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  • Receitas de Peixes e Frutos do Mar

    Antes de falarmos sobre Receitas de Peixes e Frutos do Mar , pedi para o Ministério da Pesca e Aquicultura para dar Dicas para Escolher um Bom Pescado. Dicas para escolher um bom pescado Como escolher um peixe fresco, seco, congelado ou mesmo enlatado é uma dúvida que surge na cabeça de muita gente. O Ministério da Pesca e Aquicultura dá Dicas para escolher um bom Pescado. Para escolher um pescado de qualidade o consumidor deve estar atento, em primeiro lugar, ao estabelecimento. É obrigatório o uso de luvas descartáveis por quem manuseia o produto, o ambiente de manipulação do pescado deve estar bem higienizado, bem como os instrumentos de trabalho do peixeiro. Escolha um estabelecimento organizado e limpo. Verifique a higiene dos atendentes. Observe se os pescados estão mantidos na temperatura recomendada pelo fabricante (refrigerados, congelados ou à temperatura ambiente). Adquira o pescado (refrigerado ou congelado) ao final das compras. PESCADO FRESCO Pele firme, bem aderida, úmida e sem a presença de manchas Olhos brilhantes e salientes Escamas unidas entre si, brilhantes e fortemente aderidas à pele Brânquias (guelras) devem possuir cor que vai do rosa ao vermelho intenso, brilhantes e sem viscosidade Odor característico e não repugnante Livre de contaminantes (areia, pedaços de metais, plásticos, combustíveis, sabão e moscas).   PESCADO SECO O “pescado seco” é dessecado de forma apropriada sem adição de sais O “pescado salgado seco” é dessecado inteiro e tratado com sal (cloreto de sódio) Deve estar armazenado em local limpo, protegido de poeira e insetos Ausência de mofo, ovos, ou larvas de moscas, manchas escuras ou avermelhadas, limosidade superficial, amolecimento e odor desagradável. PESCADOS CONGELADOS Os produtos congelados devem ser conservados sempre a temperaturas inferiores a -18ºC e resfriados abaixo de 0ºC No caso de produtos resfriados ou congelados, preste atenção se há poças de água no freezer e a presença de produtos molhados. Esses fatores podem indicar que o freezer foi desligado ou teve a sua temperatura reduzida, o que pode comprometer a qualidade do produto, causando sua deterioração Os peixes já fatiados e industrializados só devem ser adquiridos se estiverem carimbados com o selo do SIF (Serviço de Inspeção Federal) PESCADOS ENLATADOS O pescado em conserva é armazenado em recipientes herméticos, podendo ser vendido nas seguintes categorias: “Ao natural”: é o pescado armazenado com salmoura fraca, adicionada ou não de temperos; “Em azeite ou em óleos comestíveis”: é o pescado armazenado em azeite de oliva ou outro óleo comestível, adicionado ou não de temperos. Os rótulos ou embalagens devem apresentar informações obrigatórias, como: identificação da origem, prazo de validade, instruções para uso e, quando necessário, o Selo de Inspeção Federal (SIF). CUIDADO COM AS EMBALAGENS A embalagem deve conter o nome do produto Lista de ingredientes em ordem decrescente de quantidade. Conteúdo líquido (quantidade ou volume que o produto apresenta) Identificação da origem (identificação do país ou local de produção daquele produto) Identificação do lote PRAZO DE VALIDADE o DIA e o MÊS para produtos com duração mínima menor do que 3 meses o MÊS e o ANO para produtos com duração superior a 3 meses Instruções para o uso, quando necessário. Selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), Serviço de Inspeção Estadual ou Municipal. No caso de produtos importados, as informações devem estar em português. Os produtores de pescado embalado, devem ainda declarar a rotulagem nutricional obrigatória com as seguintes informações: Valor Energético, Carboidratos, Proteínas, Gordura Totais, Gorduras Saturadas, Gordura Trans, Fibra Alimentar e Sódio. Receitas de Peixes e Frutos do Mar Primeiramente queria informar que essa receita de Bobó de Camarão, me deixou com vontade. Conversei com o chef William Ribeiro e ele me disse: “Ale, vou fazer hoje pra almoçar, fotografo e te mando”. E foi assim que essa foto veio direto de sua pousada Casa Hotel Sahy no litoral norte de São Paulo. Enfim, registrando minha resposta disse a ele: Que inveja! Gostaria de estar aí aproveitando a praia, comendo esse Bobó de Camarão. Obrigado meu amigo por aceitar meu convite para participar do Natal Solidário Quebrada Alimentada. Evento que criei incentivando convidadas e convidados e também leitoras e leitores do Cuecas na Cozinha a fazerem doações para o projeto durante todo o mês de dezembro de 2022. Quebrada Alimentada é um projeto premiado de combate à fome, organizado pelo restaurante Mocotó e comandado pelo casal Rodrigo Oliveira (Mocotó) e Adriana Salay. Bobó de camarão com raízes rendimento: 4 porções Ingredientes 20 camarões grandes frescos ( reserve a casca pois será usada para o caldo) mandioca descascada e cozida (2 unidades) batata doce descascada e cozida (1 unidade) mandioquinha/ batata baroa descascada e cozida (1 unidade) azeite ( 2 colheres de sopa ) azeite de dendê ( 2 colheres de sopa ) cebola grande picada (1 unidade) gengibre ralado (1 colher de cha) 1 talo pequeno de capim santo leite de coco (200ml) água filtrada (1 litro) pimentão verde picado sem semente (1/2 unidade) tomate maduro picado (2 unidades) 1 pitada de tempero baiano (mistura de pimenta do reino, cominho e coentro em pó). Vinagrete Ingredientes cebola roxa bem picada (1/2 unidade) tomate sem pele e semente cortado em cubos bem pequenos (1 unidade) 1 pimenta doce ( pimenta de cheiro que não arde) folhas de coentro (1 punhado pequeno) 50 ml de azeite 1 pitada de sal Suco de ½ limão tahiti Modo de Preparo Caldo de Camarão Faça um caldo com as cascas dos camarões, bem como as aparas da batata doce e mandioquinha usadas na receita. Coloque tudo em 1 litro de água e então deixe ferver em temperatura moderada por mais ou menos 40 minutos. Coe e reserve. Base Purê Em uma panela esquente o azeite e o dendê. Então refogue lentamente a cebola e o pimentão. Em seguida adicione o tomate e refogue mais um pouco. Acrescente os demais ingredientes (exceto o leite de coco e camarões inteiros) + o caldo de camarão e dessa forma deixe ferver por uns 15 minutos. Finalize com o leite de coco. Misture. Desligue o fogo, deixe esfriar e retire o talo de capim santo. Bata num liquidificador. A textura é de purê, mas se estiver muito grossa, acrescente água aos poucos. Reserve. Vinagrete Num liquidificador bata o azeite, a pimenta, o coentro e o suco de limão. Adicione a cebola e tomate, picados. Corrija o sal. Finalização Grelhe os camarões em uma frigideira com azeite quente por cerca de 2 minutos de cada lado. Acrescente os camarões grelhados ao creme. Salpique as castanhas. Enfim, sirva acompanhado de vinagrete e arroz. Receita de Peixada Em primeiro lugar, antes de falarmos sobre essa deliciosa r eceita de peixada , vamos dar o play para ouvir essas duas pessoas, que eu admiro muito, o casal Rodrigo Oliveira e Adriana Salay, falarem do nosso Natal Solidário Quebrada Alimentada. Quebrada Alimentada é um projeto premiado de combate à fome, organizado pela dupla. Desde o início da pandemia, já distribuiu para famílias em vulnerabilidade, mais de 100 mil refeições e 70 toneladas em cestas básicas e cestas de vegetais orgânicos de agricultura familiar. Dessa forma, para que esse projeto lindo alimente muitas pessoas nesse Final de Ano, esse que vos escreve, Ale Guerra, criou nesse nosso espaço de cozinhar ideias, o Cuecas na Cozinha, um Natal Solidário. https://youtube.com/shorts/rqNEcM9P4pY?feature=share Natal Solidário Então, funciona assim... Todos os dias, entre 1 e 31 de dezembro de 2022, teremos receitas especiais, bem como dicas para que cada um que passe por aqui possa aproveitar em suas Festas de Final de Ano. Convidei muitas pessoas queridas: chefs, jornalistas, influenciadoras e influenciadores, que toparam o meu convite, colaborando com uma receita para essa festa solidária e, igualmente, fazendo uma doação para o projeto. Te convidamos a participar dessa corrente do bem! Doar é muito fácil! A partir de R$5 você já faz diferença na vida de uma família. Basta acessar o site Quebrada Alimentada e realizar esse gesto de amor. Desde já, muito obrigado! E então, vamos espalhar amor? É disso que a gente precisa! Um lindo Natal e um Ano Novo recheado de coisas boas! Ale Guerra Receita de Peixada Antes de mais nada, te digo, essa Peixadinha do São Francisco do chef Rodrigo Oliveira do restaurante Mocotó, que funciona desde 1973 na Vila Medeiros, vai conquistar seu paladar. E, com tanto rio, com tanto mar, nossa mesa de Natal e Ano Novo, bem que merece ter mais peixes pescados no Brasil, não é verdade? Peixadinha do São Francisco Por Rodrigo Oliveira rendimento: 10 porções Ingredientes 1,5 kg de filés de surubim ou pintado Sal Para o molho 3 tomates maduros 1 cebola branca 1 pimentão verde 2 pimentas-malagueta 8 g de gengibre 200 g de leite de coco 700 ml de água de coco 100 g de castanha-de-caju 500 g de aparas ou cabeças de peixe Para finalizar 50 ml de azeite 30 tomates- cereja 5 pimentas cambuci 20 cebolas pérolas (aquelas pequenas, normalmente usadas em conserva) Sal a gosto Limão cravo ou limão taiti a gosto Folhas de coentro a gosto Modo de Preparo Salgue o peixe levemente e deixe então descansar por 1h na geladeira. Processe no liquidificador o tomate, a cebola, o pimentão, a pimenta, o gengibre, o leite, a água de coco e as castanhas. Coe esse caldo numa peneira fina e leve, dessa forma ao fogo numa caçarola funda. Junte as cabeças ou aparas de peixe e cozinhe em fogo moderado por 1h após levantar uma fervura leve. É importante não deixar o caldo entrar em franca ebulição, o que garantirá um molho ainda mais perfumado e saboroso. Escume qualquer resíduo que se forme na superfície. Enfim, coe uma vez mais o molho e reserve. Montagem Numa caçarola de barro ou panela de barro, disponha o peixe cortado em pedaços médios e cubra com o molho, bem como o azeite, tomates cereja, pimenta cambuci e cebola pérola. Leve ao fogo moderado e cozinhe por aproximadamente 8 minutos. Então, acerte o sal e a acidez, usando limão cravo ou limão taiti ou os dois. Enfim, arranje por cima as folhinhas de coentro. Nossa sugestão é servir com mix de arroz do Vale da Paraíba ou arroz comum. E uma farofa de castanha e coco queimado ou outra de sua preferência. Super leve, refrescante e muito fácil de fazer esse Ceviche da Selva tem um toque de Amazônia, leva feijão manteiguinha e farinha de mandioca (Farinha D’água de Bragança – PA) , ambos ingredientes encontrados na loja virtual da Manioca Brasil. Obrigado, chef Carla Pernambuco por aceitar meu convite para participar do Natal Solidário Quebrada Alimentada. Evento que criei incentivando convidadas e convidados e também leitoras e leitores do Cuecas na Cozinha a fazerem doações para o projeto durante todo o mês de dezembro de 2022. Quebrada Alimentada é um projeto premiado de combate à fome, organizado pelo restaurante Mocotó e comandado pelo casal Rodrigo Oliveira (Mocotó) e Adriana Salay. Ceviche da Selva Ingredientes 300g de robalo ou peixe da sua preferência 4 unidades de limão taiti 1 cebola roxa em meia lua e colocada no gelo para ficar bem crocante 2 unidades de pimenta dedo de moça ou outra pimenta da sua região Folhas de coentro picadas, a gosto Sal a gosto Modo de Preparo Cortar o peixe em cubos e temperar com sal Fatiar as cebolas em meia lua, bem como as pimentas em rodelas fininhas. Juntar ao peixe e então acrescentar o suco de limão e o coentro picado. Saladinha de Feijão Manteiguinha 100g de feijão manteiguinha cozido e escorrido. pimentão vermelho em cubos bem pequenos (1 unidade) pimentão amarelo em cubos bem pequenos (1 unidade) cebola roxa picadinha (1 unidade) Azeite Suco de 1 limão taiti 2 colheres de sopa de coentro picado Sal e pimenta Modo de Preparo Juntar todos os itens e misturar bem. Estará pronto para acompanhar o ceviche. Finalização Montar o prato com o ceviche já finalizado, ao lado acrescentar a saladinha de feijão manteiguinha, bem como a farinha de mandioca. Por fim, para a apresentação do prato utilizar ¼ de cebola roxa em fatias finas, pimenta dedo de moça em rodelas e folhas de coentro. Fotos: Letícia Abdo Cuscuz Paulista por chef Mara Salles restaurante Tordesilhas Rendimento: 1 cuscuz que serve 10 pessoas Ingredientes ½ kg de filé de peixe 350 g de camarões médios descascados e limpos 200 g de sardinha em conserva de óleo 3 colheres (sopa) de azeite de oliva 3 dentes de alho picados 1 cebola média bem picada 3 tomates maduros (sem pele e sem sementes) picados ½ pimentão verde picado ½ pimentão vermelho picado 3 ovos cozidos 150 g de ervilhas em conserva 150 g de palmito em conserva picado em cubos 1 colher (chá) de coentro picado 2 colheres (chá) de cebolinha picada 50 g de azeitonas verdes 400 ml de caldo de peixe 250 g de farinha de milho flocada 100 g de farinha de mandioca Limão a gosto para temperar antecipadamente o peixe e o camarão Sal, pimenta-do-reino, pimenta dedo-de-moça e colorau a gosto 10 Tomatinhos cereja para decorar Modo de Preparo Antes de mais nada, principie o cuscuz decorando uma fôrma de pudim previamente untada com azeite. Use, por exemplo: rodelas de tomate, ovos cozidos, pimentão, palmito, filés de sardinha, camarão. Tempere o peixe e o camarão com sal, limão, coentro e pimenta-do-reino e então salteie em azeite (separadamente) e reserve. Misture as farinhas e umedeça levemente com as mãos molhadas – reserve.  Bem como, aqueça o azeite e doure o alho. Acrescente os pimentões, a cebola e o tomate. Refogue por uns 10 minutos. Acrescente o colorau e a pimenta. Introduza o caldo de peixe, o peixe salteado e o camarão (reserve parte deste para decorar). Quando ferver, agregar os ovos, palmito, sardinha, ervilhas, cebolinha e azeitonas. Quando ferver novamente acerte o sal e a pimenta. Introduza aos poucos as farinhas, mexendo sem parar até dar ponto de pasta firme. Imediatamente (sem que esfrie) despeje o cuscuz na fôrma decorada. Preenchida a fôrma, faça uma pressão com uma colher para que o cuscuz fique bem compacto. Deixe descansar em lugar fresco ao menos 3 horas antes de servir. Essa  Receita prática com camarão pode ser usada, por exemplo, num couscous marroquino, como o que eu fiz e fotografei pra essa matéria. Bem como, para fazer risoto (com muitos tipos de arroz), massa (dos mais variados formatos), polenta, enfim, aquilo que te der na telha. Outra ideia é deixar esfriar e servir como salada! Receita prática com camarão nesse caso meu couscous marroquino com camarão, ervilha, tomate e hortelã Mistura 500 g de camarão limpo (pode ser fresco ou congelado) 1 pacote de ervilha congelada (cerca de 300g – deixa descongelar naturalmente) 1 bandeja de tomatinhos (aproximadamente 200g) 30 a 40 folhas de hortelã bem picadas azeite alho-poró picado pimenta síria sal Modo de preparo Leve o alho-poró para refogar no azeite por cerca de 1 minuto, acrescente os demais ingredientes, inclusive os temperos, e misture bem, mexendo de vez em quando até cozinhar. (cerca de 5 minutos). No final do cozimento salpique um pouco mais de hortelã picada (pode fazer assim metade das folhinhas picadas você usa na mistura durante o cozimento e a outra metade você coloca no final). Couscous 1 caixa de 500 g serve bem de 6 a 8 pessoas Antes de começar a fazer a mistura. Hidrate o couscous de acordo com as instruções da caixa ou pacote (você encontra nos mercados na sessão de importados – o couscous marroquino é uma sêmola de trigo, ou seja, contém glúten). Normalmente para 500g de couscous eles falam pra ferver 500 ml de água, eu fervo um pouco mais, cerca de 600 ml (acho que hidrata melhor). Montagem Couscous hidratado e mistura pronta é só juntar um no outro e mandar ver! O chef Eudes Assis, especializado em iguarias caiçaras preparou uma receita saborosa de Robalo grelhado com manteiga de pistache acompanhado de Arroz lambe lambe de mariscos. Esse arroz dele eu já tive a oportunidade de provar e posso dizer que é de lamber os beiços! Robalo grelhado com manteiga de pistache e Arroz lambe lambe de mariscos Rendimentos 2 porções, nível médio, tempo 35 minutos Ingredientes 200g de filé de robalo 1 colher chá de suco de limão 2 colheres chá de azeite extra virgem Sal e pimenta do reino a gosto 4 colheres chá de pistache torrado e triturado 2 colheres de manteiga Modo de Preparo 1 Tempere os filés do peixe com suco de limão, sal e pimenta-do-reino. 2 Grelhe no azeite com numa frigideira antiaderente até dourar todos os lados. 3 Derreta a manteiga com o pistache e jogue sobre o peixe grelhado. Arroz lambe lambe de mariscos Ingredientes 200g de mariscos frescos cozidos e limpos na meia casca. 2 colheres sopa de alho poró picado 2 colheres sopa de manteiga 1 xícara de arroz agulhinha ½ copo de vinho branco 1 copo de caldo de peixe 2 colheres sopa de cebola ralada 4 colheres sopa de tomate cortados em cubo (sem pele e semente) 1 colher de salsinha picada Sal e pimenta do reino a gosto Modo de Preparo 1 Refogue os marisco na manteiga com a cebola, alho poro, sal e pimenta. 2 Acrescente o vinho branco e o arroz . 3 Adicione o caldo de peixe até o arroz ficar al dente. 4 Deixe cozinhar. 5 Coloque os tomates 6 Finalize o arroz lambe- lambe com manteiga e salsinha. Antes de você ler essa Receita de Pescado Matuto do chef Joca Pontes do restaurante Ponte Nova – Recife (PE), vale conhecer a matéria que fiz sobre o projeto do documentário “Pernambuco: Sabores do Mundo” , que a PopCorn Filmes, do diretor italiano, Riccardo Rossi, está fazendo com Joca e os chefs recifenses, André Saburó (Quina do Futuro – Recife – PE) e Duca Lapenda (Pomodoro Café – Recife – PE). “Pernambuco: Sabores do Mundo” busca resgatar as origens dos três chefs (França, Japão e Itália) e a influência que tiveram nos caminhos que cada um trilhou em suas cozinhas, aqui no Brasil. Ao ler a matéria, você vai, inclusive, entender melhor, porque é essa Receita de Pescado Matuto, concebida com tal técnica de preparo,  que o chef Joca Pontes enviou para o Cuecas na Cozinha. Receitas também vivem de histórias! Receita de Pescado Matuto Filé de sirigado grelhado na manteiga de garrafa sobre feijão verde no pirão de queijo, vinagrete colorido e bacon Receita do chef Joca Pontes do restaurante Ponte Nova – Recife (PE) 8 pessoas Peixe – 8 filés de sirigado de 175 g cada – 2 colheres de sopa de manteiga de garrafa Modo de Preparo Grelhar os filés de sirigado em uma panela antiaderente, com um fio de azeite. Passar a manteiga de garrafa e finalizar no grill. Feijão com Pirão 1,2 kg de feijão verde cozido (na falta utilizar feijão fradinho) 75g de queijo coalho 75g de queijo Minas 150ml de leite ½ dente de alho 20ml de vinho branco 1 colher de sopa de farinha de mandioca Modo de Preparo Triturar os queijos, o leite, o alho e o vinho branco. Ferver em fogo baixo numa panela, adicionar a farinha e mexer bem. Passar mais uma vez no liquidificador, retificar o sal e a pimenta. Misturar com o feijão verde. Vinagrete colorido cenoura em cubinhos (50g) manga verde em cubinhos (50g) repolho branco em cubinhos (50g) pepino em cubinhos (50g) 20g de cebola roxa em cubinhos 5 gramas de pimenta dedo-de-moça em cubinhos hortelã picadas (10 folhas) manjericão picados (10 folhas) coentro picadas (10 folhas) 100ml de azeite 1 limão galego (sumo) Flor de sal Modo de Preparo Misturar todos os ingredientes, temperar com flor de sal. Bacon 50g de bacon fatiado 1 colher de chá de açúcar Modo de Preparo Grelhar o bacon numa frigideira, finalizar com açúcar. Levar ao forno a 120 graus para secar por cerca de 10 minutos. Picar na faca até ficar em pó. Antes de você ler essa receita de Sashimi Brulée do chef André Saburó do restaurante Quina do Futuro – Recife (PE), vale conhecer a matéria que fiz sobre o projeto do documentário “Pernambuco: Sabores do Mundo”, que a PopCorn Filmes, do diretor italiano, Riccardo Rossi, está fazendo com Saburó e os chefs recifenses, Joca Pontes (Ponte Nova – Recife – PE) e Duca Lapenda (Pomodoro Café – Recife – PE). “Pernambuco: Sabores do Mundo” busca resgatar as origens dos três chefs (Japão, França e Itália) e a influência que tiveram nos caminhos que cada um trilhou em suas cozinhas, aqui no Brasil. Ao ler a matéria, você vai, inclusive, entender melhor, porque é essa receita de Sashimi Brulée que o chef Saburó enviou para o Cuecas na Cozinha. Receitas também vivem de histórias! Receita de Sashimi Brulée Lâminas de atum premium selado em óleo de gergelim e finalizado com lâminas de limão, shisso e flor de sal Receita do chef André Saburó do restaurante Quina do Futuro – Recife (PE) Receita para 4 porções 240g de Lombo de atum Flor de sal  à gosto Shisso desidratado à gosto 10 ml de Shoyu japonês 10 ml de Saquê mirin 1 Limão tahiti 30 ml de Óleo de gergelim 5 g de Sal Modo de preparo : Deixar o lombo (akami) marinar no shoyu, saquê e sal por 15 minutos. Selar rapidamente em uma frigideira bem quente com óleo de gergelim. Laminar o atum e finalizar com limão, shisso e flor de sal. Essa receita de massa com camarão bem simples , é bem simples mesmo! Daquelas que não requerem prática, nem tão pouco habilidade, rs. Normalmente, o jeito mais fácil de consumirmos camarão, já que pode ficar armazenado por um tempo no freezer, é comprando limpo em pacotes congelados. Nesse caso, é só descongelar em temperatura ambiente, escorrer a água e secar bem os camarões antes de usar. Você pode, por exemplo,  preparar um petisco, passando os camarões por uma frigideira quente com um pouco de manteiga (2 minutos), jogar suco de limão, colocar um toque de pimenta, sal e raspas de limão. Ou então, preparar um prato principal como essa massa com camarão bem simples, que tenho certeza que será um sucesso na sua cozinha! Ah, eu resolvi mudar um pouquinho e servi a massa dentro daquelas xícaras grandes de porcelana. Massa com Camarão Bem Simples Ingredientes 2 pessoas (lembrando que você pode colocar a quantidade de camarões que quiser na sua receita, bem como utilizar o tamanho que achar mais adequado) 200 gr de massa – eu fiz espaguete 100 gr de camarão limpo (pequeno) 1 colher de sopa de manteiga 1 colher de sopa de alho-poró picado 20g de gorgonzola 3 colheres de sopa de creme de leite – pode ser o de caixinha. sal pimenta do reino Modo de fazer Derreta a manteiga, refogue o alho poró. Acrescente os camarões e frite por cerca de 2 a 3 minutos. Acrescente o gorgonzola pra derreter. Misture o creme de leite. Acrescente sal e pimenta do reino à gosto. (o que você vê na foto é pimenta do reino moída na hora). Servir na hora que ficar pronto!   Gosta de Bacalhau? Então, acesse esse post com Receitas de Bacalhau Deliciosas .

  • Receitas Especiais de Natal

    Selecionei abaixo algumas Receitas Especiais de Natal. Desejo Boas Festas! Receitas Especiais de Natal Receitas de Peru A receita de peru assado foi criada pelo chef francês  Christian Formon . Peru Assado com Cogumelos e Castanhas Ingredientes peru de 2 1/2 kg aproximadamente ¼ de toucinho de porco 6 cebolas pequenas 5 dentes de alho sem descascar Caldo de peru As patas e as asas do peru Carcaças de frango e de peru ½ kg de galinha 1 alho-poró, 2 batatas e 3 cenouras ½ garrafa de vinho branco ou vinho de Jerez 500g de castanhas cogumelos (500g) Azeite de oliva, sal e orégano Purê de Castanhas 1 kg de castanhas leite 50g de manteiga Preparo do Peru Corte as asas do peru e reserve para o caldo. Tempere e unte de azeite de oliva todo o peru por dentro e por fora. No interior do peru, ponha um pouquinho de orégano, 3 pedaços de toucinho de porco (escolha os que tenham um pouquinho de carne) e uma cebola inteira. Se as patas do peru estiverem muito separadas, amarre com barbante cruzando-as. Espete com palitos as tiras de toucinho de presunto entre as patas e por todo o peito. Numa travessa de forno grande, onde haja espaço para todos os ingredientes, encha todo o fundo de azeite de oliva. Coloque o peru no centro, e ao redor as cebolas e os alhos. Asse durante 2 ou 3 horas (dependerá do peru) a 180º de temperatura. Regue continuamente com o caldo que preparou. Como saber se o peru está assado Para saber quando o peru está no ponto, espete com um garfo o peito do peru. Se o caldo que sair for rosado, é preciso assá-lo mais e espetar outra vez depois de uns 15 minutos. Dez minutos antes de que termine de assar, coloque na travessa 1/2 kg de castanhas descascadas e cozidas por dez minutos. Uma vez assado o peru, deixe repousar uns 30 minutos. Depois tire o barbante. Numa frigideira refogue os cogumelos junto com um alho picado. Quando tiver consumido todo o seu líquido, acrescente 1/2 copo da molho do peru. Frite mexendo com um garfo de madeira. Coloque o peru no centro de uma travessa grande, e ao redor ponha as castanhas junto com os cogumelos. Regue com um pouco do seu molho. Sirva em duas salseiras; em uma despeje o molho do peru, e na outra um purê de castanhas. Sirva e corte na mesa. Para preparar o peru, em uma panela coloque todos os ingredientes do caldo e despeje água até cobri-los. Quando a água estiver fervendo, coloque o sal e o vinho (a quantidade de vinho é a gosto do cozinheiro). Feche a panela e reduza o fogo para cozinhá-lo lentamente (aproximadamente uma hora e meia). Preparo do Purê de Castanhas Cozinhe as castanhas com a sua pele durante 10 minutos e depois descasque. Ponha em uma panela e cubra de leite. Remova assim que as castanhas estiverem moles. Misture com a manteiga e bata tudo na batedeira. Peito de Peru no forno receita da chef Renata Braune Para 6 pessoas Ingredientes 1 peito de peru bolinha 120g de presunto serrano ou cru 1 xícara de folhas de espinafre 1 colher de aceto balsâmico 1 pitada de açúcar 1 colher de sopa de azeite ramos de alecrim Modo de preparo Abra o Peru em manta ( cortar ao meio e abrir as laterais ). Tempere a carne com alecrim, aceto, azeite e pitada de açúcar. Coloque as folhas de espinafre e o presunto cru sobre o peru aberto. Enrole e amarre com barbante ou papel alumínio. Leve ao forno por 25 minutos em temperatura de 180 graus. Retire do forno e deixe descansar 10 minutos antes de laminar. foto: Wellington Nemeth Peito de Peru Recheado O  chef Carlos Bertolazzi criou para o Zena Caffè essa receita bem diferente e saborosa de Peito de Peru Recheado. O nome da receita em italiano é Rotolo di Tacchino Ripieno com Crema di Castagne e o chef explica: “É um rotolo de peru, porque o peito do peru depois de aberto é batido e enrolado. Rotolo di Tacchino Ripieno com Crema di Castagne Por: Carlos Bertolazzi do Zena Caffè (4 pessoas) Ingredientes: 1 Peito de Peru Para o Recheio 200g de farinha de rosca caseira 4 anchovas 1 colher de sopa de pinoli + outra de nozes e outra de uva passa branca Alecrim 50g de manteiga Para a Redução de Vinho e Uva 300ml de Caldo de Peru 300ml de Vinho Tinto Seco 100g de uva tinta de mesa Para o Creme de Castanha 5 batatas-doce médias cozidas 150g de castanha (portuguesa) cozida e sem casca 50g de manteiga Leite q.b. (quanto baste) Sal e Pimenta q.b Modo de preparo: Retire os dois peitos do Peru reservando a carcaça e as asas para preparar o caldo. As coxas/sobre coxas podem ser utilizadas em outra receita. Abra o peito batendo bem sobre um filme de plástico. Tempere com sal e pimenta e reserve. Em uma frigideira doure a farinha de rosca na manteiga com os outros ingredientes. Retire o alecrim e deixe esfriar. Recheie os peitos do peru com a farofa e enrole-os em plástico filme. Se você tiver uma máquina de vácuo sele-os e cozinhe em banho-maria por cerca de 40 minutos. Caso contrário, coloque em uma assadeira com água no forno médio. Prepare o molho reduzindo o caldo de peru com o vinho tinto e acrescentando as uvas no final. Ajuste de sal e pimenta. Processe a batata doce com as castanhas e retorne para uma caçarola. Adicione a manteiga e mexa bem. Vá acrescentando leite até obter a consistência desejada. Ajuste de Sal e Pimenta. Na hora de servir, doure o peito de peru em uma frigideira e sirva com o molho, acompanhado pelo creme de castanha. foto Tadeu Brunelli Nas ceias sobram muitas coisas e é desperdício não aproveitar esses ingredientes para o dia seguinte. Usar a criatividade é fundamental! Essa é a proposta do chef suíço Christophe Besse, do restaurante All Seasons para no no dia 25 você poder reciclar o que sobrou do Peru da Ceia de Natal. Salada de Peru Natalino Ingredientes para 4 pessoas Melão, Papaia, abacaxi cortados em cubos de 1,5 cm Peru assado desfiado ou cortado em cubo (sobra da ceia) 50 gr de castanha de caju quebrada ou nozes quebrada 2 figos 4 aspargos verdes cozidos cortados no meio 1 gema de ovo 120 ml de azeite extra virgem 10ml de vinagre de vinho branco 1 colher de chá de mostarda forte 2 folhas de hortelã picada Sal e pimenta do reino a gosto Modo de fazer Colocar na saladeira a gema, a mostarda, temperar com sal e pimenta. Com o batedor (fouet) incorporar os poucos o óleo e o azeite, no final o vinagre. Juntar a mistura melão/papaia/abacaxi, os aspargos e a hortelã.Misturar e gelar por 1 hora. Decorar com as castanhas e o figo. Obs: Colocar a mesma quantidade de frutas que de peru. A idéia foi de reaproveitar as frutas e o peru assado da ceia. Essa receita de Salpicão, foi preparada pela Lilian Sá. “Essa é a receita do salpicão da minha infância, tem cheiro da casa da minha avó, tem gritaria de primos, tem um pouco do gosto de cada um que foi acrescentando ingredientes”. A Lilian aceitou o meu convite para participar do Natal Solidário Quebrada Alimentada. Evento que criei incentivando convidadas e convidados e também leitoras e leitores do Cuecas na Cozinha a fazerem doações para o projeto durante todo o mês de dezembro de 2022. Quebrada Alimentada é um projeto premiado de combate à fome, organizado pelo restaurante Mocotó e comandado pelo casal Rodrigo Oliveira (Mocotó) e Adriana Salay. Salpicão Ingredientes 1kg de frango desfiado temperado a gosto 2 cenouras raladas 1 lata de milho verde 250g de presunto de peru (ou qualquer outro) defumado 100g (ou o quanto vc quiser) de azeitona preta picadinha Um punhado de cranberries (a receita original ia uvas passas mas…) Cebolinha verde, a gosto, picadinha Azeite, a gosto 2 maçãs pequenas picadinhas Maionese 1 colher de sopa de mostarda 500g de batata palha Modo de Preparo Misture os ingredientes, então junte a maionese a gosto (o suficiente para envolver todos os ingredientes), bem como uma colher de sopa de mostarda. Enfim, acrescente a batata palha, com cuidado, experimente o sal e pronto. Observação Gostaria de adiantar na véspera? Então misture todos ingredientes (exceto maionese, mostarda, maçã e batata palha) Assim, no dia seguinte, perto da hora de servir, coloque as maçãs, misture a maionese e a mostarda. Dessa forma, a maçã não ficará escura e nem a batata palha mole! O sal acrescenta só no fim depois de provar tudo junto. Porque a azeitona, a maionese e o presunto já contém sal. “Quando soube da  1ª Ceia Virtual Solidária  pensei em algo fácil e irresistível, que pudesse ser preparado com antecedência e fosse perfeito para ser espalhado pela casa, em diversos potinhos. Também pode ser um ótimo presente de Natal, se acondicionado em um belo vidro, com uma fita e um cartão! Sabrina Romano (Menu à Trois). A Ceia Virtual Solidária foi um projeto social que desenvolvi com arrecadação em prol do Médicos Sem Fronteiras (MSF) em 2010 Mix agridoce de castanhas rendimento: 6 porções ingredientes 500g castanhas variadas – usei castanha do Pará, castanha de caju assada, avelã torrada, amêndoa, noz, noz pecã e macadâmia; alecrim finamente picado (2 colheres de sopa) ½ colher (chá) pimenta cayena – usei do reino; açúcar demerara (2 colheres de chá) sal Maldon – pode usar flor de sal ou mesmo sal grosso moído (2 colheres de chá) 1 colher (sopa) de manteiga sem sal. Modo de Preparo 1. Em um forno pré-aquecido a 180º, torre as castanhas por cerca de 10 minutos. 2. Em uma tigela grande, misture os demais ingredientes e reserve. 3. Quando as castanhas saírem do forno, passe-as, rapidamente, por um pano de prato limpo, esfregando-as vigorosamente, para que as cascas saiam. 4. Enquanto ainda estão quentes, mas já sem as cascas, misture as castanhas aos demais ingredientes, de forma vigorosa, para que a manteiga temperada recubra todas as castanhas. 5. Depois de esfriar, guarde-as em potes bem fechados. Essa receita de Couscous de Castanhas e Frutas Secas serve para qualquer ocasião, inclusive cai bem nas Festas de Fim de Ano. É uma receita muito fácil e substitui perfeitamente o arroz e a farofa. Os ingredientes aqui são livres. Aqueles que não gostar, não coloque. Se quiser acrescentar algum outro, fique à vontade. Vai ficar bom de qualquer jeito, porque castanhas e frutas secas já são deliciosas sozinhas, juntas então… Couscous de Castanhas e Frutas Secas Numa panela grande coloque azeite até cobrir bem o fundo pique um pouco de alho poró e deixe fritar (sempre em fogo baixo) – 1 minuto. Aí você vai colocar (tudo picado grosseiramente): 200 g de nozes + 200 gr de castanha do Pará + 200 gr de amêndoas. Mistura tudo e frita de 2 a 3 minutos. Então, acrescenta (picados em cubos): 200 g de damascos secos + 100 g de figo seco. Mistura. Acrescenta umas 3 colheres cheias de manteiga + Pimenta Síria + Sal (pimenta e sal você tem que colocar de acordo com seu paladar, vá despejando aos poucos e provando). Mistura até a manteiga derreter. Por fim, coloca uma boa quantidade de hortelã fresca picada. Em outra panela hidrate 1kg de couscous (sêmola de trigo encontrada nos supermercados na sessão de importados). É muito fácil! Siga as instruções da embalagem. Minha dica, colocar um pouco mais de água (200 ml) do que o informado para ficar menos seco. Hidratou o couscous agora é só pegar uma vasilha enorme e despejar, um pouco do couscous com outro tanto da mistura de castanhas e frutas secas. Até terminar de incorporar tudo! Ponche Natalino Ingredientes: ¼ de xícara (chá) de laranja descascada e picada, ¼ de xícara (chá) de pêssegos descascados e picados, 6 rodelas de limão, ¼ de xícara (chá) de maçã descascada e picada, 15 cerejas ao marasquino, ¼ de xícara (chá) de conhaque, ¼ de xícara (chá) de licor de laranja, 2 garrafas de espumante gelado, 1 e ½ xícara (chá) de refrigerante sabor limão e 15 cubos de gelo. Modo de preparo: em uma poncheira, coloque a laranja, o pêssego, o limão, a maçã e as cerejas. Junte o conhaque e o licor de laranja. Misture bem e leve à geladeira. Na hora de servir, acrescente o gelo, o espumante e o refrigerante e misture bem. Sirva em taças de ponche ou de vinho. Observações minhas: caso queira uma versão não alcóolica – tire o conhaque e o licor de laranja, substituindo por 1/2 xícara de chá de suco de laranja e troque as 2 garrafas de espumante por 1 litro de suco de pêssego e 1 garrafa de água com gás. Receitas de Sobremesas de Natal Rabanadas Essa receita de Rabanadas, foi preparada pela chef Cidinha Santiago. Em 2023 Cidinha, conhecida por tantos anos de programas de culinária na televisão, comemora 60 anos de carreira na cozinha. Olha só que maravilha! A querida Cidinha aceitou o meu convite para participar do Natal Solidário Quebrada Alimentada. Evento que criei incentivando convidadas e convidados e também leitoras e leitores do Cuecas na Cozinha a fazerem doações para o projeto durante todo o mês de dezembro de 2022. Quebrada Alimentada é um projeto premiado de combate à fome, organizado pelo restaurante Mocotó e comandado pelo casal Rodrigo Oliveira (Mocotó) e Adriana Salay. #ficaadica traga as rabanadas para a sua vida. De quando em quando aproveite todas as sobras de pão e prepare um café da manhã ou da tarde, diferente. Enfim, chame os amigos, vizinhos, família, garanto que quem for convidado vai aceitar na hora! Rabanadas Ingredientes 4 pães franceses amanhecidos cortados em fatias 1 ½ xícara de chá de leite condensado ½ xícara de chá de leite 2 ovos raspas de 2 laranjas óleo (para fritar) ½ xícara de chá de açúcar 1 colher de sopa de canela Modo de Preparo Misture o leite ao leite condensado, até a mistura ficar bem homogênea. Bata os dois ovos e então adicione raspas de laranja. Passe as fatias de pão na mistura do leite condensado e, em seguida, no ovo. Frite em óleo quente. Depois de douradas, seque as rabanadas sobre papel absorvente. Enfim, passe-as no açúcar e na canela. Não quer rabanada frita? Dá uma olhada nessa receita de Rabanada Assada da doceira Bia Forte da Brigadeiro Doceria & Café. Ao invés de fritar o doce no óleo, a sugestão é fazê-lo no forno. Rabanada Assada ingredientes 4 pães franceses 2 xícaras (chá) de leite (ou o suficiente para molhar as fatias de pães) 1 lata de leite condensado 3 ovos batidos 1 pitada de canela Açúcar a gosto Modo de Preparo 1. Corte os pães em fatias médias. 2. Em um refratário, misture o leite com o leite condensado e mergulhe as fatias de pão, até que elas estejam bem molhadinhas. 3. Em outro refratário, bata os ovos e coloque 1 pitada de canela. Passe as fatias molhadas de leite nos ovos batidos. 4. Em uma assadeira, sobreponha os pães e leve ao forno pré-aquecido à 180 graus até dourar. 5. Ao retirar do forno, polvilhe com canela e açúcar. Foto: Edgard Léda Antes de mais nada, a Lu Gastal garante que esses são os melhores biscoitos de Natal do mundo! A Lu aceitou o meu convite para participar do Natal Solidário Quebrada Alimentada. Evento que criei incentivando convidadas e convidados e também leitoras e leitores do Cuecas na Cozinha a fazerem doações para o projeto durante todo o mês de dezembro de 2022. Quebrada Alimentada é um projeto premiado de combate à fome, organizado pelo restaurante Mocotó e comandado pelo casal Rodrigo Oliveira (Mocotó) e Adriana Salay. #ficaadica dá pra você usar os biscoitos pra decorar sua mesa, de repente pendurá-los numa árvore, bem como presentear amigos e familiares. Biscoitos de Natal Ingredientes Massa manteiga sem sal (1 xícara) açúcar (1 xícara) gengibre em pó (1 colher de sopa) canela (1 colher de chá) cravo moído em pó (1 colher de chá) mel (½ xícara) água (½ xícara) 4 xícaras de farinha de trigo 1 ½ colher de chá de bicarbonato de sódio ¼ colher de chá de sal Glacê 3 claras caldo de dois limões 750g de açúcar de confeiteiro corantes alimentícios. Modo de Preparo Biscoito Coloque a manteiga numa tigela grande. Enquanto isso, despeje numa panela o açúcar, o gengibre, a canela, o cravo, o mel, além da água. Misture tudo até ferver. Tire do fogo e despeje em cima da manteiga mexendo até que a mesma derreta. Resfrie em banho-maria (numa tigela com água e gelo) Depois de frio, adicione à mistura a farinha, o bicarbonato, o sal e misture bem. Cubra e leve à geladeira por no mínimo 6 horas Depois desse tempo na geladeira, abra então a massa em uma superfície com farinha de trigo, até que fique com aproximadamente 0,3 cm de espessura. Enfim, use a criatividade e corte os biscoitos com seus cortadores preferidos. Glacê Bata as claras em neve até que fiquem bem firmes. Então, adicione o açúcar e ligue a batedeira em velocidade máxima Acrescente o suco dos limões e assim bata novamente para misturar. O ponto é bem firme! Divida em partes e dessa forma use os corantes para tingir de quantas cores você quiser. Coloque o glacê em bicos de confeitar e bom divertimento. Torta Natalina essa receita eu criei para uma parceria com a manteiga premium dinamarquesa Lurpak rendimento: 8 tortinhas Massa 150 g de açúcar 100 g de manteiga Lurpak sem sal 2 ovos 150 g de farinha de trigo ½ xícara de suco de laranja raspas de 2 laranjas 100 gr de castanhas picadas (nozes, castanha do Pará, castanha de caju, amêndoas – o que preferir) 3 colheres de sopa de uvas passas Modo de Preparo: Misture o açúcar com a manteiga em temperatura ambiente. Acrescente um ovo e depois o outro. Misture bem. Coloque a farinha peneirada (passe por um coador ou peneira). Hora de despejar o suco e as raspas de laranja. Dá outra mexidona. Depois as castanhas picadas e as uvas passas. Leve ao forno pré-aquecido 200 graus nas formas de tortinhas, untadas com manteiga e farinha. Cerca de 15 minutos ou até ficar dourado. Calda ½ xícara de suco de laranja raspas de 2 laranjas 2 colheres de sopa de açúcar de confeiteiro Modo de Preparo: Leve numa panela em fogo baixo e misture todos os ingredientes até aquecer. Calda na Torta Sem desligar o forno tire as formas de tortinhas, faça furos com um palito e espalhe por cima delas a calda aquecida. Volte ao forno por mais 5 minutos. Decoração Frutas secas, frescas, açúcar de confeiteiro peneirado por cima – o que preferir. Aproveitando brioches amanhecidos e frutas cristalizadas, a chef Márcia de Paula da Ideia Gourmet desenvolveu essa receita deliciosa de Pudim Natalino de Pão. Uma receita que vai cair muito bem nessa temporada natalina. Pudim Natalino de pão com frutas cristalizadas 8 a 10 fatias Ingredientes: 4 xícaras de leite fervente 8 xícaras de cubos de pão amanhecido (de preferência um brioche) ½ xícara de açúcar 1 colher de chá de canela em pó 2 ovos batidos ½ xícara de frutas cristalizadas Modo de preparo: Misture o leite fervente com os cubos de pão. Deixe esfriar, misture com todos os outros ingredientes. Forre uma forma de pão com papel manteiga, e coloque a mistura. Asse durante 20 minutos. O pudim deve ficar úmido. fotógrafa Mariana Piza Tiramissù de Panetone chef Sérgio Arno Ingredientes 5 ovos (somente a clara) 2 e ½ (copo americano) creme de leite 400g queijo Mascarpone 3 colheres (sopa) açúcar 150g chocolate meio amargo em raspas ½ Panetone Ingredientes da calda para o Panetone 5 xícaras (café) café expresso 1 colher (sopa) Rum 3 colheres (sopa) Licor da café Modo de preparo Bata as claras em neve até formar picos duros, junte o açúcar e bata por 3 minutos. Reserve Bata o creme de leite até obter consistência firme, junte o mascarpone e mexa, somente para emulsionar. Junte à mistura de claras e mexa delicadamente. Montagem do prato Envolva uma forma inglesa em saco plástico e comece a montar camadas. Comece com uma camada de creme e espalhe as raspas de chocolate. Corte o panetone em fatias, molhe-as na calda e arrume sobre o chocolate, raspas e o creme de mascarpone. Repita a operação a cada camada. No total são quatro camadas de creme e três camadas de panetone. O Vitor Hugo, blogueiro das antigas, piloto do Prato Fundo, aceitou o meu convite para participar do Natal Solidário Quebrada Alimentada. Evento que criei incentivando convidadas e convidados e também leitoras e leitores do Cuecas na Cozinha a fazerem doações para o projeto durante todo o mês de dezembro de 2022. Quebrada Alimentada é um projeto premiado de combate à fome, organizado pelo restaurante Mocotó e comandado pelo casal Rodrigo Oliveira (Mocotó) e Adriana Salay. Pudim de Panetone por Vitor Hugo – Prato Fundo Ingredientes: 200 g açúcar cristal 395 g leite condensado (1 lata ou caixa) 350 g leite semidesnatado (pode ser integral ou desnatado) 3 ovos 5 ml essência de baunilha (opcional) 300 g panetone (sabor da sua preferência) Modo de Preparo: Aqueça água para usar na panela de pudim que tem cerca de 20-22cm de diâmetro. Então, caramelize o açúcar na forma de pudim diretamente na chama se a sua forma permite isso, tome cuidado! Caramelo é bem quente. Espalhe nas laterais e reserve a forma. Bata leite condensado, bem como, o leite, ovos e a baunilha no liquidificador por 2 minutos. Coloque água quente na panela de pudim e depois a forma de pudim dentro. Distribua panetone picado na forma de pudim com caramelo. Junte a mistura de pudim sobre o panetone, enfim, se quiser pode ajudar a afundar os pedaços na mistura. Cozinhe o pudim na panela em banho-maria por 30-35 minutos em fogo baixo. Retire a forma de pudim da panela de cozimento e assim deixe esfriar por 30 minutos Leve para geladeira por pelo menos 8 horas. Ideal que seja de um dia para o outro. Desenforme o pudim, se precisar passe uma faca nas laterais. Sirva geladinho. A chef Carla Serrano, professora e especialista em fermentação natural sem glúten, aceitou o meu convite para participar do Natal Solidário Quebrada Alimentada. Evento que criei incentivando convidadas e convidados e também leitoras e leitores do Cuecas na Cozinha a fazerem doações para o projeto durante todo o mês de dezembro de 2022. Quebrada Alimentada é um projeto premiado de combate à fome, organizado pelo restaurante Mocotó e comandado pelo casal Rodrigo Oliveira (Mocotó) e Adriana Salay. Pudim de Chocotone sem glúten e sem lácteos Por Chef Carla Serrano Rendimento: cerca de 6 a 8 porções Fôrma refratária: 21x21x4,5cm Ingredientes 40g de uvas passas pretas 30g de rum (ou água morna) 200g de ovos (cerca de 4 ovos grandes) 130g de açúcar demerara raspas da casca de 1 limão siciliano (ou de laranja) 1 pitada de canela em pó 1 pitada de cravo em pó 200g de leite de coco 300g de leite vegetal (amêndoas, caju, arroz ou o que preferir) 250g chocotone sem glúten cortado em cubos ou um pouco mais óleo de coco e açúcar para untar e polvilhar o refratário Modo de Preparo Cubra as uvas passas com o rum, então reserve por 30 minutos e escorra. Em uma tigela, com o auxílio de um fouet (batedor de arame), misture os ovos com o açúcar, as raspas, a canela e o cravo. Bem como, acrescente o leite de coco e o leite vegetal e misture. Junte os cubos de chocotone e igualmente as passas e reserve por 30 minutos. Enfim, despeje o pudim em um refratário untado com óleo de coco e polvilhado com açúcar. Asse no forno preaquecido 180°C por cerca de 35 minutos, ou até que, ao espetar com uma faca, esta saia limpa. Sirva morno ou gelado.   Veja também o post da Ceia Solidária do Cuecas na Cozinha em prol do Médicos Sem Fronteiras (MSF). Lá você encontra mais receitas.

  • Publieditorial

    No Cuecas na Cozinha tenho uma seleção criteriosa, realmente só faço campanhas para marcas que acredito e indico para meus leitores. Dessa forma, já fiz campanhas para: Azeites de Oliva da Espanha (Espanha), Pão de Açúcar, KitchenAid, Baden Baden, Barton & Guestier (vinícola ícone de Bordeaux), Abrasel Gramado (RS) – Festival de Cultura e Gastronomia, Roteiro Trapiche (enogastronomia da bodega argentina Trapiche), importadora Interfood, Victorinox (Suíça), Lurpak (manteiga da Dinamarca), Volkswagen (Fox Pepper), PUC (RS) e Senac (SP) para citar algumas. Veja abaixo alguns cases.

  • Vinhos do grupo Marilisa Allegrini

    Antes de mais nada, penso que tradição e inovação não são palavras antagônicas. Até porque, ninguém inova sem partir de uma base, um conhecimento prévio. Aprendi muito num almoço promovido pela importadora Intefood no restaurante Ca'd'Oro , para apresentar os vinhos italianos do Grupo Marilisa Allegrini. E, desde já, compartilho com vocês. A apresentação de Robin Shay, gerente de exportação do grupo, foi muito além de falar dos vinhos pelos vinhos durante a degustação. Seu entusiasmo de admirador da cultura italiana nos trouxe história, geografia, artes e recortes de seres humanos envolvidos num processo artesanal, familiar, que não abrem mão das memórias do passado e, mesmo assim, miram o futuro. Carpaccio CA’D’ORO em tost de pão branco e crisp de Grana Padano Vinhos do grupo Marilisa Allegrini Marilisa Allegrini, sexta geração de uma família dedicada à produção de vinho, foi a primeira italiana a aparecer na capa da Wine Spectator, a revista mais influente no mundo do vinho. Da propriedade de sua família em Valpolicella, Vêneto, ela se aventurou pela Toscana em 2001 para embarcar em uma jornada ambiciosa de diversificação da produção, ao lado de suas filhas Carlotta e Caterina. Hoje, as três comandam as vinícolas toscanas: San Polo (Montalcino) e Poggio Al Tesoro (Bolgheri) . Marilisa, psicóloga, atuava em hospitais, antes de ser convencida por seu pai a trabalhar na vinícola da família. Da mesma forma, convenceu as duas filhas, Carlotta, médica e Caterina, formada em filosofia, a perpetuarem a tradição familiar. Porém, sem abrirem mão de suas formações. Robin Shay nos contou durante o almoço, que trabalha desde cedo no universo do vinho e a visão dessas três mulheres com formações distintas, acrescentam muito ao resultado do trabalho. A filosofia e a saúde fazem parte do dia a dia. Os vinhedos precisam ser saudáveis, para prescindirem de produtos químicos e as vinícolas utilizam uma filosofia orgânica e sustentável em todos os aspectos, inclusive adotando a bioarquitetura. Língua Bovina, purê de batatas trufado, espuma de ervilha torta e molho Marsala. CURIOSIDADES San Polo (Montalcino) Montalcino é uma cidade italiana encravada em colinas da região da Toscana. Lá a sangiovese é uma uva icônica, que dá origem aos mundialmente famosos, Brunello di Montalcino, produzidos por vinícolas locais. Montalcino é uma das DOC (Denominação de Origem Controlada) mais antigas da Itália. Os vinhedos de San Polo são administrados pela família utilizando técnicas totalmente orgânicas. A combinação ideal de exposição, solo e características climáticas de cada parcela, aliada a anos de experimentação e estudo, permitiu à equipe agronômica eliminar completamente tratamentos químicos como fertilizantes e pesticidas, preferindo o uso exclusivo de produtos totalmente naturais. Duo de Pasta Bergamasca ao Pomodoro e Basílico; Agnolotti de Queijos Magros e Espinafre / Casoncelli de Carnes, Codeguim e Amaretti. Essa abordagem, que também inclui a eliminação de ervas daninhas, baseia-se no uso de produtos de origem natural para estimular o sistema imunológico da videira: aloe vera, algas, calêndula, fungos e compostos vegetais são apenas alguns exemplos. Isso leva a uma melhora fisiológica na resistência da videira a potenciais ameaças, resultando na produção ininterrupta de frutos intactos, saudáveis e concentrados. Os ciprestes fazem parte do cenário da Toscana e de Montalcino. Homenageando as árvores emblemáticas e lembrando que o vento conduz o pólen das árvores para os vinhedos, o rótulo do San Polo Podernovi Brunello di Montalcino, vinho Cru da vinícola, possui a cor verde. Poggio Al Tesoro (Bolgheri) Bolgheri é uma cidade Toscana próxima ao mar. Embora, hoje produza rótulos icônicos surgiu desafiando as regras dos vinhos italianos. Pra começar era uma área sem tradição vitivinícola. Então, alguns italianos resolveram plantar por lá uvas francesas típicas de Bordeaux, como Cabernet Sauvignon, Carbernet Franc, Merlot e Petit Verdot. Os vinhos produzidos em Bolgheri por utilizarem uvas não permitidas pelo sistema de Denominação de Origem eram considerados, não importando a qualidade, “Vino da Tavola” (vinho de mesa), a mais baixa classificação no ranking dos vinhos italianos. Mas, a qualidade era boa, tanto que os italianos, deram um jeito, antes do reconhecimento com DOC de driblarem a nomenclatura “Vino da Tavola”. Começaram a utilizar a palavra “aia” (“lugar onde vende”) para designar os vinhos. Assim surgiram: Sassicaia, Ornellaia, Solaia. O destino dos vinhos de Bolgheri mudou completamente quando, em uma degustação às cegas, o crítico Robert Parker concedeu 100 pontos à safra de 1985, pensando ser o vinho francês Mouton-Rothschild de 1986. A partir de então, se haviam os vinhos toscanos, esses passaram a ser denominados como supertoscanos. E, como reconhecimento é dinheiro, a Itália se moveu para criar o DOC de Bolgheri. É uma DOC das mais novas que existem. Poggio al Tesoro (Bolgheri) Em 2001, movidos pelo desejo de explorar novos horizontes, Marilisa Allegrini e seu irmão Walter expandiram sua expertise em vinificação para além de Valpolicella, chegando a Bolgheri. “Meu irmão, Walter, era um agricultor único. Ele era profundamente apegado à sua terra natal, Valpolicella. Sabia tudo sobre ela: os vinhedos, as variações climáticas, como pescar lagostins com as mãos. Ele também sabia sonhar com novas aventuras, além das fronteiras e horizontes conhecidos. Ficou impressionado com os grandes nomes do vinho que haviam estabelecido vinícolas aqui, com o Viale dei Cipressi que ele adorava, com a proximidade do mar, com a profunda diversidade de solos, com o clima favorável, dizia ele, para a produção de vinhos tintos de... "Grande caráter e elegância". Cansamos de procurar. Encontramos nosso tesouro, Poggio al Tesoro." conta Marilisa. Inesperadamente, Walter faleceu em 2003. Então, Marilisa continuou o trabalho ao lado das filhas. Dois produtos do primeiro ano de produção, 2003: Sondraia : 65% Cabernet Sauvignon, 25% Merlot, 10% Cabernet Franc,  vinho assinatura da empresa Poggio al Tesoro Dedicato a Walter - uma produção muito pequena de um vinho monovarietal feito com 100% Cabernet Franc, que Marilisa dedicou ao seu irmão. Ossobuco de Vitelo e Risoto de Açafrão. Hoje a visão de mãe e filhas leva em conta a proteção do meio ambiente, respeitando o equilíbrio das videiras para que seus frutos possam expressar todo o seu potencial em um ecossistema incontaminado. Essa abordagem ética e sustentável se reflete não só nas práticas agrícolas como culturas de cobertura e podas seletivas, que trazem fertilização orgânica e fertilidade vital ao solo, como também na baixíssima produção por hectare, podas diferenciadas, colheita noturna e otimização do consumo no vinhedo e na adega. O objetivo é obter vinhos de alta qualidade, respeitando o equilíbrio e a força da terra. VALE OBSERVAR Enfim, duas vinícolas na mesma região, a Toscana, uma delas em colina, outra perto do mar.  Imaginem então a diferença das condições climáticas. Uvas completamente diferentes utilizadas nos vinhos; a DOC mais antiga e uma das mais recentes Denominações de Origem. Quantos desafios! ONDE COMPRAR Todo Vino (loja virtual para consumidor final da importadora Interfood).

  • Dinâmica de Saúde Mental no Trabalho: Por que sua empresa precisa do Jogo da Ansiedade.

    Saúde mental é prioridade — e agora também é lei O cuidado com a saúde mental dos colaboradores deixou de ser apenas uma boa prática. Com a atualização da NR-1 pela Portaria nº 1.419 , publicada em agosto de 2024, ações voltadas à prevenção de doenças psicológicas se tornaram obrigatórias em todas as empresas . E os números confirmam a urgência: só em 2024, o Brasil registrou 472.328 afastamentos por motivos de saúde mental  — um aumento alarmante de 68% em relação ao ano anterior. Jogo da Ansiedade: Protocolo de registro 000984.0275374/2025 Direitos Autorais - Biblioteca Nacional. O que é o Jogo da Ansiedade? O Jogo da Ansiedade  é uma dinâmica presencial inovadora, divertida e altamente eficaz, criada para despertar a consciência sobre saúde mental no ambiente de trabalho. Desenvolvido pelo escritor e palestrante Alessander Guerra , o jogo envolve atores, cartas temáticas e desafios interativos , criando um momento leve, porém profundo, de aprendizado e reflexão. Ideal para ações de RH , SIPAT , Setembro Amarelo  ou Janeiro Branco , o jogo transforma informação em experiência e toca o colaborador de maneira genuína. Benefícios reais para sua equipe e sua empresa Contratar o Jogo da Ansiedade é investir em: Prevenção de doenças mentais e redução de afastamentos Aumento de produtividade , engajamento e bem-estar Melhoria da imagem institucional e valorização do capital humano Cumprimento das exigências da nova NR-1 Jogo da Ansiedade: Protocolo de registro 000984.0275374/2025 Direitos Autorais - Biblioteca Nacional. Dinâmica de Saúde Mental no Trabalho - Como funciona? Com duração de cerca de 1 hora (com opção de roda de conversa ao final), o jogo é conduzido por um ator e uma atriz experientes. Ele inclui: Exibição de vídeo explicativo sobre ansiedade; Apresentação do Ansiedadômetro , cartas de comportamentos ansiosos  e técnicas para aliviar a ansiedade. Divisão da equipe em dois grupos, com desafios entre eles para conquistar pontos e cartas. Ambiente visual dinâmico, projetado em vídeo, que mantém todos os participantes engajados — mesmo em grandes plateias. Tudo é pensado para que a mensagem seja absorvida de forma leve, porém impactante. Para empresas de todos os tamanhos O Jogo da Ansiedade é totalmente adaptável ao tamanho da equipe e ao espaço disponível . Pode ser aplicado para grupos a partir de 6 pessoas, até grandes plateias, mantendo o dinamismo e a atenção do público. Por que contratar agora? Além de atender a novas exigências legais, investir em saúde mental melhora a performance organizacional . Colaboradores mais saudáveis emocionalmente são mais focados, produtivos e felizes. Ignorar essa pauta pode custar caro — em afastamentos, baixa produtividade e rotatividade. Veja o jogo em ação Acesse o trailer oficial: https://www.youtube.com/shorts/vMwMQnskcbc Leve o Jogo da Ansiedade para sua empresa Transforme a forma como sua equipe enxerga a saúde mental. Entre em contato agora mesmo: Alessander Guerra - alesguerra@gmail.com

  • Veridiana Pizzaria

    Antes de mais nada, um estabelecimento gastronômico fazer 25 anos em São Paulo, é motivo mais que suficiente para uma grande comemoração. Parabéns, Veridiana Pizzaria! Funcionar no mesmo lugar então, nesses tempos em que tudo vira prédio “loft” pasteurizado, é comemoração dupla. E, habitar um casarão de 1903, que não foi derrubado por um trator, mas tombado pelo Patrimônio Histórico? Aí, só aplaudindo efusivamente de pé! Senta que lá vem história A primeira unidade da Veridiana Pizzaria, foi inaugurada em 2000 por Roberto Loscalzo e Tonino Grieco, em Higienópolis na esquina das ruas Dona Veridiana e Major Sertório e ganhou tal nome por sua localização. Falando em localização, a rua se chama Dona Veridiana, em homenagem a Veridiana da Silva Prado, filha do rico empresário Antônio da Silva Prado (Barão de Iguape). Dona Veridiana rompeu com os padrões das elites cafeeiras e teve enorme importância para a vida política e cultural do fim do Brasil Imperial e início da República Velha. Veridiana da Silva Prado e seu pai Antônio da Silva Prado (Barão de Iguape). A Dona Veridiana Nascida em 1825, aos 13 anos de idade foi obrigada a se casar com o próprio tio, Martinho da Silva Prado. Fórmula tradicionalmente adotada para perpetuar os negócios em família. A relação sempre foi conturbada, em 1878, enfim, se divorcia de Martinho. Cabe lembrar, que não foi uma separação legal, porque isso não existia na época. Então, imagine o escândalo provocado na elite paulistana dona da “moral” e dos “bons costumes”? foto arquivo Biblioteca Nacional. Entre 1883 e 1884, na chácara que Dona Veridiana comprou em 1879 (batizada de “Vila Maria” em homenagem à sua dama de companhia Maria das Dores) foi construído, em estilo francês, o Palacete Veridiana da Silva Prado. Tombado pelo Patrimônio Histórico, atualmente, abriga o Iate Clube de Santos SP (Av. Higienópolis, 18). Exatamente em frente ao prédio da Veridiana Pizzaria. Dona Veridiana criou um salão intelectual onde se encontraram inúmeras personalidades históricas para discutir arte e política: Teodoro Sampaio, Joaquim Nabuco, Graça Aranha, D. Pedro II e a Princesa Isabel, por exemplo. Criou seis filhos. O primogênito, Antônio da Silva Prado foi Ministro de Estado, senador, deputado e o primeiro prefeito de São Paulo do período republicano. Eduardo Prado foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. revista: O Cruzeiro O João (ou seria Juão?) Sebastião Bar Atravessando a rua, voltemos ao casarão tombado de 1903, onde está instalada a Veridiana Pizzaria. A música ao vivo de qualidade que hoje continuamos ouvindo por lá tem história! Nos anos 1960, funcionava ali o João Sebastião Bar (um trocadilho com o nome do compositor alemão Johann Sebastian Bach?) um dos principais palcos da Bossa Nova na capital paulista, negócio do advogado Paulo Cotrim. Segundo matérias da revista Veja e jornal Folha de São Paulo, só cantaram e tocaram por ali ninguém menos que: Claudette Soares, Carlos Lyra, João Gilberto, César Camargo Mariano, Arthur Moreira Lima, Billy Blanco, Lúcio Alves, Elza Soares, Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Johnny Alf, Geraldo Vandré, Alaíde Costa, Hermeto Pascoal, Pedrinho Mattar. Bem como, jovens talentos: Toquinho, Chico Buarque e Taiguara, que apresentavam suas primeiras músicas. “O Juão Sebastião parecia o castelo do Drácula, com velas e candelabros. Lembro de cantar sentada no piano de cauda, de minissaia, e ver na plateia atores de Hollywood como Kirk Douglas”, contou em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, a cantora Claudette Soares, uma das responsáveis pelo sucesso do local, trazendo para São Paulo ícones da Bossa Nova. Dizem que fechou por um motivo inusitado, o dono do espaço, não gostava de cobrar dos frequentadores famosos. Pedia apenas para que assinassem as contas. Enfim, colecionou grandes prejuízos e autógrafos. Veridiana Pizzaria - Higienópolis Nasce no ano 2000, num casarão de 1903 tombado pelo Patrimônio Histórico. Na época, o sócio Roberto Loscalzo, recebeu uma condecoração por ter restaurado o imóvel mantendo as características originais da casa: fachada, piso, telhado, esquadrias e janelas de madeira. Se por um lado, a Veridiana Pizzaria preservou a história, por outro trouxe para a cidade de São Paulo uma grande novidade, o ambiente com charme de restaurante. Desde o cuidado com o projeto arquitetônico de pé direito alto, paisagismo e luz natural, até o piano de cauda tocando jazz e bossa nova. Pelo salão sempre desfilaram pizzas clássicas e criações inéditas, combinações que nunca abriram mão da qualidade dos ingredientes. Veridiana Pizzaria - Jardins Em 2005, na rua José Maria Lisboa 493, é inaugurada a unidade dos Jardins. Dessa vez, o imóvel, bastante amplo, não é tombado e permite mais intervenções. O perfil arquitetônico se mantém, mas a casa dos Jardins com pé direito maior ganha paredes de pedras, grandes fornos e espelho d’água. Veridiana Pizzaria - Perdizes Em 2014 surge a oportunidade de abrir nova casa, agora em Perdizes (Rua Turiassú 98). Mais uma vez, o imóvel é tombado pelo Patrimônio Histórico. Sua construção é dos anos 1930 e, durante a reforma, igualmente manteve todas as características originais. Com salões menores e charme arquitetônico, a casa é bastante procurada para a realização de casamentos durante o dia. Os cardápios são idênticos nas três unidades tanto em relação as pizzas e entradas, quanto drinks e sobremesas. As pessoas Hoje, à frente dos negócios está a nova geração de sócios - a jornalista Nina Loscalzo, filha do fundador Roberto Loscalzo, e Jeremias Pereira, que começou na administração da pizzaria 22 anos atrás e acabou se apaixonando também pela área operacional e gastronomia, tornando-se um estudioso de novos processos. No entanto, os fundadores Roberto Loscalzo e Tonino Grieco ainda circulam, diariamente, pelos salões para garantir a experiência dos clientes. O bom atendimento é parte importante do DNA da Veridiana Pizzaria. “Um dos funcionários mais emblemáticos - por estar há mais de 25 anos, desde a abertura na casa de Higienópolis - é o nosso querido Juarez, que aos 67 anos ainda desempenha sua função de garçom com extremo profissionalismo e disposição.” conta Jeremias Pereira. Nesse um quarto de século muitos clientes famosos de gerações distintas passaram pelas casas. Políticos, como Fernando Henrique Cardoso e Marta Suplicy; artistas Glória Pires e Mel Lisboa; cantores Billy Paul e Seu Jorge. Bem como: jornalistas, cineastas, esportistas e grandes nomes relacionados a cultura nacional. A massa Uma das principais inovações implantadas pela nova geração foi a massa de fermentação natural da casa. Nina e Jeremias, com o apoio dos sócios fundadores, investiram num processo de pesquisa e experimentação de 2 anos até chegarem à receita atual. Dessa forma, fizeram uma transição entre a farinha de trigo brasileira e a italiana Caputo, com variações na quantidade de água. Trabalhada com as mãos, a nova receita é feita 100% de farinha e fermento italianos e alta hidratação (68% a 70% de água). Após o preparo, a massa descansa então de 48 a 72 horas em câmaras frias construídas exclusivamente para esse fim. Pancetta Artesanal com Mascarpone e Pinole. As pizzas e o Menu Entre os sabores que saem do forno, a tradição divide espaço com os toques autorais e a sazonalidade. Queria também destacar a boa variedade de pizzas vegetarianas. O cardápio segue com os clássicos atemporais, como a Margherita ou a Della Nonna (calabresa artesanal sobre mussarela e molho de tomates frescos). Bem como, recebe constantes novidades, como a Burrata ao Pesto de Manjericão (hoje, um ícone premiado da casa), a Pancetta Artesanal com Mascarpone e Pinole e a, igualmente muito pedida, Due Funghi com Queijo da Serra da Canastra. Burrata ao Pesto de Manjericão. “Investimos em excelência e sempre buscamos os ingredientes de maior qualidade, que nós mesmos serviríamos para a família e os amigos”, atesta Jeremias, que ressalta ainda o investimento em maquinários modernos, treinamento e bom atendimento como peças fundamentais da engrenagem. Dessa forma, comprovando a busca por excelência dos ingredientes, uma equipe de mulheres talentosas cuida dos tomates servidos na casa em pizzas e antepastos, desde a escolha até o processo de assá-los lentamente na brasa. Resultando num toque levemente defumado, com doçura natural e maciez característica. Sobremesas Enfim, para encerrar a refeição nada como uma boa sobremesa. Criação de sucesso, ganhou o nome de pizza La Dolce Vita (finas fatias de queijo brie, chocolate branco Lindt e calda de frutas vermelhas). Não quer pizza de sobremesa? Tudo bem! Outras opções são: o tradicional Tiramisù e a Torta Veridiana (massa de cacau, creme de mascarpone e calda de chocolate amargo). Para beber, a adega conta com variedade de rótulos de vinhos da Argentina, Chile, Uruguai, África do Sul, França, Itália, Espanha, Portugal, há apenas um espumante brasileiro. A coquetelaria recebe atenção especial com bartenders que preparam clássicos (Aperol Spritz, Boulevardier, Dry Martini, Moscow Mule, Negroni, para citar alguns), receitas de assinatura própria e os Drinks Customizados, conforme preferências dos clientes. Os prêmios As mudanças foram positivas e o reconhecimento veio em prêmios recentes. 2023 - eleita melhor pizzaria do Brasil (Melhores da Gastronomia, revista Prazeres da Mesa). 2024 - entrou para a primeira seleção do 50 Top Pizza Latin America, ocupando a posição de número doze. 2024 - a melhor pizzaria de São Paulo no voto popular (prêmio Nossa UOL). Jeremias Pereira recebe o prêmio melhor pizzaria do Brasil 2025 (foto Prazeres da Mesa). 2025 – subiu mais um degrau no 50 Top Pizza Latin America, alcançando o 11° lugar. 2025 – melhor pizzaria do Brasil (Melhores da Gastronomia, revista Prazeres da Mesa). A festa de 25 anos A fim de comemorar seu quarto de século, a Veridiana Pizzaria convidou chefs premiados para criarem sabores especiais. As redondas ficam em cartaz até 30 de setembro de 2025, servidas apenas em formato individual. Tive a oportunidade de provar todas ao lado dos chefs no dia do lançamento. Posso dizer que é difícil escolher a melhor. Veja abaixo a que mais te apetece e bom apetite! Tássia Magalhães ( Nelita ) – queijo holandês Cablanca, tomate amarelo e brócolis confit tostado com azeite e alho. Luiz Filipe Souza ( Evvai ) - abóbora com camarão e requeijão de corte da fazenda Atalaia. Pier Paolo Picchi ( Picchi ) - bottarga, stracciatella, raspas de limão siciliano e pimenta-do-reino. Marco Renzetti ( Nino Cucina e Fame Osteria ) - vegetais marinados e creme de azedinha, com berinjelas, abobrinhas italianas, endívias, tomate, alho, cogumelos paris, salsa, azedinha, flor de sal, pimenta dedo de moça e muçarela de búfala. Bia Limoni ( Shihoma Pasta ) - molho de tomates San Marzano, stracciatella, alici, manjerona fresca, parmesão ralado e pimenta-do-reino. Então é isso! A matéria fica por aqui, mas história continua sendo escrita. Que venham muitos e muitos anos, só existe futuro para quem conhece bem o passado. fotos: divulgação e Mosaik Comunicação (chefs e pizzas 25 anos). + restaurantes acesse

  • Os melhores chocolates artesanais do Brasil

    Primeiramente, cabe informar que 7 de julho é Dia Mundial do Chocolate, porque marca a data, em 1550, da introdução do chocolate na Europa. Então, pedi para vários chefs, que indicassem os melhores chocolates artesanais do Brasil. O Brasil, vem se destacando internamente e pelo mundo não só por sua plantação de cacau de qualidade mas, igualmente pela produção de chocolates bean to bar (a chocolateria seleciona e processa as amêndoas de cacau até produzir a barra de chocolate) e tree to bar (a chocolateria acompanha desde a plantação da árvore e faz o processamento das amêndoas até produzir a barra de chocolate). Chocolaterias de norte a sul do país se multiplicam com grande capacidade criativa, não só por aproveitarem muito bem aromas e sabores de cada terroir; mas também, por agregarem às barras outros ingredientes nacionais. Hoje existe, inclusive, a Associação Bean to Bar Brasil ou Associação do Chocolate do Cacau à Barra – ACCB, que reúne dezenas de produtores artesanais para promover a qualidade e diversidade dos chocolates brasileiros. (veja todos os produtores no site ). Os melhores chocolates artesanais do Brasil É certo que, temos muitos ótimos chocolates artesanais brasileiros. Vários deles, com certeza, não foram citados. Inclusive, faço a proposta que escreva nos comentários sua marca de chocolate Bean ou Tree to Bar brasileira favorita. Por outro lado, tenho também certeza que essas indicações merecem sua atenção. Afinal, o que todos queremos é valorizar cada dia mais a plantação do cacau e a produção de chocolates brasileiros de qualidade. ARA (SP)– o primeiro restaurante de sobremesas do Brasil Tudo começou com o Rafa Aoki me falando: “Ale, você precisa conhecer o Rodrigo Ribeiro do restaurante ARA . O trabalho que ele faz com chocolates bean to bar é impressionante. O chocolate branco dele, para mim, é uma obra-prima: elegante, complexo e com personalidade própria. É o tipo de chocolate que muda a percepção que muita gente tem sobre o branco.” Então, eu falei com o Rodrigo. O ARA é um restaurante de sobremesas (isso mesmo, sua refeição será de sobremesas!), que faz seus chocolates bean to bar à vista dos clientes. As melangers (máquinas que transformam o cacau em chocolate) ficam no balcão rodando o chocolate por 3 dias, refinando até 20 microns, o ponto de uma boa textura. “Quando o cliente senta eu ofereço uma colher ali, às vezes pega no primeiro dia, ele está bem rústico ainda, bem texturizado, às vezes está no segundo dia ou no último, já pronto. Utilizo amêndoas de cacau da Fazenda Bonança de Itacaré (BA) e minha manteiga de cacau vem de Ilhéus (BA).” No restaurante ARA é possível comprar os chocolates em barras ou experimentá-los nas sobremesas criadas pelo chef. Chocolate Trópico – Casa Ópera (Salvador/BA) “Só utilizo em minhas receitas o chocolate Trópico, produzido na Casa Ópera (Salvador/BA) que utiliza amêndoas selecionadas cultivadas em Ilhéus (BA)” - afirma a sócia e chef confeiteira do Grupo Origem, Lisiane Arouca . Entre elas, a sobremesa: A Favorita (bolo de chocolate molhado com cobertura de brigadeiro meio amargo, creme inglês e sorvete de leite em pó). Caza Chocolates (SP) Indicação da chef Isabela Honda da Joya Boulangerie . “A Caza Chocolates é uma pequena fábrica bean to bar localizada em Perdizes (SP), que recebe as amêndoas de cacau e conduz todo o processo internamente, sem aditivos artificiais, garantindo qualidade, textura e complexidade de sabores, produzindo um chocolate nacional de altíssima qualidade.” A amêndoas de cacau utilizadas na produção dos chocolates são compradas em Porto Seguro (BA) e Linhares (ES). Cacau de produção familiar e sustentável. Baianí (SP) Indicação de Ale Sotero (chef confeiteiro do Mocotó ): “A Baianí controla todo o processo produtivo e consolida sua identidade com receitas e combinações criativas que exaltam ingredientes brasileiros.” Com o lema: “do cacau à alma” , os chocolates da Baianí são Tree to Bar, gerações da família cultivam o cacau desde o final do século XIX no Vale Potumuju, na Bahia e a chocolate maker, Juliana Aquino, processa as amêndoas de cacau e produz as barras. Kakaowit - Colônia Witmarsum, nos Campos Gerais (PR) “Hoje eu vim contar pra vocês sobre uma das minhas maiores descobertas em chocolate brasileiro: o bean to bar da Kakaowit . Na Kakaowit, em plena Colônia Witmarsum, nos Campos Gerais do Paraná, eles administram todo o processo do grão à barra, com um cuidado artesanal que preserva cada nuance sensorial do cacau brasileiro. Do cultivo na Mata Atlântica à torrefação suave, cada etapa é feita com respeito pela origem, técnica e sustentabilidade. Para os conhecedores, e para quem quer redescobrir o chocolate, a Kakaowit oferece versões com 40%, 55% com café, 40% com avelã, 40% com lavanda, 70% e até chocolate branco. A linha 40% e 55%, com notas florais e suaves de frutas, é meu ponto de partida favorito: equilibrada, elegante, perfeita para harmonizar com um café filtrado. O segredo deles está na proximidade com o cacau e na torra cuidadosa: não há pressa, nem industrialização excessiva, apenas cacau de origem, fermentado e seco com carinho e um blend que expressa pureza aromática de cada variedade. Sabe aquela sensação de colocar na boca e sentir camadas de sabor se abrindo? Frutas frescas, toques florais, final suave e persistente… Isso é Kakaowit. E além do sabor, temos orgulho de ver o Paraná produzindo chocolate fino com identidade e técnica impecável: algo que o Brasil merece conhecer. Se você aprecia gastronomia autoral, terroir nacional e sabores que contam histórias, não deixe de provar esse chocolate. Ele é, sem dúvida, um casamento perfeito entre a nossa terra e a arte do bean to bar.” Palavras da premiada chef Manu Buffara, restaurantes Manu e AATMA (localizado no Suryaa Hotel Curio Collection by Hilton ). Ambar Chocolate (BH) A chef Ana Gabi Costa , à frente do Trintaeum Restaurante , em BH diz: "Uma das marcas mais expressivas da chocolateria nacional é a Ambar Chocolates , daqui de Belo Horizonte, que traduz em sabores toda a riqueza natural do Vale Potumuju, na Bahia. Renata Penido e Helena Avelar, à frente no negócio, transformam com muita sensibilidade as amêndoas em um chocolate profundamente vibrante e intenso. Não é à toa que esta foi então nossa escolha de fornecedor para a única sobremesa de chocolate da casa (Bananada com Chocolate Intenso: Torta de Chocolate Ambar, doce de leite Rocca, banana passa e Destilado Lamas). Queríamos algo muito especial, que entregasse a verdadeira riqueza por trás de todo esse processo de transformação do cacau." Dengo Chocolates (lojas em vários Estados) “Quando penso em chocolate brasileiro de excelência, a primeira marca que me vem à cabeça é a Dengo . Para mim, é o melhor chocolate nacional hoje não só pelo sabor, mas por tudo o que envolve o processo de produção. A rastreabilidade, o cuidado com os produtores de cacau e, da mesma forma, a valorização da matéria-prima e o respeito ao consumidor final fazem parte do DNA da marca. Além disso, a forma como eles traduzem a brasilidade nas formulações, com percentuais de cacau muito bem equilibrados e uma visão de sustentabilidade, é admirável.” Palavras do Rafael Aoki (chef confeiteiro do grupo Aizomê ). P.S. O Rafael também deu a dica do ARA, que está no começo da matéria. Mais Cacau Chocolates (Paraty, RJ) Dica da chef Ana Bueno , do Banana da Terra (Paraty, RJ) “Trabalhar com ingredientes locais, conhecendo quem os produz e entendendo o contexto em que são cultivados, é uma das riquezas de viver e cozinhar em Paraty. Valorizar a cadeia produtiva local não é apenas uma escolha ética e sustentável, é também uma forma de reforçar os laços que sustentam a identidade gastronômica da região. Entre essas parcerias, que me enchem de orgulho, está a Mais Cacau Chocolates , uma marca de chocolates artesanal de Paraty. Sob o cuidado da Janice, que conduz todo o processo com sensibilidade e conhecimento, o cacau é tratado assim em sua totalidade: da matéria-prima à criação de sabores, que respeitam e exaltam suas qualidades naturais. O chocolate é refinado e surpreendente, e o chá da casca do cacau, por exemplo, tem conquistado cada vez mais paladares. Uma prova de que é possível inovar sem perder o vínculo com a terra.” ANGÍ - Chocolates do Pantanal (MS) Dica do chef Felipe Caran , da Casa do João (Bonito, MS) “Em Mato Grosso do Sul eu indico a Angí Chocolates do Pantanal . Que há 8 anos vem escrevendo e construindo uma história linda em nosso Estado. Beatriz Branco foi quem criou a marca, partindo da paixão por chocolates e pelo nosso Pantanal. É uma marca composta de parcerias com mulheres pantaneiras, que colhem os frutos nativos de forma sustentável e, da mesma forma, faz a inclusão em seus chocolates agroflorestais, feitos do cacau à barra. Com produto de qualidade e um propósito social, ambiental e cultural alinhado. A Angí não só contribui com a comunidade local, como também leva a essência e sabor do nosso Estado para o mundo! E são em projetos como esse que eu acredito e indico.” Choc Chocolates Finos (BA) Dica do chef Kaywa Hilton , do Boia Restaurante (Salvador, BA). “Eu trabalho com dois amigos meus que são um casal de jovens aqui da Bahia que decidiram se dedicar ao chocolate fino, em um momento em que poucas pessoas realmente faziam isso. Na Choc Chocolates Finos , eles fazem chocolate desde a origem, com bastante umami, é um trabalho muito interessante. Uma marca que vale a pena demais conhecer, recomendo!”. Gallette Chocolates (SP) “Conheço e acompanho o trabalho da Gallette com chocolate bean to bar há muito tempo. O chocolate deles evoluiu muito e tem uma excelente qualidade, que dá para sentir tanto nas barras quanto nos bombons.” indica o chef pâtissier Caio Corrêa . Gislaine Gallette fundou a empresa em 2011. Em 2016, a Gallette adotou o modelo bean to bar, utilizando cacau brasileiro da Mata Atlântica e ampliando o impacto positivo na cadeia produtiva. Em 2018, Hamilton, marido da Gislaine, chega à empresa e então expande os negócios dentro e fora do Brasil e monta uma nova fábrica. Casa Lasevicius Chocolates (SP) “Conheci o Bruno e o trabalho artesanal da Casa Lasevicius Chocolates , por meio do Daniel na APTA Regional. O Bruno produziu chocolates, dentro do Projeto Cacau SP com cacau produzido pela APTA Regional em Pariquera-Açu (Vale do Ribeira – SP).” conta o chef Fábio Vieira (chef executivo do Santo Grão ). A Casa Lasevicius tem como linha de abordagem principal a produção de um grande número de rótulos com tiragens pequenas. Outra característica forte é a busca de fontes de cacau de qualidade nos diversos terruás (terroir) brasileiros para a produção de barras escuras planas. Mestiço Chocolates (SP) Dica da chef Helô Bacellar ( Na Cozinha da Helô ). “A Mestiço Chocolates produz chocolates incríveis da floresta à barra, utilizando amêndoas de cacau da Fazenda Bonança (BA).” Terceira geração de produtores de cacau no Sul da Bahia, mantém a floresta em meio ao cacau, respeita cada variedade, cada sensorial que a origem fornece; bem como a comunidade local e os colaboradores. VAR Chocolates (Ibirataia/BA) “Conhecimento, tradição, dedicação e muito amor, fazem da VAR Chocolates , minha opção de tree to bar há mais de 15 anos.” comenta o chef pâtissier Flavio Federico . A VAR Chocolates é uma empresa familiar que cultiva a tradição do chocolate artesanal há três gerações na Fazenda Lajeado do Ouro, em Ibirataia no Sul da Bahia. Além do sabor, há igualmente um compromisso com o futuro, práticas ambientalmente sustentáveis de produção e incentivo ao consumo consciente. Cacau do Céu (Ilhéus/BA) “Foi a primeira loja bean to bar inaugurada em Ilhéus (BA). É bean to bar e tree to bar, utiliza amêndoas de cacau premiadas fornecidas pelo produtor João Tavares. Faz também uns bombons deliciosos” - informa a chef Dani Façanha , proprietária da pousada e restaurante Morro dos Navegantes (Ilhéus/BA). A Cacau do Céu produz o chocolate mais puro, vindo apenas de árvores cultivadas em Cabrucas (sistema agroflorestal de produção em que o cacau é cultivado sob a sombra de espécies da floresta original). A linha tree to bar vem da propriedade da família, a Fazenda Saudade, que fica na estrada Ilhéus – Itabuna. A linha bean to bar vem da Fazenda Leolinda, localizada no Sul da Bahia de propriedade de João Tavares. O primeiro brasileiro a ganhar, em 2010, o prêmio “Cocoa of Excellence América do Sul” no Salon du Chocolat de Paris, um dos principais reconhecimentos do setor, repetindo o feito em 2011. Reconhecido mundialmente por suas amêndoas de alta qualidade e valor agregado, João conquistou medalhas de Ouro e Prata no Cocoa of Excellence de 2021. Competiu com os 50 melhores produtores de cacau fino globalmente, colocando enfim, o Sul da Bahia e o Brasil no mapa mundial dos chocolates de origem.

  • Canvas restaurante

    Pretendo contar para vocês sobre minha experiência no jantar do Canvas restaurante do hotel Hilton São Paulo Morumbi, porém, antes de mais nada, gostaria de provocar uma reflexão. Exposição ESCOLHAS - Fazenda Santa Julieta (foto Daniel Ferreira) Conexão do campo à mesa A vida é feita de escolhas. Estas, impactam o mundo. Se..., repito, “Se ainda somos humanos pensantes”; seguimos capazes de escolher e medir consequências. Dessa forma, aos que se desculpam por ser um só, lamento informar: todos somos um só. O coletivo nasce da soma de uns. As boas e péssimas escolhas são individuais. Por isso, não acredito em chefs que não busquem a origem, a prima materia, não se conectem com a terra, o mar, o ar, com quem planta, cria, colhe ou pesca. Chefs que não constroem seus menus a partir de histórias de vida, que não saiam dos limites de suas cozinhas. Nesse mundo ultraprocessado, não precisamos de mais misturadores de latas, vidros e pacotes, queremos gente que cresça sem fôrma; quadrados, retângulos e círculos, temos o suficiente. Exposição ESCOLHAS - D.R.O. Ervas e Flores (foto Leonardo Macedo) A responsabilidade das escolhas Quem me acompanha sabe o quanto valorizo o pequeno produtor, a agricultura familiar e a produção artesanal. São 18 anos de Cuecas na Cozinha, escrevendo sobre isso, conquistando uma menção honrosa e dois prêmios São Paulo Capital Mundial da Gastronomia, conferidos pela Câmara Municipal de São Paulo. Bem como, um romance publicado “CONFORTAM-SE: Olfatos Angustiados & Corações Aflitos” , que trata exatamente sobre melhores escolhas, retratando a vida em Forteza, cidade turística, gastronômica, artesanal e sustentável. Tudo isso posto, gostaria de acrescentar que a responsabilidade cresce conforme a dimensão do chef, do restaurante, do empreendimento. E aí preciso dizer, a hotelaria tem um papel fundamental no desenvolvimento sustentável dos pequenos produtores. Quando um grande se alia a um pequeno, em condições justas, o melhor de cada um pode resultar dessa parceria. Exposição ESCOLHAS - Orfeu Café (foto Araquém Alcântara) Ingredientes e produtores brasileiros Bom demais, ter jantado com Breno Berdu (chef executivo) e Juliana Machado (sous chef executiva) do Canvas Bar & Restaurante /Hilton São Paulo Morumbi e ouvir sobre o trabalho que ambos têm feito na gastronomia do hotel para que pequenos produtores artesanais e agricultores familiares, forneçam seus produtos aos restaurantes do Hilton Morumbi, em especial para o Canvas, que tem o conceito do campo à mesa (Farm to Table). O novo menu degustação, traz a proposta não só de conectar o campo, rio e mar à mesa, como também mostrar as cozinhas do Brasil ao mundo. Há muitos hóspedes estrangeiros, que chegam ao país, fazem diversas reuniões e partem sem ter contato com quase nada do que é nosso; me contaram os chefs. Falando em visitar os produtores in loco, a estreia do menu degustação no Canvas combina com a abertura da exposição fotográfica “ESCOLHAS”. Curadoria do fotógrafo Rafael Balseiros, que utiliza fotos de diversos fotógrafos, registros de momentos nos produtores, impressos nos icônicos lambe-lambe (leia mais abaixo). A mostra se espalha por todo o espaço do restaurante. Cultura e Gastronomia andam muito bem juntas. Exposição ESCOLHAS - Cerâmica Fontoura & Kiehl (foto Miguel Vastag) Canvas restaurante - Menu Degustação Gostaria de destacar, não só o grande trabalho dos chefs e produtores, como também a beleza das cerâmicas desenvolvidas pela Bárbara do estúdio de cerâmica Fontoura & Kiehl, localizado em Piracaia, interior de São Paulo. PARA COMEÇAR (foto Rafa Balseiros) Carapau e Chibé O saboroso peixe curado e selado, ganha companhia da tradicional farinha ď'água de Bragança (Pará) temperada em leite de coco com limão, cebola roxa e ervas frescas. Harmonização: Espumante Farfaline Brut La Grande Bellezza (vinícola brasileira sediada em Pinto Bandeira - RS). (foto Rafa Balseiros) Steak Tartar à Brasileira Inusitada surpresa do menu, a clássica preparação é feita aqui com carne-de-sol curada com sal e açúcar mascavo, acompanhada de picles de maxixe e torradas de pão de queijo ou tapioca. Harmonização: Espumante Brut Rosé La Grande Bellezza. (foto Rafa Balseiros) Gema Curada Gema de ovo caipira orgânico, curada em sal, rodeada por uma “clara” feita com creme de cará, bottarga de produção própria e castanhas do Brasil. Harmonização: Espumante Brut Rosé La Grande Bellezza. PRINCIPAIS (foto Rafa Balseiros) Arroz de Pato Fazendo uma releitura do pato no tucupi, os chefs acrescentam miniarroz do Vale do Ribeira ao pato desfiado, temperado com jambu e chicória do Pará. Harmonização: Chardonnay Vallontano (vinícola brasileira localizada no Vale dos Vinhedos - RS) (foto Rafa Balseiros) Pirarucu com Purê Verde O carnudo peixe da Amazônia é grelhado e guarnecido por purê de batata, alho-poró, talos e folhas, que emprestam assim o tom verde ao purê. Harmonização: Chardonnay Vallontano (foto Rafa Balseiros) Paleta com Virado de Arroz Vermelho A paleta de boi (parte do dianteiro) vem acompanhada de um virado diferente, feito com arroz vermelho, feijão manteiga e queijo coalho. Harmonização: La Grande Bellezza Franc Madame Cabernet Franc PARA ADOÇAR Queijos e Meles A combinação de queijos e meles não só é perfeita, como também é uma amostra da biodiversidade brasileira. Bolo de mel e especiarias, pólen, creme de queijo, queijo Canastra e mel de abelhas nativas Harmonização: Drip Coffee Orfeu Especial – coado na hora na mesa. Conforme minha visita em maio/2025 - valor do Menu degustação: R$240 e do Menu degustação harmonizado R$390. Juliana Machado, Breno Berdu, eu e Rafa Balseiros Exposição Fotográfica: ESCOLHAS por Rafael Balseiros (curador) ESCOLHAS é mais do que uma exposição de fotografias é igualmente um convite à reflexão sobre os caminhos que escolhemos trilhar, sobre o valor do trabalho feito à mão, e sobre a profunda relação entre ser humano e a terra. Nesta mostra, os protagonistas são os produtores rurais e artesãos em seus próprios ambientes: fazendas, sítios, hortas, oficinas e ateliês. As imagens capturam com sensibilidade a essência de cada escolha - a decisão de plantar, de cultivar, de transformar com as próprias mãos. Enfim, em cada rosto, em cada ferramenta, em cada paisagem, há uma história de dedicação, resistência e amor pelo que se faz. A exposição revela a beleza da produção manual e o vínculo entre o produtor e o ambiente que o cerca. Assim, cada fotografia é uma janela aberta para o cotidiano de pessoas que optaram por viver de forma mais conectada com a terra, com o tempo e com os ciclos naturais. ESCOLHAS nos lembra que, em um mundo acelerado, ainda há quem escolha o caminho do cuidado, da tradição e da autenticidade. E, dessa forma, nos convida a valorizar essas decisões - porque elas alimentam, sustentam e inspiram. Curadoria : Rafael Balseiros Participação : Breno Berdu e Juliana Machado Fotos cedidas por produtores e fotógrafos parceiros do Hilton São Paulo Morumbi para o Canvas Restaurante. Gostaria de + infos sobre o Canvas restaurante? Então, acesse  Canvas restaurante Gostaria de ler sobre minhas visitas a alguns restaurantes? Então, acesse outros restaurantes

  • Melhores cafés de Porto Alegre

    Antes de mais nada, sou um apaixonado por cafés especiais e por visitar cafeterias em todos os lugares por onde ando. Então, selecionei os melhores cafés de Porto Alegre, na minha opinião, entre os que conheci, resultado de algumas idas à capital gaúcha. Agridoce Café Garanto que são cafeterias que valem a visita em POA. Ah, e essa lista será atualizada a cada nova viagem. Assim, se tiver alguma dica, por favor, deixe nos comentários. Vou te falar sobre meus critérios de seleção. Primeiramente, eu gostei. Valeu a experiência. Os cafés são todos bem tirados, não tomei nenhum café ruim nesses lugares. Melhores cafés de Porto Alegre Dito isso, cabe acrescentar que algumas dessas cafeterias realmente se dedicam à seleção cuidadosa de grãos especiais de produção e torra artesanal. Então, para quem busca provar xícaras diferentes: William & Sons Coffee Co., Ginkgo, Farrô, Moa Cafeteria, Vive Le Cafe e Café do Mercado. Mas, ó... dá pra pedir gostosurinhas doces e salgadas em cada um deles, ok? E são lugares gostosos de frequentar. Outros dessa lista, oferecem um cafezinho bom e uma experiência cenográfica como o Agridoce Café e a Senhorita Margô. Ou então, uma experiência cultural, como o Lai Lai (oriental) e o Sabor de Luna (Uruguai). Ou ainda, são ótimas padarias, como a Massa Madre - Panaderia Artesanal. Enfim, são vários os bons motivos para visitar cada um. Abaixo falo um pouquinho mais sobre eles. Agridoce Café O Agridoce Café é parada obrigatória para apreciar a decoração inusitada. Cada canto uma surpresa, inclusive no teto! São malas, gavetas, paredes coloridas, luminárias, pratos, objetos garimpados. Difícil reparar em tudo numa só visita. O menu também é cheio de boas opções. Prove a mil folhas com doce de leite. Ginkgo É um café dentro de uma floricultura ou uma floricultura dentro de um café? Então, pouco importa! No Ginkgo (na entrada tem uma árvore de Ginkgo Biloba), instalado em um galpão com pegada industrial - na Travessa Lanceiro Negros, que conecta duas ruas do bairro Auxiliadora - o que vale é beber bons cafés (inclusive, cold brew) em meio a plantas e flores. Mas vale, igualmente, comprar plantas e flores e levar pra casa um bom café. Ah! Não esqueça de provar o pão de queijo e o sanduíche no croissant! Farrô Mistura de cafeteria e galeria de arte urbana com acervo de obras e exposições temporárias, o Farrô é uma ótima parada para os apreciadores de café e cultura. Por lá também funciona um coworking, inclusive, com opção de pagar café free refil, pelas horas de uso. Parceiro da Baden Torrefação de Cafés Especiais e da Naveia (leites vegetais), oferecendo opções de bebidas para os intolerantes à lactose. Moa Cafeteria Operada por mulheres, a Moa Cafeteria e confeitaria prioriza a origem dos alimentos, o respeito pelos processos e o resgate do feito à mão. O saboroso Café da Casa (catuaí amarelo com final doce e acidez média) tem torra da Guria Coffee Roasters . Além das fatias servidas no balcão, aceita encomendas de bolos e tortas para festas. Café do Mercado Pra cada lugar que eu vou tento visitar o Mercado Público. O de Porto Alegre é cheio de histórias, foi inaugurado em 3 de Outubro de 1869, possui mais de uma centena de estabelecimentos, como os típicos de erva-mate e artigos gaúchos. Parada obrigatória é o tradicional Café do Mercado , que oferece uma linha de cafés especiais de diversas regiões brasileiras: Mogiana, Chapada Diamantina, Montanhas do Espírito Santo, Sul de Minas e Cerrado Mineiro. Senhorita Margô Jardim coberto por guarda-chuvas coloridos convida para entrar no Senhorita Margô ou sentar-se nas mesinhas espalhadas por lá mesmo. Dentro da casa, as cores vibrantes se misturam a móveis clássicos. As bebidas quentes são servidas em louças de porcelana, que parecem pertencer ao acervo da realeza. Misto de bistrô (pratos na hora do almoço), cafeteria e confeitaria; a casa oferece tentadora vitrine de sobremesas para pedir em fatias e seleção de brigadeiros, que vão do tradicional ao crème brûlée. Lai Lai O Lai Lai Empório Oriental e Cafeteria oferece diversos itens importados de alimentos e bebidas. Bem como, promove a cultura asiática com atividades (festa do Ano Novo Chinês, Festival do Japão, Chuseok da Coreia). Da mesma forma, tem menu com pratos tradicionais, incluindo lanches (guioza, oniguiris, chicken sando) e doces, como a imperdível Choux Cream - saborosa massa fina e crocante com delicioso creme de confeiteiro. William & Sons Coffee Co. Na William & Sons Coffee Co. (aliás, sugiro que vá na casinha da Mont'Serrat), o café especial é tão levado à sério e valorizado, que as embalagens estampam a imagem de cada produtor artesanal, informando as características sensoriais dos grãos. É, sem dúvida - o lugar - para os apreciadores de café. Oferece diversos cursos para amadores e profissionais da área. Sabor de Luna Recanto gastronômico do Uruguai em Porto Alegre, a Sabor de Luna lembra em tudo esse país muito querido dos brasileiros, em especial dos gaúchos, que costumam frequentar Punta del Este, José Ignácio, Montevidéu, entre outras regiões uruguaias. Misto de padaria, empório e rotisseria. Oferece: medialunas (sou apaixonado por esse pãozinho que é primo do croissant), vigilante (medialuna doce com calda de baunilha e açúcar demerara), empanadas, alfajores, Rogel (a famosa torta feita em camadas com discos de biscoito e dulce de leche). Enfim, é muita coisa boa, em forma de pães e doces. Além disso, da rotisseria saem massas frescas em diversos formatos e recheios. O maravilhoso dulce de leche uruguaio pra levar pra casa, também tem! Vive Le Cafe Basta subir uma escadinha para encontrar um ambiente charmoso inspirado nos cafés parisienses, com direito a terraço que dá vista parcial para a Praça Dr. Cardoso Mauricio, no bairro Moinhos de Vento. No Vive Le Cafe paredes de tijolo à vista ganham quadros, bem como coleção de espelhos vintage. As mesinhas redondas e quadradas recebem cadeiras de várias épocas e estilos, o aconchego é cortesia da casa. Cafés e outras bebidas chegam aos clientes em canecas especiais desenvolvidas pela marca. Tem muita gente que compra e leva pra casa. Entre os comes: Blueberry Lemon Muffin com apetitosa farofinha. Massa Madre Pra quem não sabe, massa madre (ou massa mãe, ou levain) é o nome que se dá ao fermento natural, que leva basicamente farinha, água e muita dedicação. Alguns desses fermentos atravessam gerações de famílias, que os alimentam, diariamente, para continuar trazendo o mesmo sabor à produção de seus pães. Pois, dessa forma nasceu a paixão do casal Rodrigo Escobar e Veridiana Rodrigues, quando decidiram fazer pães mais saudáveis, sem aditivos, quando descobriram a massa madre e os inúmeros pães de fermentação natural que podem ser produzidos a partir dela. (faz sentido chamar massa mãe, né?). Visitei a Massa Madre da Cidade Baixa, padaria pequena e aconchegante, onde é difícil ficar encarando a vitrine de pães fresquinhos, tanto de fermentação natural quanto de viennoiserie (folhados) sem ter vontade de pedir tudo. Prove o pão da casa de fermentação natural, o croissant, o pão delícia (esse tem origem baiana, fofo, macio e eu amo!), a focaccia e o inusitado e saboroso Cruffin (mistura de croissant com muffin), que pode vir recheado com pistache ou bergamota, por exemplo. Outras cafeterias e docerias por aí + sobre Viagens Gourmet

  • Mammasan

    Já ouviu falar na cozinha Mediterrasian? Então, precisa conhecer o Mammasan! A cozinha Mediterrasian é uma mistura de ingredientes e modos de preparo de duas grandes culinárias: a Mediterrânea e a Asiática. Assim, essa cozinha é resultado, exatamente, da mistura entre os diversos povos dessas regiões. Em São Paulo, cidade onde todas as culturas se encontram, acaba de abrir, no bairro dos Jardins, o Mammasan, que retrata um pouco da cozinha Mediterrasian, sendo um tributo às origens e histórias familiares. Érica Maiera, sócia do restaurante, por exemplo, tem pai italiano e mãe japonesa. Karettini Memórias “Minhas raízes estão na Itália e no Japão, sou metade italiana e metade japonesa. Sempre convivi nesses dois mundos das minhas duas avós, cada uma com sua personalidade, graças à cultura de sua origem. Mas, do seu jeito, amavam, partilhavam. O jeito delas mostrarem amor era através da comida, cozinhavam com aquela memória afetiva dos países que vieram. E com o que tinham aqui no Brasil pra cozinhar”, descreve Érica. O resultado, além da fusão das cozinhas, está igualmente na decoração do Mammasan carregada de memorabilia. Érica trouxe muitas fotos e objetos dos dois lados da família para espalhar no espaço vermelho aconchegante criado pelo arquiteto Otávio De Sanctis. Cadeiras de palhinha italiana misturam-se a outras produzidas com formato que lembra o Torii (portão tradicional japonês). Nas mesas talheres e hashis. Ebi crocante Curiosamente, sua sócia, Fernanda Prado Sampaio, tem descendência portuguesa, mas é casada com um descendente de japonês com português. Comprovando que o mundo não tem mesmo fronteiras e as cozinhas também não precisam ter. Oshibuco Mammasan - menu Antes de mais nada, gostaria de dizer que o que mais gostei no Mammasan foi o tempero, aquela comida bem temperada, que lembra casa de vó. O couvert com pães de fermentação natural, tem uma “como nunca pensei nisso antes” manteiga de miso e picles da casa. Entrada certeira para desvendar essa cozinha multicultural é o “preciso comer de novo e de novo” Karettini, bolinhos de carne (polpettini) com casca fininha e crocante, recheados de mozzarella di bufala e acompanhados de um delicioso karê (o curry japonês). Gyoza Mammasan Outras opções de entrada: Ebi crocante (camarão empanado, tomatinhos defumados e sunomono de manga); Gyoza Mammasan (gyoza aberto na folha de arroz com recheio de carne suína, abobrinha e cebolinha). Bem como: Tempura Caccio e Peppe (tempura de couve-flor polvilhado com parmesão e pimenta do reino) e Harumaki Mammasan (rolinho primavera recheado de frango, queijo, ricotta di bufala, umeboshi, shiso verde e geleia sweet-chilli da casa). Principais Nos principais, meu coração bateu pelo potente Oshibuco – ossobuco de cocção longa em vinho tinto, prensado, servido sobre polenta cremosa, farofinha de alho e folhas de horenso. Pancettama Há também: Pancettama, que leva fatias finas de pancetta grelhada (chashu), ovos marinados e acelga chinesa. Bem como: Pesci Miso, peixe do dia grelhado no Josper e manteiga de amamiso; Socarrat da Costa Blanca, (crosta de arroz, polvo e aioli) e Tantanni (udon com ragu de carne bovina e suína). Se quiser acompanhamentos para os pratos principais, só pedir à parte: Batata (rústica, alecrim, alho assado, polvilhada com shichimi); Gohan (arroz japonês); Midorisan (mix de vegetais – acelga chinesa, vagem, quiabo, cebolinha, edamame e amêndoas laminadas). Mare Para beber tem carta de saquês, boa seleção de vinhos, drinks clássicos e autorais que saem do bar MammaSan. Boa pedida é o refrescante Mare (gin, xarope de cupuaçu, limão, capim santo, vinho branco, coentro e shiso – clarificados com leite). Serviço Restaurante Mammasan Al Ministro Rocha Azevedo 1101 Instagram para infos de horários e reservas   + dicas de restaurantes - acesse

  • Nelita

    Delicadeza se põe à mesa no restaurante Nelita. Senta que lá vem história! chef Tássia Magalhães, restaurante Nelita (foto Rubens Kato) Segundo o Michaellis, delicadeza é atenção minuciosa, atitude cuidadosa, qualidade do que é delicado, sensibilidade de sentimentos, apuro, esmero, minúcia, sutileza. Assim é a cozinha da chef Tássia Magalhães no Nelita, restaurante que completa três anos e coleciona prêmios nacionais e internacionais. Tássia imprime ao DNA italiano da casa, brasilidade que conta sobre suas origens no Vale do Paraíba. A técnica, presente em cada prato, é apenas uma ferramenta para atingir um propósito maior, contar a própria história, conectar o comensal com as memórias afetivas, culturais e gastronômicas da chef. Flor de tomate, baunilha e leite de búfala (foto Ale Guerra - Cuecas na Cozinha) Vale do Paraíba Nascida e crescida em Guaratinguetá, município que pertence ao Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, Tássia conhece muito bem a cidade, bem como a região que ganhou destaque no cenário nacional no final do século XVIII com o ciclo do café, ficou famosa por sua pecuária leiteira e hoje, é a maior produtora de variedades especiais de arroz. “ Guará” também foi berço de inúmeras expressões culturais e artísticas, tendo Di Cavalcanti como um de seus moradores mais ilustres. O artista foi um dos principais idealizadores da Semana da Arte Moderna de 1922, marco inaugural do modernismo no Brasil. Sua pintura “Cinco moças de Guaratinguetá”, de 1930, retrata mulheres da família do Palhaço Piolin (ícone da cultura nacional, o maior artista circense do Brasil) e chamou atenção de artistas do movimento modernista. Hoje, o quadro faz parte do acervo do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Inspirada no quadro “Cinco moças de Guaratinguetá”, a chef Tássia Magalhães criou suas bases do novo momento do Nelita: brasilidade, pertencimento e feminilidade. “ Alguns dos ingredientes do Vale do Paraíba nós usamos desde a abertura do Nelita, mas esse menu foi todo pensado para valorizar a terra de onde vim, a sua rica história e os pequenos produtores do interior de São Paulo”, diz Tássia. Cappelli de Funghi e Berinjela defumada (foto Ale Guerra - Cuecas na Cozinha) Nelita  Estive num jantar, na primeira segunda-feira em que o Nelita foi aberto ao público, sim agora o restaurante abre às segundas. Provei muitos pratos, que foram compartilhados na minha mesa . Antes de mais nada, primeiro ponto que eu gostaria de destacar é a capacidade que a Tássia e sua equipe, composta apenas por mulheres na cozinha, possuem de dar protagonismo aos vegetais. Ziti | Couve Flor | Baroa | Jambu (foto Ale Guerra - Cuecas na Cozinha) Assim, basta provar o Cappelli de Funghi e Berinjela defumada, uma massa feita com cogumelos, recheada com compota de berinjela e tomate e finalizada com caldo translúcido de berinjela defumada (R$92) para entender o que estou dizendo. Enfim, amei esse prato! Bem como: Beterraba | Rabanete | Iogurte | Poejo (R$72) ; Abobrinha marinada | Beurre Blanc (R$88) e a massa Ziti | Couve Flor | Baroa | Jambu (R$135). Escritos assim mesmo no cardápio, para dar protagonismo a cada ingrediente ou preparo utilizado. Linguini | Cenoura | Ikura (foto Ale Guerra - Cuecas na Cozinha) Nelita - Menu delicado Outro ponto é a sofisticação de um ingrediente a partir da técnica: O Linguini com suco de cenoura, alho-poró e algas é finalizado com ovas de truta do Vale do Paraíba (R$145). A valorização das ovas de truta no Brasil é algo incomum. Então, é bom lembrar que os japoneses apresentaram ao mundo suas alaranjadas ovas Ikura, provenientes do salmão selvagem do Alaska; assim como os russos conquistaram paladares ao redor do mundo com o seu caviar de ovas do peixe esturjão. Cozinhas modernas não desperdiçam ingredientes: o leite de búfala de Pindamonhangaba é utilizado em forma de coalhada no snack de flor, tomate fermentado e baunilha (R$72 – 4 unidades). O soro resultante transforma-se em gel para o Risotto de aspargos com radicchio (R$178), prato feito com arroz de altitude de Guaratinguetá, cultivado aos pés da Serra da Mantiqueira. Meu prato preferido Gostaria de destacar meu prato preferido Agnolotti de Cabra com Limão Confit, Mel e Alho Negro (R$165). Tudo está lá, mas ninguém rouba a cena, equilíbrio delicado de muitas sensações no paladar, o ácido, o azedo, o doce. A apresentação é uma pintura minimalista, que convida a desvendar cada pincelada. Agnolotti de Cabra com Limão Confit, Mel e Alho Negro (foto Ale Guerra - Cuecas na Cozinha) No capítulo Riso, Peixe, Carne – Risotto | Aspargos | Radicchio (R$178). Suculenta Pescada | Mandiocas | Velouté (R$172). Bela combinação de Porco | Pêras | Pão Tostado (R$170) e Entrecôte | Eriynghi | Cavolo Nero | Aligot (R$198) Para as sobremesas: Chocolate | Capim Santo (R$51); Coco | Abacaxi (R$39) e Choux | Manga (R$37). Além do à la carte, é possível optar pelo menu degustação (R$590), de 11 etapas, servido apenas no balcão, no jantar de terça-feira a sábado. Os pratos são os mesmos do à la carte, em porções reduzidas. Chocolate | Capim Santo (foto Ale Guerra - Cuecas na Cozinha) Carta de Vinho A seleção e o serviço de vinhos do restaurante ficam a cargo do Danyel Steinle. Sua carta foca em naturais, orgânicos e de pequena produção. Para acompanhar as entradas, ele serviu o biológico branco português da região da Beira Interior, Quinta da Biaia 750 safra 2020, elaborado com uvas Síria. A história da Quinta da Biaia remonta ao século XVII. Com vinhas plantadas a 750 metros de altitude, o vinho estagia por 8 meses em barricas de carvalho francês usadas. Sua característica cítrica trouxe então versatilidade na combinação com as diversas entradas que provamos. Na hora dos principais Danyel começou a servir o Escala Humana Livvera Sangiovese tinto 2021. O vinho foi o primeiro projeto da Escala Humana Wines, desenvolvido por German Masera, um dos enólogos mais respeitados de Mendoza (Argentina) quando o assunto é vinho natural. As uvas Sangiovese foram colhidas manualmente no Vale do Uco e envelheceram por 4 meses em ovos de concreto com fermentação 100% natural, sem sulfitos e sem conservantes. Dessa forma, o resultado é muita fruta vermelha, boa acidez e corpo leve, permitindo harmonização com os diversos pratos provados. Serviço: Visitado em Julho de 2024 (preços do menu nessa época) Rua Ferreira de Araújo, nº 330 - Pinheiros. São Paulo/SP Mais infos @nelita.restauran Então, quer + dicas de restaurante? Acesse

  • Festival Gastronômico TUCCA Le Cordon Bleu

    O Festival Gastronômico TUCCA Le Cordon Bleu é uma iniciativa pioneira, que reúne não apenas boa gastronomia como também muita solidariedade. A renomada escola francesa, principal rede global de institutos de artes culinárias e gestão de hospitalidade, se une à causa da associação para tratamento de crianças e adolescentes com câncer. Assim, toda a arrecadação do evento será revertida para a TUCCA . Então, anota na agenda, entre os dias 17 a 19 de maio, acontecerá um combinado perfeito de feira de produtos gastronômicos, cuidadosamente selecionados pela curadora Patricia Ferraz + aulas ministradas por grandes chefs + degustações comandadas por especialistas convidados. A Table Charcutaria Festival Gastronômico TUCCA Le Cordon Bleu O evento começa com um jantar e leilão beneficente na sexta-feira, 17 de maio, preparado pelos chefs do instituto de artes culinárias. No sábado e domingo (18 e 19 de maio) o prédio do Le Cordon Bleu , na Rua Natingui 862 - Vila Madalena, sediará a feira de produtores; bem como, as aulas e degustações, essas acontecerão, apenas no sábado (18). Capril do Bosque Feira de Produtos Gastronômicos Os 26 expositores oferecerão saborosas opções de pratos, lanches, petiscos e sobremesas para comer na hora. Da mesma forma, queijos, charcutaria, azeites, cerâmicas, tábuas de madeira e até charmosas luminárias, por exemplo, serão opções para levar pra casa. Cerveja e vinho, igualmente, acompanham! A Table Charcutaria ; Atelier Muriqui ; Atelier de Terrine ; Azeites Borriello ; Bao Hut ; Caprichos e Mimos; Capril do Bosque ; Caramelo Confeitaria ; Catimba Cervejas; Da Mooca Pizza Shop ; Escola Sorvete ; Fazenda Atalaia ; Grand Cru Vinhos ; Jais ; Make Hommus ; Mil Confeitaria ; Mission Chocolates ; Primoh Sweets ; Projeto A.MAR ; Salumeria Mayer ; Shihoma ; Taaroa Tábuas ; Vestra Panem ; Wafa Torrones e Zaff Design . Da Mooca Pizza Shop Aulas - Sábado 18 de maio Antes de mais nada, leia a programação completa abaixo. Então, consulte sua agenda, adquira as aulas preferidas e enfim, prepare o caderninho porque serão muitas anotações! Seja como for, cabe informar: aulas com chefs, salas 1 e 2, tem duração de 1 hora, custam R$100,00 e incluem pequena degustação do prato ensinado. Por outro lado, as degustações na Cullinary Village tem duração de 1h30, custam R$200,00 e incluem a degustação das bebidas. Make Hommus Sala 1  11h às 12h - O confeiteiro Pedro Frade , ensina entremet de chocolate e pistache. 13h às 14h - Chef da Le Cordon Bleu dá aula sobre panificação. 15h às 16h “Que seja doce - corpo e alma” - O confeiteiro Lucas Corazza , da GNT, ensina seu bolo de chocolate com especiarias. 17h às 18h - A confeiteira Joyce Galvão ensina os segredos para seu bolo não murchar e ser um sucesso. Antonio Maiolica Sala 2 11h às 12h - O pão coreano e suas variações, com Daniel Park, da Komah Bakery . 13h às 14h - Massas fáceis para fazer em 15 minutos, com o chef salernitano, Antonio Maiolica . 15h às 16h - Fred Caffarena , da Make Homus not War , mostra como preparar o melhor homus da cidade. 17h às 18h - Faça em casa uma pizza profissional com as dicas de Luciano Nardelli, da Carlos Pizza . Jais CULLINARY VILLAGE - com degustação 11h às 12h30 - Aprenda não apenas a fazer petiscos de izakaya como também harmonizá-los com drinques de sakes, com Thiago Maeda e Yasmin Yonashiro . 14h às 15h30 - Degustação de vinhos com a Grand Cru. Enfim, encerrando a programação do Cullinary Village das 16h30 às 18h - Manoel Beato conduz uma prova de vinhos harmonizados ao som de música ao vivo. Caramelo Confeitaria Le Cordon Bleu São Paulo - Instituto de Artes Culinárias Rua Natingui, 862 Vila Madalena São Paulo, SP Entrada R$15,00 Aulas com chefs R$100,00 Degustações R$200,00 Topa apoiar essa iniciativa? Então compre seus ingressos desde já.

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