzir espumantes mais leves e despojados com foco no público jovem; assim nasceu a marca .Nero (Ponto Nero). Deu mais do que certo, no último ano a Domno ultrapassou a Casa Valduga na produção e comercialização de espumantes – atingindo 1 milhão de garrafas, enquanto a Valduga comercializou cerca de 800 mil. Esse ano a produção cresce ainda mais e deve chegar a 1,2 milhão de garrafas como me informou o diretor-administrativo da empresa. Para completar o portifólio que já conta com os espumantes .Nero Brut, Extra Brut, Rosé Brut e Moscatel a empresa resolveu lançar esse 100% Chardonnay “Blanc de Blancs é um ícone de sofisticação. A uva Chardonnay é considerada a rainha das uvas brancas. Decidimos aliar a nobreza da uva à jovialidade e sedução que inspiram a elaboração da linha Ponto Nero para oferecer ao mercado um espumante singular e marcante” finaliza Valduga.
- Rum Zacapa
Participei de uma degustação e harmonização do Rum Zacapa , que é produzido na Guatemala e acaba de chegar ao Brasil importado pela Diageo , nas versões super Premium (Zacapa 23) e ultra Premium (Zacapa XO). O almoço sublime servido pela chef Helena Rizzo (Maní restaurante e Manioca eventos), aconteceu na bela Casa Panamericana e contou com a participação de Lorena Vásquez, responsável pela produção dos Zacapa , que iniciou sua carreira no segmento de rum na Guatemala há 24 anos e hoje é uma das poucas mulheres do mundo a ter o título de Master Blender . Rum Zacapa O que eu posso dizer? Poderia viver muito bem tomando esses dois blends de rum pelo resto da minha vida! Mas como avaliar o que é Premium, super Premium e ultra Premium? Acho que hoje, Lorena Vásquez me fez entender melhor com sua ótima explanação. O aromático, saboroso e complexo blend que toma a nossa boca e fica na memória é o resultado de uma história tão complexa quanto à da bebida. Uma história que começa no cultivo da matéria-prima, segue pela seleção dos melhores ingredientes, continua com os vários processos de preparo que demandam tempo e cuidado constantes, chegam ao blend considerado ideal e ultrapassam essa barreira atingindo também a forma de apresentar a bebida e de serví-la para tirar o seu melhor proveito. Como um produto chega às mais altas categorias O clima e o solo fértil vulcânico da Guatemala, tornam o país um dos mais apropriados para o cultivo da cana-de-açúcar. A cana colhida é pesada e analisada para se determinar sua qualidade com base no conteúdo de sacarose, nas fibras e nos níveis de impureza. As canas selecionadas são lavadas, cortadas e prensadas. O caldo obtido na moagem é filtrado e depois aquecido para que a água evapore. Obtém-se assim o mel virgem da cana-de-açúcar. E é sobre esse mel virgem (e não sobre outros subprodutos da cana de açúcar como o melaço, que é normalmente utilizado para produzir rum) é que são aplicadas as leveduras que transformarão o açúcar em álcool, gerando os primeiros aromas e sabores da bebida. Ocorre então a fermentação, que dura cerca de 120 horas e depois começa a destilação que é feita em colunas com conexões de cobre. Produção Mas a história do Rum Zacapa está apenas começando. Depois desse processo é hora de levar o rum para envelhecer na “casa acima das nuvens”. Um lugar que está a 2.300 m do nível do mar e tem temperatura média é de 16,7 graus Celsius. O motivo é simples, o rum precisa envelhecer lentamente para desenvolver seu sabor intenso e complexo, a altitude com temperaturas mais baixas propicia isso. Mas não pensem que o rum vai ficar lá anos e anos envelhecendo num único barril, não! Ele troca de lugar passa por vários barris e recebe adição de runs mais envelhecidos. O blend super Premium Zacapa 23, passa por barris que já contiveram bourbons e os vinhos de Jerez e Pedro Ximenez, ganhando a complexidade dos aromas e sabores dessas bebidas. Então, descansa em barris de carvalho americano branco torrado à um alto grau para transmitir mais sabor da madeira antes do envase. Durante esse processo de troca de barris, ganha o acréscimo de runs com idade entre 6 e 23 anos. O blend ultra Premium Zacapa XO, passa pelos barris de bourbons, vinhos de Jerez e Pedro Ximenez e por fim barris de conhaque. Durante o processo ganha acréscimo de de runs com idades entre 6 e 25 anos. Embalagem Artesanal Complementando a qualidade final dos blends, as embalagens selecionadas ganham um toque do artesanato local. Cada garrafa de rum Zacapa recebe uma faixa artesanal chamada de petate, feita com o entrelaçamento de folhas secas de palmeira. Na Guatemala, o uso dessa trama data do ano de 1400 A.C., durante o período pré-clássico Maia. Na visão Maia, o petate simboliza a unidade de tudo, assim como o ato de tecê-lo simboliza a união entre o céu e a terra, o sol e a lua. Inicialmente feito para servir de capacho para os reis maias, as tecelãs acreditavam que sentar sobre um petate mudava toda a sua visão do mundo e fazia com que as pessoas olhassem para a vida com humildade, para ver as coisas como verdadeiramente são. E foi pensando na simbologia do Petate, que degustei esses runs fantásticos acompanhados da delicada refeição servida pela chef Helena Rizzo. Uma sublime união entre o céu e a terra. Menu Tartar de Vieiras com leite de amendoim aerado e caramelo de cardamomo (Harmonizado com Zacapa 23) Magret de Pato com peras ao rum e baunilha (Harmonizado com Zacapa 23) Manjar Branco com Abacaxi com sorvete de chocolate branco ao rum (Harmonizado com Zacapa XO)
- Dia da Cerveja –mitos e verdades
No Dia da Cerveja , o beer sommelier Tulio Rodrigues ( Beer Academy ) conta aos leitores do Cuecas na Cozinha sobre mitos e verdades com relação a bebida tão apreciada no Brasil. O Dia da Cerveja é uma data internacional, comemorada em mais de 50 países do mundo, sempre na primeira sexta-feira do mês de agosto. Tudo começou em 2007 quando quatro amigos americanos da Califórnia, resolveram que deveria haver uma data comemorativa para a cerveja, tão popular quanto a festa irlandesa, Dia de St. Patrick. De lá pra cá, a festa foi crescendo ao redor do mundo, assim como os mitos e ver dades que cercam a cerveja . Então vamos lá, caro Tulio, nesse Dia da Cerveja nos conte mitos e verdades que rondam essa paixão nacional durante todos os dias do ano. Dia da Cerveja –mitos e verdades 1. Cerveja deve ser colocada deitada na geladeira para gelar mais rápido : mito . De acordo com o beer sommelier Tulio Rodrigues, a melhor posição para armazenar e gelar cervejas é de pé, “para que a superfície de contato do líquido com o ar seja menor”. A cerveja deve ser resfriada gradualmente; colocá-la no congelador, só se for momentos antes de servi-la, ensina Tulio. 2. Cerveja não deve ser servida muito gelada : verdade . Quando servida em baixíssima temperatura (“estupidamente gelada”, como costumamos dizer), a cerveja acaba anestesiando as papilas gustativas da língua, que fazem com que você perca a sensibilidade para degustar a bebida. “O calor pede cervejas geladas, mas sem exageros”, explica Tulio Rodrigues. 3. Chope é a mesma coisa que cerveja: verdade . O chope e a cerveja são, sim, a mesma bebida. A única diferença é que a cerveja passa por pasteurização (um tratamento térmico que garante maior prazo de validade ao produto). O chope, por sua vez, não passa pelo mesmo processo, é mais calórico do que a cerveja e tem um prazo de validade menor. 4. Cerveja dá barriga: mito . “Esse é o mito mais famoso que existe em torno da cerveja. A Ciência já comprovou que a cerveja, se consumida com moderação, não é a responsável pelo aumento de peso nem de gordura abdominal”, afirma Tulio Rodrigues. Estudos mostraram que o que engorda não é a cerveja, e sim os alimentos gordurosos (salgadinhos e outros tira-gostos calóricos) que são comumente associados ao consumo da bebida. Dia da Cerveja + Mitos e Verdades 5. Cerveja não pode estar inserida em um estilo de vida balanceado: mito . “Esse é outro pensamento bastante equivocado disseminado aqui no Brasil”, afirma Tulio. Assim como o vinho, a cerveja é feita de ingredientes naturais cujos benefícios são cientificamente comprovados. “Um bom exemplo disso é a cevada, que dá origem ao malte, e o lúpulo. Ambos são ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais, que, além de ajudarem a dar corpo, aroma, sabor e textura à cerveja, fazem da bebida uma aliada na dieta balanceada”, afirma Tulio. 6. O colarinho tem uma função específica: verdade . A espuma protege a bebida da oxidação, ou seja, impede que ela entre em contato direto com o oxigênio, além de reduzir a perda de gás e ajudar a manter a temperatura. “Dois dedos de espessura é o ideal”, explica Tulio. 7. Cerveja é uma bebida de baixa caloria: verdade . A maioria dos brasileiros não sabe, mas a cerveja é uma bebida de baixa caloria, se comparada com outras bebidas, como o vinho e até o suco de laranja, explica Tulio. Uma taça de vinho tem 240 kcal, enquanto uma taça de cerveja tem pouco mais da metade disso (123 kcal). Além disso, a cerveja possui os mesmos compostos orgânicos benéficos à saúde que o vinho: antioxidantes, vitaminas e sais minerais. 8. Cerveja de garrafa é mais gostosa que a de lata (ou vice versa): verdade . O produto é o mesmo, não importa o recipiente, porém, o aroma e sabor podem ser influenciados pelo modo de conservar e resfriar a bebida. Os excessos são prejudiciais para a degustação da cerveja; o ideal é manter a temperatura constante, seja ela fria ou sem refrigeração. “Quando ocorre a mudança brusca de temperatura, o sabor da cerveja é prejudicado, sim”, ensina Tulio. 9. Não existe copo específico para tomar cerveja : mito . Para que os diferentes sabores e aromas sejam ressaltados, cada estilo de cerveja pede um tipo de copo adequado. A pilsen pode ser apreciada em uma tulipa ou caneca, a lambic pede taças do tipo flauta e já a weissbier, copos maiores. Se não tiver o copo ideal, utilize taças de vinho branco. Dia da Cerveja ... a saga continua + Mitos e Verdades 10. A cerveja é mais saudável que as bebidas destiladas, como a cachaça e o whisky: verdade . É consenso médico e científico que bebidas fermentadas, como a cerveja e o vinho, são mais saudáveis que as destiladas, como a cachaça, o whisky e a caipirinha. Isso porque a cerveja tem teor alcoólico menor que as outras bebidas e o álcool da cerveja é obtido a partir de um processo natural chamado de fermentação, mais saudável, portanto. 11. A cerveja não tem ritos de degustação: mito . Segundo o beer sommelier Tulio Rodrigues, apreciar e degustar uma cerveja pode ser uma verdadeira experiência sensorial. Para isso, é necessário ativar os cinco sentidos. A bebida tem ritos próprios de degustação, assim como o vinho. “Uma dica é procurar sentir os aromas da cerveja, criando uma memória olfativa da bebida, assim como o tato bucal e até a análise visual de uma cerveja (cor, transparência, formação...)”, explica Tulio. 12. O lúpulo (ingrediente natural que dá o amargor à cerveja) é um poderoso conservante natural: verdade . Para a Ciência e a Medicina, a função do lúpulo vai muito além de conferir o amargor característico de uma cerveja. Além de ser um poderoso conservante natural, que pode ser utilizado até na culinária, essa flor é a nova aposta da cosmetologia para clarear a pele e prevenir manchas e inflamações do tecido dérmico e está sendo usado na forma de peeling. É o que explica a farmacêutica Sara Bentler. “Para se ter uma ideia da qualidade do lúpulo como ativo contra manchas, ele é um dos mais utilizados no Japão, que é um país bastante exigente quando o assunto é manter a uniformidade da pigmentação da pele. Esse ativo promove o clareamento de forma segura e garante que as manchinhas não voltem”, explica. 13. Cerveja e saúde não combinam: mito . “A cerveja é o novo vinho”, resume a nutricionista Andrea Zaccaro, presidente da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva que tem acompanhado estudos estrangeiros sobre a bebida. “Já existe um consenso médico-científico de que é possível obter os benefícios do consumo moderado da cerveja se esse consumo for moderado e responsável”, explica a nutricionista. De acordo com Andrea, os polifenóis (compostos orgânicos presentes na cerveja) desempenham importante função antioxidante no organismo. 14. Ingredientes naturais da cerveja têm potencialidades que merecem ser exploradas: verdade . Segundo a nutricionista Andrea Zaccaro, os ingredientes naturais da cerveja fazem bem à saúde dentro e fora da garrafa. “A cevada, por exemplo, é considerada pelos especialistas como um ‘superalimento’, ou seja, um alimento bastante completo, nutricionalmente muito rico e que pode ser ‘coringa’ em qualquer dieta balanceada”, explica. O grão, segundo Andrea, pode ser consumido em substituição ao arroz, à farinha de trigo e na preparação de saladas, risotos e até chá. 15. Cervejas artesanais, especiais e mainstream são a mesma coisa: mito . Segundo o beer sommelier Tulio Rodrigues, podemos classificar as cervejas de acordo com a forma como elas são produzidas, mas todas têm seu público e o seu valor. “A diferença básica entre elas é que as cervejas chamadas de mainstream têm um processo de fabricação bastante elaborado, complexo, justamente para garantir a qualidade da reprodutibilidade da receita; ou seja, são cervejas com processos de fabricação exemplares que garantem o alto padrão de paladar”, explica Tulio. Ainda de acordo com o beer sommelier , as cervejas ditas artesanais têm foco na licença criativa: “São cervejas de produções pequenas e mais ousadas, principalmente em termos de ingredientes (castanhas, especiarias e outras receitas até mais inusitadas”, afirma Tulio. Já as cervejas ditas especiais são todas aquelas cujo preço é 20% maior do que as mainstream. “ O que classifica uma cerveja como ‘especial’ é o valor puramente econômico”.










