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- Restaurante Tanit
O restaurante Tanit do chef catalão Oscar Bosch é parada obrigatória para os que apreciam boa gastronomia mediterrânea, aqui com leitura moderna, descontraída e pegada catalã. Cozinha calcada na valorização dos ingredientes sem malabarismos na hora do preparo ou da apresentação. Comida de verdade, boa de verdade, que usa a técnica em favor do ingrediente e não ao contrário. Steak Tartare “Eu cresci no meio das panelas, até dormia entre as cadeiras”, conta o chef lembrando da infância dentro do restaurante de seu pai, o Can Bosch, na cidade de Cambrils (100km de Barcelona) e dono uma estrela Michelin há mais de 30 anos. O tempo passou e Oscar foi trabalhar em três dos mais consagrados restaurantes do mundo, todos 3 estrelas Michelin: o El Bulli de Ferran Adrià e o El Celler de Can Roca dos irmãos Roca (Girona – Espanha) e o Hof van Cleve (Kruishoutem – Bélgica) do chef Peter Goossens. Arroz del Mar Veio para o Brasil em dezembro de 2009, depois de casar-se com a brasileira Bia Bosch, que cuida das boas sobremesas da casa. Montaram o catering CookMe e agora o restaurante Tanit (nome da deusa fenícia muito cultuada no litoral balear), que tem projeto com referências às charmosas praias espanholas de Formentera, Ibiza e Barcelona, assinado pelo Coletivo de Arquitetos e identidade visual minimalista - que brinca nos jogos americanos e no menu com elementos explorados pela cozinha, como o porco e os frutos do mar- da prestigiada agência catalã RUN Design. Leitãozinho Crocante As cremosas Croquetas de jamón ibérico ( foto de abertura da matéria - R$28) ou de alho poró com queijo de cabra (R$28), são uma saborosa pedida para começar a refeição. Assim como, as Bravas Bravíssimas (R$24), batatas crocantes, bem suaves comparadas às tradicionais batatas bravas, que levam molho de tomate caseiro e ragu de chorizo espanhol. Outra deliciosa surpresa, que foge das tradicionais formas de preparo que encontramos nos restaurantes é o Steak Tartare (R$47). A carne macia e bem temperada é servida em pedaços e não super picada, sobre osso com tutano, que dá uma untuosidade pra lá de especial ao prato. O tenro Polvo Grelhado ( foto acima - R$65) acompanhado de panceta ibérica (barriga do porco), desmanchando de tão boa, conectados por uma caprichada salsa holandesa (molho à base de gemas e manteiga) - foi meu prato principal preferido do restaurante Tanit , daqueles pra comer tudo junto e misturado, até raspar o prato. O Arroz del Mar (R$60) tem sabor cremoso e intenso dos frutos do mar e leva mexilhões, lulas e caprichados camarões grelhados. O Leitãozinho Crocante (R$62), é outra opção com ponto de cozimento perfeito (cozido em baixa temperatura, desmancha ao toque do garfo), servido em seu próprio molho, combina bem com o toque adocicado da cenoura e da maçã e a farofinha crocante. Há também Rabada Desfiada (R$54) cozida na cerveja preta, musseline de mandioquinha, farofa de alho e crispy de couve e os vegetarianos tem como opção o Nhoque de Beterraba (R$44) ao molho de queijo manchego e nozes caramelizadas. Se da cozinha do chef Oscar Bosch saem pratos feitos com capricho, o mesmo pode-se dizer das sobremesas da chef patissière Bia Bosch. Intitulada Frutas Vermelhas ( foto acima - R$22), a sobremesa de mousse de queijo, farofa doce e sorbet de framboesa merece ser provada pela suavidade da mousse, em perfeito contraste com o azedinho das frutas vermelhas e o crocante da farofa. A tradicional Torta de Santiago ( foto acima - R$22) tem a farinha de amêndoas feita na casa pela própria chef e acompanha um bem executado creme anglaise (à base de gemas, açúcar, leite e baunilha) e sorvete de nata. Para os apaixonados por chocolate, vale provar o Coulant ( foto abaixo - R$24) que leva chocolate belga 70% e sorvete de fava Tonka (também conhecida como Cumaru – tipo de baunilha). Serviço os preços do cardápio são da época da visita (maio/2016) Restaurante Tani t - Rua Oscar Freire, 145 - Jardins ( mapa ) fone: (11) 3062-6385 Horário de Funcionamento e outras informações no link .
- Moti Moti Cake Shop
A Moti Moti Cake Shop é daquelas docerias que você sabe que vai voltar sempre, para azar das suas calorias adquiridas, rs. A confeiteira Vanessa Liu e seu marido Lucas, ambos de Taiwan, abriram na Vila Mariana um lugar gostoso, aconchegante e especializado em confeitaria oriental. A maciez dos bolos (parece que você está mordendo uma nuvem), a pouca doçura dos doces, a suavidade dos cremes, o equilíbrio dos ingredientes; tudo convida à próxima mordida, ao próximo sabor que será degustado, exposto na pequena vitrine de doces da Moti Moti Cake Shop que abriga: Cheesecake Oriental (foto abaixo - outra nuvem a ser provada), Choux Cream, Panna Cotta, Mil Camadas de Chá Verde, Tortinhas, Folhados, Hokkaido Chiffon (foto de abertura - que você precisa comer, porque é uma síntese de toda essa questão da leveza que eu escrevi por aqui), entre tantas outras gostosuras individuais. Há também bolos inteiros para levar pra casa, especialmente sob encomenda (às vezes você pode dar sorte de encontrar um pronto na vitrine) feitos com o levíssimo pão de ló ao estilo oriental, combinado a outros ingredientes como: frutas vermelhas, kiwi, pêssego, chocolate, cremes, nozes e castanhas portuguesas. No Instagram da Moti Moti Cake Shop a doceira Vanessa Liu publica fotos de alguns dos bolos que faz para festas. Da cozinha equipada, que pode ser vista da loja, saem ainda os pães que ficam expostos na pequena estante de madeira, entre eles: Melon Pan, Melon Pan de Matcha, Trança de Azuki, Milk Pan, Choco Pan, Pão de forma, Karepan, para citar alguns e, completando o mix um petisco que muita gente gosta, o Kari Kari (macarrão de arroz, ou seja, sem glúten, frito sabor wasabi, cedro chinês e original). Melon Pan de Matcha (foto de divulgação) Para beber, tem café tirado na hora e faz sucesso o chá vermelho do Sri Lanka, suave e com uma doçura adequada que harmoniza bem com as sobremesas. Serviço Rua Luis Gois, 1196 – Vila Mariana Tel: 55 11 5594-6865 Acesse o site da Moti Moti Cake Shop para mais informações. Clique aqui para acessar o mapa .
- Casa Mathilde
O nome da doçaria portuguesa Casa Mathilde está ligado à Fábrica das Queijadas Mathilde fundada em 1850 por Mathilde Soares Ribeiro, em Ranholas,no caminho entre Lisboa e Sintra em Portugal. O rei D. Fernando II, era o mais ilustre admirador das queijadas, tanto que concedeu o selo de fornecedora da Casa Real. De lá pra cá, em 2013, a Casa Mathilde desembarcou no Brasil, com sócios portugueses, e instalou-se na Praça Antonio Prado, no prédio da Bolsa de Valores, no Centro da cidade de São Paulo. O salão amplo, envidraçado, com ares de antigamente, mas completamente reformado, pertenceu nos anos 50 ao primeiro restaurante Fasano. a famosa Queijada da Mathilde De Portugal, além das receitas, vieram os dois chefs confeiteiros (pasteleiros, como se diz por lá), os balcões envidraçados e os fornos. Algumas preparações são iniciadas na casa dos cremes, também conhecida como “casa dos segredos” (fica no subsolo da confeitaria), lá só entram os dois confeiteiros, o acesso é proibido até para os sócios, tudo a fim de manter o sigilo das receitas. No fundo do salão, cozinhas envidraçadas mostram o movimento de funcionários que não param de assar, especialmente os pastéis de nata (ou de Belém como são mais conhecidos). Queijinho do Céu (massa de amêndoas recheada de creme e fios de ovos) Na longa vitrine da Casa Mathilde mais de 30 tipos de “queijos” (como são chamados os doces em Portugal), a grande maioria com o tom amarelado das gemas. Há ainda pães (que podem ser levados pra casa) como o rústico Pão Alentejano e o Pão com Chouriço (linguiça portuguesa), empadas (camarão, galinha e palmito), folhados e algumas opções de sanduíches que podem ser provados por lá. Mas o que há de sal ocupa um espaço bem mais modesto, quem reina no amplo salão é o açúcar. Entre os doces conventuais (assim chamados porque nasceram pelas mãos das freiras nos conventos): Pastel de Nata (o doce português mais famoso aqui no Brasil - minha foto de abertura da matéria), Pastel de São Bento (com massa folhada e recheio de amêndoas), o Queijinho do Céu (massa de amêndoas recheada de creme e fios de ovos) os Travesseiros de Sintra (massa folhada enrolando um creme de amêndoas) e as famosas Queijadas da Mathilde (que tem um interior cremoso, bastante característico, como podem ver na foto); para citar algumas opções saborosas que despertam a gula no amplo balcão envidraçado. o tradicional Pão Alentejano Acesse o site da Casa Mathilde - clique para ver o Mapa
- Bar do Seu Zé empanadas
O Bar do Seu Zé na Vila Madalena, faz deliciosas empanadas chilenas . O Seu Ananias… -é, o dono do Bar é o Seu Ananias e não o Seu Zé ( e isso é uma longa história!), capricha tanto na saborosa massa de suas empanadas, quanto nos recheios, sempre generosos e bem temperados. Há uma boa variedade de sabores que levam queijos, carnes, frutos do mar, cogumelos e outros vegetais. Já provei com gorgonzola, escarola, abóbora com carne seca, frutos do mar, shimeji, marguerita, carne tradicional, chilota (foto abaixo), três queijos (foto de abertura da matéria), entre outras. Tem algumas que podem ser escolhidas com massa integral. É só chegar, olhar na "vitrine das empanadas" e escolher as que estão em exposição no momento, sem medo de ser feliz! Se você quiser alguma que não estiver por lá, pode pedir que eles assam na hora (desde que a empanada esteja pronta). Vai demorar um pouquinho mas, e daí? Prova outra, enquanto espera! A rotatividade das empanadas no Bar do Seu Zé é grande, o que garante que os salgados na estufa estejam sempre frescos. Os ingredientes são de primeira linha. Nas muitas vezes que comi por lá, tive boas experiências. O molho de pimenta com cebolinha e azeitona, bastante concorrido, é um caso de amor à parte. Chilota - carne picada com ovo, azeitona e passas O ambiente do Bar do Seu Zé é bastante simples: mesinhas e cadeiras no melhor estilo de boteco; com direito a muitas geladeiras de cervejas de amplo consumo, sem espaço para as artesanais. O foco é comer empanadas e tomar uma gelada sem gastar os tubos, em plena Vila Madalena ou Itaim, onde abriu uma nova casa. Acesse o face do Bar do Seu Zé .
- Frigobar speakeasy
O Frigobar speakeasy vai muito além de um bar com bons drinks e ambiente bacana, é uma experiência! Lá você só entra com reserva e senha pessoal; na entrada, nada indica que existe por ali um bar; o segurança, que vai te atender, por uma fresta (tipo da caixa de correspondências), parecerá um tanto invocado; depois de checar suas referências, abrirá o portão e te conduzirá por um corredor escuro e escadas até uma passagem secreta (que eu não posso revelar). Mas nada me impede de mostrar pra vocês as fotos dos dois ambientes do Frigobar speakeasy , que comporta até 30 pessoas e funciona apenas às terças e quartas-feiras. Ambientes do Frigobar speakeasy (fotógrafa Ananda Campello) E porque toda essa aura de mistério em torno do Frigobar speakeasy ? Senta que lá vem história: Entre os anos 1920 e 1933, vigorou a Lei Seca nos Estados Unidos, por conta da proibição do consumo, fabricação, venda e transporte de qualquer bebida alcoólica. Paralelamente, minúsculos bares secretos, escondidos nos subterrâneos multiplicaram-se, e os bartenders tiveram de se virar com o pouco que chegava aos Speakeasies (lugares onde não se fazia alarde, para evitar as batidas da polícia ). Esses 13 anos de dificuldades, mudaram a história da coquetelaria mundial, a criatividade dos bartenders fez surgir clássicos eternizados na galeria dos drinks. Sylas Rocha , alquimista em ação! (foto Alessander Guerra_Cuecas na Cozinha) O Frigobar speakeasy pretende resgatar essa história. O trio de bartenders Pablo Moya, Diego Dillon e Sylas Rocha e o restaurateur Liu Fukushima; todos sócios do já conhecido NOH Bar , pesquisaram o conceito por mais de três anos, visitaram mais de 30 bares nos EUA e Europa, leram diversos livros, assistiram filmes, ouviram músicas da época e levaram mais de um ano desenvolvendo o cardápio de coquetéis; tudo para provocar essa experiência que eu comentei com vocês no início do texto. O resultado é um cardápio com cinco seções, sendo quatro dedicadas exclusivamente aos coquetéis. West Side (fotógrafa Ananda Campello) Frigobar Featured Collection : coleção de releituras, como: West Side (Vodka Grey Goose Le Citron, limão siciliano, hortelã e cardamomo), El Word (cachaças Leblon e Leblon Signature Merlet, Luxardo Maraschino, celery e limão siciliano) e Celery dry (Martini Dry, Celery Liquor, Absinto, limão). Old Fashioned tão simples quanto gostoso de beber. (foto Alessander Guerra_Cuecas na Cozinha) Imbibe David Wondrich : o respeitado crítico de coquetéis da revista “Esquire” e autor do livro “Imbibe” é homenageado com uma seção de coquetéis presentes nesse seu livro referência da coquetelaria. Entre as sugestões: Morning Glory Fizz (Whisky Dewar’s 12 anos, limão siciliano, clara de ovo e absinto), Brandy Crusta (Cognac Courvoisier V.S.O.P, Grand Marnier, limão siciliano e Peychaud’s Bitters), Manhatan Formula #3 New Standard (Maker’s Mark Bourbon Whiskey, Antica Formula, Angostura, Luxardo Maraschino e absinto) e Old Fashioned ( Maker´s Mark Bourbon Whiskey, Angostura, água, açúcar ). 12 Mile Limit - equilíbrio perfeito entre o rum, o bourbon e o brandy de Jerez com frescor da romã e do limão siciliano - o gelo em espiral é um capricho à parte. (fotógrafa Ananda Campello) Prohibition Era : os clássicos dos speakeasies, com pequenas alterações dos bartenders: 12 Mile Limit (rum Bacardi 8 años, Jim Beam Bourbon Whiskey, brandy de Jerez Fundador, romã e limão siciliano), Bee’s Knees (Gin Bombay, Fernet Branca, mel e limão siciliano), Colony Cocktail (Gin Bombay, Grapefruit, Luxardo Maraschino) e Mint Julep (Jim Beam Bourbon Whisley, Angostura, hortelã e xarope de açúcar). Z – Blooy Mary - o mezcal dá um toque defumado e inusitado ao drink e o crispy de Parma é um complemento perfeito (foto Alessander Guerra_Cuecas na Cozinha) Essential Classic’s by Frigobar : conhecidos por seu trabalho autoral, Pablo Moya, Diego Dillon e Sylas Rocha usaram sua liberdade criativa para adaptar clássicos dos balcões. Entre eles: Caramel Rob Roy (Whisky Dewar’s 12 anos, Noilly Prat, Antica Formula, xarope de caramelo e orange bitter homemade) e Z – Blooy Mary ( Mezcal, suco de tomate, sal, limão, molho inglês, molho de soja, tabasco, salsão). A quinta sessão do cardápio é assinada por Liu Fukushima. O menu traz itens como o couvert, Grissini, chips de raízes (batata doce, beterraba e inhame) e chips de bacon (incluso no valor no ingresso). E ainda: Hog Sandwich ( Sanduíche de mignon suíno, shiso e molho de limão) , DipShrimp ( Coquetel de camarão empanado servido com aioli) e Fish& Chips (Filé de côngrio rosa empanado em massa de cerveja, batatas chips servidos com molho chilli). Para a sobremesa FrigoCheesecake com calda de blueberry. FRIGOBAR Obrigatória a reserva antecipada pelo e-mail: frigobarsp@gmail.com (desde o primeiro contato solicitando a reserva, até todas as informações, pagamento e senha com instruções no dia escolhido – tudo é feito por email) Ingresso: R$ 150 (pagamento antecipado), dá direito a welcome drink, 3 coquetéis à escolha do cliente, Frigobar Experience (atividades programadas para o dia), água à vontade, couvert, sobremesa e café especial Reservas permitidas para até quatro pessoas. R. Bela Cintra, 1.715, Jardim Paulista, São Paulo - SP S/tel. Horário de funcionamento: terça e quarta, das 21h às 2h (cozinha funciona até à 0h e bar funciona até as 2h).
- SubAstor um lugar para beber bons drinks
O SubAstor é daqueles lugares escondidos, escuros, que parecem subversivos; tem até uma “passagem secreta” em forma de pesadas cortinas de veludo para se chegar até ele. Um espaço, que nos remete a uma pequena viagem a algum lugar do passado, que desconhecemos. Funciona assim, você entra, calmamente, pelo Bar Astor (bar na Vila Madalena com pegada reunião entre amigos, gostoso de ficar, ambiente claro, amplo, barulhento, cervejas, vinhos, drinks, cardápio com petiscos de bar, lanches e comida na linha cozinha boêmia -filé Chateaubriand, Oswaldo Aranha, ao Poivre, Picadinho, e por aí vai); atravessa o salão; desce as escadas (como se fosse ao banheiro), mas aí faz um desvio de percurso; se enrosca nas pesadas cortinas de veludo; consegue se desvencilhar delas e adentra num recinto, que nada lembra o que funciona no ambiente de cima do imóvel. O SubAstor pertence à linha dos Speakeasy, bares que tomaram conta dos Estados Unidos durante a Lei Seca, na década de 1920. Época em que as bebidas alcoólicas foram proibidas oficialmente e os bares se tornaram secretos, surgindo em ambientes escondidos e com clientes selecionados, cuidadosamente, para não fazerem alarde (speak easy); afinal de contas tinha a polícia, sempre na cola, pronta para um quebra-quebra. Enfim, tudo isso pra dizer que o SubAstor é um lugar para beber bons drinks! Um espaço para quem aprecia a boa coquetelaria. Não é um bar para “ver e ser visto” (embora a penumbra possa favorecer o flerte), nada apropriado para tirar selfies, reunir turmas para bate-papos ou ir com o objetivo específico de fazer uma refeição (tudo isso é possível no Bar Astor , basta voltar a subir as escadas) . Resumindo, é um lugar para beber bons drinks! A estrela é o bar, literalmente, o ponto mais iluminado da casa; o balcão de alabastro translúcido com iluminação interna, atravessa o espaço de ponta a ponta. Lá a mixologia tradicional ou criativa, é comandada com competência pelo bartender italiano Fabio la Pietra , um dos maiores nomes da coquetelaria no Brasil. Fabio la Pietra apresenta agora suas novas criações, apostando no uso de poucos e bons ingredientes, com destaque para sabores e aromas tropicais (fruto de sua pesquisa e experimentação durante os últimos anos com ingredientes brasileiros) e os destilados latino-americanos como rum, tequila, mescal e cachaça. A carta de drinks “Out of the Box” em forma de cubo, contém 24 coquetéis a preço único de R$29 (visitei a casa no lançamento da carta em julho/2015). Gostei bastante do Mistery Gardênia (foto de abertura da matéria com Fabio la Pietra ao fundo), que brinca com o clássico Daiquiri, ganhando o inusitado, interessante e untuoso toque de manteiga de garrafa (Rum Cubano Amber | Limão | Gardênia Mix – que o Fabio me contou que leva manteiga de garrafa, mel e fava tonka/cumaru); do Golden Dawn (Tanqueray Gin | Calvados Fine | Citricos | Honey Mix), mistura bem equilibrada, que dá vontade de continuar bebendo e do El Toreador ( Mezcal Joven | Limão | Apricot Brandy | Sal), com o defumado característico do mezcal . Pra você, peguei a lista completa para que possa ir escolhendo a sua pedida! “Out of the Box” -Terroir Ketel One Vodka | Manzanilla | Mel com tomilho | Cenoura | Celery Bitter - Mayan Mole Mezcal Joven | Vermouth Rosso | Chocolate | Chipotle | Sal Marinho - Cear á Vs 007 Ketel One Vodka | Tanqueray Gin | Castanha de Caju | Vermouth Bianco | Perfume de caju -Ordem & Prosecco Yaguara cachaça | Calvados Fine | Citricos | Prosecco | Cedro do Líbano -Holland House Genever | Dry Vermouth | Limão siciliano | Maraschino - Pink ’o ’Flamingo Ketel One Vodka | Citricos | Campari | Essencia de Rosa - In Vermouth Veritas Vermouth Bianco | Manzanilla | Salmoura | Bitter aromatico - Kentucky-tivo Bourbon Whiskey | Amaro Lucano | Jerez | Ginger Beer -Pain Killer 2 Rums | Laranja | Abacaxi | Coco | Absinthe Bitter -Mistery Gard ênia Rum Cubano Amber | Limão | Gardênia Mix - Buccanier Grog 2 Rums | Vermouth Rosso | Citricos | Melaço de cana | Absinthe Bitter -Dark & Stormy Rum Jamaicano | Limão | Melaço de cana | Ginger Beer | Absinthe Bitter - Singapore sling Mate Gin | Cherry Heering | Benedictine | Abacaxi | Bitters - El Toreador Mezcal Joven | Limão | Apricot Brandy | Sal - My Hops don't lie Tanqueray Gin | Infusão de lúpulos | Beer Cordial -Churchill Tea Cup JW Double Black | Manzanilla | Honey Mix | Espuma de chá -Frajola Milk Punch Cuervo Tradicional | Murici | Eucalipto | Limão cravo | coco ralado - Tat ò-nico Mate Gin | Agua de coco | Citricos | Hortelã - Clover Club Tanqueray Gin | Limão | Framboesa | Granadine - Caf é Maison Cachaça Merlet | Café espresso | Tonica | Bitter aromatico - Death in the Afternoon Pernod | Espumante brut | Twist de limão - Satan's whisker Tanqueray Gin | 2 Vermouths | Grand Marnier | Tangerina -Alligator Calvados VSOP | Drambuie | Peychaud's Bitter -Golden Dawn Tanqueray Gin | Calvados Fine | Citricos | Honey Mix Acesse o site do SubAstor
- Na Cozinha restaurante e escola
Desde 2009, quando abriram o Na Cozinha restaurante e escola , o chef Carlos Ribeiro e sua irmã e sócia Flávia Ribeiro, trouxeram para São Paulo, muito da comida brasileira dos mais variados Estados (especialmente os do Nordeste). Além do cardápio do chef executado na casa, eles têm feito eventos com cozinheiros de muitos cantos do Brasil. Sempre disse ao Carlos, que esse intercâmbio é fundamental e enriquece a nossa cultura, além de nos alimentar com muitas criações autênticas de grandes chefs nacionais como: Wanderson Medeiros, Tereza Paim, Onildo Rocha, para citar alguns. O cardápio do Na Cozinha restaurante e escola é outro aprendizado. O Rubacão, por exemplo é um prato tradicional da Paraíba (estado natal do chef) e leva: carne de sol (produzida no próprio restaurante), nata, feijão verde, arroz e queijo coalho. É comfort food pra ninguém botar defeito! Outro prato bem saboroso é o Picadinho do Mar ( Camarão com Chuchu, arroz, farofa de dendê, pastéis de vatapá e salada de tomates). Falando em Picadinho, o de carne é bastante premiado e procurado pelos clientes, tanto que virou também molho do Nhoque da casa. Para completar o Na Cozinha restaurante e escola lançou um serviço de comida congelada: Mix de petiscos ( Bolinho de Feijoada, Bobó Frito de Camarão, Bolinho de Arroz e Pastéis como os de Rabada, de Ragu de Galinha, de Barreado e de Vatapá), Risoto de Rabada, Rubacão, Baião de Dois, Baião de Frutos do Mar, Barreado; entre as opções do cardápio que, por hora, estão à disposição. E o lado Escola no Na Cozinha , funciona a todo vapor, no primeiro andar, em cima do restaurante. O chef Carlos Ribeiro oferece, cursos que vão dos temáticos, tipo Curso de Risotos ; até os mais completos, como Formação Básica de Cozinheiros , que dura 3 meses e serve para quem quer aprender tudo na cozinha -do manuseio dos ingredientes às técnicas de cocção para carnes, peixes e frutos do mar, aves, grãos e leguminosas, arroz e risotos, massas e molhos, ovos, caldos e fundos. Melhor de tudo é, que no final desses cursos de Formação Básica de Cozinheiros , os alunos tem sua formatura feita no próprio restaurante, cozinhando um menu completo para seus convidados. Mais infos do restaurante e cursos da escola acesse o site: Na Cozinha restaurante e escola .
- Bar do Estadão
Ponto de encontro a qualquer hora do dia ou da noite (aberto 24 horas nos 7 dias da semana) o famoso Bar do Estadão , funciona desde 1968. Suas mesinhas espalhadas pelo salão e o balcão com vitrines à mostra, são pra lá de concorridos. Embora o Estadão Bar e Lanches tenha um cardápio relativamente amplo, é com o Sanduíche de Pernil que ganhou fama na cidade de São Paulo . A grande maioria dos clientes que passam por aquelas portas do número 193 do Viaduto Nove de Julho, deseja provar o generoso e já icônico Sanduíche de Pernil . Para se ter uma ideia que o negócio não é brincadeira, diariamente, são consumidas mais de 30 peças de Pernil , sendo que cada uma delas pesa em média entre 7 kg a 8 kg. Ou seja, perto de 250 kg de pernil por dia. É lanche que não acaba mais! Eu gosto bastante do farto Sanduíche de Pernil do Bar do Estadão na versão mais simples, que vem com cebola, tomate e pimentão; mas também fica muito bom acompanhado de queijos, como o Palmira e já vi até cliente que pediu com uma fatia de abacaxi. Eu ainda não provei, mas covenhamos que pernil acompanhado de abacaxi é bom pacas! Aproveitando a expertise deles vai aí uma dica do rendimento do pernil: Para servir em casa no pão Frances de 50g, o ideal de recheio 100gr. Para servir em casa no mini pão Frances, o ideal de recheio 50gr. Para servir como acompanhamento em refeições ideal 150gr. Bar do Estadão
- Las Chicas Gourmet Garage
São vários os motivos que eu poderia citar para que vocês fizessem um visita ao Las Chicas Gourmet Garage da chef Carolina Brandão . Talvez eu pudesse ir pelo lado emocional. Contando que foi o lugar em que me inspirei para a cena final dos personagens do meu livro Sex and the Kitchen – O Sexo e a Cozinha . Ou então pelo ambiente despretensioso e gostosinho. Uma amistosa Gourmet Garage. O termo vem da onda americana de montar restaurantes simples em lugares despojados como uma garagem Também poderia apelar para o lado glutão, dizendo que sempre comi bem por lá. Las Chicas Gourmet Garage Poderia também dizer que é um lugar charmoso pra tomar o Café da Manhã ou o Café da Tarde , coisa rara em restaurantes de São Paulo. Normalmente não há cardápio para esses horários, mas no Las Chicas Gourmet Garage você vai encontrar: coalhada, ovos, tostadas, sanduíches, sucos, cafés. E ainda os salgados, bolos e doces que sempre estão na vitrine. Lá também é um lugar para um Almoço descontraído – nos estilo Deli Salad Bar – 5 saladas + 4 pratos quentes. Ou um Jantar menos formal – com petiscos, sanduíches especiais e pratos A La Minuta . Enfim, bons motivos é que não faltam para uma visita. Mas se nada disso ainda despertou a sua vontade, mire nesse pedaço de Bolo Brigadeiro do Las Chicas. É imperdível! Las Chicas Gourmet Garage ( site ) fotos: Alessander Guerra - Cuecas na Cozinha
- Frida & Mina
O casal Fernanda Bastos e Thomas Zander, que comanda a gelateria Frida & Mina , leva muito à sério essa questão do artesanal, do fresco, do feito na hora. “Produzimos tudo do zero…” assim começa uma frase escrita na parede da loja, que sinaliza para a cozinha envidraçada. Tudo na gelateria Frida & Mina é produzido artesanalmente, em pequenos lotes e com ingredientes selecionados. Enquanto a fila pra tomar sorvete anda, a cozinha corre pra produzir mais gelatos e mais casquinhas de sorvete que, a propósito, são bem boas – dá pra ver tudo ao vivo, pelo vidro que separa a produção da loja. caramelo com flor de sal e doce de leite Os gelatos variam todos os dias e as opções são sempre interessantes como: Cerveja com chocolate, Açúcar mascavo com pecã, Caramelo com flor de sal, Morango com aceto balsâmico, Doce de leite, muitas opções só de frutas; enfim, na gelateria Frida & Mina todo dia é dia de provar supresas. O lugar é pequeno e aconchegante. Filas são comuns, mas elas andam rápido, posso dizer porque visitei a gelateria Frida & Mina num dia bem quente (infernal), final de semana e com bastante fila. Pra terminar, algo que poderia ser copiado por todos os estabelecimentos, lá a água potável é de graça! A torneira e os copos, estão à disposição dos clientes ao lado do balcão de sorvetes. site Frida & Mina Cerveja com chocolate e Açúcar mascavo com pecã
- Bar Espírito Santo
O Bar Espírito Santo abriu suas portas em 1998 e desde lá vem se mantendo como um cantinho de Portugal, aqui em São Paulo. É daqueles bares que funcionam bem como restaurante, porque bons pratos saem da cozinha do chef Paulo Pereira Ramos. O cardápio do Bar Espírito Santo tem um capítulo dedicado aos Petiscos. Sim, porque é possível passar por lá para pedir apenas um dos drinks do barman Severino; ou mesmo tomar um chopp, acompanhado, por exemplo, de bolinhos de bacalhau. Bolinhos que vou dizer pra vocês são dos melhores que já provei na vida. Crocância, maciez, sabor,…afe! (deixa a foto falar por mim). Há também os Bocados (porções) como as Sardinhas Portuguesas e Iscas de Bacalhau. As Sandes – os famosos sanduíches portugueses, servidos aqui no pão francês, como o Prego – filezinho com ou sem queijo. Saladas como a do Algarve (frutos do mar, azeite de ervas e verdes variados). Para quem quer Caldos, lá está o Caldo Verde. Mas entrando no capítulo de pratos principais, que dão ao Bar Espírito Santo a cara de restaurante,temos o cardápio dividido em “da terra”, “bacalhau” e “do mar”. Da Terra há Picadinho, Arroz de Pato, Costeleta de Cordeiro, para citar alguns. O Bacalhau, certamente, merece um capítulo só dele – Bacalhoada à Portuguesa, Bacalhau ao Forno com Batatas, Bacalhau à Lagareira (posta generosa como podem ver na foto), Bacalhau Nunca Chega (desfiado e mexido com ovos, presunto e cebola, coberto com batata palha), entre outros. Do Mar tem Arroz de Polvo, de Camarão, e também um prato que gostaria de destacar, o Polvo à Lagareira (foto) - carnudo, textura e maciez incrivelmente boas. Ingrediente de primeira! Os pratos são bem servidos. Acho possível dividí-los, ainda mais se pedir Salada ou Petiscos, por exemplo. É um jeito de comer para ficar satisfeito, sem exagero, sem desperdício e, por tabela, mais em conta. Outro ponto a se destacar do Bar Espírito Santo , é a adega com 170 rótulos, a cargo dos sommeliers Eduardo e Francisco, que também se encarregam do atendimento e sugestão para harmonização com os pratos. Felizmente, prioriza os vinhos portugueses. Nada melhor que um vinho português para harmonizar com comida portuguesa, não é verdade? Esse Crasto Superior que eu provei é bom demais! É caro? A cozinha portuguesa não é nada barata no Brasil, ainda mais lembrando que em Portugal comemos tão bem, gastando menos. Mas entre os portugueses da cidade posso dizer que está dentro do razoável, ainda mais se você acatar as dicas de divisão que dei acima. Serviço Rua Horácio Lafer, 634 – Itaim (esquina com a Rua Salvador Cardoso) – São Paulo (11) 3078 7748 2ª feira – das 12h00 às 15h00 e das 17h30 às 00h00 3ª a 5ª feira – das 12h00 às 15h00 e das 17h30 à 01h00 6ª feira e sábados – das 12h00 à 01h00 Domingos e feriados – das 12h00 às 23h00 Qualquer dúvida ou informação adicional acesse o site do Bar Espírito Santo
- Carne de Cordeiro Gourmet
A vida é cheia de surpresas, por isso é preciso manter a mente aberta e a vontade acesa! Basta um email; um único email pode nos levar por caminhos nunca antes imaginados. Foi mais ou menos isso que aconteceu com a Priscila Quirós, criadora de cordeiros de corte da raça Poll Dorset em sua fazenda Cabanha Oviedo , e proprietária da Quirós Gourmet que produz Cortes Especiais de Carne de Cordeiro . Bolinho de pernil de cordeiro – crocante, sequinho, camada fina de massa, recheio abundante de um pernil de cordeiro desmanchado em fios e muito bem temperado. Senta que lá vem história! Lá vai o tio da Priscila que mora em Oviedo (capital das Astúrias – Espanha) passar um email pra família, aqui no Brasil, comunicando sobre os 100 anos de criação de cordeiros e queijos de ovelha pela família Quirós, tanto na região de Oviedo, como em Quirós (município de Astúrias, que leva o mesmo nome da família). Aí a Priscila, que não sabia de nada, comenta com sua mãe que responde dizendo: como não sabia, nunca leu o livro que estava sobre a mesinha contando a história toda? Ah esses livros que já nasceram em cima da mesinha da casa de nossos pais… Quem um dia já parou para ler um deles? Pois é! Então lá foi ela folhear o tal livro e despertar seu bichinho da vontade inquietante, de fazer algo a respeito. Hora de conhecer as raízes espanholas, a história de sua família com a criação de cordeiros e descobrir que Quirós é famosa pela tradição na arte de preparar e saborear o cordeiro. Ali, sempre no primeiro domingo do mês de julho é celebrada a Festa do Cordeiro ; pelas fotos que a Priscila me enviou dá pra ilustrar um pouco o que acontece por lá. A curiosidade crescente pelos cordeiros se aliou a dois fatores importantes: ela já tinha uma fazenda no interior de São Paulo e o preço da carne de cordeiro disparou no Brasil, em função de uma parceria do Uruguai (nosso principal fornecedor) com outros países; o que motivou investimentos no setor. Diversas pesquisas e cursos de especialização depois, começa a criação dos cordeiros de corte da raça Poll Dorset (genética importada da Nova Zelândia e Austrália) na fazenda Cabanha Oviedo (que fica na região de Amparo). Pra começar, toda a pastagem de qualidade ruim teve que ser substituída pela do tipo aruana, proveniente da África do Sul - pasto rico com níveis de proteína adequados. “Toda a alimentação dos animais é produzida na própria fazenda, garantindo a procedência e o cuidado de cada detalhe. Temos três galpões térmicos, centro de manejo, fábrica de ração e laboratório. Alimentação riquíssima em energia e proteína” conta Priscila. Mini Gyro com Lombo de Cordeiro – uma boa expressão do prato grego que leva coalhada – lombo macio e úmido coberto com finas tiras de pepino. A fazenda com 900 metros de altitude e 15 nascentes que abastecem os cochos do rebanho, é completamente sustentável. Hoje são mais de 1500 cabeças criadas soltas com pastoreio de cães da raça italiana Pastor Maremano de Abruzês. O objetivo é uma criação de qualidade, sem stress para o animal, refletindo evidentemente na excelência dos Cortes Especiais de Carne de Cordeiro que atenderão a chefs de grandes restaurantes como a rede Fasano; empórios gourmet como FEED e agora, diretamente ao público final, por meio da venda de kits especiais no site da Quirós Gourmet . Delicioso Carré de Cordeiro , o melhor que já provei na vida. As encomendas são feitas online e o cliente pode escolher o Kit pelo tema (churrasco, jantar, aperitivo etc), ou optar pelos kits personalizados, onde escolhe os cortes e as quantidades que deseja. A entrega é feita à domicilio, acompanhada de receitas e dicas de preparo desenvolvidas por chefs parceiros e pela própria Priscila , que cursou a escola de gastronomia Le Cordon Bleu. Entre os cortes: Carré Francês, Short Rack ( Carré Curto), Paleta, Pernil, Picanha, Neck Fatiado (com osso), Neck Desossado, Carne Moída, Linguiça Fina e Grossa, Filet Mignon, Lombo e Costela. Com o objetivo de facilitar a vida dos clientes, os cortes já vem limpos (apenas com uma pequena camada de gordura necessária para o preparo) e alguns são desossados, ou mesmo os ossos já vem devidamente raspados, como é o caso do carré francês e do curto. Pernil de cordeiro que desmancha na boca com purê trufado, outro prato que deixou boas lembranças. Agora vamos à degustação dos Cortes Especiais de Carne de Cordeiro que eu fiz no restaurante grego MYK . Se a carne é muito boa? Sem dúvida! Macia, tenra,saborosa, o melhor carré de cordeiro que já provei na vida! Mas preciso deixar registrado aqui a perfeita execução da chef Mariana Camargo. Um bom chef, dificilmente, salva um ingrediente ruim; mas um mal chef pode estragar um ingrediente muito bom. Chardonnay Thalassa 2012 - um vinho grego bem fresco, frutado,aromático e de final seco. Gostei!











