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- Opa's Kaffeehaus - Café Colonial
Nova Petrópolis é um reduto alemão, próximo a Gramado famoso por seus Cafés Coloniais e o Opa's Kaffeehaus , uma homenagem ao avô (Opa em alemão), é o único café colonial do Brasil merecidamente estrelado pelo Guia 4 Rodas e agora também pelo Guia Cuecas na Cozinha. O negócio é um capricho! Vestidas com trajes típicos alemães, as moças vão colocando em sua mesa, primeiro ao redor do açucareiro como que formando uma flor, potes diversos - requeijão, requeijão temperado, nata, manteiga, chucrute (é alemão, né gente! e é muito bom), geléias variadas (todas feitas apenas com frutas), mel e aí cesta de pães especiais, frios, queijos, torta de cebola e requeijão, pastelzinho de palmito e tortinha de frango, linguiça cozida, mostarda (mais alemão aí gente), bolos (coco, chocolate com amêndoa, mel, maçã) e ainda tem um carrinho com tortas doces (um seis tipos). Também tem café, leite e um insuperável chá de maçã. Devo ter esquecido alguma coisa porque são 45 especialidades e todas com sabor diferente e bom, pasmem! Olha o cara aí na foto abaixo, pasmou!!!!! Vamos ao carrinho de tortas do final. Tudo é bom, mas há uma inesquecível torta de uva. As uvas (tipo Isabel) estão todas lá com semente e tudo, bem molinhas e azedinhas, com um toque de vinho formando um recheio intenso de uma torta que tem a massa extremamente saborosa e leve. Algo bem rústico e campestre! Só pra sacanear vejam abaixo. Curiosidade – A Origem do Café Colonial Quando os primeiros imigrantes alemães vieram ao Brasil, suas casas eram muito longe umas das outras e por isso, as visitas entre eles eram raras. Dessa forma, quando os colonos se reuniam em uma casa, a dona dessa casa preparava tudo o que sabia cozinhar premiando os visitantes com muita fartura à mesa. Em Nova Petrópolis, o café colonial surgiu na década de 1950, com a senhora Maria Hertel. Dona Maria oferecia a seus hóspedes um Chá das Cinco, mais tarde transformado em Café Colonial, que começou pelo boca-a-boca a fazer tanto sucesso que muita gente de outras cidades passou a visitá-la apenas para degustar as famosas delícias que ela preparava. A idéia pegou e muitas famílias da Serra Gaúcha começaram a oferecer Cafés Coloniais. O Opa’s surgiu em 1986, quando o professor Gerald Kolb, querendo preservar a residência construída por seus pais em estilo bávaro, resolveu juntamente com a família transformá-la em Café Colonial como forma de preservar nesse local a cultura alemã por meio da culinária de da música. Sim, você fica escutando diversas músicas alemãs enquanto degusta o delicioso Café Colonial do Opa’s . Tem coisa melhor!!!! Opa's Kaffeehaus
- Onde comer em Holambra
Estive na cidade das flores, Holambra , cerca de 134 km de São Paulo, e montei um roteiro delicioso de Onde Comer em Holambra . Aproveitando também para dar dicas de pratos holandeses e o que comer em Holambra . Cidade gostosa para passar um final de semana, não só na primavera, quando é tomada por uma multidão de turistas interessados na festa das flores, mas todos os outros meses do ano, quando é mais tranquila para passear e provar a gastronomia local. Vamos lá às dicas de Onde Comer em Holambra . The Old Dutch Restaurante tradicional holandês, que vale muito a visita. Não fica na rua principal do Centro, é um pouco mais afastado, mas dá pra caminhar até lá, tranquilamente. A especilidade do The Old Dutch é o Jachtschotel ( Prato do Caçador ) que pode ser feito com filé mignon (Rund), coelho (Konjin) ou pato (Eend). O restante do prato é igual leva o molho do caçador – um molho escuro, encorpado, forte – feito com cerveja, cebola, maçã e temperos típicos + Hutspot , que é um purê de batatas típico da Holanda – as batatas são cozidas num caldo de vegetais com cenoura, noz moscada, entre outros ingredientes que deixam sabor característico e depois amassadas de forma rústica, você ainda sente alguns pedaços + Appelmoes , que é um purê de maçã bem leve, adocicado, que combina totalmente com o conjunto + Maçãs cozidas + Arroz. Zoet en Zout Confeitaria que tem a deliciosa vista do lago. Enquanto toma um café, prove a tradicional Amarena Gebak (doce de amarena - foto acima), alguma das Vlaai Taart (tortas holandesas) e não esqueça de levar pra casa um pacotinho dos saborosos biscoitos amanteigados, como as Speculaas (bolachas de especiarias). Martin Holandesa Confeitaria e restaurante bem conhecido na cidade, serve, entre outros pratos, uma seleção de panquecas holandesas, as Pannekoek. Panquecas “robustas” (valem uma refeição), preparadas com diversos recheios salgados - que levam queijo gouda, queijo prato e bacon, entre outros ingredientes- ou doces, como maçãs, açúcar e canela. Para completar, ainda podem ser regadas de Schenk stroop – melaço de beterraba. Outra sobremesa, que vale a prova é o bolinho de maçã (Appelbollen). Schornstein Krug Seguindo o mesmo padrão do Schornstein Kneipe, bar da fábrica matriz, localizada em Pomerode (SC), o Schornstein Krug alia roteiro gastronômico com cultura cervejeira. Todos os 6 chopes produzidos pela Cervejaria Schornstein podem ser degustados no local e harmonizados com petiscos típicos da culinária holandesa. É possível fazer uma visita monitorada pela cervejaria.
- Vinícola Salton
Na minha visita ao Vale dos Vinhedos e Serras Gaúchas passei mais uma vez pela imponente Vinícola Salton . Tudo lá é gigante, tudo é mega, tanques e mais tanques de inox para a fermentação Charmat dos espumantes mais vendidos do Brasil. Cerca de metade de toda a produção brasileira é vendida pela Vinícola Salton , o que equivale a mais de 7 milhões de garrafas; além de vinhos produzidos para atender padrões internacionais de qualidade, muitos deles, inclusive, desenvolvidos para o mercado externo; como a linha Salton Intenso , nas variedades Cabernet Franc, Marselan, Tannat e Teroldego. Investir em vinhos com a cara do Brasil, leves, sem ou com pouca madeira, frutados, foi o que ouvi de Daniel Salton, atual presidente da Vinícola Salton , na recente press trip que fiz por lá com a .Doc . Os números da Vinícola Salton são sempre gigantes e crescem de forma exponencial, sempre novos campos a desbravar, novas linhas a produzir. Bom é que 95% da produção de uva é comprada de parceiros, ocupando mão-de-obra de muitas famílias de toda a região. A aposta no turismo do vinho também é grande por lá. Além de agendar visitas pelo site , com acompanhamento competente e profissional, a Vinícola Salton começa a investir em um restaurante próprio para atender os turistas. Segundo Daniel Salton e a chef Idana Spassini, o restaurante deve abrir em breve com a tradicional comida italiana do sul e também com cozinha variada. Foi o que ouvi no nosso almoço em outro restaurante da Vinícola Salton , que hoje só é aberto para jantares com reserva uma vez por mês ou então para eventos. Agora, entre tantos vinhos provados, vejam só uma descoberta bem baratinha esse Classic Cabernet Franc (que custa em média R$15). Falando em Cabernet Franc, está aí outra uva que nós devemos começar a prestar atenção na hora de comprar vinhos de vinícolas brasileiras. Uma uva que foi quase substituída pela Cabernet Sauvignon, volta muito bem para o cenário de produção de vinhos nacionais. Em post anterior já falei para darem atenção a uva Teroldego , agora falo da Cabernet Franc e aproveito para citar mais uma, a Marselan . Na sua próxima compra de vinhos não deixe de levar essas uvas em consideração. Vinícola Salton
- Rause Café
Tive o prazer de conhecer o Rause Café numa viagem que fiz a Curitiba (PR). Um lugar descolado que serve bons cafés, extraídos com qualidade -das mais variadas formas (Espresso ou Coados: AeroPress, Hario V60, French Press, Chemex e Wookneck – foto de abertura da matéria)- pelos baristas e sócios da casa Hida Lambros e Juca Esmanhoto; que contam com a consultoria de Otávio Linhares - campeão paranaense e brasileiro de baristas. E os negócios deles com o café não páram por aí. "Eu, o Juca e o Otávio nos associamos a Amanda Longo e abrimos uma torrefação chamada 4beans! "Os 4 grãos", pois somos em 4!" me contou Hilda Lambros. O Rause Café foi eleito em 2015 entre as 20 Melhores Cafeterias do Brasil (veja a lista completa aqui ). A casa serve seu Blend próprio (mistura de grãos selecionados) e também cafés de grãos únicos, como o Paraíso e o Piatã, que estavam nas máquinas de moagem no dia da minha visita. Além dos cafés de qualidade, o Rause Café também oferece boas opções para comer: uma seleção de hamburgueres, crepes, risotos, massas e cremes. Fora os lanches, como o simples e saboroso croissant com queijo e os bolos. Vi gente indo lá só pra comprar fatias de bolo para levar pra casa. Esse de milho da foto é campeão! Delicioso. Visitei o Rause Café da Al. Dr. Carlos de Carvalho, 696, a primeira unidade da grife e a única que tem cozinha. Fui bem atendido pelos baristas Daniel Busch e Javiera Consuelo e pela chef Rose Miranda. Para quem quiser aprender mais sobre café, quer seja como curioso ou profissional, a casa oferece alguns cursos, como a oficina de cafés filtrados e o curso de baristas. Outra pegada bem bacana do Rause Café são os vinhos. Há uma seleção de taças e garrafas que podem ser escolhidas pelos clientes, com direito a petiscos para harmonizar. Está explicado porque o logo da casa é essa mistura de xícara de café com taça de vinho. Afinal, porque não reunir num mesmo lugar duas bebidas tão preciosamente únicas! Acesse o site do Rause Café
- Vinícola Don Guerino
Nessa viagem pela Serra Gaúcha e o Vale dos Vinhedos tive muitas boas surpresas. Algumas já relatei no meu primeiro post de viagem . Agora queria falar sobre uma uva e uma vinícola que me surpreenderam logo de chegada. A uva é Teroldego, anotem aí porque ela começa a produzir grandes vinhos brasileiros e a vinícola é Don Guerino , responsável pelo primeiro e feliz contato que tive com essa uva, bastante nova no Brasil e que, com certeza, veio pra ficar. A vinícola Don Guerino nasceu no ano de 2000, fica em Alto Feliz (RS) é uma empresa familiar, comandada pelo seu Guerino Motter. Bruno Motter é o enólogo (passou bom tempo de seu aprendizado em Mendoza – Argentina) e seu irmão Maicon é o diretor comercial da marca. O primeiro produz vinhos de boa qualidade e o segundo tem uma ótima visão de negócios. A apresentação da marca e dos vinhos foi feita pelo Maicon, que logo destacou seus pontos: para competir no mercado internacional, na verdade, para ganhar mercados, o Brasil precisa apostar no que as pessoas esperam de vinhos brasileiros, que sejam mais jovens, frescos. As frutas devem ganhar das madeiras, o consumo deve ser rápido – ninguém quer mais deixar um vinho por anos na adega; o Brasil também precisa investir em uvas diferentes como a Teroldego (uva italiana que está sendo resgatada no terroir do sul do Brasil) e a Ancellotta (outra uva italiana que também começa a fazer sucesso nas vinícolas brasileiras do Sul) – uvas que são um resgate das origens das famílias italianas que imigraram para a região pelos atuais descendentes, jovens enólogos que comandam as vinícolas gaúchas; as vinícolas precisam se tornar um grande pólo turístico no Sul e, para isso, devem vender sim, em suas lojas próprias, os vinhos a preços mais baixos (que os praticados nas lojas de vinhos espalhadas pelo Brasil) para incentivar o turismo; devemos lutar por bons vinhos brasileiros com bons preços. Muitas das coisas ditas acima parecem óbvias, mas o fato é que poucas pessoas defendem abertamente esse discurso prá lá de correto do jovem diretor comercial da vinícola Don Guerino . Agora vamos falar dessa uva com nome de gente estudiosa. A Teroldego é uma uva que você precisa provar. Pra mim uma deliciosa surpresa. De coloração vermelha rubi intensa, tem aromas de chocolate e frutas vermelhas maduras. Produz vinhos equilibrados com taninos macios e retrogosto agradável. Interessante pra beber com ou sem acompanhamento de comida. Don Guerino Teroldego Reserva foi o vinho provado lá na degustação do Sul – segue a elaboração clássica de tintos, com 50% do vinho repousando por 6 meses em carvalho. Gostei bastante deste vinho que tem um ótimo preço - em torno de R$37. Don Guerino Teroldego Gran Reserva foi o vinho que trouxe na mala com 14 meses de carvalho – excelente vinho, vale a compra, com preço em torno de R$60. Outra boa surpresa que provei da vinícola, foi o espumante Don Guerino Brut Rosé feito 100% com uvas Malbec, com certeza uma influência argentina sobre o enólogo Bruno Motter. Elaborado pelo método Charmat, com segunda fermentação em tanques de inox, o espumante tem uma bela coloração cereja suave, é refrescante com perlage (bolinhas) intenso e persistente. Tem espuma cremosa e um delicioso aroma de frutas vermelhas, rosas e goiaba. Muito bom o espumante e o preço também - em torno de R$30.
- Harmonia dos Sabores - Sofitel Jequitimar
O evento Harmonia dos Sabores - Sofitel Jequitimar do Guarujá já é bastante tradicional. Com edições de Verão e Inverno, a proposta é, sempre em fins de semana determinados no calendário do hotel, levar chefs brasileiros e estrangeiros para apresentarem sua gastronomia aos hóspedes e passantes. (chef Salvatore Loi durante seu workshop) Nesse final de semana fui convidado pelo hotel para conhecer o evento. O chef convidado para o Harmonia dos Sabores - Sofitel Jequitimar era Salvatore Loi, italiano bem conhecido do meio gastronômico por comandar os restaurantes Fasano e, mais recentemente, o Girarrosto do grupo Egeu. A grande novidade, que o chef me revelou em nossa conversa após seu workshop, será a abertura, em breve, do seu restaurante, agora em vôo solo, que levará o nome de Loi. O que esperar? “Vou fazer a minha comida, que é o que as pessoas gostam de comer!” contou Salvatore. Agora deixa eu contar como funciona o Harmonia dos Sabores - Sofitel Jequitimar . Na 6a feira os hóspedes têm direito a um workshop gratuito com o chef convidado, seguido de degustação da receita, tudo acompanhado por taças de vinho. No sábado tem Beer Wave onde o beer sommelier de uma marca de cerveja, apresenta seus rótulos e explica as características de cada uma das cervejas degustadas. Nesse fim de semana foi a Paulaner (evento também gratuito e só para hóspedes) Na noite de sábado é que acontece o grande jantar harmonizado (R$350 por pessoa) no Les Épices sob o comando do chef convidado e com harmonização de vinhos pelo carismático Patrício, maitre sommelier do restaurante . Esse evento pode ser reservado por hóspedes e passantes. Programação 17 a 19 de janeiro - Emmanuel Bassoleil apresentando as influências da França na gastronomia paulistana 24 a 26 de janeiro - Rodrigo Oliveira apresentando as influências nordestinas na gastronomia paulistana 31 de janeiro a 02 de fevereiro - Tsuyoshi Murakami apresentando as influências do Japão na gastronomia paulistana Menu Salvatore Loi Amuse Bouche - Polenta gratinada com gorgonzola e ervas frescas harmonizado com Casillero del Diablo Brut Reserva Valle de Limari Chile Degustação de Massas - Ravioli de Ricota, Lasanha Clássica e Nhoque de batata recheado com cordeiro harmonizado com Terrunyo Sauvignon Blanc Valle de Casablanca Chile Primeiro Prato - Ossobuco de vitela (carne saborosa desmanchando) com gremolada servido com risoto de açafrão harmonizado com Marques de Casa Concha Syrah Valle de Maipo Chile Segundo Prato - Costela de manzo (além de derreter na boca tinha um sabor tão intenso do molho de vinho entre temperos , bacon e cogumelos... que estou nesse momento quase babando no teclado de lembrar) , molho de vinho tinto e purê de batata cremoso harmonizado com Marques de Casa Concha Syrah Valle de Maipo Chile Sobremesa - Tiramisu e cannoli à siciliana harmonizado com Trivento Brisa de Otoño Late Harvest Mendoza Argentina
- Provei a Sachertorte do Hotel Sacher de Viena
Estive em Viena fui ao Hotel Sacher (construído em 1876) e provei a lendária Sachertorte , criada por Franz Sacher em 1832. Antes de mais nada, existe uma controvérsia quanto ao ano da criação. Alguns dizem que a torta foi criada pelo confeiteiro em 1814 para o Congresso de Viena. TV Cuecas na Cozinha Viagem Gourmet
- O Staroceské Trdlo de Praga
Voltando à nossa programação normal. Hoje tem nova edição da TV Cuecas na Cozinha. Vou dizer pra vocês uma coisa: Praga é um lugar maravilhoso!!! Vale à pena visitar. No mercado de rua eu provei o Staroceské Trdlo (detalhe em cima da letra c tem um tipo de acento que parece a letra v, que eu não pude colocar porque não existe em meu teclado). Agora pronuncia esse negócio! Nem torcendo a língua e contorcendo o maxilar. Mas, nada que um dedinho apontando não resolva. TV Cuecas na Cozinha Viagem Gourmet
- Chocolatria Escola e Loja de Chocolates
Chocolatria Escola e Loja de Chocolates - melhor eu ir explicando por partes porque é Escola, é Loja, e também tem Serviço de Doces para Festas. Ah, e ainda livro e blog. rs Vamos lá, está tudo com link para que você possa visualizar melhor! Fui conhecer a Chocolatria Escola e Loja Chocolatria da Simone Izumi, blogueira querida, profissional competente e também escritora do Loucuras de Chocolate . Eu poderia ficar escrevendo, escrevendo, escrevendo; mas sei que quando o assunto é chocolate, o bom mesmo é mostrar imagens. Então vamos lá para as fotos que tirei na minha visita! A Loja Chocolatria, funciona aos sábados das 11h às 17h e divide espaço com a escola, numa casa bem bacana localizada no Planalto Paulista (bairro de São Paulo, próximo ao Aeroporto de Congonhas). Normalmente as aulas da Chocolatria Escola são ministradas durante a semana. Já passaram por lá desde 2010, quando a escola ainda funcionava em outro local, mais de 1 mil alunos. É aluno pacas, ainda mais que só participam 8 pessoas por turma. Quem quiser pode consumir os doces na loja, tem até um cafezinho no capricho Imperdível bombom de Caramelo Salgado - equilíbrio perfeito entre o doce e o salgado Esfera com creme de yuzu (fruta cítrica do leste asiático) e laranja. Fiquei doido por essa esfera! Trufa de Matchá (chá verde) orgânico - o sabor bem presente do chá harmonizando com o chocolate Bombom Rústico de Especiarias- leva chocolate amargo belga com gengibre em pó, canela e café, noz caramelada no forno e páprica picante. Uma mistura interessante de sabores, deliciosa surpresa picante! Pedaços de Chocolate com frutas secas Esses cupcakes são inteiros de chocolate, até a forminha colorida Pão de mel gift, já tradicional da Simone Sanduíche de cookies Enfim, um lugar para achocolatar a sua vida! Chocolatria - Loja e Escola
- Sensi Gastronomia
Buscando estimular os sentidos por meio da gastronomia , o chef Manuel Coelho abriu o Sensi Gastronomia . Um lugar bastante agradável no bairro do Campo Belo (SP), que reúne além do restaurante italiano, café, rotisserie e espaço para aulas e eventos . Gostei da ideia! Otimizar o espaço é uma tendência inteligente para o mercado gourmet , dilui os custos e aumenta as possibilidades de faturamento. Além das mesas do salão, o restaurante Sensi tem um espaço único reservado (apenas 6 lugares) para quem quiser provar o menu degustação da casa. São 5 pratos e 1 sobremesa + o direito de assistir, de perto, Manuel Coelho trabalhando. A rotisserie conta com receitas preparadas com a técnica sous vide (cozimento à vácuo), de forma que, seguindo as instruções da embalagem, os clientes poderão reproduzir em casa os pratos criados pelo chef Manuel Coelho , especialista na técnica. Completando o sortimento de produtos, há uma seleção de massas secas, azeites, molhos, vinhos, entre outros itens. fotos ambiente - Ricardo D´Angelo Com uma ampla porta separando-o do restaurante , está o espaço de aulas e eventos , todo equipado com produtos da KitchenAid. São 16 estações preparadas com cooktops para as aulas práticas de culinária, que serão ministradas tanto pelo chef Manuel Coelho , quanto por convidados. Esse mesmo espaço se transforma em uma área para eventos que comporta até 25 pessoas. De terça à sexta-feira no período entre 15h e 19h (exceto feriados) – o restaurante funciona como um café , tem algumas opções de lanches, entre eles, o Italiano (focaccia da casa com berinjela e abobrinha marinada, molho pomodoro e mozzarella), Torta ou Quiche do dia, Pão de Queijo e ainda Sonho, Croissant e Pão com chocolate, fora cafés e chás. A carta de vinhos, com cerca de 78 rótulos, teve a consultoria do sommelier Bruno Taddeucci, há opções interessantes entre R$70 e R$90 (agosto/2014) de espumantes, brancos, rosés, tintos e vinhos de sobremesa de diversos países. Serve vinho em taça e também algumas opções em meias garrafas. Mas vamos agora aos pratos que provei durante a minha visita. Ravioli Croccanti (massa recheada com mozzarella de búfala e tomate concassé) – boa entrada, fritura sequinha, tomates saborosos para acompanhar. Calamari Fritti – lulas no ponto, bem macias com fritura seca e crocante Vitello Tonnato (lagarto em lâminas, molho à base de atum e aliche) – boa entrada para os apreciadores Mezzelune di Fontal al Profumo di Tartufo (massa recheada de queijo fontal, leve molho branco e trufas negras) – intenso e suave ao mesmo tempo. As trufas dão seu sabor intenso ao prato, mas na medida certa para não mascarar os demais ingredientes. Risoto com Cuore de Palma e Prosciutto – (risoto de palmito pupunha e chips de presunto cru) - cremoso Ganciale (bochecha bovina em seu próprio molho e purê de batata) – 18 horas de cozimento – sublime criação do chef – macia, desmancha na boca, lembra carne de panela da avó, bem comfort food. A cozinha do chef Manuel Coelho tem aquela simplicidade gostosa de um bom restaurante italiano , onde nada precisa de 30 ingredientes pra ficar bom. Ela é boa porque é bem feita, bem temperada, utiliza ingredientes de qualidade e técnicas que preservam o sabor do alimento. Vários dos pratos principais do menu tem preços que giram em torno de R$40 a R$50 (agosto/2014). As sobremesas, muito boas, são fornecidas pelo chef pâtissier Flavio Federico (i Dolci) . Só o Tiramissú clássico é preparado dentro do Sensi . Tiramissú clássico Cannoli com crema al Pistacchio Sensi Gastronomia
- Mercearia Mestre Queijeiro
Sabem aqueles estabelecimentos de antigamente, com altas prateleiras de madeira, cheias de produtos com cara de feitos em casa por uma senhorinha do interior, cozinheira de mão cheia; onde é possível até provar um pedacinho de queijo antes de decidir o que comprar? Então, assim é a mercearia Mestre Queijeiro , um resgate do passado; do atendimento personalizado, que conhece e sabe explicar a história de cada produto e produtor; da confiabilidade dos ingredientes vendidos. Mas claro que existem muitas diferenças com relação ao passado. Agora, por exemplo, a q ueijaria artesanal brasileira está num outro patamar de criação animal e qualidade do produto. Aprendemos muito com a queijaria mundial, com vários Maître Fromager (Mestre Queijeiro) de todo o mundo (especialmente da França, porque por lá, só pra se ter uma ideia, podemos comer durante ao menos 365 dias (1 ano), um queijo por dia, sem repetir nenhum) a cuidar melhor do leite e transformá-lo em queijos tão saborosos quanto diferentes entre si. degustação de queijos que fiz com o Bruno Foi-se a época de comprar queijos, onde o sabor de tudo o que você provava era igual ou muito parecido um com o outro, mais do que a pasteurização do leite, foi-se a época da pasteurização do sabor. Só para se ter uma ideia na mercearia Mestre Queijeiro são quase 40 tipos de queijos artesanais feitos a partir de leites de vaca, cabra, ovelha e búfala ; cerca de 15 produtores de Estados como: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pará e Paraíba; por enquanto. vale provar: Azul do Bosque - família dos queijos azuis, feito com leite de cabra 40 dias de maturação - suave, untuoso, cremoso- grande trabalho da Capril do Bosque, que fica em Joanópolis (interior de São Paulo) Conheci o Bruno Cabral (Mestre Queijeiro) há um bom tempo, em um debate sobre produção artesanal de alimentos e bebidas no Brasil e todas as dificuldades que a nossa pátria amada, estabelece para que as coisas evoluam: burocracia, burrocracia, leis ultrapassadas, impostos, ih são tantas coisas a serem enfrentadas! Admirei-o, desde o início, por sua luta ao lado do produtor de queijos artesanais e pelo conhecimento sobre queijos que ele foi adquirindo não só em cursos e eventos no exterior, mas também percorrendo fazendas Brasil afora. Resultado, foi o primeiro brasileiro convidado para ser jurado e representar o nosso país no World Cheese Awards , o maior evento de queijos do mundo . De quebra, conseguiu colocar o nosso queijo da Serra da Canastra para concorrer na categoria – Queijo de leite de vaca de meia cura. Leia mais na matéria Serra da Canastra no maior evento de queijos do mundo . outra saborosa surpresa: especialmente para aqueles que gostam dos queijos que dão aquela pinicada na língua. Queijo minas do Cerro, com 6 meses de cura, do produtor Eduardo Melo. Bem granuloso, boa untuosidade, salgadinho intenso. E, se estiver curioso como funciona a Classificação dos Queijos , leia sobre nessa outra matéria que escrevi. Para completar hoje o Bruno exerce seus dotes de Mestre Queijeiro, dentro da Mercearia, possui lá uma câmara de maturação e, utilizando dos controles de umidade e temperatura, mais seus experimentos e testes já produz queijos com sua assinatura como é o caso do: Canastra na Cachaça, Tomme da Canastra (a partir do queijo , utilizando o controle de umidade, o mestre desenvolve uma peça única com as característcas do queijo francês Tomme) e ainda o Serrano do Rio Grande do Sul em vinho de uva Isabel. Mas na mercearia Mestre Queijeiro não tem só queijos, há também cachaças e cervejas artesanais de todo o Brasil, outros produtos que evoluíram a olhos largos nos últimos anos. A cachaça brasileira ganhou status de destilado mundial e as cervejas nacionais colecionam medalhas mundo afora, nos mais diversos estilos. A cachaça não é mais “a marvada” e nem a cerveja “a loura gelada”. Há ainda manteiga, embutidos diversos como os da Pirineus, linguiças da Real Bragança, carne curada de pato e patê da Chez Pierre, pimentas diversas, azeites, óleo de pequi (tem também conserva de pequi), azeite de dendê, de gergilim, de linhaça, molhos, conservas, doces em lata, geleias, doce de leite (como o de búfala da Ilha do Marajó), enfim muitos produtos com característica artesanal, pegada orgânica e biodinâmica. Algumas opções de vinhos importados também se encontram por lá e aí que começo a contar uma grande novidade! Novidade – Mercearia Mestre Queijeiro – agora vai servir porções de tudo que é vendido por lá! essa racleteira funciona assim, o queijo fica espetado na parte debaixo, em cima liga uma resistência que vai dando-lhe uma derretida e gratinada, aí você puxa a manivela para fora do aparelho e deita o queijo para escorrer no seu pão ou prato. Afe! Babei! Conversando com o Bruno Cabral -que além de mestre queijeiro é também chef de cozinha, já comandou a taberna basca Donóstia (Pinheiros – SP), da qual os donos são também agora seus sócios- ele me contou que, a Mercearia vai também servir porções de tudo o que tem lá pra vender. Tábuas de queijos, embutidos, lanches frios e quentes. Tudo acompanhado de cerveja, vinho, cachaça ou que estiver por lá e o cliente desejar beber. Para completar vai fazer também raclete. Imagina você sentado com a visão do queijo derretendo na sua frente, pronto para escorrer para o seu pão fresco, feito de fermentação natural. Finalizando a refeição aquela goiabada cascão acompanhada de queijo, ou outro doce caseiro que preferir. Enfim, um lugar com vocação para petiscar. A mesa é coletiva para 10 pessoas e eles aceitarão reservas para grupos. suporte para a cura caseira do queijo Aqui vai o serviço da casa , mas é sempre bom checar antes de sair de casa Mercearia Mestre Queijeiro – fone: (011) 2369-1087 Rua Simão Alvares, 112 Facebook
- A Queijaria
Para quem ama queijos, como eu, A Queijaria é um paraíso! Pra começar, a casinha charmosa de esquina, no bairro da Vila Madalena , é revestida de plantas e tem grandes vitrines recheadas de queijos diversos. Depois, o aroma inebriante, assim que a porta é aberta, e os olhos dispersos que não sabem onde pousar, quando ela é fechada. São mais de 140 queijos de 45 produtores de 9 Estados e a conta continua subindo desde a abertura da A Queijaria no início de 2013. Essa é a grande missão de Fernando Oliveira , empreendedor que viaja pelo Brasil descobrindo queijos de qualidade com produção artesanal. Há queijos com leite de vaca, cabra, búfala e, em breve, deverá ter de ovelha; fresco, meia cura, curado e extra curado conforme vai informar o rótulo que acompanhará o seu queijo . Minas Gerais, certamente, é o Estado com mais produtores artesanais de queijos presentes na A Queijaria , há produtores da Canastra, Salitre, Araxá, Catuá, Itamonte, Campo Redondo , pra citar alguns. O interior de São Paulo também abriga preciosidades como os queijos : Tropeiro, Tropeirinho, Carijó, Simental, Ganizé, Giramundo, Bandeirante, por aí afora. Em Santa Catarina são produzidos queijos equivalentes aos franceses, mas com características e nomes bem particulares: Manezinho (Reblochon), Ribeirão Grande (Gruyère), Pedra Branca (Brie), citando alguns. Há ainda Requeijão, Coalho e Recife Antigo de Pernambuco e também os famosos queijos de cabra da Paraíba . Sem contar o Serrano do Rio Grande do Sul e o queijo de Marajó. Enfim, com mais de 140 queijos , só provando para escolher quais você desejará levar pra casa. Alguns são vendidos por peça e aí é possível comprar inteiro, metade ou 1/4 e outros são vendidos por peso. Mas nem só de queijos é feita A Queijaria , é possível encontrar por lá outros produtos, sempre com produção artesanal , como: mel silvestre, embutidos, goiabada, pães, sucos, massas, vinhos e, cada dia, tem mais opções.









