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  • O Aprazível fica na Aprazível

    Quando fiz o lançamento do livro no Rio de Janeiro tive tempo de visitar alguns lugares. Um deles foi o restaurante Aprazível, localizado na rua de mesmo nome no bairro de Santa Teresa. Fica no topo da colina. Chegar lá a pé pode ser um exercício e tanto, mas depois que chegou o restaurante é simplesmente delicioso! E dá para ir de carro, eu é que estava me aventurando num sobe e desce pelo bairro carioca que parece estar em algum lugar do passado. O serviço de 12% pode não ser um dos melhores que você já experimentou na sua vida, mas a comida e a paisagem valem o esforço. Mix de Pastéis – pastéis de queijo e de lingüiça mineira grelhada – acompanhados de chutney de tomate. Desmanchavam na boca. Meu prato principal: Galinhada caipira – arroz de frango caipira e lingüiça mineira, acompanhado de couve refogada, feijão escaldado e banana da terra assada. Uma delícia de sabores bem combinados e com suavidade. Minha sobremesa inesquecível: Carimbó – sorvete de castanha do Pará e doce de cupuaçu (na foto está na lateral esquerda - Eu sonho com ela). E tem também o Baião de Dois – sorvete de tapioca e calda de açaí (muito bom também). Lá no fundo a Banana Santa Teresa - grelhada com canela e açúcar e servida com sorvete de creme, calda quente de chocolate e amêndoas picadas.

  • PAO Padaria Artesanal Orgânica

    Fui na PAO !   Não pessoal , eu não errei na concordância. Também não virei a dona Armênia que queria "os predinhos do Paulista na chon". Realmente eu fui na PAO Padaria Artesanal Orgânica . Conheci a unidade da Bela Cintra nos Jardins, o lugar é um charme, deliciosamente apertado com um balcão pequeno, poucas mesas e cadeiras, que estão sempre ocupadas. Mas há também outras unidades consulte no site da  PAO Padaria Artesanal Orgânica . Mesmo se não conseguir um lugar pra ficar, vá até o balcão e tente escolher entre as tantas opções que parecem apetitosas, para viagem. Eles colocam no saquinho e você come andando pelo bairro dos Jardins (SP). O passeio é gostoso, tem bastante lugar pra conhecer e você já aproveita para queimar as calorias, enquanto come. rs Cake aux Olives (pão com azeitonas) O que dizer sobre a   PAO Padaria Artesanal Orgânica  ? É tudo de bom e mais um pouco. Vou ser uma pessoa repetitiva e voltar mais vezes pra provar de tudo que tem lá. Gougère (pão de queijo à francesa) Deixo-os babando com as fotos e digo: esse pão com azeitonas é bom, o Gougère (tipo de pão de queijo francês com tomilho) é bom e o Pudim de Pão com Frutas Vermelhas é bom. Ou seja, sem querer ser repetitivo: É tudo de bom!!!!!!! Pudim de Pão com Frutas Vermelhas  PAO - Padaria Artesanal Orgânica

  • Gastronomia solidária

    Sobre a Gastronomia Solidária - Eu creio no poder transformador das pessoas, como acredito que alimentar transcende o estômago. Mata-se a fome com qualquer naco de pão, mas para alimentar é preciso um ingrediente mágico: o afeto. O verdadeiro “banquete” não sacia apenas a fome, preenche o ser humano como um todo. Resgates de vidas sempre me emocionam e quando acontecem entre panelas e temperos, então...! Fui no lançamento do livro Gastronomia Solidária, primeiro resultado do projeto de mesmo nome, comandado pela psicóloga Sandra Simões (na Paróquia São Domingos em Perdizes/SP). De um lado moradores de rua que queriam resgatar seu caminho e de outro chefs com corações imensos que dedicaram horas de seu trabalho para capacitar e gerar oportunidades. As deliciosas receitas do livro (que tem fotos de babar do Ricardo D’Angelo) foram criadas pelos chefs: Ana Luiza Trajano ( Brasil a Gosto ), Benê Ricardo ( Buffet e Eventos Benê ), Carlos Ribeiro ( Na Cozinha ), Dijanira Trindade ( Arte em Bolos ), Ida Maria Frank ( Due Cuochi Cucina ), Lúcia Velloso Verginelli (Luana Gastronomia e Eventos), Paulo Pereira ( Di Cunto ) e Rodrigo Oliveira ( Mocotó ). Parabéns também à equipe da revista Prazeres da Mesa que cedeu seu trabalho e possibilitou a criação do livro: Ricardo Castilho, André Clemente, Claudia Esquilante, Horst Kissmann e ao fotógrafo Ricardo D’Angelo que já citei. Enfim, parabéns a todos que contribuíram para a realização desse sonho que ganhou, desde o início, o apoio do Frei Betto. Sandra de Fátima representou os estudantes, em seu depoimento disse que perambulava pelas ruas buscando mais que alimento. Um dia a convidaram para participar do projeto. Quase não topou, porque não gostava muito de cozinhar e achava que seria um “curso de mulherzinha”. Mas enfim, embarcou no Gastronomia Solidária com o objetivo de trabalhar para comprar um colchão e roupas novas. Descobriu que cozinhar era coisa de mulherzinha, de homenzinho, de mulher, de homem,...

  • Reunidos pelo Estômago

    Ontem teve pré-estreia do filme Estômago e a Liga da Justiça... Ôpa! a Liga da Comida foi chamada para digerir essa história em primeira mão. O filme que estreia dia 11 de abril nos cinemas é bem legal e teremos surpresas em breve. Como eu não sou repórter de coluna social não peguei os créditos de todo mundo, mas vai de quem eu sei e alguém completa a frase por favor. Pela ordem Chris, Dadivosa, Tatu (que está prestes a), esse que vos escreve, Faby , Leandro e..... Vamos lá acrescentando os nomes que faltavam Renata Gallo, Fran Jubran e Miki. Filme Estômago na matéria da Revista da Folha Tem Cuecas na Revista da Folha!!!! Isso mesmo saímos numa matéria de 3 páginas na revista de hoje. Tudo pelo Estômago! Outros blogueiros muito legais também estão no texto que foi tocado à quatro mãos pelas repórteres Luiza Fecarotta e Giuliana Bastos. LIVRO DE RECEITAS DO FILME ESTÔMAGO

  • Kebab, Kabab, Kabob ou será Michui?

    foto: Mauro Holanda Vou tentar traduzir em texto a aula de uma hora que tive com Rodrigo Libbos, chef do Kebab Salonu e professor de gastronomia do Senac (escola onde também se formou). “Além da minha origem, eu tive que estudar muito a história do mundo e visitar alguns países para entender a cozinha de cada região” explicou o chef, ao sentir esse que vos escreve atarantado com tantas informações. Gente é de pirar e olha que eu estava com um mapa mundi na minha cara! Vejam só como não é tão simples assim. A avó materna de Rodrigo veio da Síria, fugindo da invasão turca. Só que hoje a região faz parte da Turquia. Então quem ficou lá agora é turco ou turco/sírio como preferem ser chamados. Seu avô materno é libanês. Ou seja, a mãe de Rodrigo é uma verdadeira fonte de consulta. Agora me digam o que é que pode reunir cozinhas de países com culturas diversas partindo do Marrocos e chegando a Índia? Peguem um globo terrestre para localizar bem essa faixa que passa por países do Norte da África, do Oriente Médio e chega aos indianos. Quem respondeu o Kebab acertou. O Kebab O nome Kebab é de origem turca e significa grelhado. Basicamente é uma carne que foi levada para grelhar no carvão. Nos países árabes leva o nome de Michui (carnes em pedaços) ou Kafta (carne moída). Já na Índia chama-se Kabab ou Kabob e assim pode mudar de nome conforme cada região. É servido no prato ou enrolado no pão. A carne mais utilizada é a de cordeiro, certamente porque é a mais abundante nos países dessa região com poucas áreas de pastagem e que necessitam de animais de pequeno porte. A diferença básica para o nosso churrasco é que tradicionalmente no churrasco temperamos a carne com sal e os kebabs são marinados em muitos temperos que variam a cada país. Devemos nos lembrar das rotas das especiarias entre a China e a Europa que passavam por essas regiões disseminando o uso de temperos como: canela, cardamomo, pimenta-do-reino, noz-moscada, entre outras. A pimenta vermelha chegou mais tarde vinda das Américas. Existe também o Döner kebab (turco) ou Shawarma (árabe) que foi a forma mais difundida como comida de rua na Europa, conhecido também como churrasquinho grego (nada a ver com aquelas gororobas que já vimos rodando em algumas ruas suspeitas por aqui, hein! Aquilo é presente de grego) – num espeto giratório pedaços de carne bem temperados são intercalados por vegetais. Fatiados finamente e servidos no pão. O Pão O pão é a base da alimentação desses países, tal e qual o nosso arroz com feijão. Também muda muito de nome e de receita, mas em semelhança todos são achatados e precisam ser levados para assar em fornos de alta temperatura para assarem rápido. No Kebab Salonu (Salão do Kebab) os kebabs são enrolados em pães Lavosh de origem Armênia feitos com trigo integral. A bebida: Ayran/Lassi Ayran é uma bebida de origem turco/síria que leva basicamente iogurte, água e sal. Quando chegou à Índia recebeu o nome de Lassi e foi transformada também numa bebida doce. É dessa forma que o resto do mundo conheceu esse refresco tradicional com sabor azedo (dado pelo iogurte natural). A mais conhecida é a Lassi de Manga. No Kebab Salonu provei as deliciosas opções de Cardamomo e de Tamarindo. Os Doces A abundância de açúcar na região, com o domínio árabe no comércio desse ingrediente, explica a tendência adocicada da confeitaria típicas desses países. Receita do chef Rodrigo Libbos veja mais aqui Sharbat (que significa refresco em árabe ou persa) Para um copo de 300ml: 200ml de água gelada Duas pedras de gelo 3 colheres de sopa de Xarope de Rosas (ou um xarope de sua preferência) * Pode-se fazê-lo com água com gás, bem como acrescentando suco de limão para aumentar um pouco a acidez da bebida, quebrando o sabor muito adocicado.

  • 10 dicas para não queimar o seu “peru” nessas festas

    Novidade minha gente! Estréia hoje a minha coluna no Papo de Homem , considerado - segundo a revista Época - um dos 50 blogs brasileiros que ninguém pode perder. O Guilherme está mandando tão bem que bateu 1 milhão de page views e foi um dos blogueiros convidados pela TV Globo para um bate-papo com a autora Glória Perez sobre sua próxima novela "Caminho das Índias", com direito a foto com a Juliana Paes. Esse que vos escreve agora integra a equipe que já conta com: Dr. Health, Dr. Money e Dr. Love. Já imaginaram qual Doctor que eu sou? Dr. Cook, é claro! E como estamos em época de comemorações o primeiro post é: 10 dicas para não queimar o seu “peru” nessas festas

  • 5 anos de Prazeres da Mesa - a Festa, o Antes e o Depois

    A festa de 5 anos da revista Prazeres da Mesa foi um grande sucesso!!!! Duro foi entrar e sair dela. Fiquei uma hora e pouco na festa e mais de 3 horas entre tentar deixar e tentar pegar o carro com o manobrista. Sem dúvida o troféu "Pior Serviço de Manobristas da História" vai para... o estacionamento da Estapar do Hotel Hyatt. E por toda essa ineficiência você paga a bagatela de R$20,00. Gente, duas tartarugas passaram por mim na Marginal Pinheiros entraram na festa beberam, comeram e saíram com um copo de saquê na mão tirando um barato da minha cara antes que eu conseguisse parar meu carro. Na saída a festa inteira que estava na fila entre desolação e irritação profunda, batia até palmas quando o carro de alguém chegava. Mas vamos à festa que estava deliciosa. Cheia de gente bacana do meio da gastronomia, com muita bebida e comida boa. Reparem nesse mix de frutas vermelhas com chantily feito de iogurte. Tudo bem levinho que, obviamente, eu devorei primeiro com os olhos e depois com a colher. Em outro post vou falar de um saquê delicioso que tomei e também de um produtor de queijo minas e ricota que gostei muito. O chef Paulo Barros ganhou como Melhor Chef do Ano. O Due Cuochi seu restaurante no Itaim também foi premiado como Melhor Restaurante do Ano E o prêmio Chef Revelação foi para...Rodrigo Oliveira do restaurante Mocotó que fica na Vila Medeiros na zona norte de São Paulo. A chef carioca Flávia Quaresma, mestre de cerimônia da festa O mais badalado chef brasileiro: Alex Atala do restaurante D.O.M. Aqui aguardando seu momento de subir ao palco e receber mais um prêmio Ricardo Castilho, diretor editorial da revista Prazeres da Mesa entrega o prêmio Personalidade da Gastronomia para o chef francês Claude Troigros Esse que vos escreve e Ricardo Castilho E aqui eu com o chef italiano Volmar Zocche - o grande responsável por hoje eu ser apaixonado pela cozinha. Aquele que me introduziu nesse delicioso universo, mostrando com sua competência e jeito de ensinar que a cozinha é um lugar delicioso e não um bicho de sete cabeças. Hoje ele comanda as panelas do restaurante Piove que fica no Itaim. Obrigado chef! E por fim, a equipe da Gastromotiva que ganhou um prêmio inédito, muito bem pensado pelo pessoal da Prazeres da Mesa: Responsabilidade Social. Quem tiver interesse pode conhecer e até apoiar o trabalho deles aqui

  • A incrível jornada do Bolinho Caipira em busca de seus verdadeiros pais

    Era uma vez um Bolinho chamado Caipira. Tal e qual uma lenda, sua história começou um dia faz muito tempo, mas ninguém sabe bem quando nem onde. Assuntando aqui e acolá tem gente que jura de pé junto que ele nasceu pelas mãos dos índios puris (que habitaram em tempos lá pra trás o Vale do Paraíba). Naqueles idos a sustância do moço era composta por farinha, água e peixe. Mas o causo vai além, outras línguas relatam que com a vinda dos portugueses, o bolinho ganhou carne de porco. E hoje também se acrescenta à formosura do dito cujo um bocado de linguiça. Enfim a cara está aí no retrato do Flávio André da Prefeitura de Jacareí. A briga da paternidade é boa, tanto que ele vai ser alvo de festa que começou hoje e vai até domingo. E sabem da maior? Vai virar Patrimônio Cultural de Jacareí. Se alguém tiver outro DNA do Bolinho Caipira que se habilite. Feira do Bolinho Caipira Data: 17, 18 e 19 de julho, das 18h às 21h Local: Pátio do Museu de Antropologia do Vale do Paraíba - Rua XV de Novembro, 143 – Centro – Jacareí Atrações: barracas com os três tipos de bolinho caipira e atrações musicais.

  • Na Festinha do Cuecas cada um traz um pratinho

    No dia 20 de maio de 2008, o Cuecas na Cozinha comemora seu primeiro ano de existência, mas vamos festejar durante o mês inteiro. A partir do dia 1º até o dia 31 de Maio vários blogs amigos são "Convidados Especiais" e participarão da folia trazendo um pratinho diferente por aqui. Quem quiser participar, mesmo não tendo blog, é só enviar uma receita com foto para alesguerra@gmail.com

  • Slow Food não significa comer em Câmera Lenta

    O símbolo do Slow Food que foi fundado na Itália em 1989 é esse aí de cima. Só que não precisa ser lesma, caramujo, ou escargot pra participar do movimento. Na verdade, todo mundo que participa é prá lá de muito ativo. Gente que está preocupada com o que come e tem consciência que suas escolhas alimentares influenciarão o futuro do mundo. E não vá pensando que é aquelas coisas naturebas que o povo só come brotos, suco de alfafa e etc. E também ninguém segura plaquinha e fica falando no megafone na frente do McDonalds. É tudo gente normal, tranquila, limpinha e que come de tudo. Entrem no site https://www.slowfoodbrasil.com/ e vejam que projeto maravilhoso que pensa na biodiversidade, numa forma de produção limpa sem prejuízo ao ambiente ou ao bem-estar dos animais, que valoriza o produtor e motiva diversas comunidades a trabalharem em suas lavouras e perpetuarem a riqueza cultural alimentar de cada país. O site internacional é https://www.slowfood.com/ Ontem fui convidado pela Giu para participar de um evento aqui em São Paulo no restaurante Bananeira . O movimento Slow Food paulista começou a ganhar corpo com a nova líder do Convivium São Paulo - Cenia Salles, consultora de gastronomia e ex-proprietária do Empório Siriúba. A Neide Rigo também está como vice-líder do Convivium São Paulo, e elas já chacoalharam a agenda de encontros em diversos restaurantes, além de palestras e outros eventos culturais, visitas a pequenos produtores rurais e comunidades indígenas e também conseguiram um stand para a participação com apresentação de produtos numa grande feira do setor que vai acontecer em São Paulo. O líder do Convívium de Piracicaba, Paulo Chanel, veio para o encontro com o propósito de aumentar o número de associados nacionais para mil pessoas, a fim de criar o Slow Food Brasil - ganhando assim representatividade internacional. O encontro foi muito gostoso, cheio de gente bacana das mais diversas áreas, o que possibilitou inúmeros bate-papos interessantes. Num mundo tão individualista é bom demais conviver com pessoas, o Slow Food acerta assim um outro ótimo alvo: os relacionamentos. Para quem quiser no dia 17 de abril haverá outro evento no restaurante Dona Lucinha. Para se associar é só entrar no site brasileiro ou internacional. Ou então mandar email para saopaulo@slowfoodbrasil.com . Outra coisa, você pode começar a frequentar os eventos sem ser associado. Só mande seus contatos para o email acima dizendo que tem interesse em receber os comunicados. Dá uma olhada na pequena amostra do que comemos ontem e veja como não vai se arrepender.

  • Contra o espírito de manada ou Por que mataram o Pato Gordo?

    Como todo bom ariano, detesto o espírito de manada. Esse que tem dominado o mundo da gastronomia chega a “pesar no estômago”. Lá vem o seu crítico, que avalia comida como se fosse um CSI (peso, altura, medida, espessura, textura, técnica e por aí vai). E seu crítico diz que aquela comida é genial à imagem e semelhança do chef. E lá vem seu outro crítico que repete a mesma coisa, só que mais enfeitada (afinal não pode fazer feio frente ao outro colega). E logo aquilo vira um mantra e já ninguém sabe mais porque fica sendo repetido. Mas, e eu? Que sou um pobre mortal e gosto apenas que o gosto da comida seja bom. Como faço? Será que eu realmente não sei o que é comer bem? Lavei a minha alma! Eis que nessa semana no caderno Paladar, do jornal Estadão, surge Rogério Fasano dizendo exatamente o que pensa sobre o Fat Duck, restaurante caro e disputado, que fica nos arredores de Londres, com chef endeusado pela dona Crítica. Ele relata sua cara (no sentido monetário, diga-se de passagem) experiência gastronômica como uma das mais desastrosas que já teve. Também concordo com o Sr. Fasano, pra mim comida tem de ter sabor. Quem quer ver espetáculo que vá ao teatro. Não precisamos comer espuma ouvindo o barulho do mar num ipod, que já passou de orelha em orelha.

  • Chocolate - Aula com o chef Frédéric Bau da Valrhona

    Contei por aqui e aqui que fui no coquetel de abertura da Semana Mesa SP , promovida pela pela revista Prazeres da Mesa e o Centro Universitário Senac (Campus de Santo Amaro). Pois bem, fui na abertura e na fechadura do evento. Dia 7 (sexta-feira) último dia, aportei (porque estava uma chuva torrencial) novamente por lá para frequentar algumas aulas. O chef francês Frédéric Bau, representante da marca de chocolates francesa Valrhona deu um espetáculo. Só para se ter uma idéia do nível, estavam presentes, como ouvintes, 3 dos principais chefs patissiers que existem hoje no Brasil: Flavio Federico , Mara Mello e Fabrice Le Nud . Quando falamos em chocolate na nossa cabeça açucarada vem a idéia de sobremesa, de doce. Mas não é por aí. Quando o dito cujo é amargo em torno de 70% de cacau, é um ingrediente com sabor acentuado que pode servir para todo o tipo de prato: entrada, prato principal e sobremesa. É estranho e inusitado para o nosso paladar. Uma experiência de muitas descobertas. Essa terrine de chocolate foi preparada com terrine de foie de pato. Parte do foie foi emulsionado no chocolate (para dar a textura) e outra parte cortada em cubos e misturada. Não me perguntem sobre o resto porque esse prato foi de enfeite, serviu para fotos e filmagens. Nós provamos pedaços da terrine. Ela dissolvia na boca. Era chocolate salgado com terrine de fígado de pato, como posso explicar-lhes isso? Os lagostins ao molho de chocolate, tinham um toque iodado. Mais uma surpresa para o paladar. O chocolate foi preparado como um caldo, entre diversos temperos. Os lagostins, rapidamente fritos. E esse prato também foi de enfeite não faço idéia do que é o vermelhinho. Mas é legal, né? Chef usa o prato como se fosse uma tela de pintura. E aqui umas trufas. Lena lembrei de você! Ganache de chocolate amargo com....com...queijo Roquefort. É minha gente! E ainda tinha um crocantinho, que eu não descobri o que é, porque essas trufas o Frédéric já trouxe prontas, parece que vieram de um evento dele com o Alex Atala. O chef Javier Guillén, assitente do chef Frédéric Bau, prepara as sobremesas. Agora sim, um chocolate que não era salgado. E esse prato não era de enfeite. Degustamos assim mesmo. Numa casquinha crocante um creme de chocolate branco maravilhoso coberto de grapefruit. Uma geléia de Physalis, creme de chocolate amargo e café da Nespresso.

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