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  • Cachaça e Gastronomia 2014

    A equipe do Mapa da Cachaça lançou seu guia Cachaça e Gastronomia 2014 . O livro foi idealizado para ser uma referência sobre cachaça de qualidade e estabelecimentos que oferecem a bebida de forma criativa, seja pela carta de cachaças, a decoração das garrafas ou os pratos e coquetéis que levam a bebida como ingrediente de destaque. Camarada, mé, marvada, guaraciaba, suor de alambique; não importa a região do Brasil, todo mundo tem um nome para ela: a cachaça . Produzida no país desde 1530-1540, a cachaça é considerada patrimônio nacional da gastronomia. No guia, o pessoal do Mapa da Cachaça apresenta: os tipos de cachaça , as diferenças da produção industrial e artesanal, as madeiras de envelhecimento, como degustar o destilado, roda de aromas (pesquisa sensorial desenvolvida em parceria com a cientista Aline Bortoletto, da Universidade de São Paulo – são mais de 70 aromas encontrados em diferentes tipos de cachaça ) e ainda 100 estabelecimentos espalhados pelo Brasil que valorizam a bebida (nessa parte do guia eles contaram com a ajuda da equipe do portal  Destemperados ). O leitor também encontrará no livro textos bilíngues de especialistas em cachaça e receitas feitas por grandes chefs e mixologistas, como: Rodrigo Oliveira, Thiago Castanho, Bia Goll, Bárbara Verzola, Pablo Pavón, Junior WM e Laércio Zulu. O download do guia Cachaça e Gastronomia 2014   pode ser feito no site do Mapa da Cachaça . Para o Cuecas na Cozinha  eles enviaram a receita Quintal Brasileiro  do mixologista Laércio Zulu (baiano, formado em turismo, mixologista e chef de bar do La Maison est Tombée . Zulu adora adicionar brasilidade aos seus coquetéis e é famoso pelos seus bitters – descrição retirada do livro). Quintal Brasileiro Ingredientes 60 ml  Cachaça envelhecida em amburana 20 ml suco limão cravo 15 ml mel 3 gotas de Bitter de laranja Espuma de jabuticaba (opcional) Gelo Modo de preparo 1. Adicione cubos de gelo a uma taça martini para resfriá-la. 2. Em uma coqueteleira, adicione cubos de gelo, o suco de limão cravo, a cachaça, o bitter e o mel.Bata bem. 3. Retire os cubos de gelo da taça e sirva o coquetel. 4. Complete o topo da taça com a espuma de jabuticaba e decore com twist de casca de limão cravo. Fotos: Divulgação

  • Os melhores vinhos do Chile

    Tive a oportunidade de participar de uma edição histórica do Annual Wines of Chile Awards, a 12ª edição. Pela primeira vez, a associação Wines of Chile -que representa mais de 90 vinícolas  e é responsável por divulgar os vinhos chilenos no mercado mundial- realiza o evento, que elege os melhores vinhos do Chile , fora do seu país. A premiação aconteceu aqui em São Paulo no dia 2 de dezembro de 2014 com apresentação da jornalista e apresentadora, Ana Paula Padrão. Durante três dias, os jurados provaram 639 vinhos de 92 vinícolas. Dos vinhos provados: 88 conquistaram ouro; 272 ficaram com medalhas de prata e 203 levaram bronze. O que significa que 88% dos participantes conquistaram alguma distinção. Mas os melhores vinhos do Chile , os 15 vinhos melhores rótulos chilenos,  só foram anunciados na noite de premiação do 12º Annual Wines of Chile Awards (AWoCA). Uma noite de gala, seguida de degustação e jantar, que aconteceu no Hotel Renaissance (SP). Os vencedores do 12º AWoCA são: Best in the Show (o melhor vinho do concurso):  Syrah Gran Reserva 2012/Viña Casas del Bosque – importado pela Obra Prima Premium Red (o melhor tinto): Armida 2009/De Martino – importado pela Decanter Premium White (o melhor branco) : Amelia 2013/Concha y Toro - importado pela VCT Brasil Other Reds (outras uvas tintas): Tama Vineyard Selection Carignan 2013/Viña Anakena - importado pela Winebrands Other Withes (outras uvas brancas) : Single Vineyard Neblina Riesling 2011/Leyda - importado pela  Grand Cru Blends (várias uvas) : 5 Cepas 2013/Casa Silva - importado pela Vinhos do Mundo Rosé: Gallardía del Itata Cinsault 2014/De Martino - importado pela Decanter Sparkling Wine: Brut Nature/Viña Morandé - importado pela Grand Cru Late Harvest: Erasmo Late Harvest Torontel 2009/Erasmo - importado pela Franco-Suíssa Cabernet Sauvignon: Gran Terroir de los Andes - Los Lingues Cabernet Sauvignon 2012/Casa Silva - importado pela Vinhos do Mundo Carmenere : Carmenere Reserva 2013 Pedriscal Vineyard/Falernia - importado pela Premium/BH Pinot Noir: Pinot Noir Reserva 2013/Falernia - importado pela Premium/BH Syrah: Syrah Gran Reserva 2012/Viña Casas del Bosque - importado pela Grand Cru Chardonnay: Tarapacá Gran Reserva Chardonnay/Viña Tarapacá - importado pela Épice Sauvignon Blanc: Specialties Sauvignon Blanc Ocean Side 2014/Santa Carolina - importado pela Casa Flora  fotos de divulgação da CH2A Comunicação

  • Harmonização com vinhos Festas de Fim de Ano

    Convidei Gilberto Medeiros, presidente da Associação Brasileira dos Amigos do Vinho - SBAV/SP  (quem tiver interesse pode se associar, porque a SBAV/SP promove diversos cursos e degustações em sua sede em São Paulo), para falar de Harmonização com vinhos nas Festas de Fim de Ano . Minha proposta foi trazer ideias para que vocês possam fazer escolhas descomplicadas na hora da compra dos vinhos. Quer aceitem as indicações do Gilberto ou resolvam selecionar suas bebidas em empórios, lojas ou mercados - poderão com essas dicas simples,  pedir ajuda ao atendente do local e descobrir qual o vinho ideal, que vai cair no seu gosto e caber no seu bolso. (fotos Janice Prado Fotografia ) Resolvi dividir a matéria em duas partes. Na primeira, eu faço um resumo sobre Harmonização com vinhos Festas de Fim de Ano , destacando as dicas do Gilberto pelo tipo de vinho. Na segunda parte, o texto completo do presidente da SBAV/SP  destacando os pratos e indicando rótulos. Harmonização com vinhos nas Festas de Fim de Ano –  por tipo de vinho Espumante Brut ou Champagne : Aperitivos/ Peixes e Frutos do Mar / servem também para todo o jantar (acidez e gás carbônico presentes atenuam os alimentos gordurosos) Espumante Demi-sec : Panetone / Frutas Branco seco de boa acidez : Peixes e Frutos do Mar / Tender Branco encorpado : Bacalhau / Aves / Porco / Massas com molho branco Branco de sobremesa : Panetone / Rabanada / Frutas Tinto leve : Aves / Tender / Porco Tinto médio : Bacalhau / Porco Tinto frutado : Massas com molho vermelho Tinto encorpado : Carne bovina assada / Cabrito/ Cordeiro Tinto doce : Doces à base de Chocolate Harmonização com vinhos nas Festas de Fim de Ano – texto do Gilberto Medeiros destacando os pratos e indicando rótulos Brindemos ao final do ano! (por Gilberto Medeiros – presidente da SBAV/SP – www.sbav-sp.com.br ) Caro amigo do vinho, mais um ano se encerra e, como sempre nesta época, estamos nos preparando para as festas de final de ano (especialmente natal e ano novo), momento este de muita confraternização entre familiares e amigos, tudo regado a muita comida e, como não, vinhos! E é justamente neste momento que vem a dúvida àqueles que estão cuidando dos preparativos. Qual vinho servir? Qual vinho compatibilizará com o alimento servido? Esta dúvida é, de fato, pertinente e muitas vezes aflige até os mais experientes enófilos, já que as possibilidades de compatibilização entre alimentos e vinhos são muitas. Para iniciar, e de uma forma breve, o conceito de harmonização de alimento e vinho tem por finalidade fazer com que um complemente o outro (e não “briguem” entre si), tornando, assim, a refeição muito mais prazerosa. E quando pensamos nesta harmonização, procuramos sempre seguir dois conceitos básico: harmonização por semelhança (quando o alimento e o vinho possuem o mesmo nível de complexidade – Exemplo: alimento leve requer vinho leve) e harmonização por oposição (quando alimentos e vinhos possuem características gustativas antagônicas – Exemplo: a acidez de um vinho atenua a gordura do alimento; o doce ameniza o salgado etc.). Como se pode perceber esta combinação não é das mais fáceis, ficando ainda mais complexa quando tratamos de festas natalinas, quando há verdadeiros banquetes contendo diversas variedades de alimentos. Passo, então, a sugerir algumas opções, onde procurei, na medida do possível, escolher algumas vinhos “coringas”, que podem harmonizar com diversos alimentos,   lembrando sempre que não há regra fechada e que cada um pode (e deve) escolher o vinho que mais lhe agrade: • Aperitivos : espumante brut, que pode ser um bom nacional ( Espumante Cave Geisse Brut ou Espumante Adolfo Lona Brut ) ou champagne ( Champagne Henriot ). Este espumante poderá, inclusive, ser um bom “coringa” para os demais pratos do jantar, uma vez que sua acidez e gás carbônico presentes atenuam os alimentos gordurosos. Pratos principais: • Peixes e frutos do mar : espumante brut ( Espumante Cave Geisse Brut, Espumante Adolfo Lona Brut ou Champagne Henriot ) ou um branco seco de boa acidez ( Alvarinho João Portugal Ramos ). • Bacalhau : branco encorpado ( Esporão Private Selection Branco ) ou tinto médio ( Viña Cubillo Crianza ou Quinta do Perdigão Reserva ). • Aves (peru, chester, codorna, perdiz): branco encorpado ( Esporão Private Selection Branco ) ou tinto leve ( Bourgogne Rouge Joseph Drouhin ). • Presunto Tender : branco seco de boa acidez ( Alvarinho João Portugal Ramos ) ou tinto leve ( Bourgogne Rouge Joseph Drouhin ). • Porco (leitão, pernil e lombo assado): branco encorpado ( Esporão Private Selection Branco ) ou tinto leve ou médio ( Barbera D´Asti “La Vigna Vecchia” ou Outrora – Bairrada – Baga ).  • Massas com molho branco : branco encorpado ( Esporão Private Selection Branco ). • Massas com molho vermelho : tinto frutado ( Barbera D´Asti “La Vigna Vecchia” ). • Carne bovina assada : Tinto encorpado e tânico elaborado com as castas Cabernet Sauvignon, Malbec, Tannat, ou mesmo um bom Barolo. Fica a sugestão de um Tannat Uruguaio da Bodegas Carrau ( Amat ou Gran Tradicion 1752 ). • Cabrito, Cordeiro : Tinto de bom corpo ( Quinta do Perdigão Reserva ). Sobremesas: • Panetone : espumante demi-sec ( Espumante Adolfo Lona Demi-sec ) ou um branco de sobremesa ( Muscat de Beaumes de Venise ). • Rabanada : branco de sobremesa ( Muscat de Beaumes de Venise ). • Frutas : espumante demi-sec ( Espumante Adolfo Lona Demi-sec ) ou um branco de sobremesa ( Muscat de Beaumes de Venise ). • Doces a base de chocolate : tinto doce ( Banyuls Rouge ).

  • Bebidas típicas do Japão

    Boa oportunidade para conhecer sobre Bebidas típicas do Japão . No próximo dia 10 de agosto, acontecerá seminário gratuito, Kokushu: Uma Dose de Japão ,  que reunirá em São Paulo grandes especialistas nas três principais bebidas típicas do Japão: sake, shochu e awamori. Bebidas típicas do Japão Sake O sake é a bebida-símbolo do Japão mais conhecida no Ocidente. Feito a partir da fermentação do arroz há mais de 2 mil anos. No século 19, começou um processo de refinamento da produção que continua até os dias atuais. Seu sabor é suave, principalmente, o do sake premium, que é feito de grãos de arroz mais polidos, em comparação aos utilizados nos sakes básicos. Tem graduação alcoólica próxima de 15% Hoje são cerca de mil fábricas no Japão, que ainda produzem sakes típicos de cada região, conforme a dieta do local. Shochu O shochu (lê-se “xôtyu”) é a bebida mais consumida no Japão, mas ainda pouco conhecida dos brasileiros. Chamado de “vodca japonesa”. É um destilado que pode ser feito de diversos ingredientes, como batata-doce, cenoura, arroz, trigo, cevada, trigo-sarraceno e mandioca. O teor alcoólico de 20-25% é relativamente baixo para um destilado. Awamori Assim como o shochu, o awamori é um destilado de arroz típico de Okinawa, província formada por um conjunto de ilhas ao sul do Japão, conhecida por ter uma cultura própria. Produzido a partir do polimento do arroz tailandês, de grão mais fino e com menos amido que o usado para os sakes. O grão precisa ser cozido duas vezes antes de ser destilado. Sua graduação alcoólica varia de 30% - 43%. Kokushu: Uma Dose de Japão O porta-voz brasileiro do evento é o sommelier de sake Alexandre Tatsuya Iida, proprietário da Adega de Sake e um dos principais especialistas no assunto. Iida é o único brasileiro nomeado Sake Samurai, uma espécie de embaixador da bebida, pela The Japan Sake Brewers Association Junior Council. Palestras acontecerão entre 15h e 18h Masumi Nakano, presidente da Dewazakura Sake Brewery, falará sobre sake; - a empresa venceu o prêmio da categoria 2016 no  Internacional Wine Challenge (IMC), uma das maiores competições de bebida do mundo. Hisanori Komaki, diretor da Komaki Brewing,  palestrará sobre o shochu; Tsutomu Oshiro, presidente da Chuko Awamori Distillery, contará ao público sobre o awamori. Cultura e Gastronomia Após as palestras, os produtores das bebidas típicas do Japão,  iniciam uma degustação de rótulos de sake, shochu e awamori. A degustação é gratuita, mas só poderão participar os inscritos no evento. Está programada uma performance de taiko (tambor japonês). O animê Kampai, dublado em português, será exibido no mezanino. A Associação Brasileira de Ikebana prepara cinco grandes instalações no local. O ponto alto promete ser a cerimônia xintoísta Kagami Biraki, que é a quebra dos barris de sake para desejar sorte e prosperidade. A parte musical conta com Shen Ribeiro (flauta), Tamie Kitahara (koto) e um pocket show do cantor Joe Hirata. Kokushu: uma dose de Japão Quando: 10 de agosto, a partir das 15h Programação: Seminário: das 15h, às 18h. Degustação e apresentações culturais: a partir das 18h Inscrições gratuitas: clique no link   https://kokushu.eventbrite.com Onde: Nikkey Palace Hotel - R. Galvão Bueno, 425 - Liberdade, São Paulo Fotos: Tatewaki Nio

  • Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal

    Pra começo de conversa devo dizer que só por ter a oportunidade de sentar numa estação de trem centenária, andar pelos trilhos, observar a natureza em volta e ainda ter uma vista deslumbrante do Vale do Paraíba (olhando do mirante Nossa Senhora Auxiliadora), já vale à pena visitar o Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal . Se estiver em Campos do Jordão , pode chegar à estação Eugênio Lefréve onde fica o famoso Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal   no passeio de trem ou mesmo de carro (a distância entre Campos e Santo Antonio do Pinhal  é cerca de 20km), há estacionamento no local. Se for de carro, não deixe de dar uma volta pela aconchegante cidade, famosa pelas Araucárias e a abundância de  pinhões, que costumam frequentar os cardápios dos restaurantes, assim como as trutas. Em 1914 inciou-se a operação da Estrada de Ferro Campos do Jordão (EFCJ), concebida pelos médicos sanitaristas Emílio Ribas (que dá nome a estação) e Victor Godinho. Seu objetivo inicial era transportar doentes tísicos para os sanatórios de tratamento, então localizados em Campos do Jordão. Com o desenvolvimento da cidade a EFCJ consolidou-se como o principal meio de acesso à região, que acabou virando uma estância turística. O traçado da ferrovia começa em Pindamonhangaba e termina em Campos do Jordão, passando pelo município de Santo Antônio do Pinhal, totalizando 47 km de extensão. A viagem completa dura pouco mais de duas horas, mas é possível fazer apenas parte do passeio. Nesse trajeto alternam-se diversos serviços ferroviários, como o Trem de Serra, o Bonde Turístico, a Maria Fumaça, entre outros, com diferentes percursos, horários e tarifas. Leia mais nesse link do site da Estrada de Ferro Campos do Jordão . Algumas curiosidades da EFCJ: - Partindo de Pindamonhangaba, a estrada sobe as encostas íngremes da Serra da Mantiqueira num traçado sinuoso, com rampas de até 11,5% de aclive, vencidas em simples aderência. - O traçado da ferrovia possui uma ponte construída na França, em 1924, transportada para o Brasil totalmente desmontada e edificada sobre o rio Paraíba do Sul. Sua extensão total é de 160 metros, possuindo quatro vãos sustentados por pilares em pedras talhadas a mão. - Nela localiza-se o ponto ferroviário mais alto no Brasil, o Alto do Lajeado, atingindo 1.743 m de altitude. Voltando ao nosso ponto de partida o Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal, vale à pena provar? Vale! Além do curioso formato achatado e arredondado que não encontramos por aí, é frito na hora, bem crocante e sequinho, saboroso e com o peixe presente. Acrescente nos ingredientes um toque de reflexão, estações de trem me fazem pensar em quantas pessoas partiram, quantas chegaram e as bagagens físicas e emocionais que as acompanharam na viagem. Serviço Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal (na verdade o lugar chama Bolinho de Bacalhau & Cia ) – fica na estação de trem Eugênio Lefréve em Santo Antonio do Pinhal. Acesse o site turístico da Prefeitura de Santo Antonio do Pinhal .

  • Freixenet

    Durante minha viagem à Espanha, enquanto estava em Barcelona, fui convidado para visitar a Freixenet , empresa que é líder mundial na produção de espumantes com mais de 100 milhões de garrafas do líquido de borbulhas produzidas por ano. Obrigado à Cristina Blasi Villalmanzo, que nos acompanhou (eu e a responsável pelas fotos dessa matéria Jane Prado ) durante toda a visita, guiando-nos pelos caminhos subterrâneos cheios de histórias da vinícola. Esse tour pela Freixenet  , que hoje já atrai mais de 90 mil visitantes/ano, pode ser agendado no site espanhol da empresa  ( clique aqui ). A história da Freixenet  inicia em 1861, na pequena cidade de Sant Sadurní d´Anoia, na região catalã do Penedés, época em que a família Sala começa um modesto empreendimento para a produção e exportação de vinhos de qualidade. Já no começo do século XX, Dolores Sala, uma das filhas, profunda conhecedora da produção vinícola, se casa com Pedro Ferrer Bosch, homem de negócios, filho mais jovem dos donos da vinícola “La Freixeneda”. A união criou em 1914 a  Freixenet  , que começa a exportar uma variedade de vinho espumante que mais tarde receberia o nome de “ cava ”. Região e origem D. O. Cava Na Espanha, a produção de Cava , nome regulado como Denominação de Origem (D.O. Cava ), tem diversas áreas geográficas, integradas por 135 municípios espanhóis, mas se concentra especialmente na região de Penedés, na Catalunha, ao sul de Barcelona. As origens do Cava estão associadas a ascensão do champanhe francês no final do século XVIII e ao crescimento da vinicultura catalã de meados do século XIX . Crescimento que levou muitas famílias espanholas da cidade de Sant Sadurní d’Anoia a pesquisar, junto com o instituto agrícola catalão de Sant Isidre,  o método tradicional ou Champenoise com vistas a sua aplicação às uvas locais. Seguindo os preceitos de qualidade mais elevados presentes no mercado, se estabelece o método Champenoise como padrão e um mínimo de 9 meses de fermentação em garrafa. O toque espanhol fica por conta da predominância de uvas autóctonas do país Macabeo, Parellada e Xarel.lo, conferindo personalidade aos produtos. Assim nasceu o Cava ! Que tem como um dos seus símbolos de originalidade, a estrela gravada na rolha. A uva Xarel.lo oferece à bebida sua força e potência, a Macabeo seu fescor e acidez e a Parellada é aromatica e floral - 80% dos cavas são feitos com essas três uvas, mas eles podem ter em sua composição outras variedades como Monastrell, Trepat, Malvasia, Garnacha, Chardonnay e Pinot Noir. Atualmente, além das uvas produzidas em seus próprios vinhedos a empresa também é abastecida com a produção de mais de 1.200 viticultores da região. A expansão mundial da Freixenet , que hoje está presente por, pelo menos, 140 países, foi prejudicada com a Guerra Civil Espanhola e  a morte de seu fundador, Pedro Ferrer. A recuperação veio com Dolores Sala assumindo a direção da empresa e lançando uma marca que foi vital para o sucesso internacional da empresa: Carta Nevada, em 1941. Os rótulos mais básicos de cavas tem 9 meses de fermentação em garrafa; os intitulados Reserva tem o mínimo de 15 meses de fermentação em garrafa e os Grande Reserva, pelo menos 30 meses (além das uvas selecionadas e prensa para extrair o suco, que utiliza apenas o peso de uma uva contra a outra, criando o que eles chamam de mosto flor).  A vinificação de cada variedade de uva é feita separadamente em tanques de aço inox. Depois as misturas são realizadas para atingir as proporções e características esperadas de cada bebida. As leveduras então acrescentadas aos vinhos, foram cultivadas em laboratório próprio da Freixenet . Em 1987 a empresa recebe um importante reconhecimento,  o rei da Espanha Juan Carlos I, deu permissão para a Freixenet usar a palavra Real em uma linha de seus cavas, surge assim a Reserva Real. No Brasil, além do Carta Nevada, outra marca bem conhecida da  Freixenet é o Cordon Negro. Vale provar também a linha Elyssia e Vintage. Falando no nosso país a Freixenet está produzindo em parceria com a vinícola Miolo no Vale dos Vinhedos (RS) a linha XB. Brut.

  • O que fazer em São Roque

    Muitas vezes quem mora em São Paulo, quer dar uma fugida rápida daqui para passar um dia ou final de semana em cidades próximas, então #ficaadica sobre o que fazer em São Roque , estância turística a 60 km da Capital, que já tive a oportunidade de visitar algumas vezes. Fundada em 16 de Agosto de 1657 pelo nobre capitão paulista Pedro Vaz de Barros, conhecido também como Vaz Guaçu, O Grande. A cidade recebeu o nome São Roque devido a devoção de seu fundador por este santo. Atraído pela região, estabeleceu-se com sua família e cerca de 1.200 índios às margens dos ribeirões Carambeí e Aracaí, onde começou a cultivar trigo e uva. Mais tarde, imigrantes italianos e portugueses cobriram as encostas dos morros com vinhedos, instalaram suas adegas e transformaram São Roque na famosa "Terra do Vinho". ( fonte prefeitura de São Roque). Então, entre as dicas de o que fazer em São Roque , com certeza teremos o Roteiro do Vinho (que percorre a Estrada do Vinho) e claro, dicas de restaurantes - afinal os imigrantes italianos e portugueses trouxeram, além de sua bebida preferida, muitos pratos tradicionais de seus países. Para completar, os mais aventureiros podem aproveitar o Ski Mountain Park (parque com 320mil/m² de mata atlântica nativa localizado numa montanha a  1.200m  - por lá são praticadas atividades como esqui, arborismo, paintball, arco e flecha, teleférico, trilha ecológica, escalada, tobogã e passeio a cavalo). Os turistas de consumo, dispostos a bater pernas e fazer compras, podem circular pelas alamedas com lojas de grandes marcas nacionais e internacionais do Catarina Fashion Outlet .  A cidade tem agenda de eventos durante todo o ano, mas em outubro acontece a famosa Expo São Roque – Alcachofras e Vinhos . Sem mais delongas, conto agora pra vocês minhas experiências, dando algumas dicas de O que fazer em São Roque. O que fazer em São Roque - Gastronomia Stefano Hotel e Restaurante Há mais de 50 anos, Stefano Borsarelli, piemontês de Mondovì (norte da Itália), inaugurou o Stefano Restaurante em São Roque , apresentando aos brasileiros a culinária de sua região natal. Hoje ele não está mais por aqui, mas seus netos Stefano e Franco Bruzzone continuam dedicados a cozinha italiana. As massas,  pães, antepastos e molhos -que podem também ser comprados pra viagem na loja anexa ao restaurante, o Empório Stefano- são feitos de forma artesanal, como eles aprenderam desde pequenos com as receitas de família. O tio Guido Borsarelli, ainda dá expediente na cozinha e a mãe dos chefs, dona Daniela Borsarelli, cuida do cultivo, sem o uso de agrotóxicos, da maior parte das verduras e legumes utilizados no restaurante. Entre os pratos do cardápio, massas variadas com bastante molho, ao melhor estilo das cantinas italianas: canelone, lasanha, rondele, tortelli, nhoque e macarrão com queijos, ao sugo, bolonhesa, na manteiga, ao pesto e por aí vai.  Destaque para o saboroso Tortelli di Zucca na manteiga (massa fina com caprichado recheio de abóbora).  Há também carnes, como o tradicional Polpetone (bolo de carne recheado de queijo e coberto com molho de tomate). Os irmãos Bruzzone mantém ainda um “restaurante clandestino”, que funciona embaixo do salão do Stefano. Um lugar bem bacana, onde preparam jantares especiais, eventos fechados e, aproveitam para criar receitas diferentes das tradicionais servidas no andar de cima. No ano de 1975 a família inaugurou o Hotel Stefano , localizado ao lado do restaurante, para atender a demanda de turistas da região, especialmente quem deseja jantar por lá. Há 30 quartos, com opções para solteiros, casais e famílias de até 4 pessoas por apartamento. O hotel vem passando por reformas e os quartos já ganharam novas e confortáveis instalações. Serviço: Stefano Hotel e Restaurante Endereço: Raposo Tavares Km 56 – São Roque Vila Don Patto Inaugurada em 2010, a Vila Don Patto  é um grande complexo gastronômico e de entretenimento, com destaque para a gastronomia portuguesa. Situada numa área de 40 mil m², na antiga plantação de uvas da família Patto, tem ampla área verde, ótima vista e conta com restaurante, adega, empório, café, sorveteria, loja de artesanato, playground e até uma área com redes pra se deitar depois de tanta comida. Também há um heliponto administrado em parceria com a CB Air. Todo o complexo gastronômico é comandado pelo chef Valdir Nunes. O restaurante tradicional de cozinha portuguesa oferece, é claro, muito bacalhau. Desde os bolinhos, pastéis e linguiça –feitos com o peixe, que servem de entradas- até os pratos principais como: Bacalhau Valdir Nunes (foto acima - batizado com o nome do chef - uma grande Posta de bacalhau na brasa com alho laminado, tomate, cebola, pimentão, azeitonas portuguesas, cheiro verde, ovo cozido, brócolis e batatas coradas), Bacalhau à Gomes de Sá (Lascas de bacalhau puxado no azeite, alho, cebola, azeitonas portuguesas, ovos, batatas coradas, pimentão e cheiro verde, regado com vinho branco Chardonnay) e o Bacalhau às Natas (Lascas de bacalhau com azeitonas pretas, batatas ao creme de natas gratinado). Oferecidos em porções fartas (o cardápio diz que servem 2 pessoas, mas eu acho que comem 3 ou 4) são acompanhados de arroz. Para quem não quiser bacalhau, uma opção de entrada é a caprichada alheira (linguiça portuguesa feita com pão, carnes diversas e temperos) , de prato principal o saboroso Pernil de Cordeiro à Moda Antiga (foto acima - Pernil de cordeiro assado no bafo com redução de vinho tinto, arroz com alho poró e parmesão, brócolis ao alho e batatas coradas) e o Leitão à Bairrada à moda do Patto (Leitão assado à moda do Patto, acompanhado de batatas aos murros, cebola, pimentão, brócolis, azeitonas portuguesas e alho no azeite). Mas cabe lembrar que, como a área é extensa e cheia de estabelecimentos, se não quiser uma refeição completa, pode apenas tomar uma café da manhã, petiscar com uma tábua de carnes, comer um lanche, uma pizza, um doce, enfim, opções não vão faltar. Serviço: Vila Don Patto Endereço: Estrada do Vinho, Km 2.5 – São Roque A Quinta do Marquês Como gulodice pouca é bobagem, gosto de passar na A Quinta do Marquês no km 57 da rodovia Castelo Branco em São Roque (existem outras unidades) para comer um Pastel de Belém. Mas devo informar que o lugar é gigante, dessas paradas de estrada que tem tudo o que você puder imaginar e mais um pouco: restaurante português, padaria, pizzaria, self-service, farmácia, conveniência, posto de gasolina, empório e até uma loja de decoração -bem maior e com mais itens do que muita loja especializada por aí. Vale a visita! A Quinta do Marquês Endereço: Rodovia Castelo Branco km 57 O que fazer em São Roque -  Roteiro do Vinho É possível percorrer a Estrada do Vinho de São Roque realizando várias paradas em diferentes vinícolas e adegas. Conto aqui minhas duas experiências: Vinícola Góes A história da família portuguesa Góes, se mistura com a do desenvolvimento dos vinhos na região. A marca data de 1938, mas entre 1910 e 1920, os irmãos Benedito Moraes de Góes (Nhô Dito Góes) e Firmino de Góes já cultivavam videiras na região e produziam vinhos, que eram transportados por tropas de muares para venda no Mercado da Cantareira em São Paulo. Hoje a empresa, além de São Roque , possui sua maior produção -cerca de 8 milhões de litros de vinhos finos, de mesa, espumante e suco de uva- na Serra Gaúcha, em Flores da Cunha. Onde são produzidos os rótulos da Casa Venturini. A Vinícola Góes , localizada no km 9 da Estrada do Vinho, é a que tem maior estrutura para o enoturismo em São Roque. Há um amplo espaço externo, com gramado e lago, onde as pessoas se esticam num dia de sol e loja com vários atendentes e muitos vinhos à disposição para degustar e comprar, entre eles um que tem provocado elogios da crítica especializada, o Tempos Philosophia Cabernet Franc 2014 ( a uva Cabernet Franc foi a que melhor se adaptou para o plantio na região). Completando as atividades, workshops de vinho e degustações, que podem ser agendados pelo site . Há sempre uma programação especial rolando por lá, mas é durante os primeiros meses do ano (segunda quinzena de janeiro e primeira de fevereiro) na época da Vindima (colheita das uvas) que a festa do vinho, verdadeiramente, acontece. Depois de uma palestra de apresentação da vinícola, os visitantes são levados de trenzinho até os parreirais, onde especialistas da empresa falam sobre o que acontece desde o cultivo da uva até a preparação do vinho. Depois de colher algumas uvas, os visitantes seguem para outra área onde farão a pisa da uva (bem à moda antiga, uvas numa tina grande e muita gente pisando para extrair o suco). O passeio termina com um brunch, degustação de vinhos da vinícola e tradicional grupo de canto e dança típico de Portugal. Leia mais no link . A área também conta com o restaurante Vale do Vinho e o Boteco do Batata . Funcionando como uma exceção na região de vinhos com comida portuguesa e italiana, o Boteco do Batata tem cozinha alemã do chef Joachim Kern e foco no chopp bem tirado, para ser bebido enquanto se descansa um pouco da maratona, com direito a aproveitar a paisagem (foto acima). Vinícola Góes Endereço: Estrada do Vinho km 9 Bella Quinta A Bella Quinta  funciona ao lado da Vinícola Góes , só que tem um projeto bem menor e mais intimista. O casal Gustavo e  Bruna, sócios da empresa, recebem os visitantes com sua habitual simpatia, explicando a história do local e mostrando seus vinhos para degustação. Uma das coisas bem bacanas e personalizadas que é possível fazer por lá, é agendar com o Gustavo, a partir de 5 pessoas, um tour guiado pela vinícola com direito a degustação orientada dos vinhos na área de produção e a passar por dentro de uma antiga cave, onde se vê as paredes cristalizadas pelo vinho. Eu tive a oportunidade de participar de uma atividade bem maior que o tour guiado, fiz uma Wineclass (aula especial sobre vinhos) em 2014. Ministrada na Bella Quinta  pelo professor Fábio Lenk, coordenador do curso de "Tecnologia em Viticultura e Enologia", do Instituto Federal São Paulo e acompanhada pelo Gustavo. Uma grande aula sobre uva, clima, solo, colheita e produção de vinho. O resultado peguei agora em 2016, duas garrafas de Cabernet Franc que levam o meu nome no rótulo. Veja mais sobre a experiência no link . Bella Quinta Endereço: Estrada do Vinho km 9,9 Espero que aproveitem as dicas de o que fazer em São Roque . Caso tenham alguma, por favor, será um prazer se deixar nos comentários.

  • Capril do Bosque

    O legal de visitar a Capril do Bosque em Joanópolis (120km de São Paulo) é poder conhecer de perto como funciona a vida em torno de uma queijaria artesanal, nesse caso especializada em queijos finos de leite de cabra. Capril do Bosque Turismo Rural O trabalho da criadora e mestre queijeira Heloisa Collins pode ser acompanhado de perto. Na visitação ao estábulo suspenso de 200m² (que segue o sistema “elevage” francês), onde as cabras são chamadas pelo nome e é possível entender como funciona o manejo dos animais. E também conhecer sua alimentação orgânica variada, a ordenha manual, entre tantos outros detalhes. Detalhes que vão interferir na qualidade de vida, do leite e consequentemente dos queijos produzidos pela Capril do Bosque. Ou mesmo, na visita a própria queijaria, onde será explicado como cada tipo de queijo requer cuidado e tempo especial para produção. A experiência de turismo rural pode ficar completa com um picnic no bosque em área especialmente reservada. Para isso é necessário o consumo de, pelo menos, uma cesta de picnic com produtos do próprio local. Há certas regras de uso, afinal a propriedade é privada- todas as informações e também os preços, estão bem detalhados no site da Capril do Bosque . Bistrô Outra possibilidade, nos almoços de sábados, domingos e feriados é visitar o charmoso bistrô do espaço. O restaurante oferece em seu menu, degustação dos queijos finos produzidos por lá e pratos da chef Ju Raposo (filha de Heloisa). Menu que destaca a produção local , como a massa produzida no restaurante com caprichado recheio de queijo cremoso de cabra. Há ainda uma pequena loja no bistrô, onde é possível comprar todos os produtos da Capril do Bosque .  Queijos Entre os queijos produzidos por Heloisa Collins, alguns são do tipo Cendré – cobertos com carvão vegetal, que oferece certa cremosidade a massa. Maturados com mofo branco são eles: Rolinho Cendré o nome já sugere o formato da peça de aproximadamente 300g; Cacauzinho em formato de rolo bem fino, cerca de 70g, maturado, utilizando cobertura de cacau e baunilha; Coração em Brasa formato de coração, cerca de 300g, recheado com um fina camada de pimentas habaneras, chipotles e caienas; Pirâmide do Bosque inspirada no Valençay, um queijo em formato de pirâmide chanfrada, com massa macia e úmida, tem cerca de 150g). O Azul do Bosque é  da linha dos Q ueijos Azuis , assim chamados porque têm veios do fungo penicilium roqueforti. Na França, o mais famoso é o Roquefort; na Itália, o Gorgonzola; na Dinamarca, o Danish Blue e na Inglaterra, o Stilton; enfim, muitos países europeus tem queijos azuis reconhecidos no mundo todo. Azul do Bosque muito cremoso e de sabor intenso, apresentado em peças de 220g inspirado nos processos do Stilton inglês, só que lá são feitos com leite de vaca e aqui na Capril do Bosque produzidos com leite de cabra. + Queijos Há os queijos apenas Maturados com Mofos Brancos Lua do Bosque inspirado no Camembert, originalmente feito com leite de vaca no norte da França.  Cremoso, de gosto suave e pouca acidez. e do Rolinho do Bosque inspirado no queijo de cabra originário da cidade de Sainte Maure de Tourraine, possui forma cilíndrica em peças de 150g). Há os queijos de Massa Cozida Serra do Lopo (foto abaixo), homenagem a bela serra local de Joanópolis (tem casca lavada na cerveja – mínimo de 20 banhos  - é maturado por aproximadamente 40 dias; Sua casca é seca e fina, macia e cremosa na boca, com certo amargor do lúpulo - peças de 200g e 400g). Caprino do Embaixador segue a linha do Pecorino italiano; maturado por 400 dias em baixa temperatura e prensado manualmente, apresentado em peças de 3kg ou cunhas de 250g. A linha de Frescos conta com Queijinho do Lobisomem formato de bolinhas de massa lisa, é marinado no azeite temperado com ervas finas e pimenta rosa – potes de 150g. A suave e cremosa Coalhada Seca, oferecida em potes de 250g. E o Chevre Cremoso em pasta, o mais versátil do portfólio para uso na preparação de cremes, recheios, patês e outros pratos que exijam uma textura delicada. Quem não puder visitar a C april do Bosque pode ver no site , outras formas de adquirir os queijos.

  • Guia Michelin 2016

    Estive na festa de premiação do Guia Michelin 2016 , que aconteceu no Copacabana Palace no Rio de Janeiro e contou com a presença de grandes chefs, imprensa especializada e autoridades da gastronomia e do turismo, como Michael Ellis, diretor internacional dos guias Michelin (hoje são 25 guias, que cobrem 24 países e reúnem mais de 45 mil estabelecimentos no mundo todo com 30 milhões de cópias vendidas) . Quem segue o Instagram do Cuecas na Cozinha  – conseguiu acompanhar ao vivo e saber, em primeira mão, todos os restaurantes e chefs premiados. O Guia Michelin 2016 conta com uma seleção de 44 hotéis e 160 restaurantes do Rio de Janeiro & São Paulo. Seus inspetores ao redor do mundo, estão sempre à procura de novos endereços e testam diariamente, em todos os tipos de estabelecimentos, os mais variados estilos de cozinha. Anônimos, se comportam como clientes comuns e pagam suas contas. Seus critérios de avaliação incluem: qualidade dos produtos utilizados, personalidade da cozinha, técnica de cozimento, harmonização dos sabores, relação qualidade-preço e regularidade. Os melhores restaurantes são destacados com Bib Gourmand ou Estrelas (leia mais abaixo) com base, exclusivamente, na qualidade da cozinha, em atribuições sempre decididas em colegiado. Conforto e serviço são classificados separadamente. Bibendum (famoso boneco de pneus da Michelin) e Michael Ellis, diretor internacional dos guias Michelin (foto tirada do meu celular) --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O que significam as Estrelas Michelin : 3 estrelas Uma cozinha excepcional. Vale a viagem! – A assinatura de um grande chef. Produtos excepcionais, pureza e potência dos sabores, composições equilibradas. Cozinha que alcança o nível de obra de arte. Os pratos executados com perfeição muitas vezes se tornam clássicos. 2 estrelas Uma cozinha excelente. Vale o desvio! – Os melhores produtos valorizados pela experiência de um chef talentoso, que assina, com sua equipe, pratos sutis e surpreendentes, às vezes muito originais. 1 estrela Uma cozinha requintada. Vale conhecer! – Produtos de primeira qualidade, execução claramente refinada, sabores marcantes, regularidade na realização dos pratos. Bib Gourmand A melhor relação de qualidade/preço – Um momento gourmand por menos de R$90. Bons produtos, bem aproveitados, preços moderados, uma cozinha com excelente relação qualidade/preço. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- chefs e representantes de restaurantes estrelados do Rio e São Paulo (foto tirada do meu celular) Abaixo a lista dos restaurantes (todos com links) premiados com Bib Gourmand ou Estrelas do Rio de Janeiro e São Paulo no   Guia Michelin 2016 . Categoria Bib Gourmand (cozinha de qualidade e de preço razoável – menor ou igual a R$90) Rio de Janeiro - Anna - Artigiano - Entretapas – (unidades Botafogo e Jardim Botânico) - Gurumê - Lima Restô Bar - Miam Miam - Oui Oui - Pomodorino - Restô - Riso Bistrô São Paulo - Antonietta Empório - Arturito - Le Bife - Bona - Brasserie Victória - Casa Santo Antonio - Ecully - Jiquitaia - Manioca - Marcel - Mimo - Miya - Mocotó - Petí Gastronomia - Sal Gastronomia - Tartar & Co - Tian - Tordesilhas - Zena Caffè Os estrelados e queridos chefs Rodrigo Oliveira e Roberta Sudbrack (foto de divulgação). Estrelados 1 estrela Rio de Janeiro - Eleven Rio - Lasai - Mee - Olympe - Le Pré Catelan - Roberta Sudbrack São Paulo - Attimo - Dalva e Dito - Esquina Mocotó - Fasano - Huto - Jun Sakamoto  – Rua Lisboa, 55 - Pinheiros – fone: ( 11) 3088-6019  (não tem site) - Kan Suke - Rua Manoel da Nóbrega, 76, loja 12, Jardim Paulista, tel. (11) 3266-3819 (não tem site) - Kinoshita - Kosushi - Maní - Téte à Téte - Tuju chef Alex Atala e seu braço direito na cozinha duas estrelas do D.O.M., o chef Giovane Carneiro. Olha lá o Bibendum também ao lado deles gente! (foto de divulgação). 2 estrelas D.O.M.  – o único chef brasileiro premiado com duas estrelas Michelin é Alex Atala com seu restaurante D.O.M. Curiosidade : O Guia Michelin foi idealizado por André e Edouard Michelin, fundadores do Grupo Michelin, em 1900, quando a indústria automotiva ainda engatinhava. Viajar, na época, era quase sempre uma aventura: trajetos longos, estradas mal sinalizadas... Mas, apesar dos obstáculos, os irmãos Michelin acreditavam no futuro do automóvel. Dispostos a contribuir para o desenvolvimento da mobilidade, eles começaram a distribuir gratuitamente aos motoristas um pequeno guia vermelho, de 400 páginas, com um grande número de informações práticas. Dentre elas, como trocar um pneu, onde abastecer o carro, onde comer e dormir. Nos anos 20, suas páginas passaram a abrir espaço para a classificação de restaurantes e, depois, dos hotéis. Serviço O Guia Michelin 2016 Rio de Janeiro & Sao Paulo estará acessível gratuitamente – baixe o aplicativo para iOS e  Android. A versão impressa cuta R$ 80,00 e pode ser encontrada nas principais livrarias. (abertura da matéria foto de divulgação)

  • Hotel Santa Teresa - restaurante Térèze

    Durante minha viagem ao Rio para a festa de premiação do Guia Michelin 2016  (leia matéria completa clicando no link ) tive a oportunidade de me hospedar no Hotel Santa Teresa e provar a comida do restaurante Térèze , comandado pelo competente chef argentino Pablo Ferreyra. O Hotel Santa Teresa fica em um casarão, cuidadosamente, preservado que data de 1850, localizado no charmoso bairro de Santa Teresa no Rio de Janeiro com vista para a Baía de Guanabara. É um hotel boutique que pertencia ao grupo Relaix & Château e agora está sob nova direção, tornando-se o primeiro MGallery by Sofitel do Brasil (leia mais abaixo), aposta do grupo internacional AccorHotels. Sua proposta de luxo cinco estrelas, que já atraiu nomes de famosos como Amy Winehouse, Alanis Morissette e Robert Plant, tem uma pegada bastante original e completamente brasileira. A decoração do Hotel Santa Teresa conta histórias do Brasil por meio de artistas e estúdios de design nacionais como Zemog, Sérgio Rodrigues, Rock Lane, Carassa, Studio Vitty e Oficina de Agosto; que utilizam muitas fibras de coco, bananeira, açaí, algodão, barro, ardósia e madeiras de lei nacionais para criar um conceito de design tropical autêntico e sem caricaturas. Design que pode ser visto no aconchegante lobby, nos 44 apartamentos personalizados, no restaurante Térèze, no Bar dos Descasados (que funciona sob os arcos da antiga senzala que há séculos existia no casarão, seu nome é uma referência divertida ao apelido do antigo hotel que funcionava no local  “hotel dos descasados”, assim conhecido depois de tanto receber hóspedes e moradores recém-separados. Num clima jovem e descontraído, onde os tons vermelhos predominam, é possível provar os drinques criados pela bar chef Caroline Ramos), no lounge da piscina, no Le SPA (que oferece menu de massagens relaxantes, banhos aromáticos e outros tratamentos corporais e faciais), enfim nos 4 mil m² cercados por jardins, pátios tropicais com árvores frutíferas e palmeiras. Depois de contar um pouco por aqui sobre o  Hotel Santa Teresa , hora de falar na minha experiência no jantar do restaurante Térèze . O chef Pablo Ferreyra apresentou um menu degustação que oferecia um pequeno panorama do seu trabalho de culinária contemporânea com influência de sabores brasileiros, que alia boa técnica e valorização do ingrediente. Para começar uma deliciosa Trouxinha de Pato confit ao perfume de laranja com redução de Malbec (daqueles petiscos que você engole numa mordida e precisa de mais e mais para perpetuar os sabores - foto abaixo). Nas entradas: Tentáculo de polvo cozido a baixa temperatura com salada de quinoa e espuma de salsa e coco (a espuma traz ao prato um toque bastante fresco e interessante) e Steak Tartare Térèze com brotos da estação e chips de batata baroa . Nos principais: Ballotine de lagosta rosada com azeite picante, risoto de moqueca e molho de manteiga branca (lagosta carnuda e um risoto que trazia toda a potência dos sabores de uma moqueca) e  Leitão baby a pururuca em seu próprio molho com purê de batata doce e salsa criolla (molho típico argentino que acompanhou bem a carne desmanchando). E, como se ainda sobrasse muito espaço no estômago, embora confesso que meu compartimento de doces é separado, hora de finalizar a saborosa experiência no  restaurante Térèze com uma gulosa bandeja degustação de sobremesas (foto abaixo), intitulada  Doce Carnaval : Petit Gateau, Pannacotta de iogurte e baunilha, Macarons de café, Mini Churros com dulce de leche, Alfajor de chocolate, Canelle de maracujá e Creme Brulee de tangerina . Sobre o cardápio fixo, o restaurante Térèze funciona com Menu Bistrô de almoço (R$95) – o valor inclui entrada e prato principal ou prato principal e sobremesa (menu variável) e funciona de segunda a sexta-feira. Nos almoços e jantares à la carte as entradas giram em torno de R$50, os pratos principais vão de R$60 a R$130 e as sobremesas R$35 a R$40. Oferece uma carta de vinhos com sugestões de harmonização dos pratos do cardápio. (preços maio/2016) O que significa MGallery  by Sofitel ? MGallery by Sofitel é uma coleção intimista de 75 hotéis boutique ao redor do mundo. Hotéis luxuosos, charmosos e genuínos que tem suas próprias histórias, como diriam os franceses seu 'je ne sais quoi' (algo a mais) na arte de receber. Seus pilares centrais são um mix de cultura, design, gastronomia e bem-estar. Hotel Santa Teresa  - Rua Almirante Alexandrino 660 - Santa Teresa - Rio de Janeiro – RJ – Leia mais no link . Restaurante Térèze   – tem acesso para hóspedes pelo hotel e para os demais clientes pela Rua Felício dos Santos, s/n - º - Santa Teresa - Rio de Janeiro – RJ Fones: (21) 2221-1406 ou (21) 3380-0200 café da manhã caprichado no Hotel Santa Teresa que é servido no Restaurante Térèze (foto de abertura da matéria divulgação - demais fotos Alessander Guerra - Cuecas na Cozinha)

  • Festival Sabor de São Paulo

    Nos dia 7 e 8 de novembro (2015), acontecerá o encerramento da terceira edição do Festival Gastronômico Sabor de São Paulo no Parque Villa Lobos . Promovido pela revista Prazeres da Mesa, com apoio educacional do Senac São Paulo, esse projeto da Secretaria de Turismo do Estado visa o resgate da culinária paulista. Restaurantes, bares, hotéis e até mesmo quituteiras dos 645 municípios paulistas puderam inscrever suas receitas para as quinze etapas que aconteceram entre fevereiro e outubro de 2015. Foram selecionados para a final do Festival Gastronômico Sabor de São Paulo, pratos representativos de 60 estabelecimentos inscritos. O evento, que acontece no próximo final de semana, das 11h às 20h, tem atrações musicais, entrada gratuita e pratos que custam até R$25. Haverá também espaço para produtores de alimentos orgânicos expostos em barracas do Slow Food Convívio São Paulo – associação sem fins lucrativos que tem como objetivo promover a qualidade das refeições e a valorização do produtor e do meio ambiente. No total serão cerca de 80 barracas com ofertas para o público. Spaghetti de Pupunha com Frutos do Mar e Cogumelos - Confraria dos Parceiros (Registro) Confira os finalistas de cada uma das 15 macro-regiões: (fotos – divulgação – revista Prazeres da Mesa) Sorocaba Bolinho de arroz Tia Avó - Pousada e Restaurante Casa dos Vargas (São Roque) Empada frita de pato com redução de porto picante - Bar e Restaurante Couto Minas (Salto) Linguiça defumada Feichtenberger - Feichtenberger Defumados (Itapetininga) Quindim caseiro - Doces Vó Clarinha (Alumínio) Bauru Porchetta Recheada com Maça e Amêndoas – Bar e Bistrô Grão 3 (Bauru) Costela ao Molho Terezópolis – La Donosti (Agudos) Rippe Malz – Servus Bier Cervejaria (Bauru) Sanduíche de Carnitas com Salsa Verde – Do Fundo do Bauru ( Bauru) Escondidinho Caiçara – Estação Bistrô (Santos) Franca Batata Suiça de Frango à Moda Caipira– Bangalô Batataria Bolo de Berinjela– Tenda Árabe Pastel da Vó Santinha- Pastel do Lu Arroz no Arado - Rancho do Vale Presidente Prudente Biscoito doce de leite da fazenda com toque de nozes – Dolce Ana (Presidente Prudente) Peixe ao molho agridoce de manga – Donna Batata (Rosana) Ravioli Manera Fru Fru - Fulô de Mandacaru Bistrô (Presidente Prudente) Coxinha de mandioca com carne seca - Feira da Reforma Agrária (Martinópolis) Taubaté Brownie de choconata com sorvete de doce de leite com macadâmia – Eisland Gelateria (Santo Antonio do Pinhal) Caprese da Mantiqueira - Vemaguet 67 (Campos do Jordão) Arroz negro com calda de maracujá - Santa Truta Restaurante Carne na Lata - Restaurante Santa Terezinha (São Luiz do Paraitinga) São José do Rio Preto Bolinho Pescadô - Frei Caneco Choperia (São José do Rio Preto) Costelas Suína com Crispim de Jamones - Gubbio Ristourante (Catanduva) Bolinho da Aline (Bolinho de Carne Recheado com Mussarela e Rúcula) – Japa Butikim (Pindorama) - foto de abertura da matéria A Cura - Nhô Bojequim (São José do Rio Preto) Brownie de choconata com sorvete de doce de leite com macadâmia – Eisland Gelateria (Santo Antonio do Pinhal ) Araçatuba Sorvete de Cúrcuma com Crocante de Mandioca e Calda de Rapadura com Cachaça - Restaurante Mamma Luiza (Bilac) Hamburguinho – Restaurante Berração (Araçatuba) Vaca do Simpatia – Mané Simpatia (Birigui) Bolinho de Abóbora Cabotia com Ragú de Rabada - Bar Barão (Birigui) Jundiaí Coalhada Cremosa com Calda de Figo Artesanal - Doçaria Peschiera (Monte Alegre do Sul) Pudim de Uva e Queijo Mascarpone - Familia Brunholi Restaurante (Jundiai) Pastel de Cucagna - Cucagna Secos & Molhados (Piracicaba) Porquinho Perequetado - Linguiçaria Real Bragança (Bragança Paulista) São Carlos Cordeiro Embriagado com Cuscuz de Milho e Couve Crispy - Armazém Restaurante e Steakhouse (São Carlos) Bauru de Costela com Vinagrete de Couve - Braseiro Santo Antonio (São Carlos) Amor aos Pedaços - D' mamãe (Descalvado) Marília Escondidinho de Marilia - Cupim Bar e Restaurante Ltda.(Marília) Costelinha Defumada Barbecue – Savoy (Marília) Gelato Paçoca - Gelateria Perino (Ourinhos) Feijoadinha de milho – Comidaria Sabores da Gastronomia (Assis) Pé de Moleque da Roça - Alessandro Santana Alves – ME (Biritiba Mirim) Registro Spaghetti de Pupunha com Frutos do Mar e Cogumelos - Confraria dos Parceiros (Registro) Robalo no Shissô - Restaurante Bacharel (Cananeia) VegganBurger – Primo de Quem? (Registro) Sorvete de Banana da Juréia - Sorveteria Nevada (Iguape) Ribeirão Preto Coxinha de Batata Doce - Buffet Black Tie (Ribeirão Preto) Sorvete de Jabuticaba - Sorveteria do Adriano (São Simão) Barretos Bolinho de Vaca Atolada - Lá Nô Armazém Restaurante (Olímpia) Carne de Porco na Lata com Vinagrete de Mandioca e Farinha Temperada - Orquidário Rancho da Serra (Barretos) Lasanha Sertaneja - Restaurante Macadamia (Barretos) Bolinho do tropeiro - Sabores de los Andes (Barretos) Guarulhos Baião do Leitão - Leitão de Gravata (Mogi das Cruzes) Costela no bafo - Ponto Ka Churrascaria e Choperia Ltda (Guarulhos) Pão de Queijo da Roça com Linguiça caseira de frango e maionese caseira - Biscoitos Vô Joel (Biritiba-Mirim) Pé de Moleque da Roça - Alessandro Santana Alves – ME (Biritiba Mirim) Sorvete de Morango com calda de limão siciliano, crocante de castanha de baru - Picoleco Sorvetes Artesanais (Carapicuiba) Santos Escondidinho Caiçara – Estação Bistrô (Santos) Cambucu na Taioba – Magnolia Gourmet (Guarujá) Trio da Terra – Quiosque Ponto 13 (Ubatuba) Petit Gataeu Nordestino – Aqui no Bistrô (Cubatão)   Serviço : Encerramento da 2º edição Festival Gastronômico Sabor de SP Festival Sabor de SP – 07 e 08/11 de 2015 Local: Parque Villa Lobos - Endereço: Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001. Alto de Pinheiros Horário: das 11hs às 20hs

  • Mercadoteca

    Fui conhecer a Mercadoteca em Curitiba e, pra início de conversa, posso dizer que gostei bastante! Viajando pelo mundo a gente se depara com diversos mercados gastronômicos que tem por objetivo reunir num só lugar várias opções de comes e bebes – para comer no local ou levar pra viagem – a fim de satisfazer as vontades das mais variadas pessoas. Aquela coisa, você sai com amigos, um quer japonês, outro carne, tem o vegetariano, o que apenas deseja beber e por aí vai. A Mercadoteca está antenada com essa tendência internacional é um espaço bacana, bem organizado, limpo, com uma área externa gostosa para curtir com amigos e família e funciona todos os dias da semana. você escolhe queijos e embutidos para serem fatiados na hora na Bon Vivant (foto de divulgação) “A Mercadoteca segue uma tendência muito difundida e que faz muito sucesso no exterior. Vamos oferecer em um único espaço uma grande variedade de produtos e serviços, focando na qualidade, nos preços justos, nas novidades do segmento e, principalmente, no conforto e comodidade do nosso público. Queremos que ela se transforme em uma grande referência para os amantes da gastronomia na cidade de Curitiba”, explica Carolina Gomes Malucelli, diretora do espaço. Por lá você pode encontrar peixes frescos, cortes especiais de carnes, frutas e verduras, queijos, itens de empório, vinhos, massas, utensílios gourmet, saladas, sucos prensados a frio, pães, flores, produtos FIT e funcionais, doces, cervejas, preparos japoneses, árabes e mexicanos, hambúrgueres, café Premium e sorvetes artesanais. São 18 parceiros com estrutura fixa: JPL Burgers, Templo da Cerveja, Tacontainer, Verd & Co, Al Baba Empório Árabe, Degusto Café, Anis Presto, Doce Fado, Gelataio, Fujii, Mundo Verde, Vino! Bar, Bon Vivant, 100% Angus – BOUTIQUE de Carnes, Rosângela Pescados, Harue Hortigranjeiros, Esalflores e Platinox Gourmet. bolo Snickers da Degusto Café- bom pacas! dá pra ver nessa foto que eu tirei né? Além da programação diária, a Mercadoteca está programando ao longo do ano,  diversas ações: feiras temáticas, festivais gastronômicos, lançamentos de produtos relacionados ao segmento, cursos voltados para a área da gastronomia, exposições artísticas e degustações orientadas. Mais informações no site da Mercadoteca . Mapa .

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Escritor • Palestrante • Redator • Mediador • Colaborador Criativo em Projetos Especiais de Alimentos e Bebidas

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