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- Cachaça e Gastronomia 2014
A equipe do Mapa da Cachaça lançou seu guia Cachaça e Gastronomia 2014 . O livro foi idealizado para ser uma referência sobre cachaça de qualidade e estabelecimentos que oferecem a bebida de forma criativa, seja pela carta de cachaças, a decoração das garrafas ou os pratos e coquetéis que levam a bebida como ingrediente de destaque. Camarada, mé, marvada, guaraciaba, suor de alambique; não importa a região do Brasil, todo mundo tem um nome para ela: a cachaça . Produzida no país desde 1530-1540, a cachaça é considerada patrimônio nacional da gastronomia. No guia, o pessoal do Mapa da Cachaça apresenta: os tipos de cachaça , as diferenças da produção industrial e artesanal, as madeiras de envelhecimento, como degustar o destilado, roda de aromas (pesquisa sensorial desenvolvida em parceria com a cientista Aline Bortoletto, da Universidade de São Paulo – são mais de 70 aromas encontrados em diferentes tipos de cachaça ) e ainda 100 estabelecimentos espalhados pelo Brasil que valorizam a bebida (nessa parte do guia eles contaram com a ajuda da equipe do portal Destemperados ). O leitor também encontrará no livro textos bilíngues de especialistas em cachaça e receitas feitas por grandes chefs e mixologistas, como: Rodrigo Oliveira, Thiago Castanho, Bia Goll, Bárbara Verzola, Pablo Pavón, Junior WM e Laércio Zulu. O download do guia Cachaça e Gastronomia 2014 pode ser feito no site do Mapa da Cachaça . Para o Cuecas na Cozinha eles enviaram a receita Quintal Brasileiro do mixologista Laércio Zulu (baiano, formado em turismo, mixologista e chef de bar do La Maison est Tombée . Zulu adora adicionar brasilidade aos seus coquetéis e é famoso pelos seus bitters – descrição retirada do livro). Quintal Brasileiro Ingredientes 60 ml Cachaça envelhecida em amburana 20 ml suco limão cravo 15 ml mel 3 gotas de Bitter de laranja Espuma de jabuticaba (opcional) Gelo Modo de preparo 1. Adicione cubos de gelo a uma taça martini para resfriá-la. 2. Em uma coqueteleira, adicione cubos de gelo, o suco de limão cravo, a cachaça, o bitter e o mel.Bata bem. 3. Retire os cubos de gelo da taça e sirva o coquetel. 4. Complete o topo da taça com a espuma de jabuticaba e decore com twist de casca de limão cravo. Fotos: Divulgação
- Os melhores vinhos do Chile
Tive a oportunidade de participar de uma edição histórica do Annual Wines of Chile Awards, a 12ª edição. Pela primeira vez, a associação Wines of Chile -que representa mais de 90 vinícolas e é responsável por divulgar os vinhos chilenos no mercado mundial- realiza o evento, que elege os melhores vinhos do Chile , fora do seu país. A premiação aconteceu aqui em São Paulo no dia 2 de dezembro de 2014 com apresentação da jornalista e apresentadora, Ana Paula Padrão. Durante três dias, os jurados provaram 639 vinhos de 92 vinícolas. Dos vinhos provados: 88 conquistaram ouro; 272 ficaram com medalhas de prata e 203 levaram bronze. O que significa que 88% dos participantes conquistaram alguma distinção. Mas os melhores vinhos do Chile , os 15 vinhos melhores rótulos chilenos, só foram anunciados na noite de premiação do 12º Annual Wines of Chile Awards (AWoCA). Uma noite de gala, seguida de degustação e jantar, que aconteceu no Hotel Renaissance (SP). Os vencedores do 12º AWoCA são: Best in the Show (o melhor vinho do concurso): Syrah Gran Reserva 2012/Viña Casas del Bosque – importado pela Obra Prima Premium Red (o melhor tinto): Armida 2009/De Martino – importado pela Decanter Premium White (o melhor branco) : Amelia 2013/Concha y Toro - importado pela VCT Brasil Other Reds (outras uvas tintas): Tama Vineyard Selection Carignan 2013/Viña Anakena - importado pela Winebrands Other Withes (outras uvas brancas) : Single Vineyard Neblina Riesling 2011/Leyda - importado pela Grand Cru Blends (várias uvas) : 5 Cepas 2013/Casa Silva - importado pela Vinhos do Mundo Rosé: Gallardía del Itata Cinsault 2014/De Martino - importado pela Decanter Sparkling Wine: Brut Nature/Viña Morandé - importado pela Grand Cru Late Harvest: Erasmo Late Harvest Torontel 2009/Erasmo - importado pela Franco-Suíssa Cabernet Sauvignon: Gran Terroir de los Andes - Los Lingues Cabernet Sauvignon 2012/Casa Silva - importado pela Vinhos do Mundo Carmenere : Carmenere Reserva 2013 Pedriscal Vineyard/Falernia - importado pela Premium/BH Pinot Noir: Pinot Noir Reserva 2013/Falernia - importado pela Premium/BH Syrah: Syrah Gran Reserva 2012/Viña Casas del Bosque - importado pela Grand Cru Chardonnay: Tarapacá Gran Reserva Chardonnay/Viña Tarapacá - importado pela Épice Sauvignon Blanc: Specialties Sauvignon Blanc Ocean Side 2014/Santa Carolina - importado pela Casa Flora fotos de divulgação da CH2A Comunicação
- Harmonização com vinhos Festas de Fim de Ano
Convidei Gilberto Medeiros, presidente da Associação Brasileira dos Amigos do Vinho - SBAV/SP (quem tiver interesse pode se associar, porque a SBAV/SP promove diversos cursos e degustações em sua sede em São Paulo), para falar de Harmonização com vinhos nas Festas de Fim de Ano . Minha proposta foi trazer ideias para que vocês possam fazer escolhas descomplicadas na hora da compra dos vinhos. Quer aceitem as indicações do Gilberto ou resolvam selecionar suas bebidas em empórios, lojas ou mercados - poderão com essas dicas simples, pedir ajuda ao atendente do local e descobrir qual o vinho ideal, que vai cair no seu gosto e caber no seu bolso. (fotos Janice Prado Fotografia ) Resolvi dividir a matéria em duas partes. Na primeira, eu faço um resumo sobre Harmonização com vinhos Festas de Fim de Ano , destacando as dicas do Gilberto pelo tipo de vinho. Na segunda parte, o texto completo do presidente da SBAV/SP destacando os pratos e indicando rótulos. Harmonização com vinhos nas Festas de Fim de Ano – por tipo de vinho Espumante Brut ou Champagne : Aperitivos/ Peixes e Frutos do Mar / servem também para todo o jantar (acidez e gás carbônico presentes atenuam os alimentos gordurosos) Espumante Demi-sec : Panetone / Frutas Branco seco de boa acidez : Peixes e Frutos do Mar / Tender Branco encorpado : Bacalhau / Aves / Porco / Massas com molho branco Branco de sobremesa : Panetone / Rabanada / Frutas Tinto leve : Aves / Tender / Porco Tinto médio : Bacalhau / Porco Tinto frutado : Massas com molho vermelho Tinto encorpado : Carne bovina assada / Cabrito/ Cordeiro Tinto doce : Doces à base de Chocolate Harmonização com vinhos nas Festas de Fim de Ano – texto do Gilberto Medeiros destacando os pratos e indicando rótulos Brindemos ao final do ano! (por Gilberto Medeiros – presidente da SBAV/SP – www.sbav-sp.com.br ) Caro amigo do vinho, mais um ano se encerra e, como sempre nesta época, estamos nos preparando para as festas de final de ano (especialmente natal e ano novo), momento este de muita confraternização entre familiares e amigos, tudo regado a muita comida e, como não, vinhos! E é justamente neste momento que vem a dúvida àqueles que estão cuidando dos preparativos. Qual vinho servir? Qual vinho compatibilizará com o alimento servido? Esta dúvida é, de fato, pertinente e muitas vezes aflige até os mais experientes enófilos, já que as possibilidades de compatibilização entre alimentos e vinhos são muitas. Para iniciar, e de uma forma breve, o conceito de harmonização de alimento e vinho tem por finalidade fazer com que um complemente o outro (e não “briguem” entre si), tornando, assim, a refeição muito mais prazerosa. E quando pensamos nesta harmonização, procuramos sempre seguir dois conceitos básico: harmonização por semelhança (quando o alimento e o vinho possuem o mesmo nível de complexidade – Exemplo: alimento leve requer vinho leve) e harmonização por oposição (quando alimentos e vinhos possuem características gustativas antagônicas – Exemplo: a acidez de um vinho atenua a gordura do alimento; o doce ameniza o salgado etc.). Como se pode perceber esta combinação não é das mais fáceis, ficando ainda mais complexa quando tratamos de festas natalinas, quando há verdadeiros banquetes contendo diversas variedades de alimentos. Passo, então, a sugerir algumas opções, onde procurei, na medida do possível, escolher algumas vinhos “coringas”, que podem harmonizar com diversos alimentos, lembrando sempre que não há regra fechada e que cada um pode (e deve) escolher o vinho que mais lhe agrade: • Aperitivos : espumante brut, que pode ser um bom nacional ( Espumante Cave Geisse Brut ou Espumante Adolfo Lona Brut ) ou champagne ( Champagne Henriot ). Este espumante poderá, inclusive, ser um bom “coringa” para os demais pratos do jantar, uma vez que sua acidez e gás carbônico presentes atenuam os alimentos gordurosos. Pratos principais: • Peixes e frutos do mar : espumante brut ( Espumante Cave Geisse Brut, Espumante Adolfo Lona Brut ou Champagne Henriot ) ou um branco seco de boa acidez ( Alvarinho João Portugal Ramos ). • Bacalhau : branco encorpado ( Esporão Private Selection Branco ) ou tinto médio ( Viña Cubillo Crianza ou Quinta do Perdigão Reserva ). • Aves (peru, chester, codorna, perdiz): branco encorpado ( Esporão Private Selection Branco ) ou tinto leve ( Bourgogne Rouge Joseph Drouhin ). • Presunto Tender : branco seco de boa acidez ( Alvarinho João Portugal Ramos ) ou tinto leve ( Bourgogne Rouge Joseph Drouhin ). • Porco (leitão, pernil e lombo assado): branco encorpado ( Esporão Private Selection Branco ) ou tinto leve ou médio ( Barbera D´Asti “La Vigna Vecchia” ou Outrora – Bairrada – Baga ). • Massas com molho branco : branco encorpado ( Esporão Private Selection Branco ). • Massas com molho vermelho : tinto frutado ( Barbera D´Asti “La Vigna Vecchia” ). • Carne bovina assada : Tinto encorpado e tânico elaborado com as castas Cabernet Sauvignon, Malbec, Tannat, ou mesmo um bom Barolo. Fica a sugestão de um Tannat Uruguaio da Bodegas Carrau ( Amat ou Gran Tradicion 1752 ). • Cabrito, Cordeiro : Tinto de bom corpo ( Quinta do Perdigão Reserva ). Sobremesas: • Panetone : espumante demi-sec ( Espumante Adolfo Lona Demi-sec ) ou um branco de sobremesa ( Muscat de Beaumes de Venise ). • Rabanada : branco de sobremesa ( Muscat de Beaumes de Venise ). • Frutas : espumante demi-sec ( Espumante Adolfo Lona Demi-sec ) ou um branco de sobremesa ( Muscat de Beaumes de Venise ). • Doces a base de chocolate : tinto doce ( Banyuls Rouge ).
- Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal
Pra começo de conversa devo dizer que só por ter a oportunidade de sentar numa estação de trem centenária, andar pelos trilhos, observar a natureza em volta e ainda ter uma vista deslumbrante do Vale do Paraíba (olhando do mirante Nossa Senhora Auxiliadora), já vale à pena visitar o Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal . Se estiver em Campos do Jordão , pode chegar à estação Eugênio Lefréve onde fica o famoso Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal no passeio de trem ou mesmo de carro (a distância entre Campos e Santo Antonio do Pinhal é cerca de 20km), há estacionamento no local. Se for de carro, não deixe de dar uma volta pela aconchegante cidade, famosa pelas Araucárias e a abundância de pinhões, que costumam frequentar os cardápios dos restaurantes, assim como as trutas. Em 1914 inciou-se a operação da Estrada de Ferro Campos do Jordão (EFCJ), concebida pelos médicos sanitaristas Emílio Ribas (que dá nome a estação) e Victor Godinho. Seu objetivo inicial era transportar doentes tísicos para os sanatórios de tratamento, então localizados em Campos do Jordão. Com o desenvolvimento da cidade a EFCJ consolidou-se como o principal meio de acesso à região, que acabou virando uma estância turística. O traçado da ferrovia começa em Pindamonhangaba e termina em Campos do Jordão, passando pelo município de Santo Antônio do Pinhal, totalizando 47 km de extensão. A viagem completa dura pouco mais de duas horas, mas é possível fazer apenas parte do passeio. Nesse trajeto alternam-se diversos serviços ferroviários, como o Trem de Serra, o Bonde Turístico, a Maria Fumaça, entre outros, com diferentes percursos, horários e tarifas. Leia mais nesse link do site da Estrada de Ferro Campos do Jordão . Algumas curiosidades da EFCJ: - Partindo de Pindamonhangaba, a estrada sobe as encostas íngremes da Serra da Mantiqueira num traçado sinuoso, com rampas de até 11,5% de aclive, vencidas em simples aderência. - O traçado da ferrovia possui uma ponte construída na França, em 1924, transportada para o Brasil totalmente desmontada e edificada sobre o rio Paraíba do Sul. Sua extensão total é de 160 metros, possuindo quatro vãos sustentados por pilares em pedras talhadas a mão. - Nela localiza-se o ponto ferroviário mais alto no Brasil, o Alto do Lajeado, atingindo 1.743 m de altitude. Voltando ao nosso ponto de partida o Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal, vale à pena provar? Vale! Além do curioso formato achatado e arredondado que não encontramos por aí, é frito na hora, bem crocante e sequinho, saboroso e com o peixe presente. Acrescente nos ingredientes um toque de reflexão, estações de trem me fazem pensar em quantas pessoas partiram, quantas chegaram e as bagagens físicas e emocionais que as acompanharam na viagem. Serviço Bolinho de bacalhau de Santo Antonio do Pinhal (na verdade o lugar chama Bolinho de Bacalhau & Cia ) – fica na estação de trem Eugênio Lefréve em Santo Antonio do Pinhal. Acesse o site turístico da Prefeitura de Santo Antonio do Pinhal .
- Freixenet
Durante minha viagem à Espanha, enquanto estava em Barcelona, fui convidado para visitar a Freixenet , empresa que é líder mundial na produção de espumantes com mais de 100 milhões de garrafas do líquido de borbulhas produzidas por ano. Obrigado à Cristina Blasi Villalmanzo, que nos acompanhou (eu e a responsável pelas fotos dessa matéria Jane Prado ) durante toda a visita, guiando-nos pelos caminhos subterrâneos cheios de histórias da vinícola. Esse tour pela Freixenet , que hoje já atrai mais de 90 mil visitantes/ano, pode ser agendado no site espanhol da empresa ( clique aqui ). A história da Freixenet inicia em 1861, na pequena cidade de Sant Sadurní d´Anoia, na região catalã do Penedés, época em que a família Sala começa um modesto empreendimento para a produção e exportação de vinhos de qualidade. Já no começo do século XX, Dolores Sala, uma das filhas, profunda conhecedora da produção vinícola, se casa com Pedro Ferrer Bosch, homem de negócios, filho mais jovem dos donos da vinícola “La Freixeneda”. A união criou em 1914 a Freixenet , que começa a exportar uma variedade de vinho espumante que mais tarde receberia o nome de “ cava ”. Região e origem D. O. Cava Na Espanha, a produção de Cava , nome regulado como Denominação de Origem (D.O. Cava ), tem diversas áreas geográficas, integradas por 135 municípios espanhóis, mas se concentra especialmente na região de Penedés, na Catalunha, ao sul de Barcelona. As origens do Cava estão associadas a ascensão do champanhe francês no final do século XVIII e ao crescimento da vinicultura catalã de meados do século XIX . Crescimento que levou muitas famílias espanholas da cidade de Sant Sadurní d’Anoia a pesquisar, junto com o instituto agrícola catalão de Sant Isidre, o método tradicional ou Champenoise com vistas a sua aplicação às uvas locais. Seguindo os preceitos de qualidade mais elevados presentes no mercado, se estabelece o método Champenoise como padrão e um mínimo de 9 meses de fermentação em garrafa. O toque espanhol fica por conta da predominância de uvas autóctonas do país Macabeo, Parellada e Xarel.lo, conferindo personalidade aos produtos. Assim nasceu o Cava ! Que tem como um dos seus símbolos de originalidade, a estrela gravada na rolha. A uva Xarel.lo oferece à bebida sua força e potência, a Macabeo seu fescor e acidez e a Parellada é aromatica e floral - 80% dos cavas são feitos com essas três uvas, mas eles podem ter em sua composição outras variedades como Monastrell, Trepat, Malvasia, Garnacha, Chardonnay e Pinot Noir. Atualmente, além das uvas produzidas em seus próprios vinhedos a empresa também é abastecida com a produção de mais de 1.200 viticultores da região. A expansão mundial da Freixenet , que hoje está presente por, pelo menos, 140 países, foi prejudicada com a Guerra Civil Espanhola e a morte de seu fundador, Pedro Ferrer. A recuperação veio com Dolores Sala assumindo a direção da empresa e lançando uma marca que foi vital para o sucesso internacional da empresa: Carta Nevada, em 1941. Os rótulos mais básicos de cavas tem 9 meses de fermentação em garrafa; os intitulados Reserva tem o mínimo de 15 meses de fermentação em garrafa e os Grande Reserva, pelo menos 30 meses (além das uvas selecionadas e prensa para extrair o suco, que utiliza apenas o peso de uma uva contra a outra, criando o que eles chamam de mosto flor). A vinificação de cada variedade de uva é feita separadamente em tanques de aço inox. Depois as misturas são realizadas para atingir as proporções e características esperadas de cada bebida. As leveduras então acrescentadas aos vinhos, foram cultivadas em laboratório próprio da Freixenet . Em 1987 a empresa recebe um importante reconhecimento, o rei da Espanha Juan Carlos I, deu permissão para a Freixenet usar a palavra Real em uma linha de seus cavas, surge assim a Reserva Real. No Brasil, além do Carta Nevada, outra marca bem conhecida da Freixenet é o Cordon Negro. Vale provar também a linha Elyssia e Vintage. Falando no nosso país a Freixenet está produzindo em parceria com a vinícola Miolo no Vale dos Vinhedos (RS) a linha XB. Brut.
- Capril do Bosque
O legal de visitar a Capril do Bosque em Joanópolis (120km de São Paulo) é poder conhecer de perto como funciona a vida em torno de uma queijaria artesanal, nesse caso especializada em queijos finos de leite de cabra. Capril do Bosque Turismo Rural O trabalho da criadora e mestre queijeira Heloisa Collins pode ser acompanhado de perto. Na visitação ao estábulo suspenso de 200m² (que segue o sistema “elevage” francês), onde as cabras são chamadas pelo nome e é possível entender como funciona o manejo dos animais. E também conhecer sua alimentação orgânica variada, a ordenha manual, entre tantos outros detalhes. Detalhes que vão interferir na qualidade de vida, do leite e consequentemente dos queijos produzidos pela Capril do Bosque. Ou mesmo, na visita a própria queijaria, onde será explicado como cada tipo de queijo requer cuidado e tempo especial para produção. A experiência de turismo rural pode ficar completa com um picnic no bosque em área especialmente reservada. Para isso é necessário o consumo de, pelo menos, uma cesta de picnic com produtos do próprio local. Há certas regras de uso, afinal a propriedade é privada- todas as informações e também os preços, estão bem detalhados no site da Capril do Bosque . Bistrô Outra possibilidade, nos almoços de sábados, domingos e feriados é visitar o charmoso bistrô do espaço. O restaurante oferece em seu menu, degustação dos queijos finos produzidos por lá e pratos da chef Ju Raposo (filha de Heloisa). Menu que destaca a produção local , como a massa produzida no restaurante com caprichado recheio de queijo cremoso de cabra. Há ainda uma pequena loja no bistrô, onde é possível comprar todos os produtos da Capril do Bosque . Queijos Entre os queijos produzidos por Heloisa Collins, alguns são do tipo Cendré – cobertos com carvão vegetal, que oferece certa cremosidade a massa. Maturados com mofo branco são eles: Rolinho Cendré o nome já sugere o formato da peça de aproximadamente 300g; Cacauzinho em formato de rolo bem fino, cerca de 70g, maturado, utilizando cobertura de cacau e baunilha; Coração em Brasa formato de coração, cerca de 300g, recheado com um fina camada de pimentas habaneras, chipotles e caienas; Pirâmide do Bosque inspirada no Valençay, um queijo em formato de pirâmide chanfrada, com massa macia e úmida, tem cerca de 150g). O Azul do Bosque é da linha dos Q ueijos Azuis , assim chamados porque têm veios do fungo penicilium roqueforti. Na França, o mais famoso é o Roquefort; na Itália, o Gorgonzola; na Dinamarca, o Danish Blue e na Inglaterra, o Stilton; enfim, muitos países europeus tem queijos azuis reconhecidos no mundo todo. Azul do Bosque muito cremoso e de sabor intenso, apresentado em peças de 220g inspirado nos processos do Stilton inglês, só que lá são feitos com leite de vaca e aqui na Capril do Bosque produzidos com leite de cabra. + Queijos Há os queijos apenas Maturados com Mofos Brancos Lua do Bosque inspirado no Camembert, originalmente feito com leite de vaca no norte da França. Cremoso, de gosto suave e pouca acidez. e do Rolinho do Bosque inspirado no queijo de cabra originário da cidade de Sainte Maure de Tourraine, possui forma cilíndrica em peças de 150g). Há os queijos de Massa Cozida Serra do Lopo (foto abaixo), homenagem a bela serra local de Joanópolis (tem casca lavada na cerveja – mínimo de 20 banhos - é maturado por aproximadamente 40 dias; Sua casca é seca e fina, macia e cremosa na boca, com certo amargor do lúpulo - peças de 200g e 400g). Caprino do Embaixador segue a linha do Pecorino italiano; maturado por 400 dias em baixa temperatura e prensado manualmente, apresentado em peças de 3kg ou cunhas de 250g. A linha de Frescos conta com Queijinho do Lobisomem formato de bolinhas de massa lisa, é marinado no azeite temperado com ervas finas e pimenta rosa – potes de 150g. A suave e cremosa Coalhada Seca, oferecida em potes de 250g. E o Chevre Cremoso em pasta, o mais versátil do portfólio para uso na preparação de cremes, recheios, patês e outros pratos que exijam uma textura delicada. Quem não puder visitar a C april do Bosque pode ver no site , outras formas de adquirir os queijos.
- Guia Michelin 2016
Estive na festa de premiação do Guia Michelin 2016 , que aconteceu no Copacabana Palace no Rio de Janeiro e contou com a presença de grandes chefs, imprensa especializada e autoridades da gastronomia e do turismo, como Michael Ellis, diretor internacional dos guias Michelin (hoje são 25 guias, que cobrem 24 países e reúnem mais de 45 mil estabelecimentos no mundo todo com 30 milhões de cópias vendidas) . Quem segue o Instagram do Cuecas na Cozinha – conseguiu acompanhar ao vivo e saber, em primeira mão, todos os restaurantes e chefs premiados. O Guia Michelin 2016 conta com uma seleção de 44 hotéis e 160 restaurantes do Rio de Janeiro & São Paulo. Seus inspetores ao redor do mundo, estão sempre à procura de novos endereços e testam diariamente, em todos os tipos de estabelecimentos, os mais variados estilos de cozinha. Anônimos, se comportam como clientes comuns e pagam suas contas. Seus critérios de avaliação incluem: qualidade dos produtos utilizados, personalidade da cozinha, técnica de cozimento, harmonização dos sabores, relação qualidade-preço e regularidade. Os melhores restaurantes são destacados com Bib Gourmand ou Estrelas (leia mais abaixo) com base, exclusivamente, na qualidade da cozinha, em atribuições sempre decididas em colegiado. Conforto e serviço são classificados separadamente. Bibendum (famoso boneco de pneus da Michelin) e Michael Ellis, diretor internacional dos guias Michelin (foto tirada do meu celular) --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O que significam as Estrelas Michelin : 3 estrelas Uma cozinha excepcional. Vale a viagem! – A assinatura de um grande chef. Produtos excepcionais, pureza e potência dos sabores, composições equilibradas. Cozinha que alcança o nível de obra de arte. Os pratos executados com perfeição muitas vezes se tornam clássicos. 2 estrelas Uma cozinha excelente. Vale o desvio! – Os melhores produtos valorizados pela experiência de um chef talentoso, que assina, com sua equipe, pratos sutis e surpreendentes, às vezes muito originais. 1 estrela Uma cozinha requintada. Vale conhecer! – Produtos de primeira qualidade, execução claramente refinada, sabores marcantes, regularidade na realização dos pratos. Bib Gourmand A melhor relação de qualidade/preço – Um momento gourmand por menos de R$90. Bons produtos, bem aproveitados, preços moderados, uma cozinha com excelente relação qualidade/preço. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- chefs e representantes de restaurantes estrelados do Rio e São Paulo (foto tirada do meu celular) Abaixo a lista dos restaurantes (todos com links) premiados com Bib Gourmand ou Estrelas do Rio de Janeiro e São Paulo no Guia Michelin 2016 . Categoria Bib Gourmand (cozinha de qualidade e de preço razoável – menor ou igual a R$90) Rio de Janeiro - Anna - Artigiano - Entretapas – (unidades Botafogo e Jardim Botânico) - Gurumê - Lima Restô Bar - Miam Miam - Oui Oui - Pomodorino - Restô - Riso Bistrô São Paulo - Antonietta Empório - Arturito - Le Bife - Bona - Brasserie Victória - Casa Santo Antonio - Ecully - Jiquitaia - Manioca - Marcel - Mimo - Miya - Mocotó - Petí Gastronomia - Sal Gastronomia - Tartar & Co - Tian - Tordesilhas - Zena Caffè Os estrelados e queridos chefs Rodrigo Oliveira e Roberta Sudbrack (foto de divulgação). Estrelados 1 estrela Rio de Janeiro - Eleven Rio - Lasai - Mee - Olympe - Le Pré Catelan - Roberta Sudbrack São Paulo - Attimo - Dalva e Dito - Esquina Mocotó - Fasano - Huto - Jun Sakamoto – Rua Lisboa, 55 - Pinheiros – fone: ( 11) 3088-6019 (não tem site) - Kan Suke - Rua Manoel da Nóbrega, 76, loja 12, Jardim Paulista, tel. (11) 3266-3819 (não tem site) - Kinoshita - Kosushi - Maní - Téte à Téte - Tuju chef Alex Atala e seu braço direito na cozinha duas estrelas do D.O.M., o chef Giovane Carneiro. Olha lá o Bibendum também ao lado deles gente! (foto de divulgação). 2 estrelas D.O.M. – o único chef brasileiro premiado com duas estrelas Michelin é Alex Atala com seu restaurante D.O.M. Curiosidade : O Guia Michelin foi idealizado por André e Edouard Michelin, fundadores do Grupo Michelin, em 1900, quando a indústria automotiva ainda engatinhava. Viajar, na época, era quase sempre uma aventura: trajetos longos, estradas mal sinalizadas... Mas, apesar dos obstáculos, os irmãos Michelin acreditavam no futuro do automóvel. Dispostos a contribuir para o desenvolvimento da mobilidade, eles começaram a distribuir gratuitamente aos motoristas um pequeno guia vermelho, de 400 páginas, com um grande número de informações práticas. Dentre elas, como trocar um pneu, onde abastecer o carro, onde comer e dormir. Nos anos 20, suas páginas passaram a abrir espaço para a classificação de restaurantes e, depois, dos hotéis. Serviço O Guia Michelin 2016 Rio de Janeiro & Sao Paulo estará acessível gratuitamente – baixe o aplicativo para iOS e Android. A versão impressa cuta R$ 80,00 e pode ser encontrada nas principais livrarias. (abertura da matéria foto de divulgação)
- Festival Sabor de São Paulo
Nos dia 7 e 8 de novembro (2015), acontecerá o encerramento da terceira edição do Festival Gastronômico Sabor de São Paulo no Parque Villa Lobos . Promovido pela revista Prazeres da Mesa, com apoio educacional do Senac São Paulo, esse projeto da Secretaria de Turismo do Estado visa o resgate da culinária paulista. Restaurantes, bares, hotéis e até mesmo quituteiras dos 645 municípios paulistas puderam inscrever suas receitas para as quinze etapas que aconteceram entre fevereiro e outubro de 2015. Foram selecionados para a final do Festival Gastronômico Sabor de São Paulo, pratos representativos de 60 estabelecimentos inscritos. O evento, que acontece no próximo final de semana, das 11h às 20h, tem atrações musicais, entrada gratuita e pratos que custam até R$25. Haverá também espaço para produtores de alimentos orgânicos expostos em barracas do Slow Food Convívio São Paulo – associação sem fins lucrativos que tem como objetivo promover a qualidade das refeições e a valorização do produtor e do meio ambiente. No total serão cerca de 80 barracas com ofertas para o público. Spaghetti de Pupunha com Frutos do Mar e Cogumelos - Confraria dos Parceiros (Registro) Confira os finalistas de cada uma das 15 macro-regiões: (fotos – divulgação – revista Prazeres da Mesa) Sorocaba Bolinho de arroz Tia Avó - Pousada e Restaurante Casa dos Vargas (São Roque) Empada frita de pato com redução de porto picante - Bar e Restaurante Couto Minas (Salto) Linguiça defumada Feichtenberger - Feichtenberger Defumados (Itapetininga) Quindim caseiro - Doces Vó Clarinha (Alumínio) Bauru Porchetta Recheada com Maça e Amêndoas – Bar e Bistrô Grão 3 (Bauru) Costela ao Molho Terezópolis – La Donosti (Agudos) Rippe Malz – Servus Bier Cervejaria (Bauru) Sanduíche de Carnitas com Salsa Verde – Do Fundo do Bauru ( Bauru) Escondidinho Caiçara – Estação Bistrô (Santos) Franca Batata Suiça de Frango à Moda Caipira– Bangalô Batataria Bolo de Berinjela– Tenda Árabe Pastel da Vó Santinha- Pastel do Lu Arroz no Arado - Rancho do Vale Presidente Prudente Biscoito doce de leite da fazenda com toque de nozes – Dolce Ana (Presidente Prudente) Peixe ao molho agridoce de manga – Donna Batata (Rosana) Ravioli Manera Fru Fru - Fulô de Mandacaru Bistrô (Presidente Prudente) Coxinha de mandioca com carne seca - Feira da Reforma Agrária (Martinópolis) Taubaté Brownie de choconata com sorvete de doce de leite com macadâmia – Eisland Gelateria (Santo Antonio do Pinhal) Caprese da Mantiqueira - Vemaguet 67 (Campos do Jordão) Arroz negro com calda de maracujá - Santa Truta Restaurante Carne na Lata - Restaurante Santa Terezinha (São Luiz do Paraitinga) São José do Rio Preto Bolinho Pescadô - Frei Caneco Choperia (São José do Rio Preto) Costelas Suína com Crispim de Jamones - Gubbio Ristourante (Catanduva) Bolinho da Aline (Bolinho de Carne Recheado com Mussarela e Rúcula) – Japa Butikim (Pindorama) - foto de abertura da matéria A Cura - Nhô Bojequim (São José do Rio Preto) Brownie de choconata com sorvete de doce de leite com macadâmia – Eisland Gelateria (Santo Antonio do Pinhal ) Araçatuba Sorvete de Cúrcuma com Crocante de Mandioca e Calda de Rapadura com Cachaça - Restaurante Mamma Luiza (Bilac) Hamburguinho – Restaurante Berração (Araçatuba) Vaca do Simpatia – Mané Simpatia (Birigui) Bolinho de Abóbora Cabotia com Ragú de Rabada - Bar Barão (Birigui) Jundiaí Coalhada Cremosa com Calda de Figo Artesanal - Doçaria Peschiera (Monte Alegre do Sul) Pudim de Uva e Queijo Mascarpone - Familia Brunholi Restaurante (Jundiai) Pastel de Cucagna - Cucagna Secos & Molhados (Piracicaba) Porquinho Perequetado - Linguiçaria Real Bragança (Bragança Paulista) São Carlos Cordeiro Embriagado com Cuscuz de Milho e Couve Crispy - Armazém Restaurante e Steakhouse (São Carlos) Bauru de Costela com Vinagrete de Couve - Braseiro Santo Antonio (São Carlos) Amor aos Pedaços - D' mamãe (Descalvado) Marília Escondidinho de Marilia - Cupim Bar e Restaurante Ltda.(Marília) Costelinha Defumada Barbecue – Savoy (Marília) Gelato Paçoca - Gelateria Perino (Ourinhos) Feijoadinha de milho – Comidaria Sabores da Gastronomia (Assis) Pé de Moleque da Roça - Alessandro Santana Alves – ME (Biritiba Mirim) Registro Spaghetti de Pupunha com Frutos do Mar e Cogumelos - Confraria dos Parceiros (Registro) Robalo no Shissô - Restaurante Bacharel (Cananeia) VegganBurger – Primo de Quem? (Registro) Sorvete de Banana da Juréia - Sorveteria Nevada (Iguape) Ribeirão Preto Coxinha de Batata Doce - Buffet Black Tie (Ribeirão Preto) Sorvete de Jabuticaba - Sorveteria do Adriano (São Simão) Barretos Bolinho de Vaca Atolada - Lá Nô Armazém Restaurante (Olímpia) Carne de Porco na Lata com Vinagrete de Mandioca e Farinha Temperada - Orquidário Rancho da Serra (Barretos) Lasanha Sertaneja - Restaurante Macadamia (Barretos) Bolinho do tropeiro - Sabores de los Andes (Barretos) Guarulhos Baião do Leitão - Leitão de Gravata (Mogi das Cruzes) Costela no bafo - Ponto Ka Churrascaria e Choperia Ltda (Guarulhos) Pão de Queijo da Roça com Linguiça caseira de frango e maionese caseira - Biscoitos Vô Joel (Biritiba-Mirim) Pé de Moleque da Roça - Alessandro Santana Alves – ME (Biritiba Mirim) Sorvete de Morango com calda de limão siciliano, crocante de castanha de baru - Picoleco Sorvetes Artesanais (Carapicuiba) Santos Escondidinho Caiçara – Estação Bistrô (Santos) Cambucu na Taioba – Magnolia Gourmet (Guarujá) Trio da Terra – Quiosque Ponto 13 (Ubatuba) Petit Gataeu Nordestino – Aqui no Bistrô (Cubatão) Serviço : Encerramento da 2º edição Festival Gastronômico Sabor de SP Festival Sabor de SP – 07 e 08/11 de 2015 Local: Parque Villa Lobos - Endereço: Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001. Alto de Pinheiros Horário: das 11hs às 20hs
- Mercadoteca
Fui conhecer a Mercadoteca em Curitiba e, pra início de conversa, posso dizer que gostei bastante! Viajando pelo mundo a gente se depara com diversos mercados gastronômicos que tem por objetivo reunir num só lugar várias opções de comes e bebes – para comer no local ou levar pra viagem – a fim de satisfazer as vontades das mais variadas pessoas. Aquela coisa, você sai com amigos, um quer japonês, outro carne, tem o vegetariano, o que apenas deseja beber e por aí vai. A Mercadoteca está antenada com essa tendência internacional é um espaço bacana, bem organizado, limpo, com uma área externa gostosa para curtir com amigos e família e funciona todos os dias da semana. você escolhe queijos e embutidos para serem fatiados na hora na Bon Vivant (foto de divulgação) “A Mercadoteca segue uma tendência muito difundida e que faz muito sucesso no exterior. Vamos oferecer em um único espaço uma grande variedade de produtos e serviços, focando na qualidade, nos preços justos, nas novidades do segmento e, principalmente, no conforto e comodidade do nosso público. Queremos que ela se transforme em uma grande referência para os amantes da gastronomia na cidade de Curitiba”, explica Carolina Gomes Malucelli, diretora do espaço. Por lá você pode encontrar peixes frescos, cortes especiais de carnes, frutas e verduras, queijos, itens de empório, vinhos, massas, utensílios gourmet, saladas, sucos prensados a frio, pães, flores, produtos FIT e funcionais, doces, cervejas, preparos japoneses, árabes e mexicanos, hambúrgueres, café Premium e sorvetes artesanais. São 18 parceiros com estrutura fixa: JPL Burgers, Templo da Cerveja, Tacontainer, Verd & Co, Al Baba Empório Árabe, Degusto Café, Anis Presto, Doce Fado, Gelataio, Fujii, Mundo Verde, Vino! Bar, Bon Vivant, 100% Angus – BOUTIQUE de Carnes, Rosângela Pescados, Harue Hortigranjeiros, Esalflores e Platinox Gourmet. bolo Snickers da Degusto Café- bom pacas! dá pra ver nessa foto que eu tirei né? Além da programação diária, a Mercadoteca está programando ao longo do ano, diversas ações: feiras temáticas, festivais gastronômicos, lançamentos de produtos relacionados ao segmento, cursos voltados para a área da gastronomia, exposições artísticas e degustações orientadas. Mais informações no site da Mercadoteca . Mapa .
- Onde comer na Disney
Confectionery Antes de mais nada, quero começar esse post sobre minha viagem à Disney falando de um Reino Mágico, o Magic Kingdom. Não há adulto, por mais casca grossa que seja, que não se encante ao entrar nesse mundo paralelo aonde a fantasia é tão perfeita, que parece realidade. E, como a minha viagem tinha propósito gastronômico (fui convidado pela PR da Disney para fazer essa viagem em janeiro de 2013), para representar a magia desse reino não mostrarei nenhum castelo, princesa, príncipe, personagem…ou talvez sim... Com vocês a Confectionery! Creio que as imagens explicarão o que eu queria dizer. Balas, pirulitos, pipocas, biscoitos, algodão doce, aromas, aromas e + aromas cupcakes + cupcakes + morangos com chocolate + maçã do amor do Mickey e da Minnie. Ôps! Eu tinha dito que não mostraria personagens! Mas ele é o Big Boss, né? Onde Comer na Disney Artist Point O Artist Point é um restaurante de comida americana que fica no Disney’s Wilderness Lodge Resort dentro do Magic Kingdom . Mas não é o tipo de comida fast-food que o mundo conhece; ao contrário, foca na seleção, no frescor e cuidado com os alimentos; representando o que o Parque Nacional Americano tem de melhor a oferecer: peixes, frutos do mar, búfalos, frutas frescas e secas, cogumelos entre outras coisas. A cozinha está a cargo do talentoso chef brasileiro de Governador Valadares (MG), Marco Chaves. Ele leva tão à sério essa proposta do frescor e qualidade, que o restaurante abre só no jantar, para que todos os ingredientes frescos possam ser recebidos diariamente e tratados com o devido cuidado para proporcionarem a melhor refeição aos clientes. Nessa minha viagem gourmet à convite da Disney, diria que foi a melhor refeição considerada a equação: preço e qualidade. O trabalho do chef Marco é impecável! Não houve prato que eu não tivesse gostado muito. Era comida americana, comfort food, com toque mineiro do chef que está lá em todos os pratos para quem quiser perceber. O menu muda com certa frequência, porque é criado em função do frescor dos ingredientes. Menu O pão crocante e macio, jurava que tinha queijo; mas o chef disse que não! O creme de abóbora aveludado, caiu tão bem; dava vontade de tomar não uma xícara, mas um prato todo. A bandeja de entradas veio com um trio recheado de nuances de sabor e texturas: queijo azul e favo de mel; delicada salada com mini beterrabas e creme gelado; barriga de porco sobre um interessante vinagrete com toque ácido e adocicado. Quanto ao prato principal encarei um búfalo, jamais imaginava tamanha maciez daquele bicho enorme, de acompanhamento um saboroso e úmido risoto com aspargos e vieiras gordas e macias no capricho! Para sobremesa um reconfortante bolinho úmido de especiarias misturado com creme inglês. Há menu para crianças e quem for vegetariano ou tiver algum tipo de intolerância é só avisar ao garçom que um prato especial será preparado. Reservas podem ser feitas até 180 dias antes da viagem pelo site. A dica é chegar mais cedo e curtir um pouco do bar do Disney’s Wilderness Lodge Resort. Jiko Continuando a minha viagem gastronômica à Disney, hora de falar sobre o Jiko. O Jiko é um restaurante especializado em gastronomia africana da Disney , com destaque para a comida da África do Sul. Funciona dentro do Animal Kingdom Lodge e serve boa comida executada pelo chef Michael Toussaint-gunn. Uma comida rica em temperos, especiarias e toques apimentados. Sabores e aromas bem particulares que valem ser experimentados por parte de gourmets curiosos. Para completar uma carta com cerca de 200 vinhos sul-africanos, uma das maiores do planeta. Há inclusive uma sala exclusiva para a degustação dos vinhos. Ponto alto do Jiko restaurante Disney. Pra mim essa coxa e peito de galinha-da-angola assados à moda beberbere – crocantes por fora, macios por dentro, preparados com ampla variedade de especiarias e toque apimentado, é um prato entre os que provei que mostra bastante a personalidade do restaurante Jiko. (Guinea Hen é o nome do prato). Entre os vinhos provados destaque para esse saboroso e aromático Mulderbosch Sauvignon Blanc sul-africano (pelo que sei não importado para o Brasil). E o raro e caro The Chocolate Block produzido com um blend de Grenache, Syrah, Cabernet, Cinsault e a branca Viognier. Um tinto marcante, único que já foi escolhido como o “Vinho da Semana” de Jancis Robinson; uma das maiores especialistas do mundo. Rose & Crown O pub e restaurante Rose & Crown , que representa o Reino Unido no Epcot é uma boa saideira para todos que ficam no parque à noite para assistir ao espetáculo de luzes e fogos do Epcot – IllumiNations: Reflections of Earth . O Rose & Crown é uma mistura de homens e mulheres de todos os cantos do mundo que se reúnem em volta do chopp e, magicamente, em determinado momento estão falando a mesma língua. A língua enrolada! É tanta comemoração com copo erguido que, em determinado momento, ninguém sabe mais ao que está brindando. Foi divertido! rs Aliás, o Epcot é um dos parques mais gostosos para adultos. Então, a dica é circular pelos espaços de diversos países. Assim é possível provar um croissant na boulangerie francesa, um chopp alemão, uma turkey leg americana. Eu comendo a delicada Turkey Leg no Epcot. Bem como, um vinho italiano, uma tequila mexicana e por aí vai. No final da volta ao parque você já estará chamando “urubu de meu louro”, mas a gente veio aqui pra beber e comer ou conversar, não é verdade? rs. IllumiNations: Reflections of Earth – vale muito assistir! Tutto Gusto Nessa minha viagem à convite da Disney para conhecer a gastronomia dos parques e resorts, tive uma boa experiência no Tutto Gusto – Wine Cellar que fica ao lado do restaurante Tutto Italia no pavilhão italiano do Epcot. Um ambiente que remete às adegas das vinícolas, com seu aspecto rústico, mais escuro, frio e com os tijolos e a forma a arredondada do teto. Mais de 150 vinhos italianos estão expostos em caves climatizadas ao longo das paredes e fazem parte da carta; além de cervejas típicas do país. Completando a oferta uma seleção de embutidos, queijos, pães, antepastos, tudo para acompanhar bem as taças de vinho. Tutto Gusto degustação de vinhos italianos na Disney Uma das coisas mais bacanas que vi por lá, o que me leva a pensar: porque no Brasil não pode ser assim? Foi esse Grand Tour de vinhos, que passeia por regiões da Itália e tem o preço interessante de U$28. Uma pequena viagem a esse universo, que não esfola o bolso de ninguém. ‘Ohana Aqui vai mais uma dica diferente e imperdível para você com ou sem filhos, poder aproveitar. As crianças se divertirão com os personagens que entram dançando no meio do café, bem ao estilo havaiano, e os adultos (e suas crianças interiores) também abrirão seus sorrisos quando os personagens passarem; além de, é claro, aproveitarem uma refeição reforçada para mais um dia puxado de diversões nos parques. Mas vamos aos detalhes! Uma das boas pedidas na viagem à Disney é aproveitar o café da manhã ao estilo polinésio no ‘Ohana restaurante Disney. Ohana restaurante Disney Para chegar no restaurante você precisa ir ao Polynesian Resort , ele fica dentro do hotel, no horário entre 7h30 e 11h para provar o ‘Ohana’s Best Friends Breakfast: ovos, batatas fritas, linguiça, bacon defumado e uma variedade de pães, frutas frescas e panquecas com a cara do Mickey. A refeição é servida para os clientes que, ansiosos, aguardam a presença dos personagens. De repente, começa uma música e Lilo & Stitch, do desenho animado da Disney e ainda Mickey e outros personagens vestidos ao estilo havaiano, entram dançando e brincando com a criançada e os adultos. Uma dancinha sempre é boa pra abalar um pouco as calorias consumidas, faz parte do show. Claro que se você quiser permanecer sentado, a escolha é do freguês. Fotos com câmeras e celulares acompanham a refeição. Be Our Guest Como contar-lhes essa experiência que tive no Be Our Guest ? Vou tentar! Quem já esteve em um castelo de verdade sabe o quanto é encantador. Quantas histórias, supostamente vividas por lá, não passam pela nossa cabeça! Imaginem então o que é entrar num castelo de conto de fadas! Adultos boquiabertos, inclusive este que vos escreve, foi o que vi durante todo o nosso trajeto. Que teve início nas sombrias ruínas da entrada… …passando por uma enigmática ponte de pedra ladeada de lampiões… ..e depois arrepiantes portões protegidos por figuras de feras… …que abrigavam o Be Our Guest restaurante e castelo cenário de “A Bela e a Fera” e só terminou quando demos novamente as costas para as mesmas ruínas sombrias, partindo em nova aventura. Be Our Guest Durante o almoço o Be Our Guest restaurante funciona assim: você entra pelo Armor Hallway, passando ao lado de armaduras enfileiradas e já começa a ter contato com o cardápio que roda em telas sensíveis ao toque. A experiência continua na sala Beast’s Parlor onde o pedido é efetuado e pago. Aí você ganha uma rosa “mágica”! Guarde bem, porque ela é a garantia de que a refeição chegará em sua mesa. Logo elegantes carrinhos guiados pelo sinal da rosa e conduzidos por garçons vestidos à moda europeia dos anos de 1400 a 1600 (casacos bordados na cor dourada, ou coletes, sobre uma camisa com ceroulas que alcançam o joelho) chegarão à sua mesa. Ballroom Hora de entrar no majestoso Ballroom e deixar cair o queixo! Para que eu não fique descrevendo, descrevendo, descrevendo,… melhor mostrar-lhes as fotos. Detalhe, percebam a neve que cai lá fora por trás dos janelões arqueados no fundo do salão, que proporcionam uma vista para o interior da França. Duvido que alguém saia do Ballroom sem imaginar como seria dançar rodopiando por lá tal como fizeram a Bela e a Fera. À direita do Ballroom fica o salão Rose Gallery, logo na entrada uma enorme caixa de música mostra a Bela e a Fera dançando. As paredes são cobertas de quadros com pinturas dos personagens e tapeçarias. As rosas decorativas estão dispostas por todo o salão. A música é um elemento importante, com temas musicais do filme incrementando os ambientes. Qual não é o fascínio ao entrarmos no ambiente proibido West Wing. Escuro e misterioso, esse salão abriga a redoma de vidro contendo a rosa encantada, cujas pétalas caem lentamente enquanto o tempo se esgota para a fera. Sobre a lareira, um retrato do jovem príncipe em forma humana é cortado por garras e enquanto os raios caem, a imagem se transforma até que a figura mude de príncipe para Fera. O feitiço diz que se todas as pétalas caírem e o príncipe não se apaixonar por alguém e for correspondido em seu amor ficará eternamente preso à figura horrenda. Quem assistiu ao filme deve lembrar porque o restaurante chama Be Our Guest. Quem não assistiu, ou quer recordar, dá só uma olhada nesse vídeo. Menu – Be Our Guest Por isso que o menu tem inspiração francesa, tanto no almoço quanto no jantar. Dessa forma, uma equipe de chefs da Disney, incluindo Roland Muller, natural da Alsácia, França, desenvolveu os pratos, criando tanto um cardápio de serviço rápido de balcão para o almoço (sanduíches, carne de porco assada em estilo coq au vin, quiche de legumes, salada Niçoise com atum, salada de Quinoa – acesse menu completo) quanto um cardápio mais elegante, com serviço completo de mesa para o jantar. No Jantar as coisas mudam. A entrada é pelo salão Ballroom e o pedido é tirado na própria mesa por garçons. O cardápio à la carte tem mexilhões à moda Provençal e pratos que prestam homenagem a um banquete de castelo dos anos 1400 com galinhas assadas inteiras, costeleta de porco temperado com tomilho e filé de salmão grelhado com molho de alho-poró e batatas ao açafrão – acesse o menu completo. Há também uma carta de vinhos e cervejas, diferente do almoço que não tem bebidas alcoólicas. Há menu para crianças e quem for vegetariano ou tiver algum tipo de intolerância é só avisar ao garçom. Reservas pelo site.
- Restaurante Donna Pinha
Ela tem a preocupação de oferecer aos clientes ingredientes frescos, dentro da temporada e aos fornecedores (pequenos produtores da região) a oportunidade de cultivarem e comercializarem seus produtos a preços mais justos. Uma convesa com a chef Anouk Vasconcelos Rosa do restaurante Donna Pinha em Santo Antonio do Pinhal, é bastante esclarecedora sobre a dimensão do trabalho de um chef de cozinha e dono de restaurante, especialmente em cidades pequenas que vivem do turismo. Imperdível Casquinha de Truta Defumada Entre as decisões acertadas, no tênue equilíbrio dos cargos chef/proprietário, Anouk juntou no final de 2015 seus dois restaurantes num só lugar, mesclando o cardápio de ambos e assumindo o nome de um deles. Em Santo Antonio do Pinhal, próximo a Campos do Jordão, a chef comandava o Santa Truta (especializado no pescado e bastante conhecido na cidade) e também o restaurante Donna Pinha , onde podia exercer de forma mais livre -independente do peixe bem característico da região- sua culinária inspirada em ingredientes locais de pequenos produtores (o restaurante é associado ao Slow Food Brasil – Convivium Mantiqueira ). O nome restaurante Donna Pinha , por ser menos específico, foi o que prevaleceu na fusão. Salmão de truta ao molho Santa Truta Agora é possível provar as famosas trutas sempre acompanhadas de arroz branco e pirão - são mais de 15 opções no cardápio, incluindo pratos com o peixe defumado e também salmonado (com características de cor, textura e sabor parecidos com o do salmão)- além das entradas, saladas, massas, risotos, carnes, aves e sobremesas; onde a chef Anouk sempre aproveita ingredientes da temporada como: cogumelos, frutas vermelhas, alcachofras, pinhões, para fazer novas receitas. Outra pedida muito procurada por lá, especialmente nas noites mais frias, são os fondues da casa, servidos à la carte ou em sequência. Há também menu infantil e menu de almoço com pratos especiais como a Moquequinha de truta (serve 2 pessoas – preparada com azeite de dendê e leite de coco, acompanha pirão, farofa e arroz branco). Truta defumada ao Brie Abrindo o menu à la carte do restaurante Donna Pinha , o couvert Sabores da Montanha – totalmente produzido na casa, inclusive o pão, vem com um mix de antepastos elaborados com ingredientes de produtores locais. Inclui patê de tomate seco, alho, queijo de cabra, antepasto de , azeitonas e pão (foto de abertura da matéria). Fondue de queijo - foto Luna Garcia Imperdível para a entrada é pedir as crocantes Casquinha de Truta Defumada e Casquinha de Cogumelos (recém colhidos na região, bem frescos e saborosos). Entre os principais, as trutas são o grande destaque, como a Truta defumada ao Brie (gratinada com , nozes e mel, acompanha de legumes) e o Salmão de truta ao molho Santa Truta (catupiry, champignon, camarão e alcaparras ). No capítulo das carnes, Medalhão da montanha (grelhado, molho cremoso com xerém de castanhas e requeijão gratinado com parmesão. Acompanha arroz piamontese). Para quem deseja algo mais exótico, o menu oferece Avestruz ao parfum de framboesa (grelhado, flambado, com molho de amora acompanha maçã). Entre as sobremesas, uma que é bastante procurada na temporada do pinhão é a Torta de Whisky com Pinhões. Aproveitando a matéria sobre o restaurante, pedi para a chef Anouk fazer a gentileza de nos fornecer sua receita. Torta de Whisky com Pinhões - foto Luna Garcia Torta de Whisky com Pinhões rendimento: 8 a 10 tortinhas como a da foto INGREDIENTES Massa 150 g de manteiga 200 g de farinha de trigo branca 100 g de farinha de amêndoas 02 ovos Recheio 150 g de nozes 150 g de amêndoas 100 g de pinhões cozidos 50 g glucose de milho Finalização 1/2 dose de whisky 100 g de açúcar para calda de caramelo MODO DE PREPARO Massa Misture todos os ingredientes e coloque na geladeira por alguns minutos, só para a massa ficar firme e facilitar a manipulação. Recheio Misture as nozes, as amêndoas, os pinhões, a glucose de milho e reserve. Em uma forma grande ou várias pequenas, monte a massa na espessura de 0,5 cm e asse em forno a 180 °C por 10 minutos. Coloque o recheio reservado e volte ao forno por mais 10 minutos, na mesma temperatura. Finalização Leve o açúcar ao fogo para fazer a calda de caramelo, depois acrescente o whisky e misture bem Retire a torta (ou as tortinhas) do forno e coloque a calda de caramelo com whisky por cima. Leve à geladeira até esfriar. A torta dura em média 15 dias quando bem armazenada. Restaurante Donna Pinha Av. Antônio Joaquim de Oliveira, 647 – Centro Santo Antônio do Pinhal – SP (12) 3666 2669
- Dicas do Conrad Punta del Este
Viajei para Punta del Este (Uruguai) à convite do Conrad Resort & Casino . O foco da viagem era conhecer a gastronomia desse hotel cassino, inspirado nos de Las Vegas. Então lá vamos nós para algumas Dicas do Conrad Punta del Este ! Falando em cassino, são 4.000m2 de máquinas e mais máquinas, mesas e mais mesas com roletas, cartas, etc. Muita cor, muita luz, muito brilho; tudo compartilhado por aqueles que levam o jogo à sério ou os que estão lá apenas para se divertir e, quem sabe, tirar a sorte grande. Para os clientes exclusivos há dois clubes Vip, dessa porta eu não passei. rs Pose para a foto! Grandes jogadores! Ôhh!. Se viajar é bom, viajar com pessoas tão bacanas, é bom demais! A foto é do Zé e da esquerda pra direita tem a Ana Carolina , depois nosso grande mestre de vinhos Didú Russo , eu - arrebentando a banca, o companheiro dos drinks Edgard e a Tati , com quem rachei muitos dos doces da viagem, pelo bem da minha circunferência. Faltaram na foto, a Nazira, esposa do Didú, que nos brindou com muitos conselhos, o Marcelo, marido da Tati , que também estava tirando foto (blogueiro exige muitos flashs, estão pensando o que?) e a Tábatha, que sofreu na nossa mão (hahahahahaha), coitada! Fora o cassino, o hotel com 294 acomodações (na abertura do post a foto que tirei da minha sacada), que estão sendo reformadas, oferece Spa com tratamentos de beleza, Fitness Center, piscinas coberta aquecida e externa, bares, restaurantes, estrutura para eventos, shows e convenções, lojas e um Nightclub, para sacudir o esqueleto com djs sempre à postos. Piscina e mar integrados na paisagem Quem quiser aproveitar essas Dicas do Conrad Punta del Este e viajar pra lá pode contar com pacotes que incluem aéreo, o Conrad tem contrato de vôos com a Gol, que saem de São Paulo e descem no aeroporto de Punta del Este, onde os passageiros pegam o traslado para o hotel; bem perto e bem fácil. A alta temporada é Janeiro e Fevereiro, para esses meses os valores da passagem e hospedagem só sob consulta. Mas para vocês terem uma ideia de Maio a Setembro há pacotes que incluem 4 noites de hospedagem, vôo ida e volta SP/PuntadelEste/SP, traslado, café da manhã e SPA – custando a partir de US$898 por pessoa no quarto Bay Room. Entre Março e Abril e de Outubro a Dezembro – esse mesmo pacote custa a partir de US$959 por pessoa. Os valores podem ser divididos em 3 x sem juros. Cabe lembrar também, que todos os preços praticados no hotel - menus, serviços, etc - estão expressos em doláres. Mas vamos ás Dicas do Conrad Punta del Este no quesito Comes & Bebes Las Brisas – é o restaurante principal do hotel, funciona 24 horas (o único em Punta del Este), nele é servido o bom e farto café da manhã do Conrad . Declaro aqui minha paixão pelas Medialunas... ...e também pelo doce de leite do Las Brisas, bom pacas, que eu comi em todo santo café da manhã O cardápio é amplo e variado: risotos, massas, frutos do mar, peixes, saladas, pizzas, sanduíches e carnes que, são especialidade do chef e podem sair direto da Parrilla para a mesa (a melhor pedida). a provoleta provocou fortes emoções sobremesas do Las Brisas para o deleite desse formiga que vos escreve O bufê de sobremesas é interessante. Aliás, queria destacar que, de um modo geral, os doces do Conrad Resort & Casino , são bem executados. OVO – Dayclub e Nightclub – é o espaço com pegada mais moderninha do Conrad , dividido em duas salas, a Day e a Night, que juntas ocupam espaço de 2 mil metros quadrados. Na Day funciona o bar, com carta de bebidas e drinks similar a do Blend Bar e o restaurante, que oferece um mix de cozinha asiática e peruana: tempurás, sushis, sashimis dividem o cardápio com tiraditos e ceviches. O restaurante se sai melhor no cardápio peruano, necessita de ajustes na cozinha e treinamento do serviço. Na Night acontece o agito, Djs se revezam nas pick-ups para levantar a galera mais jovem. Blend Bar – funciona dentro do cassino, além das mesas e cadeiras tem um enorme balcão onde é possível sentar mais próximo do bar e do telão que projeta videoclips do pop internacional. Nas sextas e sábados, o telão cede espaço para shows de música ao vivo. Há também um deck externo com vista para o mar. Pisco Sour A carta do Blend Bar possui bebidas de boa qualidade e drinks mais tradicionais como: Mojito, Caipiroska, Gin Tonic, Pisco Sour, Cosmopolitan, Margarita, Daiquiri, Piña Colada, Spritz. Alguns drinks criados como: Ovo Summer By Andres Meroni ( Pisco, L. Manzana, Albahaca, Jengibre, J. Limón) e Enjoy it By William Miike (Mandarin, Maracuyá, Durazno, Helado Vainilla, Menta), fazem a linha mais doce. Gin Tonic Mora Enjoy e Ovo Summer No cardápio, próprio para refeições leves, saladas, tábua de queijos e fiambres, tacos, tiraditos, pizzas e sanduíches, como o Ojo de Bife (foto) - a carne estava suculenta, no ponto e o queijo gruyère era abundantemente bom. Ojo de Bife Gaúchos Típico churrasco ao ar livre, à beira da piscina e acesso somente para hóspedes do Conrad . Sua abertura está sujeita às condições climáticas. Abre em dias quentes e ensolarados, ou seja, no verão; portanto na minha visita ao hotel, estava fechado. Em outros posts falarei de dois lugares no Conrad Resort & Casino que gostei muito: o chá da tarde no Los Veleros e o jantar no St. Tropez .











