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- Pontos da carne por Marcos Bassi
Para facilitar a vida quando o assunto é pedir a sua carne no ponto desejado, Marcos Bassi, mestre do Templo da Carne , criou esse quadro ilustrativo que explica as diferenças. Pronto agora não há mais dúvidas! Tive a oportunidade de ter há um tempo atrás uma breve aula com ele e provar vários de seus cortes harmonizados com whisky, creiam foi uma experiência daquelas! Minha admiração à excelência do trabalho desse grande mestre.
- A Delicadeza e Suavidade da Confeitaria Japonesa
Conheci o personal chef, pâtissier e professor Cesar Yukio por meio das fotos deliciosas postadas pela Aurea Teodoro , proprietária do CEG (Centro Especializado em Gastronomia) onde o chef dá doces e saborosas aulas, que me torturam a cada postagem! Mas sou uma formiga masoquista, fazer o que? Daí que resolvi convidá-lo para a coluna Fala Chef . E cá está ele falando da confeitaria japonesa! “Há seis anos, quando escolhi a área da confeitaria, não imaginava a imensa gama de produtos que poderia fazer, moldar ou inventar. Após cinco anos de árduos estudos no Brasil e fora do país, percebi como a maioria das pessoas que se autodenominam “formigas”, ou simplesmente que adoram comer doces, na verdade ingerem apenas açúcar e glicose ao invés de realmente degustar o melhor que cada produto tem a oferecer. No Japão, país de origem da minha família, é surpreendente o uso extremamente moderado de açúcar em suas preparações. Na verdade, ele serve apenas para acentuar o sabor das frutas altamente utilizadas nas preparações, para dar estrutura à sobremesa e para acentuar as cores (normalmente naturais). Outro cuidado é na decoração e finalização. Além de estar perfeito, sempre há um toque levemente infantil para parecer que saiu de um desenho animado. De tão bonitos, é muito comum presentear as pessoas queridas com doces, para embelezar os olhos e alegrar a mente de quem os recebe. Quem prova um doce tipicamente japonês toma um choque! Inicialmente pode ser considerado lindo, porém insosso, mas é uma questão de hábito. É errado pensar que os doces japoneses se baseiam apenas no doce de feijão azuki e no mochi (massa de arroz). A confeitaria japonesa têm duas vertentes: Wagashi vertente mais tradicional. É a confeitaria japonesa milenar propriamente dita. Basicamente é composta de feijão azuki, mochi (massa de arroz) e frutas. Todos os corantes utilizados são 100% naturais, derivados de vegetais. Os formatos e desenhos dos doces sempre remetem à cultura nipônica em qualquer sentido e os sabores costumam variar de estação para estação, respeitando os sabores disponíveis. Flores de cerejeira, kanjis e ursinhos são os formatos mais comuns. O modo de preparo também é diferente, na verdade chega a ser arcaico de tão tradicional. O mochi por exemplo, é feito em um pilão de madeira onde duas pessoas batem, com dois martelos, a massa de arroz. São considerados doces do dia-a-dia pelo preço mais baixo. Yogashi Baseada nas técnicas da confeitaria ocidental, principalmente na européia, em especial a pâtisserie francesa. A principal diferença com relação à elas é o uso mais moderado de açúcar e gordura para se obter um produto mais equilibrado no paladar. Com a recente onda de valorização do terroir , a confeitaria japonesa vai estar cada vez mais presente na mesa do mundo. As novas tendências: priorizar sabor, qualidade e frescor dos ingredientes, reduzir a quantidade de açúcar ingerido e sempre valorizar o aspecto dos doces; transformam a confeitaria vinda da terra do sol nascente em parâmetro a ser seguido. Enfim, a confeitaria japonesa, é a perfeita união entre suavidade e delicadeza.”
- KOF King of the Fork
KOF King of the Fork é uma cafeteria bem bacana no bairro de Pinheiros, que mistura o conceito de Café & Bike. A proposta é que ciclistas possam vir de suas pedaladas direto para um café , sem se incomodarem com a roupa que estão usando. O estacionamento para as bicicletas está garantido na frente do café . KOF é sigla para King of the Fork , referência ao conhecido KOM ‘King of the mountain’, prêmio dado ao ciclista que teve o melhor desempenho em uma subida. O garfo é o ponto em comum entre a bicicleta e comida. A própria história KOF King of the Fork surgiu graças às bicicletas. Os sócios Paulo Filho e Camila Romano, se conheceram pedalando. Ele designer e ela arquiteta, resolveram investir num café , com esse conceito descontraído, onde os ciclistas fossem bem-vindos. Conseguiram , o ambiente é despojado, agradável, tem wi fi que funciona e mistura muito bem a temática do café com as bicicletas, há inclusive uma pendurada nas paredes. O cardápio avisa, o pedido deve ser feito direto no balcão. O espresso, de blend exclusivo, é bem tirado, com corpo, acidez e doçura equilibrados. O coado também agrada bastante. Para completar, o cookie de Chocolate Triplo é imperdível! Outra dica é provar o Bolo do Dia ( o meu foi de fubá com goiabada). Há também, os tradicionais pães de queijo, torradas, waffles, tortinhas, quiches e, para quem está com mais fome, sanduíches frios no pão ciabatta. Ganhamos todos com o KOF King of the Fork , que além de temático, tem muita qualidade no serviço dos cafés e nas guloseimas do cardápio. De bicicleta ou não, é parada obrigatória! Acesse o site do KOF King of the Fork . P.S. Obrigado à leitora Fatima Canzian Lemmi que me passou a dica do KOF!
- Sancho Bar y Tapas
Já estive no Sancho Bar y Tapas algumas vezes e o ambiente alto astral do lugar sempre contagia. O bar de tapas e cozinha espanhola tem decoração descontraída e aconchegante, com paredes de tijolos à vista e outras pintadas de preto, usadas como grandes lousas que apresentam as tapas (assim chamadas na Espanha) ou pintxos (como são chamados no País Basco) e ainda alguns poemas escritos em espanhol. Há cartazes, jamóns inteiros pendurados, velas e tantos outros detalhes que dão um toque especial ao lugar. A música marca presença sem perturbar o papo. Artistas fazem performances pelo local e tem sempre alguém chegando ou partindo pelas cortinas vermelhas que dão para a rua. Creio que a felicidade reinante tem muito a ver com as sangrias que rolam soltas pelas mesas. A de Jerez, com certeza, esconde o segredo da felicidade. Experiência própria, depois de tomá-la você fica numa alegria!!! Tapas & Pintxos estão devidamente acomodados em grandes pratos de porcelana branca sobre o balcão do bar, são cerca de 30 opções, todas com preço. Basta escolher, colocar no prato e o garçon marca no seu cartão magnético na hora. Sobre as fatias de pães: jamóm, chorizo, queijo manchego, entre outras coisas. Há também tortillas (um tipo de omelete alto com batatas) e croquetes como o de paella. O cardápio segue por sanduíches e pratos tradicionais da cozinha espalhola; mas o povo vai lá mesmo é para “tapear”. Curiosidades Vários nomes foram considerados pelos sócios antes de ‘batizarem’ o bar. O nome escolhido homenageia Sancho Panza, o personagem coadjuvante da mais famosa obra do espanhol Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha. A origem das tapas é secular e faz parte da cultura e da história da Espanha. Na versão mais conhecida, diz-se que pedaços de pão, fatias de jamón, chorizo, outro embutido ou queijo eram utilizados para cobrir, tapar as taças de vinho ou garrafas de bebidas. Assim, evitava-se que sujeira ou insetos caíssem no líquido precioso e essa função do aperitivo deu origem ao seu nome: la tapa. A tapa consiste em um aperitivo apresentado em porção única e individual, servido ou não com uma bebida alcoólica. Na cultura moderna, seu consumo está associado a uma confraternização conhecida por “salir de tapas”, quando os apreciadores percorrem um circuito de diversos estabelecimentos voltados a essa culinária, provando as melhores receitas de cada um juntamente com uma caña – cerveja de barril de fabricação própria – ou uma taça de vinho, antes de seguir para o próximo.
- Ó Chá Bistrô na Vila Madalena
Já estive mais de uma vez no Ó Chá Bistrô na Vila Madalena , casa portuguesa de Lisboa que, para a nossa sorte atravessou o oceano. Lá são servidos deliciosos chás, bolos e outras comidinhas especiais. A seleção de chás é bem diferente e até exótica, dá prazer correr os olhos pela boa carta que abrange: Brancos, Verdes, Pretos, Oolongs, Infusões e Tisanas. Tem também o Tchai gelado! Tchai (fotos Alessander Guerra) Os bolos, que mudam a cada dia na vitrine, são capítulo à parte. Valem cada garfada! Meu preferido é o Indiano com cream cheese e especiarias, outro muito bom é o de Peras com calda de açúcar mascavo. Mas a verdade é, que não tem um que eu tenha provado lá e não gostado. Todos estão sempre frescos, com aquele sabor de caseiro e têm um toque delicado de especiarias. Bolo Indiano Bolo com peras e calda de açúcar mascavo Entre os sanduíches minhas orações vão para o Brioche com queijo branco e geleia de figo. Babei! Há também pratos rápidos e leves para os almoços! Outra dica imperdível é provar os drinks de chá. Combinações perfeitas que trazem desafios interessantes ao paladar. O “Rose Petal” leva infusão de La Vie en Rose, vodka, vinho frisante e açúcar mascavo. O “Jasmim Rubi” leva Chá verde Jasmin Flor Dourada, espumante e frutas vermelhas. Pra completar, no Ó Chá Bistrô na Vila Madalena o serviço é atencioso e recheado de detalhes que fazem a diferença, xícaras diferentes, misturadores como o da girafa dos drinks, entre outros mimos. O ambiente é acolhedor e convidativo, os tons vermelhos e as combinações de peças diversas dão um toque exótico e único. Existe um lounge onde dá, inclusive, para se largar num banco cheio de almofadas ou então na espreguiçadeira. Mais um detalhe importante, é a loja que vende praticamente todos os chás ofertados na carta de chás do bistrô e ainda acessórios para dar mais charme ao ato de preparar essa bebida, que tanto aquece ou refresca a alma. site Ó Chá Bistrô na Vila Madalena
- Clos de Tapas por Ligia Karazawa
O Clos de Tapas , restaurante idealizado pelo restaurateur Marcelo Fernandes, nasceu com a proposta de ser um “clos” (referência aos terroirs europeus conhecidos por produzir as melhores uvas de cada safra), ou seja um lugar onde os chefs poderiam executar de maneira mais exclusiva o tradicional receituário “de Tapas” espanholas. A casa, que tinha uma dupla de profissionais no comando da cozinha, agradou a crítica especializada conquistando prêmios como Restaurante Revelação 2011 pelo Guia da Folha de São Paulo e Melhor Restaurante Espanhol 2012 pela Veja São Paulo. Agora o Clos de Tapas está nas mãos apenas da chef Ligia Karazawa, paulista formada na Escola Hoffman-Arnadi de Hotelaria em Barcelona, com estágio nos premiados El Celler de Can Roca e El Bulli. Foi também chef de cozinha no Casa Lluiset em Valência e trabalhou nos estrelados Casa Marcial, Mugaritz e El Racó de Can Fabes. Ou seja, o histórico profissional da chef continua dando-lhe as bases da cozinha espanhola para esse novo cardápio que assina agora. parte do couvert: croqueta de Jamón e Gazpachito Do antigo pouco sobrou, a maioria das tapas deram espaço a pratos mais robustos, encorpados como o Arroz Valenciano (apresentado num caldo com frango caipira e coelho - foto de abertura do post) que serve duas pessoas é saboroso e tem aquele jeito de comida que conforta. Outro prato principal igualmente bom e bem servido, para uma pessoa, é a Fideuá de peixe do dia, lula e vieira com toque de açafrão . A Inspiração asturiana : ovo caipira, choriço e torto de maíz, é uma entrada com apresentação lúdica que desperta a curiosidade e tem sabor igualmente interessante. O couvert é caprichado com a saborosa e suave Conserva Caseira de Legumes , a croqueta de Jamón , o Gazpachito, além dos pãezinhos especiais e manteiga. Inspiração asturiana Para os que preferirem há o Menu Autoral, onde a chef apresenta seis pratos que misturam a cultura brasileira e sua história pela Espanha e pelo mundo. O Menu Meio-Dia continua em cartaz, na hora do almoço os clientes podem escolher entrada, prato e sobremesa por um preço fixo. Fideuá de peixe do dia, lula e vieira com toque de açafrão Para encerrar, entre as sobremesas, essa do final do post que é prá lá de memória afetiva: Alfajor, doce de leite, bolinho de chuva e chocolate ao leite . “de Tapas” o restaurante pode não ser mais, porém um “Clos” continua, sem dúvida Clos de Tapas
- BrewDog Bar
Se você gosta de cerveja e ainda não conhece o BrewDog Bar , não sabe o que está perdendo! A revolucionária cervejaria artesanal escocesa (fundada em 2007 por James Watt e Martin Dickie), já bem conhecida pelos apreciadores de cerveja , abriu seu primeiro bar fora da Europa- em São Paulo, no bairro de Pinheiros -em sociedade com os empresários paulistanos Paulo Bitelman e Gilberto Tarantino. Eu poderia dizer apenas, que os caras fazem cervejas artesanais inventivas , com atitude punk e questionamento dos rótulos industriais; mas isso é pouco, melhor ilustrar para que possam entender o que eles fazem, de verdade, do tipo: produzir uma cerveja artesanal no fundo do oceano na costa norte da Escócia; criar uma outra com 28% de teor alcoólico; desenvolver a Hardcore IPA (duas vezes ouro no World Beer Cup) com 2.204 grãos de malte e 6 cones de lúpulo, uma cerveja porrada de amargor que tem IBU: 150; ou mesmo dirigir um tanque de guerra pelas ruas de Londres para comunicar a abertura do BrewDog Camden . Deu pra perceber a irreverência, que chega em forma de cerveja ou chopp no BrewDog Bar de São Paulo? São 22 torneiras instaladas no balcão do BrewDog Bar , de onde saem principalmente, chopes da cervejaria artesanal escocesa ; além de rótulos exclusivos de cervejarias nacionais ou internacionais convidadas, sempre acondicionados em câmara refrigerada. Para completar, uma carta de 200 rótulos de cerveja, servidos no bar, ou vendidos na Bottle Shop, loja que funciona no contâiner da fachada quando o bar está fechado, com cervejas já geladas ideais para consumir ali mesmo ou levar para casa. O lance no BrewDog Bar é o despojamento. Logo na entrada, você recebe sua comanda individual, pra se divertir entre as torneiras de chopp ou rótulos de cerveja. Falando em brincadeira, há diversos jogos de tabuleiro, para se divertir entre amigos por lá e, a maioria dos lugares da casa é coletivo, facilitando a interação do público. De qualquer forma, quando precisar, haverá alguém pra te auxiliar na escolha das bebidas. Os comes não são o forte da casa, apenas algumas opções pra tapear o estômago. Todo último final de semana do mês, o BrewDog Bar promove seu já tradicional Beer Weekend, evento com cerveja artesanal, música ao vivo e comida de rua na varanda em frente ao bar. foto de abertura: Rogério Voltan / demais fotos Alessander Guerra-Cuecas na Cozinha Acesse o facebook BrewDog Bar .
- restaurante Seu Chalita o Árabe
O restaurante Seu Chalita o Árabe, surgiu da vontade do empresário João Toledo em trazer o Shawarma - uma comida rápida, típica de rua, no Oriente Médio e Norte da África, que faz também muito sucesso na Europa- para um bairro tradicional em gastronomia como o Itaim, onde circulam muitos paulistanos e não paulistanos, sempre a procura de bons lugares para comer e beber. O Shawarma é preparado no espeto vertical giratório com carne assada, também conhecido por aqui como churrasquinho grego e está restrito a poucos lugares da cidade (Brás e Centro), infelizmente, a maioria utiliza carnes de baixa qualidade. No restaurante Seu Chalita o Árabe a proposta é trazer a esse prato rápido, o status que tem fora do Brasil. Utilizando ingredientes de qualidade são montados espetos de cordeiro, carne e frango; tudo com o tempero e técnica de preparo típicos da Síria. A consultoria da casa ficou a cargo do chef oficial do Consulado da Síria no Brasil, Kamal Jamea. Por lá os Shawarma são feitos com Carne, Frango ou Cordeiro fatiados finos e enrolados no pão sírio com legumes, temperos, tahine e pasta de alho. Podem também ser servidos no prato com salada. Achei bem saborosos e suculentos (amo a riqueza de temperos dos árabes) e a técnica de enrolarem o pão sírio, de maneira que o recheio fique bem apertado e firme dentro dele, é um precioso detalhe à parte. Para completar o cardápio, pratos árabes tradicionais: Homus, Babaganuche, Mohamara, Coalhada Seca, Coalhada Fresca, Tabule, Salada Fatuche, Esfihas abertas e fechadas, Kibe, Michui, Kafta, Falafel; que são vendidos separadamente ou em pratos combinados. A Esfiha de carne fechada tem um tempero de pedir bis! facebook restaurante Seu Chalita o Árabe
- Le Botteghe di Leonardo gelateria
Fui visitar a Le Botteghe di Leonardo , agradável gelateria italiana que abriu suas portas na Rua Oscar Freire, 42 no bairro dos Jardins (SP). A marca de gelatos artesanais, surgiu em 2010 na Itália, numa sociedade entre os jovens empresários italianos Eugenio De Marco (Diretor Executivo), Roberto Galisai (Diretor de Marketing) e Pierpaolo Netti - Diretor de Produção e Maestro Gelataio (Mestre Sorveteiro) com o experiente empreendedor Enrico Auricchio, que trouxe para a gelateria sua experiência no mercado alimentício, adquirida na administração dos negócios de sua família, a Auricchio, tradicional fabricante italiana de queijos provolone. A Le Botteghe di Leonardo gelateria já está em franca expansão com unidades pelo mundo, sendo que essa dos Jardins, em São Paulo, é a primeira da América Latina. Pelos 200 m² da unidade da Oscar Freire, distribuem-se a loja, laboratório de produção e estoque. A cor de destaque por lá é o vibrante amarelo e o cenário conta ainda com uma pitangueira de quatro metros de altura, com direito a mesa coletiva em torno da árvore, para os clientes poderem relaxar enquanto degustam seus sabores escolhidos. Na calçada da gelateria há os, já conhecidos, parklet, que também abrigam clientes e seus pets. Na Le Botteghe di Leonardo gelateria serão servidos 22 sabores, diariamente, protegidos cada um no seu "pozzetto" (“poço”, em italiano), buscando preservar as melhores qualidades e propriedades de cada gelato. Na vitrine o que você vê não são os coloridos gelatos, mas sim as tampas metálicas dos pozzetti, que os conservam entre -18ºC e -12ºC. Segundo os proprietários, a forma ideal para servir um gelato artesanal em perfeitas condições. Entre os sabores provados gostaria de destacar dois: Manga e Papaia, é a fruta no melhor de sua essência, transformada em gelato. Há ainda Gianduia, Mascarpone, Menta, Fiori di Latte, Straciatela, Iogurte Bianco, entre outros. Para completar, sobremesas como: Bolos Gelatos, Pralines (bolinhas de gelato com cobertura de chocolate crocante) e Sorvetes no Palito. O café é oEspresso Blend Santo Grão. A simpática bicicleta, é uma unidade móvel da gelateria, que promete circular por ruas da cidade, festas e eventos. Acesse o site da Le Botteghe di Leonardo gelateria.
- Cannoleria Alexandre Leggieri
Queria apresentar para vocês a Cannoleria Alexandre Leggieri , meus caros leitores e leitoras desse nosso site de gastronomia . Para mim, o trabalho dos chefs, confeiteiros e outros especialistas em gastronomia, que constroem uma cozinha contemporânea, inédita, cheia de surpresas é tão importante quanto o trabalho dos profissionais que preservam suas origens, histórias e tradições. Fundamental avançar para o futuro sem esquecer do passado! Por isso, valorizo bastante o trabalho do Alexandre Leggieri, filho de italianos, torcedor do Juventus, que prepara em casa, seguindo as tradições, doces como o famoso Cannole típico da Sicília (tubinho de massa frito e com recheio tradicional de ricota). “Leave the gun, take the cannoli” (“Deixe a arma, pegue os cannoli”), a fala do icônico filme “O Poderoso Chefão”, consagrou a fama internacional desse doce, que hoje -além do tradicional de ricota com pistache e cereja- ganha novos recheios, como: Creme, Doce de leite argentino com amêndoas, Creme de Avelã e Peanut Butter (manteiga de amendoim). Sabores que a Cannoleria Alexandre Leggieri serve todos os domingos na Feira de Antiguidades do Bixiga (Praça Dom Orione) em São Paulo. Montada num carrinho adaptado, com refrigeração adequada, a Cannoleria móvel, chega sempre aos domingos às 10 horas na Praça Dom Orione, carregada com mais de 350 cannoli, divididos entre os sabores citados. Os doces acabam com uma rapidez impressionante, Alexandre já está tendo até que reabastecer o carrinho no meio do expediente, que termina às 16h. Quando ele não está lá na Feira de Antiguidades do Bixiga, é porque foi participar do, já consagrado, evento de gastronomia de rua “O Mercado”. Mas essa movimentação toda, dá pra acompanhar nas redes sociais do Leggieri. Além dos cannoli, o confeiteiro leva também no seu carrinho algumas Pastiera di Grano (foto acima), Sfogliatella e Crostoli. Três doces italianos que eu gosto de paixão! Mas é uma quantidade bem pequena! Espero que logo, a procura aumente e ele tenha que produzir e levar mais unidades. É isso! Acompanhe o facebook da Cannoleria Alexandre Leggieri e não deixe de provar! Ah! Já ia me esquecendo! O Alexandre faz os doces, sob encomenda, para restaurantes e também para festas e eventos. Existe, inclusive, a possibilidade de contratá-lo junto com sua Cannoleria móvel para ele ficar servindo os doces tradicionais italianos aos seus convidados.
- A Fantástica Fábrica de Bolachas
tão difícil de fazer e tão fácil de devorar! Não sei bem a criança que habita em cada um de vocês; a minha é serelepe, hiperativa, todos os sentidos em alerta e olhos que se movem em constante curiosidade! A porta que convida a entrar, o banco que chama pra sentar e o café...detalhes Imaginem então o grau de excitação do Alesinho ao saber que iria visitar “ A Fantástica Fábrica de Bolachas ” da Fernanda Ribeiro . Mais uma fornada de homenzinhos sorridentes! Cheguei junto com ela. Chave na porta, girar a chave e logo a maçaneta. A porta se move e o aroma de bolacha inebria. Minhas vistas correm fascinadas por prateleiras e mais prateleiras com carinhas, formas, recortes; tudo desenhado em cores vivas e traços cheios de personalidade. Vontade de botar a mão em tudo. Morder então, nem se fala! Tive que matar essa minha vontade de derrubar vários cortadores dos potes! Quem nunca? Logo vem o banco branco com almofadas de biscoito, a placa na porta e tantos outros detalhes que informam que ali é um reino especial, onde não há criança interior que se cale. Claro que ela gostaria de um colar desses feito de biscoitos. Originalidade é tudo! Claro que ele gostaria de uns biscoitos assim! Kama Sutra é sabedoria milenar! Mas isso tudo só faz sentido se a imaginação correr solta! E isso, é o que não falta por lá, como vocês podem ver por alguns trabalhos que apresento por aqui. Coração é mesmo um quebra-cabeças e muitas vezes pode levar ao altar. Então, biscoitos para ocasiões amorosas! Bolachas podem se transformar no sonho que você sonhar e, melhor de tudo, é um sonho comestível! Acreditem, essa mesa da Alice no País das Maravilhas é inteira feita de biscoito: bule, xícaras, cartas, etc, etc. Uma mesa devorável é o sonho #vaigordinho de qualquer um! Fernanda Ribeiro Bolachas Decoradas (só clicar que cai no site da loja ) Todas as boas fotos desse post foram tiradas pelo grande Mauro Holanda, as outras ou são minhas ou de arquivo da Fernanda.
- Bardega Wine Bar
Tomar vinho ficou bem mais divertido! Sim agora dá pra brincar de enfiar o cartão na maquininha e de lá fazer jorrar na sua taça 30ml, 60ml ou 120ml do vinho escolhido. Inaugurou o Bardega , um Wine-Bar que tem como conceito a aproximação do consumidor com o vinho. Tudo bem democrático! Não requer prática nem tão pouco habilidade, só vontade de ir provando vinhos de tantos países, regiões, tipos de uva, entre outras características. Esse playground vinícola funciona com 12 máquinas italianas Enomatic, conhecidas por preservarem as características do vinho. Cada máquina tem 8 garrafas o que já dá um total de 96 vinhos diferentes, fora os 14 espumantes, champagnes, prossecos ou cavas que estão à disposição também para serem bebidos em taças; ou seja, 110 possibilidades. Fiquei sabendo que, de tempos em tempos, eles irão variar os rótulos, trazendo ainda mais variedade. Polvo a baixa temperatura com batata fondant e emulsão de pimenton de La Vera - muito bom! Como funciona a brincadeira: um aplicativo foi criado para iPad. Você poderá levar o seu, ou consultar um dos vários iPads espalhados pelo wine-bar. Lá é possível consultar todos os vinhos que estão no Bardega por regiões, tipos de uva, países e ainda harmonizar com os pratos criados pelo chef Fábio Andrade. A seleção dos rótulos ficou à cargo de Arthur Azevedo – Diretor da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP). Mas quem preferir zanzar pelas 12 máquinas, eu me diverti um bocado, dá pra ler a ficha técnica de cada vinho, que está na frente de cada garrafa e pra melhorar, existem tags identificadoras dos vinhos para que vc possa colocar no pé da sua taça e depois levar embora para saber os vinhos que já provou. Outra coisa bacana é que você vê nos 3 botões da máquina que ficam em cima de cada garrafa quanto custa as doses de 30 ml, 60 ml e 120 ml e cada vez que você coloca o cartão com chip, que é dado na entrada, ele vai informando o quanto você já gastou. A maior parte dos vinhos disponíveis tem preços entre R$14 e R$40 a taça. Segundo o Caique, um dos sócios, com R$23 é possível degustar bons vinhos de seis países diferentes. E quem gostar de algum vinho pode comprar uma garrafa pra levar pra casa ou mesmo beber por lá. É claro, que também vinhos ícônicos e mais caros podem ser provados por lá: Château d´ Yquem (R$141, taça de 60 ml); Prunotto Barolo (R$51, taça 120 ml) e Château Prieuré-Lichine Grand Cru Classe (R$80, taça de 120ml) – esse último eu provei 30 ml e emoções eu vivi! Aliás, outro que me trouxe lágrimas foi o da foto abaixo um Sauternes - vinho de sobremesa -haviam lágrimas na taça e nos meus olhos. Terminei a noite assim! Bardega











